As possibilidades são externas, a certeza é interna - o Amor a ponte que desperta a confiança em Ser na destreza de Estar e serenidade do escolher.
No Ter que compartilha o melhor dos mundos possíveis,
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Amor, dá-me vida
Tu, cujo nome se esconde sob as vestes da eternidade
cujo semblante toca o infinito,
Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.
Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.
Tu, Amor, és Tu-do!
És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.
No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,
cujo semblante toca o infinito,
Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.
Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.
Tu, Amor, és Tu-do!
És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.
No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, cultivo da rendição
Cultive-se. Compartilhe-se. Renda-se ao Amor.
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor, o caminho da sustentabilidade
Amor, caminho sustentável criado por cada um, compartilhado por todos.
No caminho hábil que nos une ao Todo,
No caminho hábil que nos une ao Todo,
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
No cultivo da semente do Amor
Não se deve depender de fatores externos para se cultivar, colher, distribuir e desfrutar do Amor.
Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.
Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.
Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,
Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.
Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.
Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,
Laços do Amor:
aconchego,
asas,
calor,
campo fértil,
colheita,
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coração,
cultivo,
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Nietzsche,
peito,
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silêncio,
vontade de poder
sábado, 25 de julho de 2009
Amor - o troco do sorriso
Estava gripado, indo dar aula particular de alemão, quando no dia 01.07.09, após um singelo encontro na garagem, parando bicicletas, um sorriso me tirou de meu isolamento febril e me fez reconectar com minha magia interior. Bilhete deixado na cesta de sua bike, nunca respondido - e nem precisava: às vezes, o importante é apenas retribuir. E agradecer. Essa é a maior concretização do Amor.
Cara desconhecida,
Desculpe-me de antemão a audácia e intromissão.
Gostaria de lhe agradecer por seu sorriso, mesmo sem querer, ter iluminado a penumbra da garagem e de um corpo doído pela gripe - a alma, leve e imaculada, regozija encantada.
Essas coisas por muito nada tem a ver, são lampejos do destino, acontecem por um momento nos sem fim dos cotidianos. Cumprem seu papel - que no caso foi de me entusiasmar, ou seja, encher de Deus, e de me inspirar a te escrever, agradecer e compartilhar (algo que pouco se faz de verdade hoje em dia) - e só.
Caso, no entanto, desta finitude do momento tenha dó não deixe protocolos sociais e medos estomacais lhe impedirem de fazer um novo amigo com possíveis conceitos mais. Ou não, apenas amizade e gratidão.
Se acaso a timidez lhe tomar de refém e roubar a voz, mande-me um sms dizendo 'me ligue' ou 'me esquece'.
Não é operadora telefônica, mas é simples assim. Se não nos falarmos mais - como se estivessemos! -, quero agradecer-te. E desejar-te tudo de melhor: para que possas compartilhar seu sorriso com o mundo, cada vez mais.
Na inspiração respeitosa que é o Amor em seu leve e descomplicado viver,
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Amar é compartilhar, meditar o caminho
"À medida que você progride para cima, em direção ao quarto centro -- ou seja, o coração -- toda a sua vida se transforma num compartilhar de amor.
O terceiro centro criou a abundância de amor. Ao atingir, pela meditação, o terceiro centro, você se tornou tão transbordante de amor, de compaixão, que você quer compartilhar. Isso vem a acontecer no quarto centro -- o coração.
É por isso que mesmo na vida mundana as pessoas dizem que o amor vem do coração. Para elas, entretanto, isso é apenas um papaguear, um falar por ouvir dizer; elas de fato não conhecem, porque nunca chegaram ao seu próprio coração. Mas o meditador, finalmente, chega ao coração.
À medida que ele chega ao âmago do seu ser -- o terceiro centro -- de repente acontece uma explosão de amor, de compaixão, alegria, bem-aventurança e de êxtases, e com uma tal força que atinge o coração, e abre o coração.
O coração encontra-se exatamente no meio de todos os seus sete centros -- três ficam abaixo, os outros três ficam acima.
Você chegou exatamente no meio."
Osho - The Search: Talks on the Ten Bulls of Zen Chapter2
O terceiro centro criou a abundância de amor. Ao atingir, pela meditação, o terceiro centro, você se tornou tão transbordante de amor, de compaixão, que você quer compartilhar. Isso vem a acontecer no quarto centro -- o coração.
É por isso que mesmo na vida mundana as pessoas dizem que o amor vem do coração. Para elas, entretanto, isso é apenas um papaguear, um falar por ouvir dizer; elas de fato não conhecem, porque nunca chegaram ao seu próprio coração. Mas o meditador, finalmente, chega ao coração.
À medida que ele chega ao âmago do seu ser -- o terceiro centro -- de repente acontece uma explosão de amor, de compaixão, alegria, bem-aventurança e de êxtases, e com uma tal força que atinge o coração, e abre o coração.
O coração encontra-se exatamente no meio de todos os seus sete centros -- três ficam abaixo, os outros três ficam acima.
Você chegou exatamente no meio."
Osho - The Search: Talks on the Ten Bulls of Zen Chapter2
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