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sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor à toda paisagem humana

Amor às depressões, aos vales das sombras e picos de pura Luz - Amor à toda paisagem humana,

Em momentos de depressão - mesmo os constantes que definem um quadro depressivo; isto também vale para ansiedade e síndrome do pânico - a primeira coisa que se precisa fazer é cultivar sua paz interior, gerando e cultivando um espaço interno através da respiração.

É aceitar-se na dor e no prazer de se ser o que se é e buscar cultivar isto com excelência.

Não rejeitar esta fase no vale da sombra (do Eu), muito mais agradecer a ela, pedindo-lhe que lhe mostre o que tanto lhe magoa, o que tanto queres mudar: fazer do sofrimento seu guia para assim alcançar a verdadeira felicidade.

Só a dor pode mostrar o que precisa ser mudado/transformado.

Só o Amor pode realizar essa transformação - com Luz/clareza para discernir o que pode e o que não pode ser mudado, Força para realizar o que for necessário e compaixão para acolher todo o resultado equanimemente: amar seu destino.

Amar o que se é agora. E se perguntar como se quer ser no instante seguinte. Amá-lo também, atraindo assim para si na pulsação do coração.

Reflita.
Por que sentes isto?

Que atos o tem feito se sentir se boicotando?
Mude-os.

Que resultados o tem desagradado?
Analise suas causas.
Mude-as.

Que pensamentos o tem preocupado?
Mude a perspectiva.
Canalize-os para a transmutação.

Psicólogos, gurus, psiquiatras, terapeutas? Sim, eles lhe levarão ao mesmo lugar que precisas encontrar por si mesmo. Eles poderão ajudar, mas é somente você quem terá que ter a coragem de procurar, encontrar e entrar para poder sair mais completo.

Cada vez se é mais afoito. Precisa-se aprender a controlar suas emoções..

Aguardar as informações do mundo exterior chegarem, estarem disponíveis, colher mais informações, amadurecê-las dentro de si para tomar decisão mais sábias e sustentáveiss ao invés de ansiosas e apressadas.

Respire.
E pare de se julgar.

Seja feliz aqui e agora, pois não adianta correr atrás de nada, porque à sua frente espreita a morte - cultive o único espaço-tempo onde há vida; o Aqui e Agora.

Na seqüência de instantes que marcam a eternidade de nossas memórias,

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor resiliente - coração elástico



Coração elástico, a prova que o Amor confere resiliência a nosso Ser.

E que nos incentivo a dialogarmos com nossa sombra que se espelha nas águas de nossas emoções e, (con)vencida, se prostra a nossos pés para servir ao nosso Ser de Luz, capaz de superar todas as adversidades, posto que não há mais obstáculos a serem superados e sim situações a serem vividas.

No pega, estica e puxa, mas trata com carinho e verdade, onde sempre cabe mais um,

domingo, 24 de abril de 2011

Amor ao incômodo

O incômodo é o primeiro degrau para se sair da zona de conforto.

É necessário sentir-se confortável no desconforto e seguir adiante, rumo à expansão de nosso Ser.

No sabor do desgosto que ressalta o sabor da vida, sombra que ressalta a Luz,

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos

Só há um Deus, o Amor, um Todo multifacetado, ao qual nada é parelho e tudo converge, sendo tudo ferramenta de sua ação, Força cuja Luz nos guia em nossa ascese pela via do sorriso e pela via da dor, pois há ensinamentos que apenas a dor traz, porquanto gostariamos de trafegar apenas pelos cantos dos sorrisos.

Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.

O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.

Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.

Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.

O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.

Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.

Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A certeza do Amor

Somos poucos, mas podemos muito.

No poder multiplicador e profundamente transformador, fé que transforma sombra em Luz,

sábado, 6 de novembro de 2010

Amor, florescimento da talidade

Amor é a consciência que joga Luz sobre a sombra das dúvidas e alivia o peso de nossos passos - não carregamos dois ou mais que uma multidão, somos só nós, inteiros, enfrentando a solidão que não existe, pois somos todos unos com a criação.

Realizar-se é realizar esta completude natural.

Não há mais medo, apenas a certeza de que precisamos caminhar rumo ao nosso destino.

Criatura, torna-te o que tu és, criador!

Cria a ação que floresce Amor, oferece-te de corpo-fala-mente ao Todo da Rede.

"Oferece a inalação à exalação, e oferece a exalação à inalação, neutraliza ambas as respirações; liberte a força vital do coração e mantenha o controle sobre ela."

Na Kriya-ação, compreensão da yoga da talidade,

domingo, 24 de outubro de 2010

Não há contrário parelho ao Amor

Engana-se quem pensa o ódio como sendo o oposto ao Amor. Não há contrário parelho ao Amor.

O ódio, por exemplo, advém da ignorância, é uma consequência de algo, não um princípio ordenador, único e independente como o Amor – que em seus desdobramentos até ganha nuances e contornos dependentes, multifacetas e, por vezes, leva à confusão (se refém de um mesmo estágio, estagnado, pois é vital ao Amor sua fluidez).

Poder-se-ia afirmar se tratar a ignorância do contrário do Amor, mas não que seja parelho, porquanto este tem em si não apenas o conhecimento, mas também o desconhecimento e a imperativa vontade de fazer do caótico desconhecido um cosmológico conhecido e, nesta jornada conceber a harmonia e o belo através da ordem que se impõe ao se trazer algo do campo do desconhecido à luz do conhecimento.

Já a ignorância não contém em si nada além do desconhecimento e da barreira concebida pelo ato de ignorar (nota: barreira que também pode ser concebida pelo uso errado do conhecimento) – conhece e concebe apenas algo veladamente: a de que ignora – reside nesta centelha única de entendimento claro a chance de se desdobrar em busca de seu esclarecimento: fio único de Amor ao qual os filósofos se prendem para ascender cada vez mais na senda da sabedoria, afastando-se cada vez mais da escuridão da ignorância, identificando-se cada vez menos com a unidade e forjando-se cada vez mais uno com o Todo.

Todavia não é a ignorância o contrário do Amor não apenas por tudo retrocitado, mas por não poder contar com a existência aplicada da vontade de poder do indivíduo de, primeiro, reconhecer seu estado ignorante e, consequentemente, empenhar-se no exercício da clareza e aquisição de conhecimento, princípios sumos da vivificação da sabedoria – realização do Amor, união não-dual, primordial e eterna, entre amante e amado que já não são mais um, nem dois e no três - Amante-Amado e Amor exercido - se confirmam e à sustentabilidade da unidade.

Consequentemente, afirmamos que se há oposto ao Amor este deve ser composto: parte da falta de vontade de poder de esclarecimento que confirma e mantém a ignorância que, em ciclo dual, reforça a falta de vontade de poder ou a faz perder seu foco, conduzindo-a à indolência, uma das máscaras do egoísmo, que atua com extratos de agressividade, incompatibilidade e faltas diversas, como de harmonia, de comprometimento e de resultados sustentáveis – pois deixa-se de dar importância à interação com o Todo e pensa-se ser possível atuar-se por si e por conta própria, ignorando-se a grande rede da qual se faz parte e a lei da causa e efeito.

Como veremos na citação a seguir, podemos concluir que o egoismo é o desvio do conhecimento, sua perda de foco, em suma, falta de Amor, pois apesar de focar na unidade, se apequena na unidade que conhece, sem expandir seu conhecimento para contemplar a grandeza da unidade do qual fazemos primordialmente parte.

O Amor é esta revelação, é a retirada dos véus da ignorância na ascese de nosso conhecimento ordenado ao crescimento sustentável que busca nosso religare com nossa sabedoria primordial e intrínseca.

Esta busca pode ser tanto realizada de maneira instantânea – ao se contemplar a natureza una –, quanto conquistada ao se compreender e dar coerência às manifestações multifacetadas da mesma natureza una, em específico ao se alinhar, harmonizar e dar coerência aos três níveis básicos de existência (Eros, ágape, philia; mineral, vegetal, animal; passado, presente, futuro; próton, elétron, neutron; etc) – a permanência da natureza é a impermanência.

Compreender a razão de Ser do Amor é compreender a complementaridade dos opostos e forjar uma nova ordem para o progresso em harmonia.

O Amor é “algo absolutamente unitário, que não pode se compor a partir de elementos preexistentes”, como diria Georg Simmel em seus Fragmentos sobre o Amor, onde continua: “O Amor é uma categoria primordial, não tendo nenhum outro fundamento além de si mesmo... determina seu objeto na totalidade de seu ser último, o nada como tal na ausência de toda existência prévia”.

A partir desta leitura pode-se correlacionar o mito grego de Eros dando ordem e harmonia ao caos fazendo de um elemento sem compreensão e que nada representa – a não ser ausências e compreensão e efeitos desta, como medo, insegurança, incerteza, incompreensão –, pois é vazio em si contendo um sem fim de possibilidades, algo próximo e belo através de uma interpretação possível, sendo a mais próxima a própria, donde se conclui que o Amor é um ato de conhecimento em si e aplicado – e se de outra forma fosse, não o seria, pois “saber e não fazer ainda não é saber”, como diria Lao Tsé: há de se aplicar o Amor (o conhecimento) para que seja de fato Amor (sabedoria).

Por fim, vale reforçar que o Amor, de natureza una, tem princípio trino: é ao mesmo tempo impulso (Eros), ordenação (Ágape) e compartilhamento (philia); aplicados ao mesmo espaço, geram os ciclos de desenvolvimento (Amor fati); na alternância entre o uno e a tríade passa-se pela dualidade, caos da oposição insensata dos fatores aparentemente antagônicos, mas complementares.

Reside na ignorância da complementaridade o atraso e a estagnação, pois não potência positiva (impulso) sem controle (ordenação), tanto quanto não há nascimento sem morte, masculino sem feminino, luz sem sombra.

Sobre este último, vale ressaltar que é a sombra que evidencia para a Luz onde há obstáculos para a sua plenitude, pois, caso não os houvesse, não haveria algo a partir do qual se projetaria a sombra – no caso do humano, é o ego o obstáculo que a sombra desmascara e ponto a ser transmutado para a expansão do nosso Ser.

E o Amor, energia primordial, é a hábil condutora da força da sombra aliada à clara ordenação da Luz para forjar a unidade em constante expansão cíclica.

No caos que não limita e no verbo que cria liga, faz sentido e não diferencia, sustenta,

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Minha questão com Deus é Amor

Meu D.E.U.S. (Domínio Equânime na União dos Seres) é tão forte, supremo e absoluto que não necessita de minhas indagações para se confirmar e firmar sua existência; não precisa de meu sacrifício, pois não precisa de louvor; é bom, bondoso a ponto de não interferir nas relações individuais, pois fazem parte de um sistema justo que se torna injusto apenas por nossa ignorante (in)compreensão - e não interfere, pois estaria privilegiando a um ente em detrimento ao outro e como somos irmãos à sua imagem e semelhança, devemos saber lidar com nós mesmos, sem necessidade de que alguém interfira, indague ou nos louve.

Apenas nosso ego carece disto (e não devemos projetá-lo sobre a luz divina) e cria à sombra de sua ignorância uma luz artificial à sua própria imagem e semelhança (ou seja, é representação da representação; ao invés de buscarmos a fonte original, decaímos na cópia) para representar a grandeza do Todo na pequenez de nossa própria zona de conforto, conferindo garantia ao caos, aprisionando-o e a nós mesmos, impossibilitando a geração da verdadeira Luz de nossa estrela interior que, manifesta, compartilha do firmamento do divino.

Apenas a liberdade do Amor dialoga e erige do caos o cosmos, harmonia e beleza fecunda que, sendo meu ato de viver, torna minha vida o único ato de louvor necessário para louvar o meu D.E.U.S.: tecermos em conjunto a trama da vida e, na rede da troca, compartilharmos nosso destino, sermos um só na vastidão da multiplicidade, tornando-nos o que somos.

Na autonomia que crio para confirmar-me em meu destino, asas da liberdade que me elevam ao divino,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Amor à sombra

Don't underestimate the power of your shadow: don't reject it, accept it; don't fear it, use it to overcome thyself.

A sombra é a projeção da realização de nossa Luz ao encontrar um obstáculo.

Neste sentido é nossa amiga, companheira de jornada quen nos indica o que há de ser removido para alcançarmos nossa plenitude, sendo de fundamental e vital serventia na ascese de nosso Ser rumo à iluminação.

A jornada do herói passa pela integração de nossas limitações que, no óbvio, são nossas limitações, falhas e fraquezas, mas no sublime se transformam em nossa redenção, fortaleza e canalização para a plenitude e perfeição.

Este poder do lado negro não deve ser subestimado, muito menos recalcado, mas amorosamente conduzido à integridade de nosso Ser sob a égide de nossa Luz: a desconstrução deve servir a um plano de construção superior e maior que o dualismo reinante e que, ao medir forças ou negá-las, apenas fortalecemos os obstáculos que são absorvidos e incorporados por nossa sombra que ganha vulto e uma pseudo-independência.

Independência porque passa a agir e estar, aparentemente, no controle; pseudo, porque a Luz de nossa consciência, por mais ínfima e retraída que esteja sempre há de facilmente iluminar a escuridão de nossa ignorância e, alimentada, re-acolhê-la por inteiro.

Pois é como diz Marianne Williamson no livro "Efeito Sombra": "Para a sombra, a Luz é um inimigo. Mas para a Luz a sombra não é nada, simplesmente não existe".

Por vezes, a maioria delas, projetamos nos outros sombra e neste exterior nossos obstáculos, atitude que nos prende cada vez mais ao Karma e ao mundo ilusório, afundando-nos no oceano do sofrimento, incapazes de encontrar nossa salvação em nós mesmos, muito menos de auxiliar os outros, reféns, todos, de uma derrota que se repete geração por geração.

Tanto pessoas, como marcas, governos e instituições, quanto a própria rede - a web e a vida em si - devem cuidar de suas so(m)bras: padrões repetidos, insucessos, perdas, resíduos indesejados, falhas, frustrações.

Nunca negando, sempre aceitando, aprendendo, revendo, reciclando e, principalmente, integrando: cometendo novos erros para ter novos aprendizados e assim novos acertos ampliando nossos horizontes e expandindo nossas fronteiras.

Harmonizar pontos fortes e fracos e integrá-los de maneira superior para identificar nos momentos da vida oportunidades ante às ameaças inerentes.

Sob os auspícios da cruz cardinal que se forma hoje, no dia 06.08.2010, no céu e há de se manifestar através de nós aqui na Terra.

Essa cruz cardinal é formada por Saturno em Libra, Jupiter em Áries, Plutão em Capricórnio e a Lua em Câncer; traduzindo por alto: teremos o surgimento, por bem ou por mal, de um novo começo grandioso ao rompermos com estruturas falidas a partir do reconhecimento, transmutação e descarte daquilo que não nos serve mais, externado, positiva ou negativamente, por nossas emoções.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Amor 23

Amor é andar pelos vales da existência, encontrar a sua sombra e vivenciar a morte do ego em vida e, mesmo diante disto tudo, refrigerar-se com o regozijo da ascese da alma, guiada pelas veredas da justiça do Amor, que nada deixa faltar, que nada deixa sobrar, é justa e repousa em verdes pastos, irrigada por águas tranquilas.

A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.

Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.

Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,

terça-feira, 1 de junho de 2010

A vigília do Amor

Amar é vigiar o vigia vigiar quem o vigia.

Não o vigia da torre, mas o do quarto escuro de nosso Ser.

É contemplar sua face em meio à sombra e gentilmente o convidá-lo à clareza do diálogo elucidado pela abertura e vontade de entendimento.

No vigiar, nunca no punir,

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Amor é aprendizado

É dar espaço para o não entendimento, gerando assim a viabilidade para o entendimento.

O aprendizado do Amor é esta união que forja una a dualidade e lança a Luz da clareza sobre as sombras da ignorância guiada pela força da compaixão.

No aprendizado tântrico do Amor, que é pura sabedoria,

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Amor, Transformação e União

Mesmo face à Luz do conhecimeno, o ser humano prefere ficar à sombra da ignorância; por isso o mundo está assim: falta a força transmutadora do Amor que age sobre o Eu, o Outro e a favor do Nós.

No Amor,

terça-feira, 24 de junho de 2008

Amor contrastante

O amor humano (se) engana.

O Amor divino ilumina.

Amar é viver esse jogo de contrastes, luzes e sombras - a eterna dança entre o velar e o desvelar iniciada por Eros e Psique.

É uma dança que não pode parar: se pára no velar obscurece, perde-se, desinteressa-se; se pára no desvelar quebra-se o encanto, acostuma-se, assusta-se; em ambos afasta-se e isto é o contrário do Amor - união incondicional.

No amor,