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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O Amor é o Criador, a criatura e a criação

O princípio, o fim e o meio; o pai-mãe/casal, o filho e a (pro[cri])ação; o caminho, a verdade e a vida - Deus é Amor e nós o somos quando nos reunimos.

Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.

O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.

No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Amor - consciência edênica

Se todos encarassem o Outro e a Terra - o alter-individual e o supremo-coletivo - com a consciência edênica para se potencializar o campo fértil, atuando como jardineiros e não como proprietários do jardim - como se para cultivar e preservar o Jardim do Éden (Gênesis 2:15) - não seria esse um chamado divino, a materialização do Amor, o melhor dos desenvolvimento sustentáveis: cultivar e preservar o paraíso em si, no seu Ser, no Outro e no coletivo?

Amor, consciência edênica: cultivo, preservação, sem posse, sem obsessão, com liberdade de expressão e impulso de evolução.

No Amor,