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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Da natureza livre do Amor, destaque de toda existência

Sou livre para ser o meu melhor, mas ainda assim sou obrigado a ser.

A não ser que não seja mais, mas aí não há mais questão, pois só há questão para o Ser, o não-Ser não tem referencial para o diálogo, é puro chaos não-dual.

E se ainda não sou o meu melhor, é porque ainda não compreendi a oportunidade que a vida me deu ao atualizar minha existência em meio ao sem fim de possibilidades da não-existência.

É o Amor que gera a consciência de si e possibilita atualização do chaos em cosmos.

Na obrigação que garante a minha liberdade, chaosmos que sou, destaque de toda existência,

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Amor, carinho que conquista sutilmente




Dizem que AH! foi a única sílaba que Buda proferiu e que continha todo seu ensinamento, disponível para todos - ouvidos e idiomas.

Sufismo e Budismo - sabedorias que dançam entre o ser o não-ser, contemplando o infinito.

E do rochedo emerge a verdadeira fortaleza - da alma, a calma e singela beleza.
No poder do sutil,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, louca reinvenção do Ser a partir da Shamata

O pulso ainda pulsa.

PULSO.

A mente ainda reage.

MENTE.

As mãos ainda manipulam.

PULAM.

E os macacos de galho em galho.

OLHA TEU RABO!

E lá vai o elefante, errante.

TROMBA.

Cai. Se levanta. A mente.

VOCÊ?

Senta. Medita.

OUTRA PESSOA.

E eu?

NÃO EXISTE.

A não ser na pureza de nossos corações.

SHAMATA.

Permaneça calmo.

AME.

Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;

AMOR, torna-te o que tu és

Ó BODISATVA, segue teu caminho.



Na louca sabedoria do Amor,