Mostrando postagens com marcador sabedoria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sabedoria. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Amor é o caminho do vento à eternidade

O amor abre caminhos. Protege ao vento.

Quando tormenta,
Sustenta. Escudo.
Quando calmaria.
Sabedoria. Venta.

Protege o vento, que não gera resistência para ventar, contorna sem hesitar. E varre do mapa se precisar.

O Amor, quando livre e, portanto, responsável por si, se torna o princípio auto-regulador que garante a homeostase da Vontade: onde não dá para amar, a Vontade não deseja ficar, não se deve demorar.

Onde desejar ficar, ficar consciente da excelência de sua vontade, potencializando ao máximo responder em ato a postura que resulta da resposta às perguntas do motivo e da intenção de cada ação.

O Amor, tecelão mestre, é a intuição que emerge do encontro da razão do futuro com a sensação do presente que já é dado passado ao sistema que fabrica através do tempo o tecido da eternidade - o homem e seus fios de compaixão, poder e sabedoria.

A eternidade é a narrativa absoluta em constante atual+iz+ação. Que história confirmamos com nossa atual ação?

No livro, na caneta e na mão que une forma e conteúdo sempre da melhor maneira possível,

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Amor, farol de toda travessia

É no lusco-fusco das passagens, o "in between" das saídas das zonas de conforto, sensações estagnadas que aprisionam, que as diferenças se apresentam, os valores se revelam: não no extremo da Luz (Razão) ou no extremo da Força (sombra - emoções).

O coração sabe o grau de Força e a luz necessários para uma leitura precisa do ideal a ser realizado a cada ato.

Na sabedoria da mente-coração,

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Amor, sabedoria dignificada

Sabedoria é caminhar com dignidade entre seu conhecimento e sua ignorância.

Dignidade é se motivar por princípios e tê-los fixos como meta na moldura de cada interação entre as margens do eu e do outro, do conhecimento e da ignorância, na edificação progressiva do que é Ser.

Amor é o material, o projeto, a obra, digna execução da sabedoria in+tensionada inter+ação.

No Gesamtkunstwerk do Ser,

terça-feira, 9 de junho de 2015

Da aceitação do Amor à condução da sabedoria

Novamente me ponho a refletir
Mudei os objetos, mas a intensidade do sujeito teimo em repetir
O que fazer se sei que vou partir?
Ordenar o tempo da busca, o pensar e o sentir.

Contemplo minha essência
De fazer a diferença
De ser a transcendência na imanência
Ser luz de farol na noite mais densa

Enquanto estiver por aqui
Aceito a missão
De me doar de coração até que seja Chegada a hora de ir.

Naquele que não vai, porque nunca veio, presença que Eu Sou, eternidade presente a todo instante, momento que se julga Amor,

sexta-feira, 29 de maio de 2015

O Amor de Søren, Friedrich e Arthur



Como me foi solicitado por uma amiga, registrarei no texto a seguir concordâncias e diferenças entre Kierkegaard, Nietzsche e Schopenhauer a partir de sua concepção de Amor e de como se apresenta sua filosofia.  

A abordagem adotada como caminho para minha narrativa se justifica por duas margens: por um lado, o Amor é tema de pesquisa deste que vos escreve e, portanto, digno de ser trazido ao diálogo que este texto empreende; por outro lado, filosofia é precisamente o amor à sabedoria, o que reforça a abordagem do amor e esclarece que é a partir do entendimento que o Amor busca, que se estabelece todo pensamento que busca ser sabedoria – é neste empreendimento que a sabedoria se afirma. 

Apresentarei cada um dos filósofos isoladamente, em ordem cronológica, introduzindo com a biografia e apresentando os principais temas e inspirações em tópicos e costurados com texto. Finalmente, pontuo os temas mencionados ressaltando pontos em comum e distinção de pontos de vista. 

Comecemos por Arthur Schopenhauer, um dos primeiros leitores de textos orientais, como os Upanishads. Como contemporâneo das primeiras traduções para o latim, foi o principal introdutor da filosofia oriental hindu e budista na metafísica europeia. Um bom exemplo deste diálogo está registrado na sua obra prima “O mundo como vontade e representação”. Nascido em Danzig, no dia 22 de fevereiro de 1788 e falecido em Frankfurt, 21 de setembro de 1860, Schopenhauer viveu 72 anos no entendimento que o amor seria uma cilada biológica e que somos perpassados por algo maior que nós, por uma Vontade que representamos individualmente. 

Bebe diretamente da fonte do idealismo transcendental, Kant, afirmando que todo o mundo é representação, um grande fenômeno da vontade noumênica, mas rompe com este no que tange ao alcance da coisa-em-si. Se para Kant o noumeno é impossível de se conhecer, para Schopenhauer, ao tomar consciência de si em nível radical, o homem se vivencia como um ser movido por aspirações e paixões, que constituem a unidade da vontade, compreendida como o princípio norteador da vida humana e que perpassa a todos, não tendo em si individualidade, que se encontra justamente nas representações. O impulso do desejo não se dá de forma consciente: ele, ao contrário, se desdobra desde o inorgânico até o homem, que deseja sua preservação. 

É o neocortex justificando moralmente os impulsos do sistema R, sendo mediado pelo cérebro mediano, onde se encontram as emoções, a estética humana, nosso ânimo. A consciência humana seria uma mera superfície, tendendo a encobrir, ao conferir causalidade a seus atos e ao próprio mundo, a irracionalidade inerente à vontade. Nietzsche dirá anos depois que “consciência é rede” e que o pensamento representa o que há de menor de todo processo mental, antecipando assim toda psicologia. 

Para Schopenhauer, parece que tudo se baseia em aceitar o sofrimento que a vontade traz ao buscar saciar-se com todas as representações, alimentando-se de ilusão, e buscar a cessação do sofrimento superando-se pela arte, pela moral enquanto superação do egoísmo através da compaixão e pela suspensão da vontade de viver, indo radicalmente além da individualidade, sendo a ascese entendida enquanto eudaimonia espiritual – conceitos trazidos do budismo.

Nascido em Søren Kierkegaard é o próximo. E o mais religioso dos três filósofos – o único teólogo. Nascido em Copenhague em 5 de maio de 1813 e falecido na mesma cidade em 11 de novembro de 1855, Kierkegaard, tem sua obra marcada por sua biografia. Como Fernando Pessoa, escreve por pseudônimos. E os coloca para refutar e gerar reflexão no diálogo, tal qual Platão o fez com Sócrates, deixando o leitor responsável por criar seu próprio entendimento, seu próprio Kierkegaard. 

Sobre o Amor, escreve a importante “As obras do Amor”, na qual afirma ser o amor o cumprimento pleno da lei, sendo esta uma multidão inesgotável de prescrições, forçando-nos a focar no que é decisivo: a exigência do Amor - que é dupla, exigência de interioridade, coerência/consistência, e exigência de perseverança/persistência. Interioridade para Kierkegaard consiste em amar a si mesmo sendo amar a Deus. Ou seja, a coerência é uma coerência alinhada a algo transcendente e que leva à superação da ilusão de si que é nossa manifestação no interior da temporalidade da eternidade, o que nos convida a repensar nossa noção de persistência perante a eternidade – ou, o eterno devir, como queiram. 

Tudo isto evidencia como a proximidade da cultura cristã trazida pelo pai influenciou sobremaneira sua filosofia, conhecida como existencialismo cristão – o que o coloca alinhado, mas ao mesmo tempo oposto a Nietzsche e seu proto-existencialismo e a Sartre e o existencialismo francês, ambos de abordagem ateísta.
Vós, soberana do meu coração, guardada na profundeza secreta do meu peito, na plenitude do meu pensamento, ali [...] divindade desconhecida! Ó, posso eu realmente acreditar nas palavras dos poetas, que quando se vê pela primeira vez o objeto do seu amor, imagina já tê-la visto há muito tempo, que todo o amor assim como todo o conhecimento é lembrança, que o amor tem também as suas profecias dentro do indivíduo. —Kierkegaard

Neste escrito motivado pelo amor por sua então noiva, Kierkegaard equipara o amor ao conhecimento sendo ambos lembrança. A plenitude do pensamento claramente é uma divindade desconhecida soberana do coração. Há de se estar entusiasmado, cheio de Deus para se pensar plenamente, pois o amor é a soma do mandamento, como Kierkegaard cita São Paulo, o que remete ao ânimo sublime que expande a razão à moral em Kant. 

Há uma lei como referência, um arquétipo a projetar a razão prática e a representação da lei enquanto um imperativo categórico, mas somente alcançaremos tal dimensão se o ânimo for elevado pelo sublime que gera respeito pela lei e se houver três postulados da razão: Deus, o mundo e a imortalidade da alma. Kierkegaard nem postula Deus, o toma pra si e o assume, mesmo em meio aos questionamentos. O mundo é a representação da ideia do Todo e atende Schopenhauer e Nietzsche se assim o quisermos. É na imortalidade da alma que podemos ler diferenças, já que em Schopenhauer a individualidade é uma ilusão, mas também caminhos de convergência: é a imortalidade da alma que garante em Kant o progresso contínuo. E é nela que também há um caminho para se pensar o eterno retorno.

Para encerrar, matando Deus e solando o espírito, Nietzsche. Nascido em Röcken, 15 de outubro de 1844 e falecido em Weimar, 25 de agosto de 1900, Nietzsche foi um errante. Sua filosofia representava sua mobilidade forçada pela busca por paisagens e climas que favorecessem sua saúde em franca debilitação após servir como voluntário e médico na guerra franco-prussiana. Se o abalo psicológico teve impacto na perda de voz não se pode afirmar, mas de certo é interessante que o proto-existencialista nos chegue fortemente como póstumo: como se a voz dele não fosse audível para a época e ecoasse somente hoje. 

Logo hoje, onde as pessoas o lêem como afirmação do ego, da individualidade, arvorando-se super-homens, quando na verdade ele propõe o além homem, o indivíduo que em si foi além do bem e do mal, superou-se e ao nada e, livre do ego e do não-ego, individuado poder-se-ia afirmar, afirma-se enquanto a sua vontade. Eis uma humanidade forte, de indivíduos que agregam valor com sua existência. Sua voz emerge tal qual o ego emerge [do] (in)consciente e se busca compreender, não é dado – é para heróis da tragédia, não para a mediocridade humana presente no drama das vítimas de si mesmo ou na comédia dos cheios de si. 

Em sua concepção de Amor Fati, a aceitação do destino para neste afirmar-se, Nietzsche introduz o conceito de eterno retorno, que em uma leitura particular se torna um operador lógico que conscientiza o querer para afirmar-se no instante: essa vida tornará a se repetir sempre e mais uma vez, portanto, me questiono se quero mesmo este momento, como ele é e como estou me exercendo. Esta reflexão leva a um poder de criação e afirmação de seus próprios valores, superando o niilismo, o nada que fica após a superação do dualismo do bem e do mal. Nietzsche nasce tal qual uma tragédia e tem seu crepúsculo com os ídolos que ele mesmo ajudou a matar, só para afirmar que Ecce Homo (eis o homem) capaz de amar seu destino.

Após analisar estes três autores, reforço meu entendimento de que precisamos aprender a amar, pois todo o restante nos será dado e fluirá pelo respeito na troca com o todo que nos cerca. Talvez falte-nos apenas, como diria Schiller, uma educação estética da humanidade, tema que perpassa a todos os três autores. A arte em Schopenhauer é uma bela representação que aproxima a vontade. Em Kierkegaard, a lei é o esboço do Amor, que a incorpora. Em Nietzsche, a arte transfigura a desordem do mundo em beleza e faz aceitável tudo aquilo que há de problemático e terrível na vida, é liberdade plena de afirmar sua vontade e criar seu valor. 

E quem sabe então, descobriremos que o sujeito racional kantiano é mais do que alcançam os entendimentos moralistas – e seus detratores – até então. Com uma vontade que é representada a partir de um imperativo que se dá, portanto, se cria enquanto valor a ser universalizado, baseia-se em um modelo, uma lei, que também se imagina e que em Kant está inscrita nas profundezas do coração da qual emana a intenção e, portanto, toda hierarquia do pensamento e que é impulsionada pelo ânimo sublime que (e)leva a razão à lei. 

Com esta leitura invertida de um Kant do devir, da passagem do puro para o prático e destes para o empírico-político, que estrutura criticamente a razão e a prática da razão para legar ao belo e ao sublime a faculdade do juízo, consegue-se ler a vontade e sua representação no mundo de Arthur, a relação amor-lei, o esboço de Soren e a afirmação da vontade enquanto poder da existência do Friedrich. Uma filosofia onde o sublime da lei, divina ou racional, cria uma moral que o belo que emerge da vontade busca afirmar. 

Enquanto a obra de Kierkegaard foca na prioridade da realidade humana concreta em relação ao pensamento abstrato, dando ênfase à importância da escolha e compromisso pessoal, na vertente psicológica explora as emoções e sentimentos dos indivíduos quando confrontados com as escolhas que a vida oferece. Schopenhauer crê na necessidade da aceitação enquanto entrega para superação do sofrimento. Nietzsche propõe a aceitação enquanto possibilidade de afirmação de seus valores, superando-se enquanto vontade, apropriando-se desta sem julgá-la boa ou má; no subtítulo de seu último texto publicado, afirma-se psicólogo. 

Cronologicamente, Arthur apresenta o amor enquanto um artefato biológico, um dispositivo de captura; Kierkegaard como um modelo divino de conhecimento, linguagem e estrutura de conexão e Nietzsche ora como armadilha para o conhecimento – ver as coisas como não são quando se está amando – ora como possibilidade para se criar seu valor na afirmação do devir.

Toda sabedoria parece basear-se portanto em esclarecer o Amor, pois o Amor ama a sabedoria por esta lhe fazer mais potente. E esta faz mais potente, porque se quer por inteiro e se afirma na sua vontade. 

E para esclarecer o Amor, deve-se perguntar: Que posso saber sobre este Amor? Que devo fazer para respeitar as partes e o acordo? Que me é dado esperar se eu amar e respeitar individual e coletivamente? O que eu sou e o que torno a humanidade ao agir desta maneira? Que valores represento? Quem/O que se afirma quando represento estes valores?

Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Amor, ponto de convergência que é Ser

Amor é sabedoria metafísica-transcendental do corpo, sabedoria primordial da alma; âncora e asas, Razão e Sensibilidade de nosso Ser, empreendimento em expansão através do conhecimento emergido pela consciência.

Amor é auto-crítica da Razão; pura prática.

Na pureza da intenção,

domingo, 29 de dezembro de 2013

Amor, a meta-condução

Amor é o tempo de compreensão das vontades.
Amor é o espaço de compreensão das vontades.
Amor é o conhecimento da compreensão das vontades.
Amor é o processo da compreensão das vontades.
Amor é a sabedoria da compreensão das vontades.
Amor é o sinal da compreensão das vontades.
Amor é a compreensão das vontades.
Amor é das vontades 'autopreensão'.
Amor é a gestão das vontades;
____ e as vontades, pura in-forma-a-ação.
Amor é a considera-a-ação das vontades.
Amor, a meta-condução.
Amor, intensa-ação.

 Na gestão da informação, Amor à sustentabilidade,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quem ama, sabe: saboreia o Amor, a maior das filosofias a cada gota de vida

O Amor é a maior das filosofias porque é a coerência per se : é princípio, meio sem fim em constante aperfeiçoamento.

No sentido convergido pelo pensamento a partir dos sentidos, sabedoria que saboreia o viver,

Egito, Amor antigo

Para os egípcios antigos, o coração é o centro da sabedoria, morada da alma.

No Faraó que reina sobre a razão e as emoções, filho do Sol e da Lua, que brilha em nosso peito,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Sabedoria, a colheita do Amor

Acolher o tempo na fluidez de cada grão.

Na colheita do tempo, cultivo do espaço, sabor da dor que ia,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, lança e escudo

Além de qualquer categorização e conceituação, conecta-se ao que é bom, sem julgamento - principio da liberdade primeira e última, âncora e asas do Amor.

Na abertura que é viver, fé baseada no Amor,

A sabedoria do Amor

O Amor traz a certeza de que o planeta não corre perigo: quem corre perigo de extinção somos nós, humanos, que em nossa arrogância não enxergamos que o planeta vai bem, obrigado; melhor ainda sem nós - devemos então fazer por merecer estarmos por aqui.

Preserve-se - exercite suas virtudes em pleno Ar que ventila seus pulmões, alinhe o Fogo de suas vontades ao bem do superorganismo Terra, planeta Água.

Na prática que cura, posto que integra e respeita,

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A valor-iz-ação do Amor

Se mentes dão frutos,
É o florescimento de sua verdadeira natureza
que ocorre no cultivo de nossos melhores grãos.

Emoções - potenciais -
Sentimentos imagináveis,
Sentido-dia-logado,
Idéia esboçada, Ação esculpida

Na escolha do sabor de nosso viver, verdadeira sabedoria que é Ser, valor de estar,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, profunda emoção do Ser

Entregue-se às suas águas sem mágoas - deixe fluir, deixe limpar, do fundo emergirá tudo aquilo que te fará sarar.

Da mais profunda emoção do Ser emerge a sabedoria que nos conduz ao estar além do ter.

Na purificação que é estar em tua presença,

O Amor que vê o melhor do Ser

Havia um tempo, onde a métrica era cósmica e a medida eternidade.
Havia um espaço, cujo centro estava em toda parte e cuja periferia se encontrava em lugar algum.
Havia um conhecimento, onde o discernimento contemplava e a razão não julgava.
Havia um Ser, para o qual o importante não era ter, mas estar na plenitude da tua presença.

No passado do verbo haver, onde se vê o presente de um futuro que merecemos, sabedoria que nos torna o melhor que podemos Ser,

sábado, 24 de novembro de 2012

Amor, mola mestre da Sabedoria

Me alegro. Sou potência. Sou devir.
Aconteço.
E enquanto amanheço,
Vivo (o poder que sirvo).

Sou noite para meu Sol,
Brilho silencioso para fazer brilhar,
Sou aurora, desperto, sou vontade da Razão,
Sou poder - da vida - sou emoção.

Na Triebfeder da sustentabilidade,

sábado, 17 de novembro de 2012

Cor fati Amor


A pedra sobre a qual edifico minha obra,
As asas que me levam a superar a minha sombra,
O fio que tece todo o sentido
À espada, cuja ação ouso destemido.

Na pulsão que converge-me em Ser, sabedoria pura da Natureza,

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Amor, carinho que conquista sutilmente




Dizem que AH! foi a única sílaba que Buda proferiu e que continha todo seu ensinamento, disponível para todos - ouvidos e idiomas.

Sufismo e Budismo - sabedorias que dançam entre o ser o não-ser, contemplando o infinito.

E do rochedo emerge a verdadeira fortaleza - da alma, a calma e singela beleza.
No poder do sutil,

domingo, 23 de setembro de 2012

Quando o Amor é inequívoco

Ceguei-me com o brilho intenso que emana de tua alma e com os raios de cores vibrantes que fazem de teus olhos meu horizonte de um céu infinito eternizado pelas estrelas que fixam meu destino junto ao teu.

Perdi-me no instante da viagem, viciei-me na tua doce e intensa sintonia. Não me arrisco mais, tudo já está seguro de que não és ligeira paixão, mas eterno Amor presente em minha mente-coração, que, em acordo, são inequívocas.

Sem pretensões, mas com muita vontade de que dê certo, aproveito tua inevitável estadia para sempre em meu Ser; sofro a pré-tensão de lhe fazer infinitamente feliz pela eternidade dos dias que me forem concedidos.

Na certeza ancorada na sabedoria de meu Ser,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Amor - gestor da informação, filosofia da sustentabilidade

O Amor é a metodologia que organiza o fluxo da convergência das 4 forças arquetípicas do Ser no espaço-tempo através do conhecimento; é o princípio organizador do Caos em Cosmos, meta que confere sentido ao destino e sustentabilidade às ações.

As 4 forças arquetípicas do Amor que atuam na gestão da informação e compõem a filosofia da sustentabilidade são:

Eros (impulso/busca//sinal/dado)

Ágape (organização//dado/informação)

Philia (encontro/união/compartilhamento//informação/conhecimento)

Fati (processo/destino//conhecimento/sabedoria)


Formas pelas quais as forças se manifestam:


Sabedoria primordial (espaço)

Sabedoria transcendental (tempo)

Da sabedoria primordial (caos) emanam sinais - 0 e 1 - que buscamos (eros) organizar em dados (ágape)para determinar informação (philia), que compartilhamos como conhecimento (fati) gerando um ciclo de sabedoria transcendental (cosmos); a meta do Amor é tornar as ações coerentes, revelando a enteléquia contida no caos, realizando o chaosmos (universo digital).

Na generosidade, um passo do Amor, como o cuidar,