Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chuva. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Um dia, Amor

Os deuses choram,
A chuva cai.

O coração ama,
A mente, ardente-mente.

E o Ser contempla os vôos da alma.

Na complexa simplicidade,

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Amor desarma


Se não desarmar, não se enxerga o sol.

Ficamos tão presos a uma segurança relativa - armamo-nos com conceitos, esquemas mentais, guarda-chuvas conceituais -, que suprimimos o movimento de crítica e aceitamos que tudo perdure, quando na verdade tudo flui - nenhuma chuva, por pior que seja, dura para sempre.

Por isso devemos caminhar no ritmo das mudanças, nos lançar ao fluxo do processo evolutivo e remover os obstáculos externos, internos e secretos.

Nossos padrões nos "obstacularizam" e nos levam a ignorar até as sensações - há padrões tão fortes que sufocam o grito das últimas gotas anunciando o fim da chuva.

Ousar saber. O Amor a tudo eleva e sustenta.

Na chuva que banha minhas memórias, molha minhas lembranças e rega minhas esperança,


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Nuvens de Amor

Choveu, sorriu, floriu.

Amor em tempos de chuva brota a cada esquina, alegra todo canto.

No canteiro que obra e faz chover gotas de felicidade,

sábado, 17 de outubro de 2009

No cultivo do Amor

A chuva teima em regar a saudade do Amor que brota, mas ainda cultiva o amadurecimento. Deixa a boca molhada a espera dos frutos.

Cede, sede.

Cessa essa voracidade que à semente nem tempo dá - antes, consome-a por inteiro, auto-suficiente que é, esta força que se proclama Amor, mas que precisa conjugar o Amar.

Aprende no úmido e vazio de si mesmo o espaço e regozija com o tempo que o nós necessita, cria e habilita para se eternizar.

Sorve cada gota, absorve cada sombra no escuro da noite, contempla a dor da ausência e transforma tudo na grandeza luminosa do Amor - essa força que impulsiona a semente, essa terra que acolhe e nutre, esse adubo que faz a todos crescer e compartilhar os frutos, imaculados e suculentos pelo cuidar respeitoso de seus individuais elementos.

No som das águas, gota por gota, destilando o fino do Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor ideal

Identifico o Amor com a concepção platônica do mundo das idéias, que abarca tanto o movimento de Heráclito, quanto a eternidade imutável de Parmênides (se é que posso expressar assim).

O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.

No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.

Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.

Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.

Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.

No amor,