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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Amor, não-objeto

Meu desejo me faz ter ouvido de mercador, onde a alma sedenta oferece o corpo ao prazer e à dor.

Na ágora do agora, superação da oferta e demanda,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor à toda paisagem humana

Amor às depressões, aos vales das sombras e picos de pura Luz - Amor à toda paisagem humana,

Em momentos de depressão - mesmo os constantes que definem um quadro depressivo; isto também vale para ansiedade e síndrome do pânico - a primeira coisa que se precisa fazer é cultivar sua paz interior, gerando e cultivando um espaço interno através da respiração.

É aceitar-se na dor e no prazer de se ser o que se é e buscar cultivar isto com excelência.

Não rejeitar esta fase no vale da sombra (do Eu), muito mais agradecer a ela, pedindo-lhe que lhe mostre o que tanto lhe magoa, o que tanto queres mudar: fazer do sofrimento seu guia para assim alcançar a verdadeira felicidade.

Só a dor pode mostrar o que precisa ser mudado/transformado.

Só o Amor pode realizar essa transformação - com Luz/clareza para discernir o que pode e o que não pode ser mudado, Força para realizar o que for necessário e compaixão para acolher todo o resultado equanimemente: amar seu destino.

Amar o que se é agora. E se perguntar como se quer ser no instante seguinte. Amá-lo também, atraindo assim para si na pulsação do coração.

Reflita.
Por que sentes isto?

Que atos o tem feito se sentir se boicotando?
Mude-os.

Que resultados o tem desagradado?
Analise suas causas.
Mude-as.

Que pensamentos o tem preocupado?
Mude a perspectiva.
Canalize-os para a transmutação.

Psicólogos, gurus, psiquiatras, terapeutas? Sim, eles lhe levarão ao mesmo lugar que precisas encontrar por si mesmo. Eles poderão ajudar, mas é somente você quem terá que ter a coragem de procurar, encontrar e entrar para poder sair mais completo.

Cada vez se é mais afoito. Precisa-se aprender a controlar suas emoções..

Aguardar as informações do mundo exterior chegarem, estarem disponíveis, colher mais informações, amadurecê-las dentro de si para tomar decisão mais sábias e sustentáveiss ao invés de ansiosas e apressadas.

Respire.
E pare de se julgar.

Seja feliz aqui e agora, pois não adianta correr atrás de nada, porque à sua frente espreita a morte - cultive o único espaço-tempo onde há vida; o Aqui e Agora.

Na seqüência de instantes que marcam a eternidade de nossas memórias,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A educação holística do Amor

Amor é quando o sofrimento conduz ao aprendizado e não apenas à banalidade da dor.

No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,

terça-feira, 12 de julho de 2011

Na morte, o Amor é a senha contra a impermanência

Ah, a morte, doce travessura. Pula-se o muro para dar-se um susto na próxima esquina da vida.

As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.

A senha para se reconhecer? Amor.

A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...

No pique-esconde das encarnações,

Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.

Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."

Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos

Só há um Deus, o Amor, um Todo multifacetado, ao qual nada é parelho e tudo converge, sendo tudo ferramenta de sua ação, Força cuja Luz nos guia em nossa ascese pela via do sorriso e pela via da dor, pois há ensinamentos que apenas a dor traz, porquanto gostariamos de trafegar apenas pelos cantos dos sorrisos.

Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.

O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.

Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.

Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.

O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.

Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.

Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Amor é saber o que não salvar

Por vezes, mais por apego, queremos salvar tudo, indo contra o ciclo natural da vida, salvando coisas – pessoas, situações, valores, objetos – que simplesmente deveriam “ir com o fluxo do tempo”.

Assim criam-se aberrações que atormentam e geram atrito no fluxo, diminuindo o Amor e dando espaço para a dor e o ódio.

Amor é também dizer não, saber quando partir e deixar-se-ir. Neste sentido, Amor é também saber morrer.

É a suma sabedoria de que somos Todos um e que não há necessidade de apego, que tudo converge para um fim sustentável, onde as partes se harmonizam natural e eternamente no fluxo.

Na salvação da escolha que confirma o destino,

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Amor, ensinamento-mor

Amor é a via prazerosa do aprendizado e a compreensão de que quando não se aprende por bem - por Amor - se aprenderá pela dor. 

O ensinamento sempre acontecerá, cedo ou tarde, no instante da eternidade, Amor que se faz presente.

No aprendizado do conhecimento sublime,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor ensinamento

Pela dor ou pelo Amor, todo ensinamento virá, todo aprendizado da alma acontecerá.

Cabe a cada um buscar aprender como pode, na certeza de que se um fato for evitado por um lado, o mesmo aprendizado atrelado ao fato evitado acontecerá de outra e qualquer maneira.

Na compaixão que vivifica todo conhecimento,

sábado, 19 de dezembro de 2009

Amor, o eterno retorno daquele que nunca foi, mas é e sempre será, Amor

O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.

E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.

Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.

Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.

No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese

sábado, 17 de outubro de 2009

No cultivo do Amor

A chuva teima em regar a saudade do Amor que brota, mas ainda cultiva o amadurecimento. Deixa a boca molhada a espera dos frutos.

Cede, sede.

Cessa essa voracidade que à semente nem tempo dá - antes, consome-a por inteiro, auto-suficiente que é, esta força que se proclama Amor, mas que precisa conjugar o Amar.

Aprende no úmido e vazio de si mesmo o espaço e regozija com o tempo que o nós necessita, cria e habilita para se eternizar.

Sorve cada gota, absorve cada sombra no escuro da noite, contempla a dor da ausência e transforma tudo na grandeza luminosa do Amor - essa força que impulsiona a semente, essa terra que acolhe e nutre, esse adubo que faz a todos crescer e compartilhar os frutos, imaculados e suculentos pelo cuidar respeitoso de seus individuais elementos.

No som das águas, gota por gota, destilando o fino do Amor,

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Amor Eu sou

Eu sou o vazio que deixo em ti. E quando torno te preencho e transbordo.

Eu sou sua expansão e crescimento. O conforto e a dor.

Eu sou a morte do eu; Eu sou a ressurreição do Eu.

Eu sou o pulsar da vida.

No não-julgamento do Amor,

terça-feira, 19 de maio de 2009

Amor é o Tempo, o Espaço do novo e do velho

Velho, novo... o que seriam?

O novo não passa a ser velho em um instante e o velho, revisitado não passa a ser novo?

Não é o Tempo um conceito humano e próprio de cada um? E se velho e novo forem um e a mesma coisa, entrelaçados na espiral cíclica da vida em eterna evolução?

Aí é só não se desgarrar e compreendar como os fios se entrelaçam, seguem e forjam a teia de nossa vida que nos sustenta em nossa evolução.

Eu tento observar minhas dores, do corpo e da alma com a maior serenidade possível. Busco com compaixão entender o motivo de sua existência para de alguma maneira aprender com elas e assim evoluir amorosamente.

Temos sempre vislumbres daquilo que somos em nosso pleno potencial e, ao menos ao que me parece, nosso dever é cultivar nossa essência para alcançar esta plenitude e trazê-la para o plano físico, fazê-la cotidiano e não apenas lampejos do sublime meditativo e transcendental - tornando-nos assim infinitos (i)mortais.

No Amor, essa infinita relação TempoXEspaço,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Amor é ciclo de valorização

Tem certas coisas que não iremos esquecer nunca.

O que precisamos é liberar a culpa, a dor e guardar o aprendizado sem rancor, aplicando o conhecimento para gerar um novo ciclo de valor.

No infinito ciclo do Amor infinito,

sábado, 3 de janeiro de 2009

Amor expandindo a brevidade da vida

O amor é uma viagem, pois tem começo, meio e fim, como toda vida, uma jornada terrestre entre o nascer e o morrer.

Mas o Amor é também um passeio: contemplar e reconhecer a eternidade de cada momento, fazendo a vida ser vivida e escrita em V maiúsculo, transcendendo nascimento e morte e alcançando a compreensão do verdadeiro ciclo; tal qual a água que evapora dos rios, lagos e oceanos para depois precipitar-se como chuva, ser drenada e reiniciar todo o ciclo novamente; tal qual a larva está para a borboleta.

Amor com A maiúsculo, Vida com V maiúsculo.

E é neste espírito de início do ano gregoriano de 2009 e final do ano tibetano de 2135 que o pensamento do filósofo Sêneca - nascido na Espanha romana do século I, tutor de Nero e que tanto li quando meu Opa ainda se encontrava na CTI - eclode pedindo passagem, como um contrapeso crítico à euforia desmedida que deságua em carnaval de maneira não-crítica.

Afinal, vale sempre lembrar "Sobre a brevidade da vida" - não obstante obra de Sêneca - até para darmos valor e eternizarmos cada momento.

Portanto, inspirado na leitura da obra supra-citada, parafrasiei algumas máximas aplicando-as ao tema do blog: Amor.

Espero que lhe inspire para aproveitar cada momento de 2009 como se fosse o último dentro do paradoxo da eternidade inerente a cada momento, afinal, isto é o Amor: gostar tanto que se deixa livre, pois se é um só. Aproveitem.

  • O amor ensina a agir, não a falar.

  • Amor é quando as palavras estão de acordo com a vida.

  • Não há amor sem virtude, nem virtude sem amor.

  • O Amor ordena a vida, regula a ação, mostra o que deve ser feito e o que deve ser evitado, está no leme e dirige o curso hesitante dos erram a esmo por não se entregarem a Ele, o Amor.

  • Amor, recurso libertador, forma a alma e serve de guia para a ação.

  • Amor ars vitae - amor arte da vida - artífice da vida.

  • Amor, mais que o conhecimento das coisas, é a aplicação à virtude e a prática do bem.

  • Amor é vida e vida é o espaço do bem e do mal. O fim da atividade amorosa - e, portanto, do ato de viver - é uma vida sábia - e vice-versa -, e é próprio do sábio realizar uma vida no bem.

  • Amor é instruir-se na filosofia por ações e enfrentar situações reais: é ver de que força de espírito é capaz um homem iniciado nele diante da morte, da dor, da aproximação de uma, da pressão da outra.

  • Amar é a busca pela virtude, a plena realização que independe das circunstâncias.

No Amor,

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Sobre como lidar com a velhice e a morte

É necessário trabalhar a relação com os entes queridos mais velhos com amor e desapego

Eles partirão.

Por isso, não cultive nada além de um imenso amor e agradecimento por tudo que lhes foi possibilitado ser vivido.

Saboreie cada olhar, cada toque, cada palavra, cada gesto, cada troca.

É o que eu faço com meu 'Opa' ('vô' em alemão) toda vez que estou com ele.

Ao mesmo tempo, vou me preparando para a minha própria velhice e morte.

Com o tempo, virão outras variáveis, como os filhos, netos, ou não, apenas doenças e dores.

Mas é bom já ir se abrindo para o inevitável para encarar tudo com dignidade e assim transcender a dor, o sofrimento e ser soberano de sua existência.

Apenas o Amor pode realizar isto: esta abertura que a tudo conquista, inclusive a eternidade.

Uma qualidade tranquila de entendimento daquilo que tem que ser vivido e a força para que seja vivido da melhor maneira. É explorar o todo potencial dos limites impostos pelo Ser, esse é o amor que nos guia, que nos conduz para o além-morrer.

É Luz que nos esclarece que o contrário de morte não é vida, é nascimento. Esse é o amor, o ciclo do eterno viver.

No Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor professor

Os maiores ensinamentos vêm muitas vezes dos aprendizados mais dolorosos. O Amor é esta essência que ensina e cura e o ciclo que sustenta esta dança da vida.

No Amor,