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domingo, 26 de agosto de 2012

O Amor orça e faz valer o destino

Vento
tento
sento
medito

A vela se apaga
ao inflar das velas
que a luz da consciência impulsiona
na direção de nosso destino

No bombordo,

quinta-feira, 24 de maio de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Amor, meditação nas nuvens

Tudo é nuvem.

Precipita-te. E torna a elevar-te.

Eis o ciclo que une a Terra ao Ar através da Água para manter sempre acesa a chama do Fogo sagrado que habita em nós.

Respira.

Deixa a nuvem passar.

Não te identificas com ela - és parte dela, ela parte de ti. E enquanto parte, o que resta é a contemplação de seu aspecto eterno e universal - a vastidão do espaço de sua mente, atemporal e infinita.

Entrega tua singularidade a serviço da universalidade de teu Ser e guarda tuas partes com carinho e sem apego.

Voa. Brilha. E volta para compartilhar teu canto.

No ciclo do Amor, quinto elemento que forja a vida,

sábado, 24 de dezembro de 2011

O despertar da flor do Amor

Amar é abrir-se à vida, é deixar-se florescer o espírito.

Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,

sábado, 6 de novembro de 2010

Amor, florescimento da talidade

Amor é a consciência que joga Luz sobre a sombra das dúvidas e alivia o peso de nossos passos - não carregamos dois ou mais que uma multidão, somos só nós, inteiros, enfrentando a solidão que não existe, pois somos todos unos com a criação.

Realizar-se é realizar esta completude natural.

Não há mais medo, apenas a certeza de que precisamos caminhar rumo ao nosso destino.

Criatura, torna-te o que tu és, criador!

Cria a ação que floresce Amor, oferece-te de corpo-fala-mente ao Todo da Rede.

"Oferece a inalação à exalação, e oferece a exalação à inalação, neutraliza ambas as respirações; liberte a força vital do coração e mantenha o controle sobre ela."

Na Kriya-ação, compreensão da yoga da talidade,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

É tempo do Amor libertar

O futuro se aprende com o passado e se faz no presente.

E é no aqui e no agora que devemos estar, preservando nossa eternidade a cada momento, libertos: da emoção presa ao passado, da mente perdida no futuro e de um corpo dilacerado no presente.

Na meditação do Amor,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os sentidos do Amor

O Amor é a busca pela sinergia, não o reforço das diferenças. É empreendido por dois Seres fortes e inteiros.

O sentido do Amor é harmonizar os distintos; aparentemente opostos, mas complementares em essência, canalizando-os em hierarquia rumo à evolução disposta na mandala do Ser.

A partir deste princípio, do Amor, a reta razão do pensamento nos serve não para buscar evidências (óbvias e visíveis) de distinção, individualismo e isolamento, mas organizar e manter a coerência dos processos intuitivos que devem impulsionar e conduzir nossas vidas que deságuam em sensações e sedimentam sentimentos no infindável ciclo cognitivo que é viver (em comunhão).

Na meditação que discerne os ciclos e espiraliza a ascese,

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O cultivo do Amor Ágape

Enquanto o Amor Eros nos é dado - quer por natureza interna, quer por estímulo externo de nosso pulsão interna -, o Amor Philia é o resultado da ação amorosa bem empreendida, a união do buscador e do outrora buscado.

Já o Amor Ágape é algo que se recebe enquanto bênção e inspiração a partir da meditação, oração e contemplação ou se pode construir a partir da filosofia, erigindo uma hierarquia e sistema de valores: do menos embebido do divino (ponto isolado, solitário, ego) ao mais radiante Todo (ponto diferenciado, unidade, conjunto, valor que converge).

É a partir deste elemento [Erôs] conquistado a partir da fé, da visão e do trabalho que se canaliza o impulso Eros para alcançar um resultado Philia superior.

A cada ação ocorre um ciclo de Eros-Ágape-Philia que nos aproxima ou afasta da missão da Alma se confirmar no Amor - Amor fati.

A cada ação deve haver contemplação para refinar o sistema Ágape. E redefinir a direção da próxima ação, reforçada pelo cruzamento da técnicas de inspiração divina, contemplação e filosofia, convergindo a uma sustentável visão única e convergida.

Na redefinição das coordenadas,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Meditação no Amor

Pentagrama no terceiro olho,
quais sementes regar, eu é que escolho.

Estrela de cinco pontas irradiando a Luz do Amor;
ondas azuis, brancas e vermelhas impactando ao seu redor.

Flor-de-Lótus desabrocha em seu coração,
exala o perfume da alma,
transpira paz e calma,
todo seu corpo, mente-coração, uma só vibração:

Om Mani Peme Hum Hri

No mantra da compaixão, amor incondicional,

domingo, 4 de abril de 2010

Amor me-dita-ação

Me-dito para não me ditarem o que fazer.

O Amor é o melhor guia para nos dizer o que fazer, libertos da egóica luta senhor-escravo, plenos de nós mesmos e em comunhão com o todo, unos em essência.

No Amor, que me-dita a melhor das ações a realizar para compor com o melhor dos mundos possíveis, co-criadores que somos,

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Amor - meditação da vida generosa

A alma habita um corpo em decomposição, o corpo abriga uma alma em evolução - habilmente compor este paradoxo, isto é o religare do Amor, meditação da vida.

O corpo quer prazer, a alma cumprir o seu dever; Amar é a equilibrada e harmoniosa convergência de objetivos no alternar da vida, nascimento-morte em essência.

Amor é a prática que deixa a mente mais gentil, generosa e atenta, e o corpo mais acessível, fluído, generoso e gracioso.

É a generosidade a interface de diálogo e possibilidade de superação.

Na generosa harmonia dos opostos complementares,

sábado, 25 de julho de 2009

Dica para escapar das armadilhas dos ciclos e do devir no Amor

Antes de tudo é necessário reconhecer que as armadilhas são nossas, não do Amor. É como se responsabilizássemos a fonte que nos deu água de beber pelo nosso afogamento. Somos nós os únicos responsáveis por nos posicionarmos e lidarmos com as energias a nossa maneira.

Esta consciência é o princípio do Amor, o fim em si mesmo, a eternidade como caminho; o prazer supremo a ser vivido com regozijo.

Os ciclos a seguir são originados dos círculos de poder de cada vértice da pirâmide e que se deve vivenciar até se acumular suficientemente energia para poder se percorrer o caminho até o próximo vértice - o perigo reside em ficar preso no ciclo e não fazer dele uma mola e espiral evolutiva.

Os ciclos são as zonas de conforto que as práticas tântricas ajudam a amorosamente deixar para trás em busca do conhecimento.

Ciclo de Eros – Liberdade & Desapego

Aspecto - Corpo

Cor - Branco

Mantra - Om

Ação - Instintiva

Reconhecer a sua alma – sua psique – pode ser o caminho, pois na mitologia foi quando Eros conheceu a verdadeira Psique que ele se feriu com sua flecha e se apaixonou, ‘empoderando-a’ com seu Amor. E é desta união de Eros com Psique, do Amor com a Alma, que Psique, a alma, torna-se imortal tal qual o Amor (Eros).

"A propósito de cada desejo deve-se colocar a questão: 'Que vantagem resultará se eu não o satisfizer ?'" - Epicuro

"O prazer não é um mal em si; mas certos prazeres trazem mais dor do que felicidade
" - Epicuro

A Fala nos ajuda a ir do Corpo à Mente em um caminho avermelhado e som do mantra Ah.

Ciclo de Ágape – Tempo & Meditação

Aspecto - Mens (Alma, Mente)

Cor - Azul

Mantra - Hum

Ação - Canalização & Cultivo

Reconhecer-se como imagem e semelhança, mais do que isto, reconhecer sua natureza divina e que Deus habita em nossos corações, que carregamos a centelha divina e o poder criador e mantenedor pode ser vital para não ficarmos fixados ao êxtase e conseguirmos interiorizarmos esta experiência, podendo somente assim colocá-la em prática.

"É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." - Epicuro

Mas é sábio pedir-lhes conselhos e auxílio - Luz e Amor - em nossas fraquezas tão humanas. Novamente aqui é necessário o desapego - do êxtase supremo - para tornarmo-nos adultos e independentes.

O silêncio e a vacuidade nos auxiliam a unir corpo, fala e mente, o Eu e o Outro, a chegar à colheita de nosso pleno potencial. O caminho ganha tons de Amarelo-ouro e o som do mantra Sva (So).

Ciclo da Philia – Espaço & Prazer

Aspecto - União

Cor - Verde

Mantra - Ha

Ação - Resultado & Colheita

Reconhecer, tal qual apregoava Epicuro, o prazer de (con)viver – neste caso em união – e como isto nos potencializa quando em harmonia com as leis naturais.


"Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos quanto da certeza da sua ajuda." - Epicuro

Om Ah Hum Sva Ha - purificando corpo (om), fala (ah) e mente (hum), assim seja (sva ha).

No supremo prazer do Amor, que é o conhecimento em si

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Habitat do Amor Eu Sou

O que habita em mim não sou apenas eu, mas o Amor.

Em recordação à meditação do dia 24 de junho de 2007, sob as bênçãos de São João, o Batista, tal qual descrito no 'Caminho dos Essênios'.

Através da meditação compassiva, bênção do Amor, vivencio a certeza de que o amor tem muitas faces, mas o Amor verdadeiro não tem face alguma.

Na ascese essênia do Amor,

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sustentabilidade da Mente Amorosa

Se é verdade que tudo é projeção de nossa mente, que a mesma chuva hidrata e inunda, dá e tira a vida, que a chuva é festejada por uns e execrada por outros, que tudo depende da correlação tempo x espaço x observador, que o sol que aquece também queima, então também as demais relações, inclusive humanas, são projeções de nossa mente.

O professor severo que cobra pelo bem do progresso do aluno, pela maioria mal visto e difamado, talvez seja o melhor amigo do aluno, mal acostumado, que prefere aqueles de sorriso fácil e avaliação idem.

Ou o amigo, que criticamente colabora para seu crescimento, diferente do colega que se omite a lhe dizer a opinião para não investir tempo na concorrência.

No âmbito das empresas, enxergar o concorrente como aliado pode ser estrategicamente vantajoso, levando desde redução de custos de logística até a poder de negociação com o cada vez mais forte comércio varejista.

Olhar com foco amoroso otimiza o planejamento, pois encontra os caminhos que tornam as relações fluídas.

Olhar com foco amoroso faz de toda situação um aprendizado, uma conquista de conhecimento rumo à sabedoria do bem viver, por mais redundante que isto possa se parecer.

Olhar com foco amoroso depende necessariamente de dois elementos: motivação pura e atenção plena – ambos conquistados, por exemplo, através da meditação/yoga e de boa/correta alimentação.

Olhar com foco amoroso é re-significar.

Recentemente, acompanhei palestra de um grande professor que tive em meu MBA de marketing que citou meditação como sendo algo que seria bom, mas uma perda de tempo nas corporações, pois levaria também à divagação (devagar+ação).

Mas não é disto que todos precisamos? De um outro ritmo?

Na batida do Amor, que é a (re)união das sinapses,

sábado, 6 de junho de 2009

Meditação é amor

Pela meditação se atinge o infinito. Aquilo que é infinito é feliz. Não há felicidade no limitado. #Upanishads

Estou crendo cada vez mais que meditar é praticar Amor, pois também o Amor nos leva ao infinito. E só ele, o Amor, além.

Meditação - aquele momento de amor próprio que se expande por todo universo.

No OM do Amor,

terça-feira, 19 de maio de 2009

Amor é o Tempo, o Espaço do novo e do velho

Velho, novo... o que seriam?

O novo não passa a ser velho em um instante e o velho, revisitado não passa a ser novo?

Não é o Tempo um conceito humano e próprio de cada um? E se velho e novo forem um e a mesma coisa, entrelaçados na espiral cíclica da vida em eterna evolução?

Aí é só não se desgarrar e compreendar como os fios se entrelaçam, seguem e forjam a teia de nossa vida que nos sustenta em nossa evolução.

Eu tento observar minhas dores, do corpo e da alma com a maior serenidade possível. Busco com compaixão entender o motivo de sua existência para de alguma maneira aprender com elas e assim evoluir amorosamente.

Temos sempre vislumbres daquilo que somos em nosso pleno potencial e, ao menos ao que me parece, nosso dever é cultivar nossa essência para alcançar esta plenitude e trazê-la para o plano físico, fazê-la cotidiano e não apenas lampejos do sublime meditativo e transcendental - tornando-nos assim infinitos (i)mortais.

No Amor, essa infinita relação TempoXEspaço,

terça-feira, 24 de março de 2009

Amor poema, beleza da interação

Sou poema, desejo ser amado,
de preferência guardado
no coração e na mente
de quem me lê, ouve, toca, sente.

Aquela que se lembra, no instante se liberta.
Recorde e recobre esse amor em versos,
não se perca em meio aos caminhos diversos.
Canaliza, brisa, flui, desperta.

Não há tempo, muito menos distância
que calam a ânsia
do amor que pulsa
em cada verso, rima, palavra avulsa.

Teus olhos, sentimento,
livre interpretação,
outros a cada momento
escolhas a cada interação.

Sou poema. Fonema.
Blog, post, pessoa pequena.

Grande sim é meu amor,
que me rima a ti com sincero louvor.

Sou palavra, letra, sorriso, dor.
De tudo me esqueço: espinho, flor;
quando de minha boca e linhas parto,
ao seu ouvido me curvo, nele anoiteço.
É em seu coração que ecoo, nele amanheço.

Desperto infinito,
poema de amor,
agora sim, amado, agora sim, bonito,
agora sim, sem dor.

No Amor, a rima perfeita da interação,

Amar, meditar além fronteiras

"Pela meditação se atinge o infinito. Aquilo que é infinito é feliz. Não há felicidade no limitado."

Sabedoria védica encontrada nos Upanishads e que absorvi lendo o livro de David Lynch - 'Em águas profundas' - altamente recomendável para quem trabalha com criação e quer entender um pouco mais sobre a meditação neste processo.

Estou crendo cada vez mais que meditar é praticar Amor - e que Amar é meditar -, pois também o Amor nos leva ao infinito. E só ele, além.

Meditando alcançamos a infinita eternidade de nosso próprio Ser e nos integramos ao Todo, unindo-nos indiscriminadamente a cada ponto desta grande teia que é a vida; amando suspendemos as fronteiras do tempo e do espaço.

Om Amor,


Amar é meditar

Meditação é aquele momento de amor próprio que se expande por todo o universo.

Om Amor,

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Amor incomensurável

Da perspectiva temporal, independente se linear e única como a ocidental ou cíclica e repetida como a oriental - ambos -, se assentam na perspectiva da eternidade: qualidade que o Amor faz presente a cada momento e que anula as distinções entre o Eu e o Outro, unindo em um Todo a partir da possibilidade do Nada-Vacuidade atingido pela meditação-contemplação.

Portanto, como diz Longchenpa: "distingüir entre amigo e inimigo não faz sentido".

Especialmente se você iniciou o caminho do bodisatva, contemplando e realizando as quatro incomensuráveis a partir da equanimidade para sedimentar o amor, reforçar a compaixão e encorajar o regozijo.

O Amor como meio e como fim, sem fronteiras, incomensurável.

No Amor,