Não é necessário buscar-se a cura; não existe sofrimento genuíno.
O sofrimento faz parte da projeção e percepção unilateral de um sistema dualista pautado pelo desejo-aversão com esteio na ignorância.
No despertar da saudável liberdade de nosso Ser,
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domingo, 16 de maio de 2010
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Amor à harmonia
No shopping, a mulher do casal subia a escada rolante com o timbre de voz ao celular tão grave quanto a expressão de sua face e o tom mais alto que seu salto.
À distância se sentia a gravidade. De perto entendi com clareza a motivação e o tema: "ter ou não refrigerantes na festinha", provavelmente das crianças, presumo.
Isto evidencia o quanto somos nós que atribuimos o peso e o valor às coisas. E o quanto o mundo clama por harmonia e soluções pacíficas.
Afinal, festinha é para dar prazer. E ser feita e curtida com Amor.
Antes de julgar esta moça, presa como todos nós aos conceitos do samsara, reflita quantas vezes já não fizeste algo parecido. Quantas vezes já não deixamos a razão de lado, cegos pelas emoções, em desalinho com o Amor e entregues à desarmonia.
Então, quando for reagir de maneira não harmoniosa a algo, lembre-se que aquilo é o refrigerante da festinha. E que tudo será melhor se for feito com harmonia e amor.
Aja, não reaja. Esta é a força do Amor, soberana em qualquer situação, definitivamente solucionadora.
Basta se abrir e ser um canal desta harmoniosa energia transformadora que sabiamente harmoniza o que pode e o que não pode, o que está e o que não está em nosso alcance.
Começa com sua pacificação e toma conta de tudo o que está ao seu redor.
Na festinha do Amor,
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