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terça-feira, 30 de julho de 2013

Amor, cultivo sustentável do destino que é Ser

De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois...

Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...

Que vejo flores em você!



Lembro de tão pouco...
esse vazio que quase me deixa louco.
Quero ser eu e desapegar,
deixar você ser você.

Não deixar de viver algo porque algo me desagrada,
mas vivenciar tudo em diálogo franco com minha empreitada.
Agir na ação, nunca na negação.
Mais atos, menos imaginação.

Na flor que desabrocha em nosso coração,

O Amor vê flores em você

O Amor cria jardins nos olhares, foca a beleza das pétalas, organiza o ornamento das folhas, sustenta a firmeza do caule, releva a suspeita dos espinhos, mas o cheiro, o Amor desperta a imaginação do aroma de cada interação.

Que façamos de todas as recordações, boas e más, lições de humanidade para humilde e soberanamente sermos cada vez mais quem somos, errando menos, acertando mais, aceitando as diferenças, nós, que somos tão iguais.

Que minhas ações futuras sejam mais honestas - a começar comigo mesmo -, que não negue minha vontade e respeite a do próximo, que faça destas as margens de minha estrada e da superação do dualismo minha jornada.

Que semeie sorrisos, ceife ilusões e cultive bons encontros - aqueles que aumentam a potência das partes e emergem ao Todo.

Que meu presente dignifique ações futuras e recordações passadas, que eu aceite meu destino na escolha de minha liberdade - que qualidade quero vivenciar condicionado à experiência deste corpo?

Amor pulchram voluntas - o Amor torna bela a vontade. Que a paz seja teu caminho e o Amor o teu guia.

No jardineiro do Ser,

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A revolução anual do Amor

O eterno desabrochar é pura Luz, perfume do espírito, beleza do Ser, contemplar do Estar.

No eterno retorno que nos conduz além do bem e do mal,

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Amor, carinho que conquista sutilmente




Dizem que AH! foi a única sílaba que Buda proferiu e que continha todo seu ensinamento, disponível para todos - ouvidos e idiomas.

Sufismo e Budismo - sabedorias que dançam entre o ser o não-ser, contemplando o infinito.

E do rochedo emerge a verdadeira fortaleza - da alma, a calma e singela beleza.
No poder do sutil,

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O que te faz sorrir, Amor?

O calor do sol, o frio da chuva, a clareza da Luz, a bruma da escuridão, os latidos de meus cães, o chamego de meu gatinho, o abraço fraterno do amigo, o beijo erótico da "amiga", confissões familiares, conselhos de pai-mãe, respirar outros ares. Poesia, prosa, Amor.

Em suma, viver o todo da flor: raiz, caule, pétala, broto, espinho, aroma e a imagem de sua inteireza que degusto parte a parte com todos os meus sentidos. Explorar meus sentidos em toda sua amplitude, isto me faz sorrir. E retribuir. ~:)

Não é o sorriso o resultado facial do Amor?

No movimento de 42 músculos que transmitem afetividade e energizam a fraternidade,


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A dor do espinho não sufoca o grito de Amor

A vida, tão bela e aromada,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.

Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.

Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.

Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade

De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.

No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor, flor do Ser

O corpo é a terra fértil, o vaso no qual cultivamos nossa flor que desabrocha em nossos corações.

A alma é o aroma agradável que nos concede esse cheiro de eternidade.

Amar é selecionar a semente a ser cultivada, é a rega, o adubo, a poda, a erradicação das ervas daninhas e parasitas e o regozijo com a forma, o aroma, a textura e a Luz, beleza da flor de nosso Ser, que desabrocha em e por Amor.

No adubo de nossos corações,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, desabrochar da unidade

Sábio Drummond já dizia: "entre a raiz e a flor há o tempo", mas não esqueça que há também espinhos e espaços, aroma e abraços.

Dois lados formam um Todo e estes uma tríade e na tríade se funda a unidade.

Nas 3 esferas do Amor - passado-presente-futuro, corpo-fala-mente, eu-nós-outro, eros-ágape-philia - Amor fati em essência,

terça-feira, 9 de março de 2010

Amor puro sentido

Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.

Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.

Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.

Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.

E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.

Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.

Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.

Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.

Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.


No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Amor - felicidade que gera compromisso

A felicidade gera o compromisso e não o contrário. As pessoas vivem cada vez mais em função da obrigação e do interesse de um compromisso e não mais por Amor, deixando escapar assim a possibilidade da felicidade genuína.

A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.

A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.

A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.

A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.

Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.

O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.

E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.

Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.

Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Arrebatamento do Amor

O poder arrebatador do Amor transforma instantes antes em eternidades depois ao forjar o agora no aqui.

Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.

É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.

No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,

sábado, 19 de dezembro de 2009

Amor, o eterno retorno daquele que nunca foi, mas é e sempre será, Amor

O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.

E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.

Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.

Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.

No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A flor do Amor


Raiz, caule, espinho, folha, pólen, pétala e fragrância.

Mel das abelhas a cada florada.

Luz do sorriso a cada amanhecer.

A cada gesto, a fala ao coração.

Na delicadeza do Amor,

quinta-feira, 12 de março de 2009

A flor do Amor

É magia, mistério, mutação - é o singelo desabrochar da mente-coração.

Raiz na lama, no caos, no drama.

Caule com espinho forte, flexível, fiel ao caminho de nossa própria sorte.

Botão frágil, suscetível à fala.

Desabrochar que cala, emudece, preenche, transborda, esquece - renasce e vive a eternidade da beleza de sermos um só: a beleza da flor e do contemplar; o lábio de um, da boca o par.

Semear e (es)colher, regar e podar; plantar da semente à semente, cuidar é amar o ciclo da vida sem sofrer - entender e contemplar para o melhor desfrutar.

No Amor,

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Testamento amoroso

Quando eu morrer, só quero sorrisos.

As lágrimas, se escaparem, liberem-nas no jardim para que possam estimular as flores, beleza máxima da vida com sua forma e não-forma (cheiro). Como amo as flores.

Quando eu morrer, só quero poesia.

As lamentações não são justas com a dádiva da vida, essa oportunidade máxima de prática cotidiana e evolução espiritual de nossa mente-coração. Como amo a vida.

Quando eu morrer, só quero 'até logo'.

O 'adeus' torna o tempo ao reencontro demasiadamente longo e não há tempo e espaço entre os portões da vida - nascimento e morte - que tornam difícil a tarefa do Amor de reunir os que são afim. Como amo vocês.

Quando eu morrer, leve meu Amor à todos, sem exceção. Nada mais tenho senão o melhor de mim para d(o)ar. Como Amo.

Escrito no natal de 2008 sob inspiração da passagem de meu Opa, reflexões sobre minha própria morte e sensação de ressurreição. Que todos possam se beneficiar.

No Amor,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

O Amor para Osho

"É preciso ter em mente estas três coisas: o amor de nível inferior é o sexo -- este é físico -- e o refinamento maior do amor é a compaixão.

O sexo encontra-se abaixo do amor, a compaixão está acima dele; o amor fica exatamente no meio. Bem pouca gente sabe o que é o amor. Noventa e nove por cento das pessoas, infelizmente, pensa que sexualidade é amor -- não é. A sexualidade é por demais animal; certamente, ela contém o potencial para transformar-se em amor, mas ainda não é amor, apenas potencial...

Se você se tornar consciente e alerta, meditativo, então o sexo poderá ser transformado em amor. E se a sua atitude meditativa tornar-se total, absoluta, o amor poderá ser transformado em compaixão.

O sexo é a semente, o amor é a flor, compaixão é a fragrância. Buda definiu a compaixão como sendo "amor mais meditação".

Quando o seu amor não é apenas um desejo pelo outro, quando o seu amor não é apenas uma necessidade, quando o seu amor é um compartilhar, quando seu amor não é de um pedinte, mas de um imperador, quando o seu amor não está pedindo nada em troca, mas está pronto para dar apenas -- dar só pela total alegria de dar --, então, acrescente a meditação a ele, e a pura fragrância é exalada.

Isso é compaixão; compaixão é o fenômeno mais elevado."

Osho - Zen, Zest, Zip, Zap and Zing Chapter 3