Cultivar o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar - eis meu destino, Amor Fati.
No estudo do solo,
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Horizonte do Amor, verticalidade da vida
Laços do Amor:
alegria,
amor fati,
aurora,
beleza,
brilhante,
contemplação,
crepúsculo,
cultivo,
existência,
horizonte,
novo,
sem posse,
Ser,
sorriso,
sublime
O poder do Amor
A vida é um todo de potências a ser convergida em sentido, poder de ato coerente e sustentável - amar até o desamor, eis meu destino, Amor Fati.
No Amor que jazz, Deus que dança,
No Amor que jazz, Deus que dança,
Amor ao destino
O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Amor 'apokálypsis' est
O fim está próximo.
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
Laços do Amor:
apocalipse,
Dante,
desejo,
divina comédia,
estagnação,
Estar,
existência,
fim,
glorificação,
necessidade,
Ser,
Todo,
uno,
vida
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Quando o Amor fala mais alto
Amor é quando o silêncio se cala diante de tanta beleza e grita, na certeza de encontrar resposta no sorriso que encanta e silencia a ansiedade imatura que pulsa no coração cansado de tanto sofrer.
No detalhe do instante que confere toda eternidade,
No detalhe do instante que confere toda eternidade,
O GP do Amor
Se algo começar a lhe aborrecer, dê aquele leve sorriso pós-orgasmo, regozije e conscientize-se de que aquilo está lhe ajudando a tornar seu próximo sexo ainda mais relaxante.
Agradeça sustentando o sorriso e convidando a pessoa mentalmente a também investir a libido dela em uma prática mais prazerosa e criativa do que fuder com sua paciência.
Pronto. Você acaba de ativar seu ponto G, de Gentileza e de Generosidade, e reforçar seu ponto P, de Paciência.
E com o GP em dia, é acelerar fundo, sem se importar com quem chega primeiro, mas muito mais em chegar juntos, sem estresse ou paranóia.
No S do sexo e na reta da vitória do prazer, completamente sem freio,
Agradeça sustentando o sorriso e convidando a pessoa mentalmente a também investir a libido dela em uma prática mais prazerosa e criativa do que fuder com sua paciência.
Pronto. Você acaba de ativar seu ponto G, de Gentileza e de Generosidade, e reforçar seu ponto P, de Paciência.
E com o GP em dia, é acelerar fundo, sem se importar com quem chega primeiro, mas muito mais em chegar juntos, sem estresse ou paranóia.
No S do sexo e na reta da vitória do prazer, completamente sem freio,
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
O poder da consciência do Amor
O poder fragmentado se capilariza nas potências individuais - e converge ainda mais poderoso a um novo centro expandido.
Eis o poder da consciência do Amor.
Na união não-dual que converge em nós ao encontro do Todo,
Eis o poder da consciência do Amor.
Na união não-dual que converge em nós ao encontro do Todo,
Amor, instante presente
Amor é dar tudo o que cabe até aqui e no instante, entregando o restante à eternidade - que um dia se faça presente.
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
Amor, berço da concepção

Meu Amor está assim: alquebrado, amassado, doído; passado que se faz presente na lembrança daquilo que agora rasga minha alma, mas, com calma, condena e conclama-me à vida.
Quase morto, meu Amor vive; sobrevive na certeza de que eu mesmo morrerei, mas que, ainda vivo, viverei em toda minha plenitude para um dia lhe dizer ao pé do ouvido, no fundo dos olhos, arrancando-lhe um sorriso: eu te amo pra caralho.
No berço da concepção de um novo Ser,
Amor, sublime Amor

Daí-me asas,
forças para elevar-me
da escuridão de minhas ruínas
para esclarecer minhas profundezas
e me alçar ao pleno potencial de mim mesmo:
meu pleno potencial de Amar.
Daí-me? Não. Renasço sem penas,
mas com estrutura de elevada paisagem
na qual atuarei de maneira sublime
sem preocupar-me com aplausos,
mas realizando a arte do encontro com o Todo.

Nas alturas do Amor mais profundo,
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Amor, loucura do destino, liberdade última
Amor é encontrar um caminho entre o desejo e a falta, o apego e a frustração; o caminho do meio, sorriso que aquece a mente-coração - não há nada a ser conquistado, nada a ser perdido; só Amor a ser vivido.
Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.
Na vivência do Todo que me satisfaz,
Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.
Na vivência do Todo que me satisfaz,
Laços do Amor:
amor fati,
apego,
caminho do meio,
Chogyam Trungpa,
conquista,
desejo,
falta,
frustração,
Krishnamurti,
louca sabedoria,
mente-coração,
Nietzsche,
satisfação,
sorriso,
vivência
Love, seek and deploy
Love is just a place in the sun embracing darkness with compassion.
Breaking through to the other side,
Breaking through to the other side,
sábado, 1 de outubro de 2011
Amor elucida - da vitória de Eros sobre a ignorância que é morte
Afirma-se na psicanálise freudiana e entre livros e mesas de bar que somos regidos por duas pulsões - de Eros, a vontade e a vida; e de Thanatos, a morte.
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
Quo vadis potentiam Amor - o caminho da potência entre o afeto e a razão
Escrevo tanto impulsionado pelo meu conhecimento, quanto constrangido por minha ignorância, que aumenta conforme aumenta proporcionalmente meu conhecimento. O que penso é o que estudei até aqui, mas o faço à luz de portas que se abrem a cada passo que dou rumo ao desconhecido, revelando novos corredores a serem percorridos no labirinto do conhecimento humano tão perigosamente familiar.
“O familiar é o habitual; e o habitual é o mais difícil de “conhecer”, isto é, de ver como problema, como alheio, distante, “fora de nós”...” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 355
Pelo que sei, foi minha vontade que me trouxe até aqui. Mas será que essa vontade é minha? Até que ponto tenho consciência dela, até que ponto ela me controla? E se tudo o que pensamos ser consciente for de fato inconsciente – ou ao menos passivo e reativo – e a verdadeira atividade e consciência for aquele rio caudaloso que flui no inconsciente, a verdadeira atividade tanto do Ser, quanto da vida?
Para Nietzsche, “consciência é, na realidade, apenas uma rede de ligação entre pessoas – apenas como tal teve que se desenvolver: um ser solitário e predatório não necessitaria dela. [...] sendo o animal mais ameaçado precisava de ajuda, proteção, precisava de seus iguais, tinha de saber exprimir seu apuro e fazer-se compreensível – e para isso tudo ele necessitava antes de “consciência”, isto é, “saber” o que pensava. [...] o ser humano, como criatura viva, pensa continuamente, mas não o sabe; o pensar que se torna consciente é apenas a parte menor, a mais superficial, a pior, digamos: - pois apenas esse pensar consciente ocorre em palavras, ou seja, em signos de comunicação, com o que se revela a origem da própria consciência. [...] o desenvolvimento da consciência (não da razão, mas apenas do tomar-consciência-de-si da razão) andam lado-a-lado.” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 354
Eu questiono a minha potência
Quanto de minha pulsão consigo compreender e verter em ação consciente? Em que medida sou vertido? Em que parcela determino, em quanto sou determinado? Qual a relação de forças entre o individual e o coletivo e aquilo que perpassa a tudo e que podemos chamar de potência, secreta às percepções menos silenciosas e perscrutadoras: a superficialidade raramente busca a raiz do problema e por isto mesmo dificilmente consegue chegar ao topo e tocar o céu; rasteja – mendicante por nutrir-se do que cai ao solo, apavorada pelo medo de ser esmagada pelo firmamento. Onde se encontra a ousadia de se embrenhar neste solo e dele se nutrir, sabendo da importância da ascese sob o sol individual que nos aquece os sentidos e clarifica os caminhos rumo à superação de si mesmo? Encontra-te na vontade.
“A vontade não se dirige para fins dados à partida, mas ela é a instância primeira: aquela que estabelece objetivos e fins; o que quer dizer que ela os reconhece como sua pertença” Otfried Höffe, Introduction à la philosophie pratique de Kant: la morale, le droit et la religion, 1993, p.66
E é na vontade que se encontra também o pensar. Mas quanto do que pensamos já não se tornou paisagem mental e não é devidamente questionado? Quanto do que vivemos e pensamos não são valores e vontades de terceiros, que aprendemos a carregar como camelos apenas para ter direito a entrar no oásis prometido por alguém que se beneficia desta fábula?
E se o oásis for veneno que nos enfraquece na justa medida de nos tornar servos capazes de fazer o serviço dos donos da pseudo-abundância na pseudo-escassez?
E se nosso maior aliado for o deserto, que não nos mata, mas fortalece, que não nos mantém reféns de gotas de liberdade e saciedade, mas oferece o desafio do horizonte sem fim para quem tem sede de saber?
Sim, quero apoderar-me tanto deste sol escaldante da razão quanto descobrir os lençóis artesianos dos afetos que indicam a vontade e o caminho para o Ser perseverar. Mas que Estrela é esta entre o Sol e a Lua, que se eterniza no brilho de suas ações, mas não passa de cometa em busca de afirmação na dança das órbitas? Não seria esta contraposição razão-afeto também um truque, uma armadilha para ficarmos reféns de uma dualidade enquanto esta é inerente a uma unidade?
Não são os opostos margens complementares de um só caminho? Não é este caminho a ascece do humano para o Übermensch – dominarmos nossas paixões e não sermos dominados pela razão dominante – nossa ou de outrem –, desenvolvendo um fluir do Ser em constante devir – não tendo uma forma ou matéria a priori ou a posteriori, mas sendo pleno no instante?
“A conduta moral não tem como objetivo encaminhar o homem para um fim. É a vontade por si só que determina o agir humano, dando-lhe a lei a que sua conduta deve obedecer. Não se trata de dizer qual é o bem a atingir nem o que se deve fazer para o alcançar. Apenas se diz como se deve agir, indica-se como se deve actuar, a forma como o homem deve actuar para agir bem” José Henrique Silveira de Brito, Introdução à Fundamentação da Metafísica dos costumes de I.Kant, p.25
A potência questiona meu Eu
Escrevo até aqui em primeira pessoa; mas que pessoa é esta que é um constructo, uma definição, um valor criado individual-coletivamente para uma rede de células ao qual se atribui um significado que comumente nos serve de porto seguro tanto quanto de cruz na qual pagamos nossos pecados – mesmo que não sejam nossos?
Usemos esta cruz para realizar o salto entre as pontas axionais de compreensão da física para derrubar valores dualistas forjando a unidade imanente de um sistema intrinsicamente binário e não-dual: somos, desde nossa construção-base, compostos de elementos físicos e metafísicos ou, melhor dizendo, químicos.
Basta observarmos a construção de nossa rede neuronal: os impulsos elétricos correm pelos axônios e superam o espaço entre os dentritos com auxílio de neurotransmissores em um ciclo natural que vai da física à fisica passando pela metafisica da química da vida.
E, por um princípio lógico, a ponte segue o padrão das margens para garantir sustentabilidade à travessia de si mesmo – se a física é em rede, a metafísica também o deve ser.
Tudo é possível se afirmar e firmar, dependendo do ponto-de-vista que observa e age no vazio que a tudo perpassa e que possibilita a manifestação das potências criativas que reinventam o universo a cada revolução oriunda dos eventos, rompantes de pulsão de vida que encontraram ou realizaram um furo para transpassar a superfície dos véus da ilusão para unir os opostos complementares e assim gerar sabedoria não-dual a partir de dois sistemas que se julgam auto-suficientes, a saber: o afeto e a razão, ambos ainda reféns da subjetividade de um Eu inexistente.
Não seriam ambos necessários para conceber uma co-reta compreensão das coisas como são e das coisas como devem ser, não como algo imposto – do exterior ou do interior -, mas como algo que naturalmente co-emerge como lógico e necessário a partir da relação dos pontos, um choque de potências que afeta e canaliza, uma necessidade que se impõe diante da conexão interdependente entre dois ou mais pontos, uma potência a ser revelada a partir dos encontros da convergência em chaosmos?
Poder: rede de potências em convergência
Se compreendemos tanto a física, quanto a biologia como regidos pelo princípio da rede, a metafísica que melhor se alinha a este posicionamento e que aumenta a potência do Todo é uma metafísica que propõe a convergência dos valores no Ser em Rede, um Ser ao mesmo tempo individual e coletivo, razão e afeto, um Ser em constante atualização, cuja única moral é convergir ao Todo com o máximo de sua potência, partindo-se do pressuposto de que o destino de toda potência individuada é se realizar convergida no poder do Todo.
E um Todo sadio, que consegue comungar das propriedades emergentes, é um Todo cujas partes são diferenciadas, tendo a diversidade como força vital da unidade e uma proposta revolucionária: conceber a inteligência de rede, ou como chamado por Antonio Negri e Michael Hardt, inteligência de enxame:
“Quando uma rede disseminada ataca, investe sobre o inimigo como um enxame: inúmeras forças independentes parecem atacar de todas as direções num ponto específico, voltando em seguida a desaparecer no ambiente. De uma perspectiva externa, o ataque em rede é apresentado como um enxame porque parece informe. Como a rede não tem um centro que determine a ordem, aqueles que só são capazes de pensar em termos de modelos tradicionais podem presumir que ela não tem qualquer forma de organização – o que eles enxergam é apenas espontaneidade e anarquia. O ataque em rede apresenta-se como algo semelhante a um enxame de pássaros ou insetos num filme de terror, uma multidão de atacantes irracionais, desconhecidos, incertos, invisíveis e inesperados. Se analisarmos o interior de uma rede, no entanto, veremos que é efetivamente organizada, racional e criativa. Tem inteligência de enxame. [...] A inteligência do enxame baseia-se fundamentalmente na comunicação.” Multidão. Antonio Negri e Michael Hardt, página 130
A rede é um processo cíclico que se repete em devir: tal qual nossos pulmões, tal qual o próprio sol, e nosso próprio coração, vivemos uma relação com duas fases, expansão e retração, micro e macro, individual e coletivo, 0 e 1, atual e virtual – basta-nos compreender, aceitar, transmutar e entregar.
Afinal, como nos revela a física quântica, além de tudo ser vibração, toda energia é regida por um campo informacional que determina se esta será percebida como matéria ou pura Luz.
“Não só a linguagem serve de ponte entre um ser humano e outro, mas também o olhar, o toque, o gesto; o tomar-consciência das impressões de nossos sentidos em nós, a capacidade de fixá-las e como que situá-las fora de nós, cresceu na medida em que aumentou a necessidade de transmiti-las a outros por meio de signos. O homem inventor de signos é, ao mesmo tempo, o homem cada vez mais consciente de si – ele o faz ainda, ele o faz cada vez mais.” A Gaia Ciência. Nietzsche, Livro V, aforismo 354
Cabe então à razão unicamente manter a atenção plena de questionar o interesse da motivação da manifestação da potência: age em convergência com o Todo ou tendenciosa, em prol de alguma das partes – o Eu, o Outro ou o Nós (que exclui o Eles)?
Quanto mais convergido ao Todo, mais pura a motivação da potência, pois quanto mais próxima ao Todo, mais amadurecida em poder esta se torna. O jogo se trata da relação razão-afeto, motivação-atenção, individual-coletivo: devemos combinar ambos como unidade. E a unidade só é potência sustentável no Amor – Amor como princípio (Eros), como meio (Ágape), como fim (Philia) e como processo (Fati).
É no Amor que encontramos o Eu como uma perspectiva de ação do Todo, uma potência tornando-se o que é, convergindo ao poder. O Todo empodera a potência individual da qual temos que nos apoderar conscientemente – em uma comunicação convergida na rede interligando pessoas, mas também seu ambiente que as sustenta – para realizarmo-nos no que somos: energia em constante revolução para qual a única lei universal é a potência devir poder. Somente sob esta égide é que a lei universal do direito kantiano procede: “Age exteriormente de tal modo que o uso livre do teu arbítrio possa coexistir com a liberdade de cada um, segundo uma lei universal”. Rechtslehre, Einleitung, § C, Bd. 7, p.338 (A 34; B35)
Ita quo vadis potentiam?
A razão deve se conscientizar das armadilhas o ego e questionar tanto a própria razão, quanto a percepção do afeto para canalizar a potência ao Todo, que é a potência em rede, o poder da vida perseverar – et congregata est potentiam Amor: este Ser em Rede, a busca por forjar um processo convergente através do Amor, intuindo as relações das diversas potências em convergência com o Todo em busca de se realizar poder.
Amor, única força capaz de unir opostos e torná-los complementares, alcançando a propriedade emergente em homeostase propiciando uma ascece constante e sustentável, recriando no vazio o Ser em Rede que transborda Amor – a gestão da informação que gerencia nosso conhecimento para melhor compreender nossos afetos e, assim, otimizar nossos encontros para que sejam sempre ganho de potência.
Nos encontros e desencontros da vida que moldam minha potência,
“O familiar é o habitual; e o habitual é o mais difícil de “conhecer”, isto é, de ver como problema, como alheio, distante, “fora de nós”...” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 355
Pelo que sei, foi minha vontade que me trouxe até aqui. Mas será que essa vontade é minha? Até que ponto tenho consciência dela, até que ponto ela me controla? E se tudo o que pensamos ser consciente for de fato inconsciente – ou ao menos passivo e reativo – e a verdadeira atividade e consciência for aquele rio caudaloso que flui no inconsciente, a verdadeira atividade tanto do Ser, quanto da vida?
Para Nietzsche, “consciência é, na realidade, apenas uma rede de ligação entre pessoas – apenas como tal teve que se desenvolver: um ser solitário e predatório não necessitaria dela. [...] sendo o animal mais ameaçado precisava de ajuda, proteção, precisava de seus iguais, tinha de saber exprimir seu apuro e fazer-se compreensível – e para isso tudo ele necessitava antes de “consciência”, isto é, “saber” o que pensava. [...] o ser humano, como criatura viva, pensa continuamente, mas não o sabe; o pensar que se torna consciente é apenas a parte menor, a mais superficial, a pior, digamos: - pois apenas esse pensar consciente ocorre em palavras, ou seja, em signos de comunicação, com o que se revela a origem da própria consciência. [...] o desenvolvimento da consciência (não da razão, mas apenas do tomar-consciência-de-si da razão) andam lado-a-lado.” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 354
Eu questiono a minha potência
Quanto de minha pulsão consigo compreender e verter em ação consciente? Em que medida sou vertido? Em que parcela determino, em quanto sou determinado? Qual a relação de forças entre o individual e o coletivo e aquilo que perpassa a tudo e que podemos chamar de potência, secreta às percepções menos silenciosas e perscrutadoras: a superficialidade raramente busca a raiz do problema e por isto mesmo dificilmente consegue chegar ao topo e tocar o céu; rasteja – mendicante por nutrir-se do que cai ao solo, apavorada pelo medo de ser esmagada pelo firmamento. Onde se encontra a ousadia de se embrenhar neste solo e dele se nutrir, sabendo da importância da ascese sob o sol individual que nos aquece os sentidos e clarifica os caminhos rumo à superação de si mesmo? Encontra-te na vontade.
“A vontade não se dirige para fins dados à partida, mas ela é a instância primeira: aquela que estabelece objetivos e fins; o que quer dizer que ela os reconhece como sua pertença” Otfried Höffe, Introduction à la philosophie pratique de Kant: la morale, le droit et la religion, 1993, p.66
E é na vontade que se encontra também o pensar. Mas quanto do que pensamos já não se tornou paisagem mental e não é devidamente questionado? Quanto do que vivemos e pensamos não são valores e vontades de terceiros, que aprendemos a carregar como camelos apenas para ter direito a entrar no oásis prometido por alguém que se beneficia desta fábula?
E se o oásis for veneno que nos enfraquece na justa medida de nos tornar servos capazes de fazer o serviço dos donos da pseudo-abundância na pseudo-escassez?
E se nosso maior aliado for o deserto, que não nos mata, mas fortalece, que não nos mantém reféns de gotas de liberdade e saciedade, mas oferece o desafio do horizonte sem fim para quem tem sede de saber?
Sim, quero apoderar-me tanto deste sol escaldante da razão quanto descobrir os lençóis artesianos dos afetos que indicam a vontade e o caminho para o Ser perseverar. Mas que Estrela é esta entre o Sol e a Lua, que se eterniza no brilho de suas ações, mas não passa de cometa em busca de afirmação na dança das órbitas? Não seria esta contraposição razão-afeto também um truque, uma armadilha para ficarmos reféns de uma dualidade enquanto esta é inerente a uma unidade?
Não são os opostos margens complementares de um só caminho? Não é este caminho a ascece do humano para o Übermensch – dominarmos nossas paixões e não sermos dominados pela razão dominante – nossa ou de outrem –, desenvolvendo um fluir do Ser em constante devir – não tendo uma forma ou matéria a priori ou a posteriori, mas sendo pleno no instante?
“A conduta moral não tem como objetivo encaminhar o homem para um fim. É a vontade por si só que determina o agir humano, dando-lhe a lei a que sua conduta deve obedecer. Não se trata de dizer qual é o bem a atingir nem o que se deve fazer para o alcançar. Apenas se diz como se deve agir, indica-se como se deve actuar, a forma como o homem deve actuar para agir bem” José Henrique Silveira de Brito, Introdução à Fundamentação da Metafísica dos costumes de I.Kant, p.25
A potência questiona meu Eu
Escrevo até aqui em primeira pessoa; mas que pessoa é esta que é um constructo, uma definição, um valor criado individual-coletivamente para uma rede de células ao qual se atribui um significado que comumente nos serve de porto seguro tanto quanto de cruz na qual pagamos nossos pecados – mesmo que não sejam nossos?
Usemos esta cruz para realizar o salto entre as pontas axionais de compreensão da física para derrubar valores dualistas forjando a unidade imanente de um sistema intrinsicamente binário e não-dual: somos, desde nossa construção-base, compostos de elementos físicos e metafísicos ou, melhor dizendo, químicos.
Basta observarmos a construção de nossa rede neuronal: os impulsos elétricos correm pelos axônios e superam o espaço entre os dentritos com auxílio de neurotransmissores em um ciclo natural que vai da física à fisica passando pela metafisica da química da vida.
E, por um princípio lógico, a ponte segue o padrão das margens para garantir sustentabilidade à travessia de si mesmo – se a física é em rede, a metafísica também o deve ser.
Tudo é possível se afirmar e firmar, dependendo do ponto-de-vista que observa e age no vazio que a tudo perpassa e que possibilita a manifestação das potências criativas que reinventam o universo a cada revolução oriunda dos eventos, rompantes de pulsão de vida que encontraram ou realizaram um furo para transpassar a superfície dos véus da ilusão para unir os opostos complementares e assim gerar sabedoria não-dual a partir de dois sistemas que se julgam auto-suficientes, a saber: o afeto e a razão, ambos ainda reféns da subjetividade de um Eu inexistente.
Não seriam ambos necessários para conceber uma co-reta compreensão das coisas como são e das coisas como devem ser, não como algo imposto – do exterior ou do interior -, mas como algo que naturalmente co-emerge como lógico e necessário a partir da relação dos pontos, um choque de potências que afeta e canaliza, uma necessidade que se impõe diante da conexão interdependente entre dois ou mais pontos, uma potência a ser revelada a partir dos encontros da convergência em chaosmos?
Poder: rede de potências em convergência
Se compreendemos tanto a física, quanto a biologia como regidos pelo princípio da rede, a metafísica que melhor se alinha a este posicionamento e que aumenta a potência do Todo é uma metafísica que propõe a convergência dos valores no Ser em Rede, um Ser ao mesmo tempo individual e coletivo, razão e afeto, um Ser em constante atualização, cuja única moral é convergir ao Todo com o máximo de sua potência, partindo-se do pressuposto de que o destino de toda potência individuada é se realizar convergida no poder do Todo.
E um Todo sadio, que consegue comungar das propriedades emergentes, é um Todo cujas partes são diferenciadas, tendo a diversidade como força vital da unidade e uma proposta revolucionária: conceber a inteligência de rede, ou como chamado por Antonio Negri e Michael Hardt, inteligência de enxame:
“Quando uma rede disseminada ataca, investe sobre o inimigo como um enxame: inúmeras forças independentes parecem atacar de todas as direções num ponto específico, voltando em seguida a desaparecer no ambiente. De uma perspectiva externa, o ataque em rede é apresentado como um enxame porque parece informe. Como a rede não tem um centro que determine a ordem, aqueles que só são capazes de pensar em termos de modelos tradicionais podem presumir que ela não tem qualquer forma de organização – o que eles enxergam é apenas espontaneidade e anarquia. O ataque em rede apresenta-se como algo semelhante a um enxame de pássaros ou insetos num filme de terror, uma multidão de atacantes irracionais, desconhecidos, incertos, invisíveis e inesperados. Se analisarmos o interior de uma rede, no entanto, veremos que é efetivamente organizada, racional e criativa. Tem inteligência de enxame. [...] A inteligência do enxame baseia-se fundamentalmente na comunicação.” Multidão. Antonio Negri e Michael Hardt, página 130
A rede é um processo cíclico que se repete em devir: tal qual nossos pulmões, tal qual o próprio sol, e nosso próprio coração, vivemos uma relação com duas fases, expansão e retração, micro e macro, individual e coletivo, 0 e 1, atual e virtual – basta-nos compreender, aceitar, transmutar e entregar.
Afinal, como nos revela a física quântica, além de tudo ser vibração, toda energia é regida por um campo informacional que determina se esta será percebida como matéria ou pura Luz.
“Não só a linguagem serve de ponte entre um ser humano e outro, mas também o olhar, o toque, o gesto; o tomar-consciência das impressões de nossos sentidos em nós, a capacidade de fixá-las e como que situá-las fora de nós, cresceu na medida em que aumentou a necessidade de transmiti-las a outros por meio de signos. O homem inventor de signos é, ao mesmo tempo, o homem cada vez mais consciente de si – ele o faz ainda, ele o faz cada vez mais.” A Gaia Ciência. Nietzsche, Livro V, aforismo 354
Cabe então à razão unicamente manter a atenção plena de questionar o interesse da motivação da manifestação da potência: age em convergência com o Todo ou tendenciosa, em prol de alguma das partes – o Eu, o Outro ou o Nós (que exclui o Eles)?
Quanto mais convergido ao Todo, mais pura a motivação da potência, pois quanto mais próxima ao Todo, mais amadurecida em poder esta se torna. O jogo se trata da relação razão-afeto, motivação-atenção, individual-coletivo: devemos combinar ambos como unidade. E a unidade só é potência sustentável no Amor – Amor como princípio (Eros), como meio (Ágape), como fim (Philia) e como processo (Fati).
É no Amor que encontramos o Eu como uma perspectiva de ação do Todo, uma potência tornando-se o que é, convergindo ao poder. O Todo empodera a potência individual da qual temos que nos apoderar conscientemente – em uma comunicação convergida na rede interligando pessoas, mas também seu ambiente que as sustenta – para realizarmo-nos no que somos: energia em constante revolução para qual a única lei universal é a potência devir poder. Somente sob esta égide é que a lei universal do direito kantiano procede: “Age exteriormente de tal modo que o uso livre do teu arbítrio possa coexistir com a liberdade de cada um, segundo uma lei universal”. Rechtslehre, Einleitung, § C, Bd. 7, p.338 (A 34; B35)
Ita quo vadis potentiam?
A razão deve se conscientizar das armadilhas o ego e questionar tanto a própria razão, quanto a percepção do afeto para canalizar a potência ao Todo, que é a potência em rede, o poder da vida perseverar – et congregata est potentiam Amor: este Ser em Rede, a busca por forjar um processo convergente através do Amor, intuindo as relações das diversas potências em convergência com o Todo em busca de se realizar poder.
Amor, única força capaz de unir opostos e torná-los complementares, alcançando a propriedade emergente em homeostase propiciando uma ascece constante e sustentável, recriando no vazio o Ser em Rede que transborda Amor – a gestão da informação que gerencia nosso conhecimento para melhor compreender nossos afetos e, assim, otimizar nossos encontros para que sejam sempre ganho de potência.
Nos encontros e desencontros da vida que moldam minha potência,
sábado, 24 de setembro de 2011
Aprendizados do Amor
O Amor é liberdade que educa, relação que ensina a Ser, forte, amoroso, sábio, eternamente jovem e feliz.
Só há aprendizado na liberdade, só há vida na ascese, só há Amor na sinceridade.
Na confissão que liberta, sinceridade que constrói,
Só há aprendizado na liberdade, só há vida na ascese, só há Amor na sinceridade.
Na confissão que liberta, sinceridade que constrói,
Aprendendo a viver nas asas do Amor
Ó sábio sabiá
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.
Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.
Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.
Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.
Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.
No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.
Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.
Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.
Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.
Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.
No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",
Amor, vazio luminoso
É no vazio do silêncio que se manifesta o verdadeiro potencial do Amor, manifestação máxima do vazio luminoso.
Na vacuidade que contém toda potência do Ser,
Na vacuidade que contém toda potência do Ser,
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A Lógica do Amor - da potência ao poder da vida
Penso, logo não sei se existo, confirmo minha existência à Luz das experiências.
Forte, quando canalizo minha potência para convergir com a propriedade emergente da vida;
Fraco, quando não organizo meus encontros e acabo gerando perda de minha potência e decréscimo do poder da vida que se capilariza em mim;
Medíocre, quando me acovardo diante da vontade que emana em mim;
Brilhante, quando minha razão conduz a vontade e minhas emoções para interagir interdependentemente e soberanamente com o Todo da criação; individual e coletiva.
No sim que confirma tudo a partir do vazio do Todo,
Forte, quando canalizo minha potência para convergir com a propriedade emergente da vida;
Fraco, quando não organizo meus encontros e acabo gerando perda de minha potência e decréscimo do poder da vida que se capilariza em mim;
Medíocre, quando me acovardo diante da vontade que emana em mim;
Brilhante, quando minha razão conduz a vontade e minhas emoções para interagir interdependentemente e soberanamente com o Todo da criação; individual e coletiva.
No sim que confirma tudo a partir do vazio do Todo,
Fé, Amor e Harmonia
E no instante em que acreditou, ele se tornou o que é: pura Luz do Amor que a todos perpassa, que a todos envolve, que tudo é; eterno.
Na harmonia das cores, formas, sons e odores,
Na harmonia das cores, formas, sons e odores,
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Viver é seguir a canção do Amor
Viver é saborear o caminho, aprendendo a dizer sim até aos espinhos, sim ao tempo, sim ao espaço, sim, sim, sim... Sim à vida com todas as suas qualidades, positivas e negativas, sem exceção, pois aquilo que nos alegra é também aquilo que nos entristece, aquilo que nos acalenta é também aquilo que nos magoa; em suma, viver é caminhar e, assim, amar.
Seguindo a canção do coração,
Seguindo a canção do coração,
O imperativo categórico do Amor
A vontade existe sempre enquanto potência e precisa ser compreendida para poder atuar-se racionalmente no sentido de maximizar sua manifestação convergente a um poder maior.
Na contemplação da mensagem da vontade e racionalização eficaz dos meios,
Na contemplação da mensagem da vontade e racionalização eficaz dos meios,
Três picos do Amor
Três máximas de como deixar o Amor fluir.
1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros
2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui
3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória
No dharma que é puro Amor,
1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros
2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui
3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória
No dharma que é puro Amor,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, coração liberto
Há pessoas que julgam o coração perigoso, chamam-no de enganoso até...
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
Amor, cultivo da rendição
Cultive-se. Compartilhe-se. Renda-se ao Amor.
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
Love is the path to share
Share through education! Cultivate the sense of responsability! Develop sense of community! Arise peace and wealth! Love and kindness are the keys and the path.
Love is sharing, converging and overcoming,
Love is sharing, converging and overcoming,
Laços do Amor:
community,
converging,
culture,
education,
key,
love,
overcoming,
path,
peace,
responsability,
sense,
sharing,
wealth
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Amor - es-colhendo o melhor do melhor do mundo
O MELHOR DO MELHOR DO MUNDO é quando se está amando.
Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!
Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.
Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.
Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,
Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!
Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.
Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.
Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,
Amor, potência e poder de superação
Toda potência deve convergir a um poder emergente.
E toda potência convergida se transforma em poder de superação.
Amor é tanto o processo de convergência, o objetivo e alvo da convergência - o poder - e o sujeito transcendente-convergente-imanente - a potência -, quanto é o estado anterior, o ato e a própria superação e novo estado evolutivo.
Nas propriedade emergentes que perpassam e vão além de nosso Ser, em convergência com o Todo,
E toda potência convergida se transforma em poder de superação.
Amor é tanto o processo de convergência, o objetivo e alvo da convergência - o poder - e o sujeito transcendente-convergente-imanente - a potência -, quanto é o estado anterior, o ato e a própria superação e novo estado evolutivo.
Nas propriedade emergentes que perpassam e vão além de nosso Ser, em convergência com o Todo,
Luz do Amor

Obrigado ao CESOrj e ao Giuseppe Ventura por cederem a foto.
No vazio luminoso que a tudo permeia, co-criador de tudo,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Os silêncios libertadores do Amor
Amor é a importância de se escutar os silêncios e compreender seus significados; mas principalmente ir além, desapegar da compreensão ordinária e alcançar a aceitação dos sinais para a partir daí construir uma nova realidade.
O silêncio dos sorrisos não oferece explicação, apenas conduz à evolução.
No cultivo da sabedoria que contempla o Todo e conduz à compreensão holística,
O silêncio dos sorrisos não oferece explicação, apenas conduz à evolução.
No cultivo da sabedoria que contempla o Todo e conduz à compreensão holística,
Love Fashion
Love your style, style your love.
Trend your Self,
Trend your Self,
Amor, redesign de afetos
Amor é quando o afeto rememorado vence o silêncio da indiferença, concebendo um silêncio resignificado.
É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.
Na completude que é o ciclo do fluxo,
É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.
Na completude que é o ciclo do fluxo,
O singelo intuito do Amor
Amor é o singelo intuito de emoldurar um sorriso à face, mesmo que de leve, ousando tocar o íntimo para despertar e manter aquele fogo interno contínuo e brando, que desperta, mas não queima, que conforta, mas não acomoda.
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
À Luz do Amor

Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign
Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.
É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.
Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,
Laços do Amor:
conhecimento,
coração,
direção,
espaço,
fenômeno,
forma,
Luz,
manifestação,
rede,
sabedoria,
solidariedade,
Tara Vermelha,
tempo,
vazio
A educação holística do Amor
Amor é quando o sofrimento conduz ao aprendizado e não apenas à banalidade da dor.
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
Laços do Amor:
aprendizados,
ascese,
banalidade,
convergência,
desapego,
dor,
educação,
fluxo,
foco,
holístico,
margens,
não-dual,
sofrimento,
vida
A canalização da liberdade do Amor
Amor é canalizar a vontade para não prejudicar a evolução do outro.
Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.
No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,
Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.
No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A Luz que conduz o Amor
A Luz do Amor mostra o caminho e confirma a procedência de toda manifestação.
É como se fosse o encontro da reta razão de Kant com a vontade de poder de Nietzsche, fecundando um Amor tanto holístico, quanto sistêmico, spinozista por assim dizer.
Na vontade que encontra seu caminho, canalizada pela razão, auto-manifestação luminosa da vida em suas partes emoção e razão,
É como se fosse o encontro da reta razão de Kant com a vontade de poder de Nietzsche, fecundando um Amor tanto holístico, quanto sistêmico, spinozista por assim dizer.
Na vontade que encontra seu caminho, canalizada pela razão, auto-manifestação luminosa da vida em suas partes emoção e razão,
domingo, 4 de setembro de 2011
Do desapego no Amor
Quando penso em você, sinto um fluxo de Luz e felicidade - me entrego e fluo junto.
No desapego que nos conecta, liberdade última, morada eterna,
No desapego que nos conecta, liberdade última, morada eterna,
Laços do Amor:
conexão,
desapego,
eternidade,
felicidade,
fluxo,
liberdade,
Luz,
morada
Amor, vitória da liberdade
Amor é aceitar as cicatrizes, abandonar a luta e entregar-se à experiência de viver e se relacionar com o Todo através de cada Ser.
Na travessia que transcende o nosso Ser rumo a nós mesmos, expandindo a imanência,
Na travessia que transcende o nosso Ser rumo a nós mesmos, expandindo a imanência,
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Caminhando com Amor
Amor é caminhar com o fluxo do tempo e entender que o que quer que tenha acontecido já aconteceu e é história, ficou no passado.
O que nos acompanha é o aprendizado e o que nos espera é a redenção através da melhoria de nossas práticas - Amor é parar de ficar preso ao problema e sermos solução.
Caminhando com o Amor, com a vida e com a verdade estamos sempre unos com o Todo, somos sempre um.
Na correta conduta que emana de nosso Ser quando em harmonia com o Todo,
O que nos acompanha é o aprendizado e o que nos espera é a redenção através da melhoria de nossas práticas - Amor é parar de ficar preso ao problema e sermos solução.
Caminhando com o Amor, com a vida e com a verdade estamos sempre unos com o Todo, somos sempre um.
Na correta conduta que emana de nosso Ser quando em harmonia com o Todo,
Laços do Amor:
ação correta,
aprendizados,
fluxo,
história,
passado,
prática,
problema,
redenção,
solução,
tempo
A propriedade emergente do Amor
Amor é a força que forja a unidade coletiva que, através de sua propriedade emergente, potencializa nosso poder de beneficiamento.
Na unidade multifacetada do Todo,
Na unidade multifacetada do Todo,
Amor, alegria no espaço-tempo
O Amor eterniza as pessoas, cujas ações só as tangibilizam no espaço-tempo para alegria dos amigos e dos amados-amantes.
Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.
No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,
Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.
No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,
Laços do Amor:
alegria,
amado,
amante,
amigos,
conhecimento,
espaço,
eternidade,
infinito,
pessoas,
tangível,
tempo
Amor sem expectativas
No Amor não deve haver lutas, pois não se pode forçar alguém a amar - e não há nada a ser conquistado: o que é, será sempre.
O aprendizado é o de se entregar ao fluxo, de sentir e se doar sem esperar algo em troca, sem planos, sem metas, sem recompensas, sem medos, sem frustrações, sem ofensas; apenas fluindo no gozo da vida que é o aumento de potência por se amar incondicionalmente alguém - humano ou animal - e, através deste amor corporificado e individualizado, o coletivo da própria vida.
O outro é o suporte de prática do eu que forja o nós na ascese individual-coletiva rumo ao Todo.
Na entrega ao Todo de todas nossas vontades para que sejam um só, assim na Terra, como no Céu,
O aprendizado é o de se entregar ao fluxo, de sentir e se doar sem esperar algo em troca, sem planos, sem metas, sem recompensas, sem medos, sem frustrações, sem ofensas; apenas fluindo no gozo da vida que é o aumento de potência por se amar incondicionalmente alguém - humano ou animal - e, através deste amor corporificado e individualizado, o coletivo da própria vida.
O outro é o suporte de prática do eu que forja o nós na ascese individual-coletiva rumo ao Todo.
Na entrega ao Todo de todas nossas vontades para que sejam um só, assim na Terra, como no Céu,
Laços do Amor:
amor incondicional,
aprendizados,
aumento de potência,
conquista,
doação,
expectativa,
fluxo,
frustração,
gozo,
luta,
meta,
ofensa,
plano,
potência,
recompensa,
sem medo,
sentimento,
troca
Amor, caminho da mente-coração
Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.
Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.
No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,
Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.
No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor, o caminho da sustentabilidade
Amor, caminho sustentável criado por cada um, compartilhado por todos.
No caminho hábil que nos une ao Todo,
No caminho hábil que nos une ao Todo,
No Amor a espera é contemplação
A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.
Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.
Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.
Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.
Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,
Amor, conforto no desconforto
Amor é a fé em meio à incerteza do que fazer, é a coragem de sentir em meio ao incerto, é ter a certeza de suas intenções na escuridão das suas emoções.
Amor é deixar o coração dar cor à ação em meio ao cinza cotidiano.
Na Luz do coração que brota de seus olhos e sorriso,
Amor é deixar o coração dar cor à ação em meio ao cinza cotidiano.
Na Luz do coração que brota de seus olhos e sorriso,
Amor - é por você mesmo!
Amor é quando o tempo comporta o espaço infinito da eternidade.
Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,
Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,
Laços do Amor:
ação correta,
ativo,
contemplação,
desenvolvimento sustentável,
equilíbrio,
espaço,
esperança,
eternidade,
harmonia,
infinito,
olhar,
sorriso,
tempo
Amor, teoria e prática não-duais
Não basta amar, há de se comprovar na prática a sustentabilidade e viabilidade do Amor.
Na teoria que é pura prática e na prática da pura teoria,
Na teoria que é pura prática e na prática da pura teoria,
Amor, a única certeza
Amor é a certeza de que não há tempo perdido, de que independente dos caminhos, o que importa é a felicidade sempre presente que reina no silêncio cúmplice de nós dois.
No sorriso e olhar que me encantam,
No sorriso e olhar que me encantam,
Amor por toda uma nova vida
Amor é conduzir o tempo para abrir espaço para o conhecimento de si e do outro.
Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.
Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,
Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.
Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,
Laços do Amor:
auto-conhecimento,
condução,
conhecimento,
dimensões,
doação,
espaço,
eternidade,
infinito,
nova vida,
prazer,
sustentabilidade,
tempo
Amor, singelo Amor
Singelo é o Amor, o elo singular da corrente da vida.
Na melhor escolha possível das algemas que nos prendem à vida,
Na melhor escolha possível das algemas que nos prendem à vida,
Amor ressucita-a-ação
Em busca da Luz das estrelas, encontrei o brilho de teu olhar: ofuscaste o soluço de meu coração e trouxeste paz às batidas da pulsão - da vida que se conforta nas curvas de seu sorriso, onde se perde minha reta razão e onde me reencontro no silêncio da comunhão com o sublime.
Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,
Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,
Laços do Amor:
brilho,
busca,
comunhão,
coração,
divina sensação,
Luz,
paz,
pulsão,
reencontro,
ressurreição,
silêncio,
soluço,
sublime,
vida
A verdade do caminho do Amor
A razão conduz a emoção à pura Luz do Amor.
Só o Amor constrói o caminho ao Amor.
Na mente-coração, caminho do meio entre razão e emoção, alicerçado pela intuição,
Só o Amor constrói o caminho ao Amor.
Na mente-coração, caminho do meio entre razão e emoção, alicerçado pela intuição,
Amor, sabedoria do corpo, tecnologia da alma
Amor é a sabedoria do corpo, tecnologia da alma que purifica o fogo da paixão e conduz a chama ao calor da relação.
Na sustentável união do Ser,
Na sustentável união do Ser,
Laços do Amor:
alma,
amor sustentável,
calor,
corpo,
fogo,
paixão,
purificação,
relação,
sabedoria,
tecnologia,
união
Nos tropeços do Amor
Agimos errantes
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.
Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.
No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.
No alfa-ômega, o meio,
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.
Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.
No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.
No alfa-ômega, o meio,
O verdadeiro Amor é perdão
Per-doar é doar-se por algo, é abrir mão de seu orgulho para ganhar algo de muito mais valor: o mergulho em uma relação - único espaço de construção de valor agregado e convergido pelo Amor.
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
O Amor sabe quando
Quando os olhares preenchem o silêncio de pura Luz, emoldurada pelo sorriso do Ser amado,
quando a eternidade se faz presente no espaço comum a dois Seres,
quando isto acontece, sabe-se que se quer estar comprometido com alguém.
No acontecimento sublime,
quando a eternidade se faz presente no espaço comum a dois Seres,
quando isto acontece, sabe-se que se quer estar comprometido com alguém.
No acontecimento sublime,
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Love-code
Fear no death. Love all life.
Live by the code, enter eternity by the code.
Be the code,
Live by the code, enter eternity by the code.
Be the code,
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Amizade, compromisso de puro Amor
Amizade é o Amor descompromissado de si e compromissado com o outro.
Na união não-dual da amizade verdadeira e eterna,
Na união não-dual da amizade verdadeira e eterna,
terça-feira, 12 de julho de 2011
Na morte, o Amor é a senha contra a impermanência
Ah, a morte, doce travessura. Pula-se o muro para dar-se um susto na próxima esquina da vida.
As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.
A senha para se reconhecer? Amor.
A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...
No pique-esconde das encarnações,
Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.
Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."
Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.
As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.
A senha para se reconhecer? Amor.
A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...
No pique-esconde das encarnações,
Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.
Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."
Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.
Laços do Amor:
ansiedade,
dor,
falta,
fim,
gargalhada,
homenagem,
impermanência,
lágrimas,
morte,
reencarnação,
reencontro,
saudade,
senha,
sorriso,
tia Claudia Ellen Denecke,
travessura
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A consciência é Amor
Consciência sem ação é ilusão.
A verdadeira consciência é a unidade do Amor tripartido em corpo, fala e mente e que perpassa todo nosso Ser como 'fio de Ariadne' a nos auxiliar a conduzir nossa sabedoria (conhecimento amoroso) à liberdade de nosso Ser.
Apenas quando alinhamos o que pensamos, dizemos e fazemos com algo superior que se encontra escondido - mas pronto para se revelar - dentro de nós é que encontramos a fonte inexaurível da felicidade genuína que nos alimenta e ao mundo com o qual interagimos.
Amor é a busca e o encontro com a felicidade, que Gandhi definia assim: "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia".
Eis o Amor, única felicidade genuína e sustentável - o resto é ilusão.
Na correnteza do Amor,
A verdadeira consciência é a unidade do Amor tripartido em corpo, fala e mente e que perpassa todo nosso Ser como 'fio de Ariadne' a nos auxiliar a conduzir nossa sabedoria (conhecimento amoroso) à liberdade de nosso Ser.
Apenas quando alinhamos o que pensamos, dizemos e fazemos com algo superior que se encontra escondido - mas pronto para se revelar - dentro de nós é que encontramos a fonte inexaurível da felicidade genuína que nos alimenta e ao mundo com o qual interagimos.
Amor é a busca e o encontro com a felicidade, que Gandhi definia assim: "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia".
Eis o Amor, única felicidade genuína e sustentável - o resto é ilusão.
Na correnteza do Amor,
Laços do Amor:
busca,
consciência,
corpo,
correnteza,
fala,
felicidade,
felicidade genuína,
Fio de Ariadne,
fio de ouro do coração,
fluxo,
fonte,
Gandhi,
ilusão,
liberdade,
mente,
sabedoria
domingo, 12 de junho de 2011
O domínio do Amor
O Amor é o domínio do Desejo sobre todos os desejos; é o domínio da auto-disciplina sobre todas as vontades; é a canalização de nossa potência, freqüência e intensidade.
Na fogueira das vontades, centelha universal,
Na fogueira das vontades, centelha universal,
sábado, 11 de junho de 2011
A explicação do caminho do Amor
O Amor é a coragem de viver de verdade, é o caminho da resiliência à superação. Mas em que consiste este caminho?
O caminho secreto da evolução consiste na convergência em nosso Ser, por nosso Ser, de quatro forças arquetípicas - Eros, Ágape, Philia e Fati.
Eros, o desejo, é a resiliência, pois sempre voltaremos ao estado de inscrição da pulsão da vida em nosso Ser, libidinando-nos para que canalizemos a força do desejo para algo.
Ágape, a compaixão, é a direção, pois devemos sempre nos orientar por meio da compaixão pelo Todo para cuidar da vida, presente em cada Ser que a singulariza.
Philia, a união fraternal, é a conexão que viabiliza o Ser em Rede, a teia da vida na qual somos a mente-cérebro do superorganismo que co-laboramos; objetivo inicial do caminho do Amor, que apenas se estabiliza com o Amor Fati.
Fati, o destino, não como jugo, não como livre arbítrio, mas como resultado de escolhas e ações - um responsabilizar-se que devemos aprender a Amar para tornar nossa vida sustentável, ou seja, justa, viável e vivível - impulso justo, direção viável e união vivível.
O caminho é um harmonizar-se com tais forças arquetípicas à Luz da razão da mente-coração.
Amar a força que nos compreende e que nos faz Ser.
No trilhar de cada dia,
O caminho secreto da evolução consiste na convergência em nosso Ser, por nosso Ser, de quatro forças arquetípicas - Eros, Ágape, Philia e Fati.
Eros, o desejo, é a resiliência, pois sempre voltaremos ao estado de inscrição da pulsão da vida em nosso Ser, libidinando-nos para que canalizemos a força do desejo para algo.
Ágape, a compaixão, é a direção, pois devemos sempre nos orientar por meio da compaixão pelo Todo para cuidar da vida, presente em cada Ser que a singulariza.
Philia, a união fraternal, é a conexão que viabiliza o Ser em Rede, a teia da vida na qual somos a mente-cérebro do superorganismo que co-laboramos; objetivo inicial do caminho do Amor, que apenas se estabiliza com o Amor Fati.
Fati, o destino, não como jugo, não como livre arbítrio, mas como resultado de escolhas e ações - um responsabilizar-se que devemos aprender a Amar para tornar nossa vida sustentável, ou seja, justa, viável e vivível - impulso justo, direção viável e união vivível.
O caminho é um harmonizar-se com tais forças arquetípicas à Luz da razão da mente-coração.
Amar a força que nos compreende e que nos faz Ser.
No trilhar de cada dia,
Do desejo de Amar
No meio do caminho tinha o dia dos namorados.
O poeta está certo, é impossível ser feliz sozinho.
Mas e a máxima "antes só do que mal acompanhado"? Não se deve dar a mínima?
Há um caminho possível e eis o Amor - viver a vida de maneira verdadeiramente coerente, a começar com o desejo.
Sabemos mesmo o que desejamos? É preciso educar o desejo, compreender nossas emoções.
É preciso desejar o Amor e tê-lo como único foco, única prática, pois é a fonte que realiza todos os demais desejos.
É preciso Ser forte para viver o Amor.
Na aceitação do Todo que compreende em si todas as singularidades e que necessita de mim para se atualizar em minha vida,
O poeta está certo, é impossível ser feliz sozinho.
Mas e a máxima "antes só do que mal acompanhado"? Não se deve dar a mínima?
Há um caminho possível e eis o Amor - viver a vida de maneira verdadeiramente coerente, a começar com o desejo.
Sabemos mesmo o que desejamos? É preciso educar o desejo, compreender nossas emoções.
É preciso desejar o Amor e tê-lo como único foco, única prática, pois é a fonte que realiza todos os demais desejos.
É preciso Ser forte para viver o Amor.
Na aceitação do Todo que compreende em si todas as singularidades e que necessita de mim para se atualizar em minha vida,
Laços do Amor:
aceitação,
amor fati,
compreensão,
desejo,
ditado popular,
emoções,
fonte,
fonte universal,
jóia realizadora de desejos,
singularidades,
Vinícius de Moraes
O caminho do Amor - da resiliência à superação
A moral coletiva é hipócrita e a ética individual é covarde - é na resiliência do Amor que reside a coragem do caminho.
Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.
Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.
Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.
Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.
A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.
É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.
Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.
Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.
Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.
É preciso Ser forte para ser feliz.
Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,
Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.
Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.
Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.
Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.
A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.
É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.
Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.
Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.
Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.
É preciso Ser forte para ser feliz.
Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,
Laços do Amor:
amor fati,
atitude,
caminho,
coletivo,
coração,
covardia,
decisão,
ética,
felicidade,
hipocrisia,
individual,
moral,
relação,
resiliência,
samsara,
tempo,
verdade
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Quando o Amor insiste
Não estou só,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.
Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.
A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.
Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.
Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.
Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.
Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.
Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.
A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.
Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.
Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.
Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.
Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,
Laços do Amor:
amor próprio,
ausência,
dança,
desejo,
felicidade,
futuro,
insistir,
lembranças,
liberdade,
libido,
maestria,
memória,
motivação externa,
paixão,
presença,
pulsão,
Ser,
sublime,
vida
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Amor resiliente - coração elástico

Coração elástico, a prova que o Amor confere resiliência a nosso Ser.
E que nos incentivo a dialogarmos com nossa sombra que se espelha nas águas de nossas emoções e, (con)vencida, se prostra a nossos pés para servir ao nosso Ser de Luz, capaz de superar todas as adversidades, posto que não há mais obstáculos a serem superados e sim situações a serem vividas.
No pega, estica e puxa, mas trata com carinho e verdade, onde sempre cabe mais um,
Laços do Amor:
água,
carinho,
coração,
diálogo,
elástico,
emoções,
resiliência,
Ser,
Ser de Luz,
sombras,
verdade
domingo, 8 de maio de 2011
Amor maior
Do Amor e suas quatro diretrizes
A semelhança é a força, a diferença o movimento, a relação a energia e a interdependência o padrão do Amor.
Na alquimia do Ser,
Na alquimia do Ser,
Amor à verdadeira natureza do Ser
Ela é linda de todo jeito, mesmo sem voar.
Mas reside nela uma eterna fragilidade da qual emerge uma força instantânea, porque olhamos sabendo que no segundo seguinte ela vai voar, porque vamos soprar; é o dharma - da Flor; do sopro; de nós, como agente interlocutor.
A gente dá a última olhada nela inteira e o prazer de inteireza levita e alça vôo junto ao prazer de vê-la voar. Entregamos tudo ao fluxo do prazer - prazer da vida que perpassa e nutre a natureza última de nosso Ser.
E é esse olhar de contemplação da convergência de forma, vazio e impermanência que a torna tão bela; essa doação do olhar que não é outro que o Amor - a entrega por completa, eterna experiência de viver o crepúsculo de cada momento, fazendo de cada instante a Aurora da eternidade.
No encontro com a verdadeira natureza do Ser, que só ocorre quando deixamos tudo partir ao sabor do vento e nos banhamos no fluxo da vida, alçamos vôo rumo à nossa eternidade,

A gente dá a última olhada nela inteira e o prazer de inteireza levita e alça vôo junto ao prazer de vê-la voar. Entregamos tudo ao fluxo do prazer - prazer da vida que perpassa e nutre a natureza última de nosso Ser.
E é esse olhar de contemplação da convergência de forma, vazio e impermanência que a torna tão bela; essa doação do olhar que não é outro que o Amor - a entrega por completa, eterna experiência de viver o crepúsculo de cada momento, fazendo de cada instante a Aurora da eternidade.

Coração Dente-de-Leão do Amor
O coração Dente-de-Leão é o Rei do Amor.
Em busca da Terra Sagrada, empenha uma cruzada que passa inicialmente por destruir sua velha forma para se reproduzir no leito da natureza humana para conceber a realidade divina - por mais que ousemos e nos empenhemos na destruição do velho, o novo é apenas uma nova versão do antigo.
A verdade é que a verdadeira ruptura, quebra de paradigma e mudança é alcançada ao compreendermos que o tempo e as formas são conceitos e que todos partilhamos da mesma natureza divina em nossa realidade humana - a ousadia e nosso empenho devem convergir para o Aqui e Agora - onde somos; beleza, harmonia, perfeição.
Nada nos falta, basta realizarmos isto - compreendendo-nos, reproduzindo-nos em cada atividade que fecundamos com nossa interação.
Que imagem nutrimos de nossa forma inicial? Como nos vemos e como nos reproduziremos - que formas levarão nosso legado?
Na mais impermanente das flores, força seminal que fecunda a realidade a cada segundo, consciência que se deve nutrir,
Quando tudo se desmancha, começa o Amor
ama a flor porque se desmancha
por seu cheiro, aroma de desejo
impermanência da forma
cor, aroma.
desmancha a flor
por seu espinho
chora seu tempo
sua dor
por que a flor desmancha
por seu manuseio
pelo vento do devir
mágica que encanta e voa
a flor ama porque se desmancha
pétala por pétala
véu por véu
somos ambos o mesmo céu
Na ação que emerge natural do encontro da vacuidade com a forma, unidade que se impera em nós,
por seu cheiro, aroma de desejo
impermanência da forma
cor, aroma.
desmancha a flor
por seu espinho
chora seu tempo
sua dor
por que a flor desmancha
por seu manuseio
pelo vento do devir
mágica que encanta e voa
a flor ama porque se desmancha
pétala por pétala
véu por véu
somos ambos o mesmo céu
Na ação que emerge natural do encontro da vacuidade com a forma, unidade que se impera em nós,
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Mediante, o Amor
Amor é conectar o silêncio da contemplação da vida ao milagre da entrega por inteiro.
Sem hesitação, com êxito em canalizar a excitação.
Na meditação que melhor media o Ser,
Sem hesitação, com êxito em canalizar a excitação.
Na meditação que melhor media o Ser,
Laços do Amor:
canalização,
conexão,
contemplação,
entrega,
excitação,
êxito,
hesitação,
milagre,
silêncio,
vida
Na capitania do Amor, a nau do coração
Sair para velejar nos ventos da impermanência é ter no vento Eros, nas velas Sophia, no leme Ágape e no horizonte a Philia.
Nas águas, ora turbulentas, ora calmas de nossas mais profundas emoções,
Nas águas, ora turbulentas, ora calmas de nossas mais profundas emoções,
Laços do Amor:
ágape,
água,
calmaria,
capitania,
coração,
emoção,
eros,
içar velas,
impermanência,
philia,
sophia,
turbulência,
vento
A timidez do Amor
O sol sorri tímido hoje; ilumina a lembrança de bons momentos que eu ainda não vivi.
No desabrochar do futuro, que ocorre a todo instante,
No desabrochar do futuro, que ocorre a todo instante,
terça-feira, 3 de maio de 2011
Os eternos instantes do Amor
Às vezes o Amor nos acontece em um instante para nos lembrar da eternidade e assim nos reconduzir ao patamar mais elevado da experiência da vida - aquela que manifesta a energia corporificando-a nos chácras.
E, independente de ser com ela, Maria das Dores ou dos Amores, o aprendizado é de que tem que ser com esta energia, que é com esta que se deve enlaçar.
Amor é quando cada instante contém a eternidade.
No Amor que se manifesta através dos múltiplos seres, fluxo contínuo da eternidade em rede,
E, independente de ser com ela, Maria das Dores ou dos Amores, o aprendizado é de que tem que ser com esta energia, que é com esta que se deve enlaçar.
Amor é quando cada instante contém a eternidade.
No Amor que se manifesta através dos múltiplos seres, fluxo contínuo da eternidade em rede,
Qual o verdadeiro caminho ao Amor?
Refletindo sobre o celibato e a putaria, questiono-me qual leva ao verdadeiro Amor?
Afinal, todos os caminhos levam a Roma e não devemos meter os pés pelas mãos e nos apressar com preconceitos e julgamentos. Mas tampouco devemo-nos perder em meio às bifurcações.
Devemos apenas discernir - e neste ato, encontro mais uma vez o caminho do meio. E nele, aquilo que de melhor nos está reservado - basta estarmos dispostos e abertos para tal.
O caminho do meio, onde não se está nem em celibato total, muito menos em plena putaria, mas em uma troca consciente com a vida e sua manifestação, resguardando-se o potencial para a verdadeira troca para que não se perca em furtivas interações.
Na sabedoria que alterna sim e não, mas nunca se torna refém do talvez,
Afinal, todos os caminhos levam a Roma e não devemos meter os pés pelas mãos e nos apressar com preconceitos e julgamentos. Mas tampouco devemo-nos perder em meio às bifurcações.
Devemos apenas discernir - e neste ato, encontro mais uma vez o caminho do meio. E nele, aquilo que de melhor nos está reservado - basta estarmos dispostos e abertos para tal.
O caminho do meio, onde não se está nem em celibato total, muito menos em plena putaria, mas em uma troca consciente com a vida e sua manifestação, resguardando-se o potencial para a verdadeira troca para que não se perca em furtivas interações.
Na sabedoria que alterna sim e não, mas nunca se torna refém do talvez,
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Nas asas do Amor
Sinto recair sobre mim o peso da idade, o pesar dos anos, o passar do tempo.
Quanto mais me curvo, maior o peso da consciência de não estar fazendo o melhor de mim - esta oportunidade ímpar que é o nascimento humano.
Contemplo. E quanto mais me anulo, mais o peso perpassa aquilo que já não sou e que deixei para Ser; o fardo se prostra aos meus pés e se apequena abaixo de mim.
Elevo-me nas asas da sabedoria para voar rumo ao destino mais próspero e leve e reunir novamente meu impulso erótico à minha psiquê - para, através do Amor, enfim saber o quê este Ser cósmico veio fecundar neste corpo caótico e cheio de potencial.
- Veio moldá-lo à beleza e harmonia do sorriso sincero que emana do cultivo diário da felicidade genuína que se manifesta em cada um à sua maneira, mas em todos com sorrisos largos, braços abertos e coração reconfortador.
No foco que ressalta o diferencial de cada um, inúmeras maneiras convergentes de plantar e colher felicidade em nossos corações,
terça-feira, 26 de abril de 2011
Amor - petite mort, grand vie
O orgasmo - ápice do Amor erótico -, pequena morte como o chamam os franceses, quando Eros nos abandona por instantes, quando nosso impulso cessa por segundos até o pulmão se expandir de novo em busca de mais ar: - te olhando em busca de mais beleza as pupilas dilatam, o corpo estremece e cai glorioso à espera da volta triunfal de Eros à sua habitação terrestre; nosso corpo, morada divina de nosso impulso celeste e primordial.
No instante em que a parceira recosta sua cabeça em seu ombro e se ajeita, aninhando-se; a cada passagem de seus dedos pelos pêlos do peito no qual bate um coração cujo ritmo anuncia a chegada do vitorioso Eros, que retorna trazendo sua consorte Philia - o Amor fraterno -, eis o instante da (re)união do (re)nascimento e da morte na grande vida.
Religare que traz consigo a cumplicidade de dois vitoriosos que ousaram perder-se no êxtase para ter com o divino, o Amor Ágape, de onde emana toda Philia e converge todo Eros - e daonde Eros traz sua consorte que o conduz para estabilizar a conexão direta estabelecida impulsivamente com o ciclo que passa pela pequena morte para ter em sua ressurreição direito à grande vida.
No êxtase, sem depressão, vivência da unicidade na rede,
domingo, 24 de abril de 2011
Quando o Amor ressurge
Tudo urge, até que o Amor ressurge.
E com Ele, a exata noção, sem atropelo,
do tempo e espaço e pertencimento,
através do que se principia em mim, o conhecimento
que a partir de mim se irradia por toda rede da vida.
Ressurreição do que então?
Da cruz?
O fardo já é pesado demais.
Dos espinhos?
As perdas já doem tanto.
Ressurreição da Flor de Lótus dEle, o Amor, que em meio ao peso da cruz carregou seu fardo e coroado pelos espinhos da perda fez brotar do caos de sua lama o cosmo que era o Logos da mente-coração.
Quando pensar sobre ressurreição de quê, fale com toda certeza e serenidade: "Do Cristo em mim". E faça com que seus atos lembrem aquilo que tanto se prega e propaga - e pouco se faz. E se lhe é impossível tornar ato aquilo que é pensamento e fala - ouse repensar os verbos, viva sem hipocrisia e torne-se carne ao invés de ser ilusão de si mesmo.
Ser em sua totalidade, aceitando o que há de mais alto e mais baixo em si, convergindo-se para um patamar cada vez mais elevado - passagem, com calma, um passo de cada vez, rumo ao melhor de nós mesmos, paraíso em terra.
Na vivificação daquilo no qual depositamos mais foco e atenção - na cruz ou coração?
Feliz Páscoa a todos, de todas as religiões - do Zoroastro (Zaratustra) que desceu da cruz; do Buda que peregrinou pelos desertos do Ser; do Maomé que se iluminou; do Cristo que assim falava... Amor.
Laços do Amor:
Cristo,
cruz,
espaço,
espinhos,
flor-de-Lótus,
Logos,
mente-coração,
páscoa,
passagem,
pertencimento,
pessach,
rede,
ressurreição,
talidade,
tempo,
totalidade,
urgência
A pedra e o Amor
No meio do Amor havia uma ponte;
no meio da ponte havia um Amor;
havia uma ponte no meio do Amor;
havia um Amor no meio da ponte.
Há tantas combinações possíveis.
Sempre há um meio para o Amor, quando decidimos construir pontes e não muros.
Na construção de nosso Ser,
no meio da ponte havia um Amor;
havia uma ponte no meio do Amor;
havia um Amor no meio da ponte.
Há tantas combinações possíveis.
Sempre há um meio para o Amor, quando decidimos construir pontes e não muros.
Na construção de nosso Ser,
Laços do Amor:
combinações,
construção,
decisão,
meio,
muros,
pontes,
Ser
No meio do amor havia uma ponte
Toda ponte é poente
que leva do crepúsculo do Eu
à aurora do nós.
No Todo, que é o caminhar,
que leva do crepúsculo do Eu
à aurora do nós.
No Todo, que é o caminhar,
No espelho de Roma, Amor
Todos os caminhos levam à Roma;
Amor é o caminho que leva à Todos.
No centro de poder, pura potência do Ser,
Amor é o caminho que leva à Todos.
No centro de poder, pura potência do Ser,
Amor, amém
Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
Amor te torna o que tu és
Crepúsculo, Aurora, Meio dia; sou aqui, sou agora, sou infinito, sou eternidade; sou todos, sou nenhum, sou algo ou alguém em busca de nada ou ninguém; compreendo tudo e todos, sou vazio, sou o espelho; reflita, sou o Amor.
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
O Amor que sou é plena Luz
Sou luz crepuscular,
o brilho que vos lembra do novo despertar -
que não tarda; acontece
o quanto antes estar no inverno da vida se reconhece.
Tira o óculos da mediocridade
e veja com os próprios olhos -
é primavera, te amo, ó desperto.
Sou seta uraniana -
das profundezas de meu ID
se erige a estrutura de meu Ser;
meus ombros, setas que arqueiam, suportam e
apontam tudo o que há de Ser.
Sou revolução a cada minuto,
não paro,
fluo com o caminho;
vôo onde tudo cessa.
Sou Hermes,
em busca de unir Apolo
e Dionísio;
Ego a convergir Superego e ID.
Encontro o que há de mais alto,
na maior profundeza humana,
onde reside o divino disposto a nos libertar.
Sou princípio libertador,
prestes a me tornar Sol;
pelas escolhas comunicadas,
tornei-me o que sou.
Luz da Aurora de mim mesmo
e de toda humanidade:
Trismegistros por ethos -
é nossa atitude que nos torna grandiosos.
Luz do meio dia,
que nutre toda vida
por todo ciclo
a partir do centro do coração.
Sou o jogo, mas também sou as peças;
sou estratégia, tática e operacional,
sou o xamã que põe fim à história,
harmonizo o Peão e o Rei, uno o senhor ao escravo.
Sou ato, em pensamento, fala e fato consumado.
Sou o mago, que concebe a todo instante toda eternidade.
Sou o espelho no qual reflito o melhor de ti.
Na potência una que a tudo potencializa,
Laços do Amor:
Apolo,
aurora,
crepúsculo,
Dionísio,
ego,
escravo,
estratégia,
Hermes Trismegistro,
ID,
operacional,
peão,
Rei,
senhor,
superego,
tática,
urano,
Zeus
A carruagem do Amor
Nascemos Hermes,
pois somos o caminho do meio,
que visita os extremos
só para se certificar de que é a justa medida.
Somos o que quisermos ser,
sonhos que ousamos exercer,
realidade que devemos comunicar,
inter-ação que somos ao amar.
Devemos reconhecer nossa parcela divina
e, por Zeus, tornarmo-nos co-criadores,
servindo à nossa parcela humana -
artistas de nós mesmos.
Supomo-nos Sol - e o somos -,
mas havemos de construir nossa órbita - antes de assumi-la.
Devemos, a partir do caos, conceber nosso cosmos
e passar a ser co-emanadores de harmonia e beleza.
De fato,
apropriado
ao ato
e não auto-enganado.
Na carruagem do fogo da sabedoria,
A dança da redenção no compasso do Amor
Amor é o entendimento do ritmo individual na dança do casal, compassos distintos entre a aproximação, o flerte, a conquista, a manutenção, o declínio e o afastamento.
Eis a dança da redenção no compasso do Amor, que a cada retorno, recomeço e devir, se purifica rumo à plenitude da perfeição.
No tcha-tcha-tchá,
Do caos ao cosmos - na perspectiva do Amor
O Eu é apenas o co-ordenador do caos que nos habita em forma de corpo-fala-mente e que espelha o caos exterior, pois tudo é caos.
Na perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos,
É nossa missão de vida harmonizar corpo-fala-mente para gerar o cosmos em nós e auxiliar na concepção do cosmos coletivo, caos coletivo ordenado pelo Amor universal.
Não há outra coisa que o Todo, o Eu é apenas uma perspectiva de ação, um ponto de canalização da potência do Todo que verve também em nosso Ser e que deve comungar com o Todo para se sustentar.
É necessário humildade e aceitação para elevarmo-nos à nossa condição divina de Übermensch - a começar pelo reconhecimento de nosso momento perante a eternidade.
Laços do Amor:
ação,
caos,
coordenador,
corpo,
cosmos,
fala,
mente,
missão principal,
Nietzsche,
perspectiva,
rede,
teia da vida,
Todo,
Übermensch
Amor, é preciso!
Navegar é preciso, viver não é preciso - a precisão maior é o Amor.
ao evento, como vier,
afirmando a direção -
no leme, a abertura do coração.
Somos operadores do destino,
não selecionamos, damos potência
e vigor ao selecionado,
confirmamos a grandeza do mundo de possibilidades.
A partir da grandeza exposta em atos,
do corpo alimentado por nossos pensamentos,
sustentado por nossa fala,
guiado por nossa mente-coração.
Somos a qualidade
da criação divina,
harmonizamos os opostos complementares,
eis nossa sina.
No sino que alerta tanto do naufrágio, quanto da aurora de um novo continente,
Dos degraus amorosos da ascese
Se o primeiro degrau da ascese é o incômodo, quais seriam os demais?
O segundo é o inconformismo com o incômodo, o primeiro degrau, a determinação de não mais pertencer àquela situação.
O segundo é o inconformismo com o incômodo, o primeiro degrau, a determinação de não mais pertencer àquela situação.
O terceiro? Ação de ruptura - romper com a casca que nos protege, mas também aprisiona e apequena diante de nosso plano maior.
O quarto? A contemplação - que compreende: avaliação, discernimento, descarte, valorização; e o reinício do ciclo.
Os corrimões para agüentar toda ascese? Motivação pura e atenção plena.
São sempre quatro os grupos de degraus entre uma zona de conforto e outra - ciclos que se estabilizam em patamares, lances que nos deixam observar toda escada - ao menos a parte que nos cabe compreender a cada momento da eternidade.
No caminho do meio, amparado por divinas fitas antiderrapantes,
Os corrimões para agüentar toda ascese? Motivação pura e atenção plena.
São sempre quatro os grupos de degraus entre uma zona de conforto e outra - ciclos que se estabilizam em patamares, lances que nos deixam observar toda escada - ao menos a parte que nos cabe compreender a cada momento da eternidade.
No caminho do meio, amparado por divinas fitas antiderrapantes,
Do Amor do Ser à Rede
Eu sou a rede, a rede sou eu; somos Amor, uno-múltiplo-multifacetado-eterno.
O Eu só existe enquanto perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos.
Na WWM, world wide me,
O Eu só existe enquanto perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos.
Na WWM, world wide me,
Laços do Amor:
eterno,
multifacetado,
múltiplo,
Nietzsche,
rede,
Ser em Rede,
uno,
Verhängnis,
www
No discernimento do Amor
Não há bem ou mal, mas boa ou má condução do fluxo rumo à ascese - ações mais ou menos corretas.
Eis o Amor, não-julgamento de pessoas, mas discernimento por ação.
Na clareza de cada gesto de corpo-fala-mente,
Eis o Amor, não-julgamento de pessoas, mas discernimento por ação.
Na clareza de cada gesto de corpo-fala-mente,
Amor, convergência no Ser
Amor, a força que renuncia ao jogo do domínio, é a força que liberta por união.
Na convergência do Ser,
Na convergência do Ser,
Laços do Amor:
convergência,
domínio,
força,
jogo,
liberdade,
libertação,
Todo,
união,
uno
Amor ao incômodo
O incômodo é o primeiro degrau para se sair da zona de conforto.
É necessário sentir-se confortável no desconforto e seguir adiante, rumo à expansão de nosso Ser.
No sabor do desgosto que ressalta o sabor da vida, sombra que ressalta a Luz,
É necessário sentir-se confortável no desconforto e seguir adiante, rumo à expansão de nosso Ser.
No sabor do desgosto que ressalta o sabor da vida, sombra que ressalta a Luz,
Amor ao devir
Se eu pudesse viver minha vida novamente... viveria tudo de novo.
Nossa vida é tudo isso, prazer e dor, em essência;
Amor que precisa ser vivido em sua plenitude
com a coragem de sempre se dizer - SIM.
Na senda do caminho do meio que a tudo converge em mestre e auxílio,
Nossa vida é tudo isso, prazer e dor, em essência;
Amor que precisa ser vivido em sua plenitude
com a coragem de sempre se dizer - SIM.
Na senda do caminho do meio que a tudo converge em mestre e auxílio,
Amor indaga, Amor responde
O que vale é o AGORA, já que o AQUI é cada vez mais relativo.
Mas, um momento: o que é o agora, senão uma seqüência de instantes que nos levam à eternidade presente em cada momento?
Na busca da eternidade de cada momento, ciclo tautológico do viver,
Mas, um momento: o que é o agora, senão uma seqüência de instantes que nos levam à eternidade presente em cada momento?
Na busca da eternidade de cada momento, ciclo tautológico do viver,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
ciclo,
eternidade,
instante,
momento,
tautologia
sábado, 16 de abril de 2011
Liebe in der Höhe
In der Höhe sollst du leben, dreimal hoch;
lebe hoch, lebe hoch, lebe hoch, lebe dein Leben dreimal hoch!
Mit den Füssen nachhaltig auf Erden, mit deinen Flügel gezielt im Himmel und mit deinem Herzen liebevoll in all deinen Taten.
So, wie es sein muss,
Homenagem ao meu querido Opa, que completaria hoje 98 anos.
Do jeito que tem que ser. É necessário. ~:)
lebe hoch, lebe hoch, lebe hoch, lebe dein Leben dreimal hoch!
Mit den Füssen nachhaltig auf Erden, mit deinen Flügel gezielt im Himmel und mit deinem Herzen liebevoll in all deinen Taten.
So, wie es sein muss,
Homenagem ao meu querido Opa, que completaria hoje 98 anos.
Do jeito que tem que ser. É necessário. ~:)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A única dúvida do Amor
Amor é o regozijo profundo do Ser no Estar. Ou seria o regozijo profundo do Estar no Ser?
Na dúvida do Amor, que tudo abarca e que reúne todas as possibilidades no Uno que é o Todo,
Na dúvida do Amor, que tudo abarca e que reúne todas as possibilidades no Uno que é o Todo,
Amor, a certeza que constrói
Construimos nossa vida pelo sim e pelo não, nunca pelo talvez.
Na certeza do Amor, fluxo dos acontecimentos margeados pelo sim e pelo não, que segue sempre adiante, sempre evolui e vivifica,
Na certeza do Amor, fluxo dos acontecimentos margeados pelo sim e pelo não, que segue sempre adiante, sempre evolui e vivifica,
O que te faz sorrir, Amor?
O calor do sol, o frio da chuva, a clareza da Luz, a bruma da escuridão, os latidos de meus cães, o chamego de meu gatinho, o abraço fraterno do amigo, o beijo erótico da "amiga", confissões familiares, conselhos de pai-mãe, respirar outros ares. Poesia, prosa, Amor.
Em suma, viver o todo da flor: raiz, caule, pétala, broto, espinho, aroma e a imagem de sua inteireza que degusto parte a parte com todos os meus sentidos. Explorar meus sentidos em toda sua amplitude, isto me faz sorrir. E retribuir. ~:)
Em suma, viver o todo da flor: raiz, caule, pétala, broto, espinho, aroma e a imagem de sua inteireza que degusto parte a parte com todos os meus sentidos. Explorar meus sentidos em toda sua amplitude, isto me faz sorrir. E retribuir. ~:)
Não é o sorriso o resultado facial do Amor?
No movimento de 42 músculos que transmitem afetividade e energizam a fraternidade,
Laços do Amor:
afetos,
flor,
fraternidade,
músculos,
sorriso
terça-feira, 5 de abril de 2011
O fracasso e o Amor
O fracasso do Amor é sua transformação.
O Amor ao fracasso, redenção.
É o princípio de ter o sucesso como fim.
É aurora que emerge do crepúsculo em mim.
No meio hábil de fazer de tudo seu mestre,
Homenagem a São Bento, padroeiro dos fracassados.
O Amor ao fracasso, redenção.
É o princípio de ter o sucesso como fim.
É aurora que emerge do crepúsculo em mim.
No meio hábil de fazer de tudo seu mestre,
Homenagem a São Bento, padroeiro dos fracassados.
terça-feira, 22 de março de 2011
A geografia do Amor
O Amor é a fonte,
é a foz no horizonte,
de nosso Ser é o fluxo,
em cujas veias corre um rio de emoções,
que pulsa e interliga
ilhas de consciência e razões.
Na pororoca do Ser,
é a foz no horizonte,
de nosso Ser é o fluxo,
em cujas veias corre um rio de emoções,
que pulsa e interliga
ilhas de consciência e razões.
Na pororoca do Ser,
domingo, 20 de março de 2011
A ponderação do Amor
A emoção que sustenta nosso passado e dá suporte às costas largas - de experiências positivas e negativas - é a mesma emoção que nos passa a rasteira.
A razão que clareia as idéias do futuro e ilumina o caminho é a mesma que cega a visão e prejudica os demais sentidos.
Ponderar as forças e fraquezas em relação às situações determina compreender e discernir melhor o que é uma oportunidade e o que é uma ameaça.
O caos primordial oriundo da co-existência irracional de razão e emoção cede espaço e vez para um cosmos que se cria a partir da ordenação ancorada no Amor e direcionada por este.
Na alternância que gera consciência e através do Amor faz brilhar em nós uma estrela,
A razão que clareia as idéias do futuro e ilumina o caminho é a mesma que cega a visão e prejudica os demais sentidos.
Ponderar as forças e fraquezas em relação às situações determina compreender e discernir melhor o que é uma oportunidade e o que é uma ameaça.
O caos primordial oriundo da co-existência irracional de razão e emoção cede espaço e vez para um cosmos que se cria a partir da ordenação ancorada no Amor e direcionada por este.
Na alternância que gera consciência e através do Amor faz brilhar em nós uma estrela,
Laços do Amor:
alternância,
caminho,
caos,
estrela,
futuro,
oportunidade,
passado,
visão
Orbium Amor
Atrás, a Lua,
à frente, o Sol,
em mim, a aurora de um novo Ser.
Inspirado pelo equinócio de Áries, em homenagem ao Priapo da Lua.
Na órbita do Amor,
à frente, o Sol,
em mim, a aurora de um novo Ser.
Inspirado pelo equinócio de Áries, em homenagem ao Priapo da Lua.
Na órbita do Amor,
domingo, 6 de março de 2011
A folia do Amor
Ó abre alas quando o Amor passar.
Não passa, desfila e se eterniza na saudade.
É volúpia, desejo, pulsão, vontade,
é beijar, pegar de jeito, é sentir na pele o Amar.
Carnaval é o aval do espírito
aos impulsos da alma.
É o aval da carne ao consumo sem calma
tudo pode, sob os auspícios de Baco, neste seu rito.
Alguns dias de loucura,
corpos nus, seios, bundas, ó tortura!
Bundalelê, bacanal,
são dias insanos, sem igual.
O problema não é o ponto fora da curva,
mas a consciência que se turva.
Uma satisfação do anseio mais mundano,
cujo único problema é se estender por todo ano.
Pois o Amor é tudo isto,
mas muito mais.
É também cuidar por ser bem quisto,
e não apenas usar da beleza exterior, das ilusões ou dos apliques irreais.
Que em meio à alegria dionisíaca
o carinho e o bem querer
vençam a tentação demoníaca
do só querer fuder.
Começa assim, devagarinho
aumenta a pressão
ascende tua alma com carinho
eleva tua carne da devassidão.
Fode.
O quanto pode.
Fode.
Enquanto pode.
Contempla o divino.
Após o êxtase vem sempre o vazio, menino.
O sexo não é brincadeira,
é o melhor caminho para a ascese verdadeira.
Mas sexo é muito mais que comissão de frente.
É harmonia, evolução,
ritmo, percussão.
É unir corpo-fala-mente.
Amor é sexo, sexo é Amor.
Às vezes com, às vezes sem dor.
O outro, sem o um, inexiste,
por isto que, quando praticados separados, faz ficar triste.
É unir dois corpos,
duas falas,
duas mentes
a um só destino.
É unir pessoas
em nações boas
e diluí-las no mundo,
unindo tudo ao fluxo de ascese da realidade, no fundo.
Olha que coisa mais linda,
uma nova realidade em cada rebolar.
Uma potencialidade em cada troca de olhar.
Um sonho de felicidade que a cada quarta-feira de cinzas, finda.
No balanço a caminho do mar,
Não passa, desfila e se eterniza na saudade.
É volúpia, desejo, pulsão, vontade,
é beijar, pegar de jeito, é sentir na pele o Amar.
Carnaval é o aval do espírito
aos impulsos da alma.
É o aval da carne ao consumo sem calma
tudo pode, sob os auspícios de Baco, neste seu rito.
Alguns dias de loucura,
corpos nus, seios, bundas, ó tortura!
Bundalelê, bacanal,
são dias insanos, sem igual.
O problema não é o ponto fora da curva,
mas a consciência que se turva.
Uma satisfação do anseio mais mundano,
cujo único problema é se estender por todo ano.
Pois o Amor é tudo isto,
mas muito mais.
É também cuidar por ser bem quisto,
e não apenas usar da beleza exterior, das ilusões ou dos apliques irreais.
Que em meio à alegria dionisíaca
o carinho e o bem querer
vençam a tentação demoníaca
do só querer fuder.
Começa assim, devagarinho
aumenta a pressão
ascende tua alma com carinho
eleva tua carne da devassidão.
Fode.
O quanto pode.
Fode.
Enquanto pode.
Contempla o divino.
Após o êxtase vem sempre o vazio, menino.
O sexo não é brincadeira,
é o melhor caminho para a ascese verdadeira.
Mas sexo é muito mais que comissão de frente.
É harmonia, evolução,
ritmo, percussão.
É unir corpo-fala-mente.
Amor é sexo, sexo é Amor.
Às vezes com, às vezes sem dor.
O outro, sem o um, inexiste,
por isto que, quando praticados separados, faz ficar triste.
É unir dois corpos,
duas falas,
duas mentes
a um só destino.
É unir pessoas
em nações boas
e diluí-las no mundo,
unindo tudo ao fluxo de ascese da realidade, no fundo.
Olha que coisa mais linda,
uma nova realidade em cada rebolar.
Uma potencialidade em cada troca de olhar.
Um sonho de felicidade que a cada quarta-feira de cinzas, finda.
No balanço a caminho do mar,
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos
Só há um Deus, o Amor, um Todo multifacetado, ao qual nada é parelho e tudo converge, sendo tudo ferramenta de sua ação, Força cuja Luz nos guia em nossa ascese pela via do sorriso e pela via da dor, pois há ensinamentos que apenas a dor traz, porquanto gostariamos de trafegar apenas pelos cantos dos sorrisos.
Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.
O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.
Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.
Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.
O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.
Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.
Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,
Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.
O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.
Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.
Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.
O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.
Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.
Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,
Laços do Amor:
alma,
aprendizados,
corpo,
Deus,
dor,
ensinamentos,
equanimidade,
evolução,
força,
Luz,
multifacetado,
processo,
samsara,
sombras,
sorriso,
sustentabilidade,
tantra,
Todo
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
No entendimento do Amor
No entendimento do Amor
os percalços da vida
são degraus de nossa subida
ascese que é entendimento, carinho, conforto e dor.
Não se cresce sem se despir
da casca, da pele, do passado
só nos resta o eterno devir
o fato da vida, co-criado.
E a lição de que tudo é distração
exceto o foco no objetivo principal
beneficiar os seres, raio que nos conduz
a partir da mente-coração.
Que o sigamos para vencer, com Força e Luz,
os obstáculos e todo mal.
Na convergência dos fatores que compõe o caminho,
os percalços da vida
são degraus de nossa subida
ascese que é entendimento, carinho, conforto e dor.
Não se cresce sem se despir
da casca, da pele, do passado
só nos resta o eterno devir
o fato da vida, co-criado.
E a lição de que tudo é distração
exceto o foco no objetivo principal
beneficiar os seres, raio que nos conduz
a partir da mente-coração.
Que o sigamos para vencer, com Força e Luz,
os obstáculos e todo mal.
Na convergência dos fatores que compõe o caminho,
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Amor, herói de verdade
Amor é forte e por isso não precisa demonstrar sua força.
Amor é valente e por isso não precisa lutar com ninguém.
Amor é herói para vencer a si mesmo.
Amor é e o que é não precisa provar nada a ninguém, apenas repousa em sua existência e contempla sua natureza primordial.
Amor, criador do universo.
Na força que não vem daqui, não vem de lá, é tudo e está em todo lugar,
Amor é valente e por isso não precisa lutar com ninguém.
Amor é herói para vencer a si mesmo.
Amor é e o que é não precisa provar nada a ninguém, apenas repousa em sua existência e contempla sua natureza primordial.
Amor, criador do universo.
Na força que não vem daqui, não vem de lá, é tudo e está em todo lugar,
O silêncio da sabedoria do Amor divino
Sua ausência se confirma
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.
Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.
Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.
Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.
Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.
Silêncio!
O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.
No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.
Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.
Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.
Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.
Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.
Silêncio!
O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.
No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
ausência,
encontro,
eros,
eterno,
fim,
fluxo eterno,
fogo,
incandescente,
liberdade,
margens,
perspectiva,
prisão,
recomeço,
sapato de cristal,
terra,
Todo,
transbordar,
uno
Amor além-margens
Transborda-te primeiro,
de ti ao outro,
o Amor te levará,
certeiro.
Mas principia em ti, por si,
encontra em ti o Todo que e'le'vará.
do Eu ao Tu,
do Nós ao Todo.
O mistério do Amor nasce
no manjedouro do coração;
flui através dos sentidos rumo ao infinito
em um ritmo harmônico e bonito.
Tal qual teu Ser.
Silêncio!
Ouça seu nascimento, sinta a fonte brotar em seu Ser Eu Sou, és Tu, és Ele, és Nós sem nós, um Todo sem fim em mim.
Nas margens do Eu-Tu que conduzem o Nós ao Todo,
de ti ao outro,
o Amor te levará,
certeiro.
Mas principia em ti, por si,
encontra em ti o Todo que e'le'vará.
do Eu ao Tu,
do Nós ao Todo.
O mistério do Amor nasce
no manjedouro do coração;
flui através dos sentidos rumo ao infinito
em um ritmo harmônico e bonito.
Tal qual teu Ser.
Silêncio!
Ouça seu nascimento, sinta a fonte brotar em seu Ser Eu Sou, és Tu, és Ele, és Nós sem nós, um Todo sem fim em mim.
Nas margens do Eu-Tu que conduzem o Nós ao Todo,
Laços do Amor:
beleza,
coração,
Eu Sou,
eu superior,
harmonia,
infinito,
manjedouro,
mistério,
nós,
ritmo,
sem fim,
Todo,
transbodar
Amor Superam Continuum
O Amor é a vontade que rege a gestão da informação rumo ao entendimento, união e transvalorização: superação dos estados, modos e extensões e, assim, à um superam continuum.
No fluxo contínuo da ascese,
No fluxo contínuo da ascese,
O recado do Amor
Amor é aquilo que cada um pode dar, é o que cada um tem; é o melhor de si.
Não se deve esperar e agir de acordo com expectativas próprias, mas com aquilo que a vida lhe traz através do outro.
Não se deve ficar frustrado por esperar mais, mas regozijar pelo que se tem.
E que, se já tiver sido, que se regozije na eternidade do fim do tempo que tivemos e que não tem volta; apenas novas oportunidades de recontarmos nossa história e redigirmos um novo fim.
No bilhete premiado, puro entendimento de que quando acaba o tempo, começa a eternidade,
Não se deve esperar e agir de acordo com expectativas próprias, mas com aquilo que a vida lhe traz através do outro.
Não se deve ficar frustrado por esperar mais, mas regozijar pelo que se tem.
E que, se já tiver sido, que se regozije na eternidade do fim do tempo que tivemos e que não tem volta; apenas novas oportunidades de recontarmos nossa história e redigirmos um novo fim.
No bilhete premiado, puro entendimento de que quando acaba o tempo, começa a eternidade,
Amor, o caminhar para a Era da sustentabilidade
Entre o nascimento do novo ser humano e o nascimento do novo ano os caminhos do Amor asseguram a conquista dos novos valores, de uma nova era, de uma nova realidade.
O primeiro passo começa em seu coração.
No caminho da sustentabilidade,
O primeiro passo começa em seu coração.
No caminho da sustentabilidade,
Os caminhos do Amor
Como pode voltar tudo,
se nossos caminhos já partiram
rumo aos nossos destinos amiudo.
Mais que tristeza, aceitação.
Não é mais por mim que teus sinos batem.
Não é mais em minha direção que teu vento sopra.
Não é mais em meu oceano de Amor que tu te ancoras.
Mais que tristeza, aceitação.
Respeito o compasso do destino,
a cada passo mais ciente,
amadureço no ritmo do eterno menino.
Mais que aceitação, entendimento.
No respeito de onde emana todo Amor,
se nossos caminhos já partiram
rumo aos nossos destinos amiudo.
Mais que tristeza, aceitação.
Não é mais por mim que teus sinos batem.
Não é mais em minha direção que teu vento sopra.
Não é mais em meu oceano de Amor que tu te ancoras.
Mais que tristeza, aceitação.
Respeito o compasso do destino,
a cada passo mais ciente,
amadureço no ritmo do eterno menino.
Mais que aceitação, entendimento.
No respeito de onde emana todo Amor,
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Amor natalino
O Amor de Natal é aquele que deseja que todos possam fazer nascer a luz crística a partir de sua natureza búdica para que todos possam, enfim, se beneficiar com a dádiva da vida que celebramos hoje.
#feliznatal - menos consumo, mais consciência; menos estresse, mais paciência; menos dor, mais Amor. #natalnalata
No manjedouro de nossos corações,
#feliznatal - menos consumo, mais consciência; menos estresse, mais paciência; menos dor, mais Amor. #natalnalata
No manjedouro de nossos corações,
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Kundalini, o tantra do Amor
Ardo nos lábios,
mordo teu canto.
Sussurro arrepios
por tua beleza, sensualidade, meu encanto.
Entrega-te a mim!
Traz do céu
o divino gozo sem fim
que corta da existência o véu
Na amorosa ascese da Kundalini,
mordo teu canto.
Sussurro arrepios
por tua beleza, sensualidade, meu encanto.
Entrega-te a mim!
Traz do céu
o divino gozo sem fim
que corta da existência o véu
Na amorosa ascese da Kundalini,
domingo, 28 de novembro de 2010
Amor próprio Amor
É próprio ao Amor amar a si mesmo, enquanto meio de ligação e enquanto mensagem de união, pois como poderia dar sem ter ou conectar sem reconhecer?
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
Laços do Amor:
conectado,
conhecimento,
dez direções,
dimensões,
direção,
espaço,
glorificação,
horizonte,
ligação,
objeto,
redenção,
sem julgamento,
sujeito,
sustentabilidade,
tempo,
união,
verbo
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Amor, impulso imperativo
O impulso é de conquista do que está por vir, de saudade do que já se foi, desejo de unidade, de tornar possível qualquer impossibilidade.
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
Eros, impulso do Amor para um novo mundo
Há momentos onde se está tão cheio de Amor para dar que se poderia fecundar um novo mundo: é a hora de se libertar o Eros que já não cabe em si.
Vai Amor, tão complexo e tão fácil, seguindo pela rede ao encontro da mulher secreta que tanto desejo desperta.
Ouço calado o pulsar do desejo e em meio aos gemidos de prazer, percebo sussurros de dor: é a Terra que sangra em meio aos orgasmos múltiplos dos que se contorcem entre extremos, dos que são reféns do prazer e da dor; do nascimento e da morte; da alegria e do horror.
Vai Amor, não mais ao encontro desta fêmea que me extasia, mas encontra a mulher que se esconde em cada um de nós, nossa parte que sabe cuidar, sustentar e da qual o planeta, sofrido e abandonado, tanto carece.
Chega de êxtase, o planeta quer é viver.
Enalteçamos e elevemos nosso Eros, não neguemos nossa essência, pois somos no devir e devemos confirmar nossa natureza desejante.
Não podemos mudar o que, mas o como; não mudamos os objetos, mas podemos mudar o sujeito e nossas relações.
No Eros, impulso que transforma todas as mulheres do mundo na mãe Terra, fecunda pelo Pai Cosmos, Eu Sou,
Vai Amor, tão complexo e tão fácil, seguindo pela rede ao encontro da mulher secreta que tanto desejo desperta.
Ouço calado o pulsar do desejo e em meio aos gemidos de prazer, percebo sussurros de dor: é a Terra que sangra em meio aos orgasmos múltiplos dos que se contorcem entre extremos, dos que são reféns do prazer e da dor; do nascimento e da morte; da alegria e do horror.
Vai Amor, não mais ao encontro desta fêmea que me extasia, mas encontra a mulher que se esconde em cada um de nós, nossa parte que sabe cuidar, sustentar e da qual o planeta, sofrido e abandonado, tanto carece.
Chega de êxtase, o planeta quer é viver.
Enalteçamos e elevemos nosso Eros, não neguemos nossa essência, pois somos no devir e devemos confirmar nossa natureza desejante.
Não podemos mudar o que, mas o como; não mudamos os objetos, mas podemos mudar o sujeito e nossas relações.
No Eros, impulso que transforma todas as mulheres do mundo na mãe Terra, fecunda pelo Pai Cosmos, Eu Sou,
Laços do Amor:
alegria,
elevação,
eros,
essência,
fecundação,
gemido,
horror,
impulso,
mãe,
morte,
mulher,
nascimento,
natureza,
novo mundo,
orgasmo,
pai cosmos,
prazer,
sussurro,
sustentabilidade,
terra
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Amor sustentável
Amor é a força que impulsiona, a sabedoria que conduz e a serena compaixão que sacramenta a extensão do individual e o modo da relação coletiva conferindo sustentabilidade ao fluxo de trocas que gera valor.
Na concepção que fecunda, nutre e gera Luz,
Na concepção que fecunda, nutre e gera Luz,
Laços do Amor:
ágape,
amor fati,
clareza,
coletivo,
compaixão,
condução,
eros,
extensão,
fluxo de trocas,
força,
impulso,
individual,
modo,
philia,
sabedoria,
sacramento,
serenidade,
Spinoza,
união,
valor
No ritmo do Amor
pulso
sangro
vibro
atendo
o chamado
divino
atento
não desligo
ligo
conecto
fundo
uno
fluo
impulsiono
ordeno
disponho
múltiplo
convergido
sentido
feliz
No ritmo da felicidade, compasso do Amor,
sangro
vibro
atendo
o chamado
divino
atento
não desligo
ligo
conecto
fundo
uno
fluo
impulsiono
ordeno
disponho
múltiplo
convergido
sentido
feliz
No ritmo da felicidade, compasso do Amor,
Laços do Amor:
compasso,
convergência,
felicidade,
múltiplo,
pulso,
ritmo,
sentido,
uno
A discplina e o Amor, uma relação de respeito
A disciplina é o domínio da lei sobre todas as vontades.
Por isto a disciplina é a maior aliada do Amor, consorte de Ágape, madrasta de Eros, mãe de Philia.
A disciplina traz o poder ao Amor.
Na relação de respeito e poder, aliança eterna conduzida pela sabedoria,
Por isto a disciplina é a maior aliada do Amor, consorte de Ágape, madrasta de Eros, mãe de Philia.
A disciplina traz o poder ao Amor.
Na relação de respeito e poder, aliança eterna conduzida pela sabedoria,
A certeza do Amor
Somos poucos, mas podemos muito.
No poder multiplicador e profundamente transformador, fé que transforma sombra em Luz,
No poder multiplicador e profundamente transformador, fé que transforma sombra em Luz,
Laços do Amor:
certeza,
fé,
Luz,
multiplicação,
poder,
sombras,
transformação
Amor, plano divino de nosso Ser
Brilhante é o Amor que concursa com as orbes de gigantes e colabora com o plano divino; eis a astrologia: a análise do discurso dos astros no plano divino de nosso Ser.
Na estrela de cinco pontas,
Na estrela de cinco pontas,
O re-curso do Amor
Tem um traço em melodias que instam ao Amor e que deixam a alma saudosa de algo que não sabe o que.
É como se esta melodia sempre tivesse existido, como se essa música tivesse sempre tocado e embalado bons momentos, ritmado a vida em bons tempos que nunca voltam.
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Laços do Amor:
ágape,
arquétipo,
Beirut,
convergência,
Elephant Gun,
eros,
herói,
melodia,
memória,
mito,
música,
passado,
philia,
plataforma,
presente,
recordações,
recurso,
ritmo,
união
A balança do Amor
Amor é a balança que nos faz balançar, mas nunca pesar e errar de medida.
É a sabedoria que observa se nos revoltamos ou se dialogamos tranqüilamente com as contradições da vida.
É a força que bate no peito e afirma a cada pulsar que vamos conseguir; que não há absurdo que não possa ser compreendido, paradoxo que não possa ser harmonizado, sentido que não possa ser convergido.
É a capacidade de olhar para frente e seguir adiante, desapegado do passado e sem retrovisor para embaçar o panorama da vida que se faz presente no horizonte através da janela da alma e não através de qualquer espelho.
O passado dita o futuro, o futuro determina o presente e o presente se faz no passado que torna a se auto-determinar no ciclo.
Não há absurdo, não há paradoxo, não há linearidade; temos apenas ciclos infindáveis que devemos conduzir, através do eixo da consciência, à uma espiral evolutiva no divino plano do espaço-tempo.
Na balança que equiLIBRA, acerta a justa medida, desperta a consciência e garante a sustentabilidade de nossas ações,
É a sabedoria que observa se nos revoltamos ou se dialogamos tranqüilamente com as contradições da vida.
É a força que bate no peito e afirma a cada pulsar que vamos conseguir; que não há absurdo que não possa ser compreendido, paradoxo que não possa ser harmonizado, sentido que não possa ser convergido.
É a capacidade de olhar para frente e seguir adiante, desapegado do passado e sem retrovisor para embaçar o panorama da vida que se faz presente no horizonte através da janela da alma e não através de qualquer espelho.
O passado dita o futuro, o futuro determina o presente e o presente se faz no passado que torna a se auto-determinar no ciclo.
Não há absurdo, não há paradoxo, não há linearidade; temos apenas ciclos infindáveis que devemos conduzir, através do eixo da consciência, à uma espiral evolutiva no divino plano do espaço-tempo.
Na balança que equiLIBRA, acerta a justa medida, desperta a consciência e garante a sustentabilidade de nossas ações,
Laços do Amor:
ação,
capacidade,
ciclo,
conhecimento,
consciência,
convergência,
desapego,
espaço,
força,
futuro,
justa medida,
Libra,
passado,
presente,
sabedoria,
sustentabilidade,
tempo,
transmutação
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amor, fractal do Todo
O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
O instante atemporal do Amor
O aqui e o agora é o instante atemporal em que toda realidade se eterniza através do Amor.
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
O desejo do Amor é o ciclo evolutivo da ascese
O que seria a humanidade sem o desejo?
Seria Luz pura, pois quem deseja carece e quem carece não está completo - mas se contemplarmos o desejo no sentido de força e de impulso faz sentido a indagação: o desejo-impulso é necessário para o vingar primordial da vida, mas necessita de transmutação da conquista para a preservação para poder se estabelecer sem se auto-degenerar, consumir e boicotar.
O desejo se faz então necessário, mas trata-se do desejo orientado através da Ágape para alcançar algo superior, sendo que precisa ser por esta canalizado, abandonado ao se progredir no caminho e se aproximar da Philia que auxilia no desapego; desejo sem identificação, pois não há carência, apenas a perpetuação do pulso cíclico da ascese.
Portanto, o desejo tem naturalmente sua função e depende da natureza do objeto ao qual se liga e do objetivo da ligação para ser compreendido entre os impulsos que satisfazem mil e múltiplos instintos ou conquistam definitivamente o uno e destino, unidade em nós sem nós e amarras que nos prendem: desejo que flui, frui e nos possibilita usufruir do fluxo.
No Eros divino que habita nosso Ser, pleno e em preservação,
Seria Luz pura, pois quem deseja carece e quem carece não está completo - mas se contemplarmos o desejo no sentido de força e de impulso faz sentido a indagação: o desejo-impulso é necessário para o vingar primordial da vida, mas necessita de transmutação da conquista para a preservação para poder se estabelecer sem se auto-degenerar, consumir e boicotar.
O desejo se faz então necessário, mas trata-se do desejo orientado através da Ágape para alcançar algo superior, sendo que precisa ser por esta canalizado, abandonado ao se progredir no caminho e se aproximar da Philia que auxilia no desapego; desejo sem identificação, pois não há carência, apenas a perpetuação do pulso cíclico da ascese.
Portanto, o desejo tem naturalmente sua função e depende da natureza do objeto ao qual se liga e do objetivo da ligação para ser compreendido entre os impulsos que satisfazem mil e múltiplos instintos ou conquistam definitivamente o uno e destino, unidade em nós sem nós e amarras que nos prendem: desejo que flui, frui e nos possibilita usufruir do fluxo.
No Eros divino que habita nosso Ser, pleno e em preservação,
Laços do Amor:
ágape,
ascese,
desejo,
eros,
humanidade,
impulso,
Luz,
natureza,
philia,
pleno potencial,
preservação
Amor, convergência de visões
Amor é a via da regra que equilibra o eu com o outro no nós através do Todo.
Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.
Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,
Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.
Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,
Amor stellatus
Brilhante é o Amor que se concursa à grandeza universal do divino em nós ao escutar o discurso dos astros, razão cósmica que ordena e harmoniza o caos, embelezando a vida com o sentido da força e da Luz, eixo evolutivo ao qual reportamos em nossa astronômica ignorância da vital energia divina.
O logos dos astros, discurso cósmico de pura beleza e harmonia, é a ordem à qual toda estrela obedece, é o destino que todas seguem, brilhando cada qual a sua maneira, emergindo gloriosa no firmamento do caos.
Brilhante é o Ser cujo curso converge com o discurso celeste, não por submissão, mas por consciente colaboração com o plano maior do qual comunga nosso Ser superior que repousa em nossa consciência pronto para despertar, bastando-lhe retirar o véu da ignorância que nos separa em esferas hierárquias ao invés de nos confirmar a todos no mesmo plano.
Eis a astrologia: a análise do discurso dos astros no plano divino de nosso Ser.
No diz-curso que aponta o caminho, no concurso de gigantes, orbe em conjunção com o coração,
O logos dos astros, discurso cósmico de pura beleza e harmonia, é a ordem à qual toda estrela obedece, é o destino que todas seguem, brilhando cada qual a sua maneira, emergindo gloriosa no firmamento do caos.
Brilhante é o Ser cujo curso converge com o discurso celeste, não por submissão, mas por consciente colaboração com o plano maior do qual comunga nosso Ser superior que repousa em nossa consciência pronto para despertar, bastando-lhe retirar o véu da ignorância que nos separa em esferas hierárquias ao invés de nos confirmar a todos no mesmo plano.
Eis a astrologia: a análise do discurso dos astros no plano divino de nosso Ser.
No diz-curso que aponta o caminho, no concurso de gigantes, orbe em conjunção com o coração,
Laços do Amor:
astrologia,
brilhante,
brilho,
consciência,
cosmos,
destino,
discurso,
eixo,
energia vital,
estrela,
evolução,
força,
glorioso,
livre arbítrio,
Luz,
órbita,
orbitar,
stellatus
sábado, 6 de novembro de 2010
Na ciência do Amor
Na matemática do Amor a felicidade não é uma variável, deve ser uma constante. E somos nós que a determinamos.
Como também determinamos nosso destino: não o que acontecerá, mas como lidaremos com as situações e que fATOS conduziremos à realização, eis nosso livre arbítrio.
A felicidade é um destino esperando por se realizar, um meme pronto para se perpetuar; da mente ao corpo através da nossa fala, verbo que se faz criação.
Na ciência de que cada Ser humano foi concebido para fazer história,
Como também determinamos nosso destino: não o que acontecerá, mas como lidaremos com as situações e que fATOS conduziremos à realização, eis nosso livre arbítrio.
A felicidade é um destino esperando por se realizar, um meme pronto para se perpetuar; da mente ao corpo através da nossa fala, verbo que se faz criação.
Na ciência de que cada Ser humano foi concebido para fazer história,
Laços do Amor:
ciência,
corpo,
criação,
destino,
fala,
felicidade,
história,
livre arbítrio,
matemática,
meme,
mente,
realização,
Ser,
verbo
Amor, florescimento da talidade
Amor é a consciência que joga Luz sobre a sombra das dúvidas e alivia o peso de nossos passos - não carregamos dois ou mais que uma multidão, somos só nós, inteiros, enfrentando a solidão que não existe, pois somos todos unos com a criação.
Realizar-se é realizar esta completude natural.
Não há mais medo, apenas a certeza de que precisamos caminhar rumo ao nosso destino.
Criatura, torna-te o que tu és, criador!
Cria a ação que floresce Amor, oferece-te de corpo-fala-mente ao Todo da Rede.
"Oferece a inalação à exalação, e oferece a exalação à inalação, neutraliza ambas as respirações; liberte a força vital do coração e mantenha o controle sobre ela."
Na Kriya-ação, compreensão da yoga da talidade,
Realizar-se é realizar esta completude natural.
Não há mais medo, apenas a certeza de que precisamos caminhar rumo ao nosso destino.
Criatura, torna-te o que tu és, criador!
Cria a ação que floresce Amor, oferece-te de corpo-fala-mente ao Todo da Rede.
"Oferece a inalação à exalação, e oferece a exalação à inalação, neutraliza ambas as respirações; liberte a força vital do coração e mantenha o controle sobre ela."
Na Kriya-ação, compreensão da yoga da talidade,
Laços do Amor:
consciência,
dúvida,
Kriya,
Luz,
meditação,
Ser em Rede,
sombras,
talidade,
yoga,
Yogananda
Omnia Amor est et nos cedamus amori
Só o Amor é; só o Amor pode mudar como as coisas são - tudo é Amor em graus e modos distintos, portanto só o Amor pode alterar o grau de potência e o modo e extensão de cada coisa, pois tudo comunga de uma natureza una, de um único eixo cíclico: caos-cosmos, samsara-nirvana, nascimento-morte, luz-sombra; a força da vida em todos seus modos, potências e extensões é Amor.
O modo, grau e potência do Amor é determinado pelo conhecimento detido, trocado e exercido - quanto maior a coerência, maior a sustentabilidade do momento no eixo cíclico e maior a possibilidade de vetorizar o ciclo em um eixo evolutivo.
Quando se aprende algo pela dor se aprende na verdade pela ausência do Amor - a incompreensão deste aprendizado gera o ódio, esta revolta pela ausência do Amor e do sentido de si e da vida.
A revolta, o ódio e demais sentimentos e energias da nega-ATIVIDADE paralizam o fluxo do eixo cíclico e podem inclusive regredi-lo.
O Amor é o princípio sem fim, fluxo e movimento da rede da vida.
O Amor tudo é, rendamo-nos nós também ao Amor.
No Amor que tudo vence, pois tudo é: vençamo-nos nós a nós mesmos.
O modo, grau e potência do Amor é determinado pelo conhecimento detido, trocado e exercido - quanto maior a coerência, maior a sustentabilidade do momento no eixo cíclico e maior a possibilidade de vetorizar o ciclo em um eixo evolutivo.
Quando se aprende algo pela dor se aprende na verdade pela ausência do Amor - a incompreensão deste aprendizado gera o ódio, esta revolta pela ausência do Amor e do sentido de si e da vida.
A revolta, o ódio e demais sentimentos e energias da nega-ATIVIDADE paralizam o fluxo do eixo cíclico e podem inclusive regredi-lo.
O Amor é o princípio sem fim, fluxo e movimento da rede da vida.
O Amor tudo é, rendamo-nos nós também ao Amor.
No Amor que tudo vence, pois tudo é: vençamo-nos nós a nós mesmos.
Além-dualismo: o Amor
Amor, unidade tripartida ao qual tudo converge, que tudo organiza e do qual emana a verdadeira beleza.
Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.
Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.
No caminho integral do Ser,
Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.
Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.
No caminho integral do Ser,
Amor não é fácil, muito menos difícil
O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Laços do Amor:
complexus,
crenças,
difícil,
fácil,
fio,
fio de ouro do coração,
fluxo eterno,
iluminação,
limites,
obrigação,
obrigatoriedade,
obstáculos,
pleno potencial,
prazer,
SerVir
O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além
Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.
O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.
O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.
Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.
Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.
No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,
O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.
O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.
Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.
Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.
No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,
Laços do Amor:
aqueronte,
caronte,
desejo,
iluminação,
imanente,
nirvana,
oceano,
rio da vida,
samsara,
styx,
sutra do coração,
tautologia,
transcendente,
vacuidade,
veículo
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Amor, o dis-curso do perde-ganha, aprende
Quando se perde um Amor, se perde a lógica.
Quando se perde um Amor, o raciocínio tropeça nos soluços da emoção e a razão cai.
Quando se perde um Amor, se é consumido pelo vazio.
Quando se perde um Amor, o coração é inundado pela dilaceração.
Quando se perde um Amor, se é afogado em mágoas.
Quando se perde um Amor, se fica repetitivo buscando um sentido.
Quando se perde um Amor, se busca um motivo, o culpado,
sempre no exterior para aliviar o fardo.
Quando se perde um Amor, nunca se pergunta de maneira equilibrada "onde foi que nós erramos", mas apenas se busca refúgio nos extremos "onde foi que eu errei" ou "o outro errou, não podia ter feito isto".
Quando se perde um Amor, talvez seja o momento de ambos refletirem e aprenderem com a situação, partindo de uma irrestrita aceitação: buscar um começo na lei do Karma da causa e do efeito só fará se emaranhar ainda mais na complexa teia da vida, consumindo-se pelo caos e esgotamento da falta de entendimento. Ou ainda levar a um entendimento parcial elevado erroneamente a status de verdade definitiva, gerando apenas mais karma.
Através da aceitação pode-se focar no aprendizado e na superação, buscando construir algo novo com novas bases.
Talvez um precise entender a linguagem da ação, do ato que se faz discurso, e não apenas esperar o diálogo das palavras.
Talvez o outro precise aprender a dialogar através das palavras que também são ações que clareiam emoções e confirmam a própria linguagem da ação.
E, por fim, não se deve esperar que nosso discurso é tão claro quanto parece: deve-se sempre zelar pela qualidade e eficácia da relação e da troca, indo-se sempre ao encontro do outro.
As pessoas são enganadas pelas emoções, que são mobilizadas tanto por ações como por palavras. Os encontros se perdem nos desencontros da vida, dissonâncias cognitivas que apenas o Amor pode convergir em entendimento, pois apenas o Amor é impulso ao desconhecido, elevação da troca, estabilidade da união e fluxo da progressão.
Apenas o Amor converge o diálogo verbal e o não-verbal elucidando e dissipando qualquer sombra de dúvidas, removendo qualquer obstáculo ao crescimento do Amor.
Quando se perde um Amor, se percebe claramente que Amor é o conhecimento maior, que abarca todo o conhecido e aquilo que está por se tornar conhecido. Amor é a razão principal, é a sustentabilidade, é o sentido maior de tudo e para Todos; e isto se aprende com a dor da ausência.
Só o Amor cada vez mais profundo e vivenciado é que corajosamente pode levar ao mesmo aprendizado, mas por vias mais doces e tenras.
No dis-curso do Amor que encontra seu caminho nas margens do diálogo,
Quando se perde um Amor, o raciocínio tropeça nos soluços da emoção e a razão cai.
Quando se perde um Amor, se é consumido pelo vazio.
Quando se perde um Amor, o coração é inundado pela dilaceração.
Quando se perde um Amor, se é afogado em mágoas.
Quando se perde um Amor, se fica repetitivo buscando um sentido.
Quando se perde um Amor, se busca um motivo, o culpado,
sempre no exterior para aliviar o fardo.
Quando se perde um Amor, nunca se pergunta de maneira equilibrada "onde foi que nós erramos", mas apenas se busca refúgio nos extremos "onde foi que eu errei" ou "o outro errou, não podia ter feito isto".
Quando se perde um Amor, talvez seja o momento de ambos refletirem e aprenderem com a situação, partindo de uma irrestrita aceitação: buscar um começo na lei do Karma da causa e do efeito só fará se emaranhar ainda mais na complexa teia da vida, consumindo-se pelo caos e esgotamento da falta de entendimento. Ou ainda levar a um entendimento parcial elevado erroneamente a status de verdade definitiva, gerando apenas mais karma.
Através da aceitação pode-se focar no aprendizado e na superação, buscando construir algo novo com novas bases.
Talvez um precise entender a linguagem da ação, do ato que se faz discurso, e não apenas esperar o diálogo das palavras.
Talvez o outro precise aprender a dialogar através das palavras que também são ações que clareiam emoções e confirmam a própria linguagem da ação.
E, por fim, não se deve esperar que nosso discurso é tão claro quanto parece: deve-se sempre zelar pela qualidade e eficácia da relação e da troca, indo-se sempre ao encontro do outro.
As pessoas são enganadas pelas emoções, que são mobilizadas tanto por ações como por palavras. Os encontros se perdem nos desencontros da vida, dissonâncias cognitivas que apenas o Amor pode convergir em entendimento, pois apenas o Amor é impulso ao desconhecido, elevação da troca, estabilidade da união e fluxo da progressão.
Apenas o Amor converge o diálogo verbal e o não-verbal elucidando e dissipando qualquer sombra de dúvidas, removendo qualquer obstáculo ao crescimento do Amor.
Quando se perde um Amor, se percebe claramente que Amor é o conhecimento maior, que abarca todo o conhecido e aquilo que está por se tornar conhecido. Amor é a razão principal, é a sustentabilidade, é o sentido maior de tudo e para Todos; e isto se aprende com a dor da ausência.
Só o Amor cada vez mais profundo e vivenciado é que corajosamente pode levar ao mesmo aprendizado, mas por vias mais doces e tenras.
No dis-curso do Amor que encontra seu caminho nas margens do diálogo,
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Amor planetário - enzimas catalisadoras rumo ao Superorganismo
Fazer do micro o macro, convergir o acima e o abaixo, descentralizar e dar poder às unidades para convergirmos ao ponto superior de nosso destino e realizarmos o superorganismo vivo do qual somos enzimas catalisadoras do progresso através da ordem estabelecida pelo Amor.
"Quod est Superius est Sicut Quod est Inferius"
Na realização do Übermensch nietzschiano que confirma seu Ser no SerVIR,através da compreensão de que o Vir-a-Ser já é e basta se atualizar para se realizar,
"Quod est Superius est Sicut Quod est Inferius"
Na realização do Übermensch nietzschiano que confirma seu Ser no SerVIR,através da compreensão de que o Vir-a-Ser já é e basta se atualizar para se realizar,
Laços do Amor:
convergência,
enzima catalisadora,
Hermes Trismegistro,
Nietzsche,
nova ordem,
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progresso,
SerVir,
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Übermensch
Amor, fluxo da sabedoria
Ansiamos por permanência exatamente por ignorarmos a fluidez e o fluxo da vida, ignorando a impermanência - desta ignorância primordial que tem em si também a incompreensão da vacuidade do ego é que surge o desejo e deste o apego e a aversão que por sua vez dão origem aos demais venenos da mente.
Amor é o fluxo que perpassa, une e iguala amante e amado - não mais princípios, não mais fins em si, mas meios de realizar a nova e eterna realidade contínua do Amor, princípio da ordem, progresso como fim.
No fluxo positivista do saber, conhecimento que a tudo move, sustenta e eterniza,
Amor é o fluxo que perpassa, une e iguala amante e amado - não mais princípios, não mais fins em si, mas meios de realizar a nova e eterna realidade contínua do Amor, princípio da ordem, progresso como fim.
No fluxo positivista do saber, conhecimento que a tudo move, sustenta e eterniza,
Laços do Amor:
apego,
aversão,
ego,
eternidade,
fluxo eterno,
ignorância,
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