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sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor, grandeza a cada despedida

Cultivando o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um Sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar.

No até breve, raio de fé que une o pôr ao nascer-do-Sol,

Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida

Quantas vezes você me acompanhou até aqui?

Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?

Quantos renascer a sós?

Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.

Amor,

não bato palmas,

mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;

pois tu sou eu, eu sou tu.

Somos a interdependência da Rede,

somos a Rede,

somos ponto-a-ponto,

somos ponte,

somos travessia,

somos Übermensch,

somos devir,

somos ocaso,

somos instante.

Na eternidade do momento, o potencial do Amor,


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* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.