As possibilidades são externas, a certeza é interna - o Amor a ponte que desperta a confiança em Ser na destreza de Estar e serenidade do escolher.
No Ter que compartilha o melhor dos mundos possíveis,
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor, vermelho e amarelo
Acordar cedo para raiar o dia
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo
Na fé que amanhece a cada entardecer da esperança,
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Amor, carinho que conquista sutilmente
Dizem
que AH! foi a única sílaba que Buda proferiu e que continha todo seu
ensinamento, disponível para todos - ouvidos e idiomas.
Sufismo e Budismo - sabedorias que dançam entre o ser o não-ser, contemplando o infinito.
E do rochedo emerge a verdadeira fortaleza - da alma, a calma e singela beleza.
No poder do sutil,
sábado, 24 de dezembro de 2011
O despertar da flor do Amor
Amar é abrir-se à vida, é deixar-se florescer o espírito.
Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,
Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O singelo intuito do Amor
Amor é o singelo intuito de emoldurar um sorriso à face, mesmo que de leve, ousando tocar o íntimo para despertar e manter aquele fogo interno contínuo e brando, que desperta, mas não queima, que conforta, mas não acomoda.
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
domingo, 24 de abril de 2011
Amor te torna o que tu és
Crepúsculo, Aurora, Meio dia; sou aqui, sou agora, sou infinito, sou eternidade; sou todos, sou nenhum, sou algo ou alguém em busca de nada ou ninguém; compreendo tudo e todos, sou vazio, sou o espelho; reflita, sou o Amor.
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
sábado, 17 de julho de 2010
Amor, ato criativo
Amor é a abertura de Ser, fissura que deixa irromper o artista em nós e que faz de nossa vida uma obra-prima: é a moldura, a tela, a tinta, o pincel, o objeto, o autor; mas sobretudo, é o espaço que une tudo isto com harmonia e equilíbrio que resultam na beleza ao longo do tempo a ter com a eternidade em cada momento.
Se não pintas ou escreves e não queres ao menos ousar, tudo bem, trabalhas e tens teu par - já podes aí se lapidar e polir a jóia bruta a cada despertar.
E quando o par ímpar fizer, todos ganham se de fato houver Amor entre o homem e a mulher.
O Amor gera na fecundação a beleza da divindade, o equilíbrio da natureza e a harmonia do Ser, o malgam que eterniza toda a philia.
Na beleza do orgasmo, verdadeiro ato criativo,
Laços do Amor:
ato,
beleza,
criação,
despertar,
divino,
equilíbrio,
espaço,
eternidade,
fecundação,
harmonia,
ímpar,
jóia bruta,
lapidação,
momento,
obra-prima,
orgasmo,
par,
philia,
polimento,
tempo
terça-feira, 15 de junho de 2010
Amor hidrante
Caminho de casa, cheio de ruas.
Ruas vazias, cheias de gente.
Gente vazia, cheia de medo.
Não é mais cedo,
É frio.
Pessoas dormem, nem um pio.
Mais de um sonho dorme, despedaçado.
Um sorriso, um achado,
Pura ilusão.
Ninguém sorri quando dorme obrigado no chão.
De nada, adianta,
Não fica pra trás, a gente escolhe aquilo que planta.
O que nos nutre, o que nos alimenta?
O que pensamos, falamos, agimos, aquilo que se sustenta.
E no meio de tanto cobertor
Ao relento, me pergunto, cadê o Amor?
Na cidade que tem de tudo, menos humanidade,
Um hidrante que irriga o deserto da selva de pedra
É um oásis da alma
Amorosidade desperta.
No Fogo divino que habita em nós e dá sede de justiça,
Ruas vazias, cheias de gente.
Gente vazia, cheia de medo.
Não é mais cedo,
É frio.
Pessoas dormem, nem um pio.
Mais de um sonho dorme, despedaçado.
Um sorriso, um achado,
Pura ilusão.
Ninguém sorri quando dorme obrigado no chão.
De nada, adianta,
Não fica pra trás, a gente escolhe aquilo que planta.
O que nos nutre, o que nos alimenta?
O que pensamos, falamos, agimos, aquilo que se sustenta.
E no meio de tanto cobertor
Ao relento, me pergunto, cadê o Amor?
Na cidade que tem de tudo, menos humanidade,
Um hidrante que irriga o deserto da selva de pedra
É um oásis da alma
Amorosidade desperta.
No Fogo divino que habita em nós e dá sede de justiça,
domingo, 4 de abril de 2010
Amor é despertar
Amor é o despertar da apatia e a introdução ao caminho de uma vida (inter)ativa e (supra)feliz, onde cada (super)ação é felicidade-em-si e descobrimo-nos plenos e genuínos, transbordando e doando.
No Amor, princípio que erradica as doenças da alma,
No Amor, princípio que erradica as doenças da alma,
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Arrebatamento do Amor
O poder arrebatador do Amor transforma instantes antes em eternidades depois ao forjar o agora no aqui.
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Laços do Amor:
4 estações,
agora,
aqui,
aroma,
despertar,
eros,
eternidade,
finita,
flor,
imanente,
instante,
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Nietzsche,
Ser,
transcendente,
união,
vontade de poder
sábado, 25 de julho de 2009
A nau do Amor
Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
Laços do Amor:
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aventura,
brisa,
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despertar,
emoções,
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romance,
samsara,
tantra,
vagas,
vênus,
Zé Maria
terça-feira, 23 de junho de 2009
Amor é despertar
Do medo, da ilusão. É caminhar confiante, aberto, com e por Amor amparado por forças invisíveis - que podemos até intuir se refinarmos nossa percepção - que nos auxiliam no encontro de nossa plenitude. Basta estar aberto e querer genuinamente.
Nas asas invisíveis do Amor,
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Amor - o passo do conhecimento, a ponte entre a ignorância e a plenitude
Um homem ciente de sua ignorância é um homem a um passo de sua plenitude.
Amor é este passo corajoso adiante e para fora da zona de conforto, a ponte que une dois mundos: ontem-amanhã, ignorância-plenitude, eu-outro; é o hoje, o conhecimento, o nós, agora.
No Amor que desperta, conhecimento que aceita, vivência que liberta,
Amor é este passo corajoso adiante e para fora da zona de conforto, a ponte que une dois mundos: ontem-amanhã, ignorância-plenitude, eu-outro; é o hoje, o conhecimento, o nós, agora.
No Amor que desperta, conhecimento que aceita, vivência que liberta,
terça-feira, 24 de junho de 2008
O poema é a oração da alma
A oração é da alma poema,
não aprisiona, liberta,
não engrandece ou apequena,
desperta,
fonema.
No amor, a fé da alma,
não aprisiona, liberta,
não engrandece ou apequena,
desperta,
fonema.
No amor, a fé da alma,
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