Amor é ouvir além do poderoso grito do desejo a silenciosa voz da vontade.
No diálogo que gera ação de consenso e elevação dos múltiplos eus a um nós integrado ao Todo,
Amor é ouvir além do poderoso grito do desejo a silenciosa voz da vontade.
No diálogo que gera ação de consenso e elevação dos múltiplos eus a um nós integrado ao Todo,
No diálogo que somos, discurso coletivo que manifesto e represento, idéia que sou, em constante atualização.
Uma perspectiva de ação do Todo
em perseverante auto-conhecimento e consciente ação.
No crescimento qualitativo,
"O pessimista reclama do vento, o otimista espera que mude, o realista ajusta as velas."
O romântico admira a Lua e o Übermensch reflete o brilho das estrelas em seu semblante e olhar.
Na consideração de todas as partes, ação necessária,
Respiro tua falta
Suspiro tua ausência
Suspendo o vazio
Apreendo tua essência
Tudo que me resta
É fazer-te presente na dor da saudade
É sorver cada gota de lembrança
Lentamente - para que tão cedo não acabe
Fostes tormenta e impulso
Passastes
És serena paisagem
Calmaria que me apraz e traz o melhor da minha vida
Na aceitação da unidade e entrega ao Todo,
Amor é presença e inteireza com o Todo.
Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.
Na integridade, interação não-dual,
A tranqüilidade reside na simplicidade.
A simplicidade consiste na consciente canalização dos fluxos.
E a consciente canalização dos fluxos na prática/respiração ocorre no lidar equânime com todos os fenômenos que compõem a realidade complexa e multifacetada.
Na simples unidade do Todo que é Logos e faz naturalmente sentido no jogo tântrico da interdependência dos opostos complementares e co-emergentes,
Interessante observar como a alma fica mais carente quando o corpo inspira mais cuidados; fragilizamo-nos por inteiro e encontramos assim a (nossa) inseparatibilidade fenomênica entre sujeito e objeto; consequentemente a possibilidade de superação através da organização supra-sensível de abordagem holística e integral, compreendendo e, portanto, transformando a enteléquia do Ser, reorganizando e realinhando os fragmentos e suas singularidades para conceber um novo Todo, mais forte e mais completo, já que "o que não me mata, me fortalece" e confere um novo sentido a mim, ao Todo e as relações.
Pensamentos e devaneios em meio a um trânsito de Netuno aspectando meu Saturno natal e uma "coincidente" crise de coluna que me mantém em 'prisão domiciliar' há mais de uma semana, repensando formas e estruturas (mesmo antes de saber se tratar deste trânsito).
Na boa cia. de Kant, Nietzsche, Arroyo, Gracian, Sêneca e Morimando.
Com carinho à minha mãe que tem lambido a cria com dó da dor que figurava em meu semblante e ao Petit Gateau, inseparável filho felino e companheiro.
No Amor, projeto do Todo, processo de juntar os cacos em um belo mosaico,