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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quem ama, sabe: saboreia o Amor, a maior das filosofias a cada gota de vida

O Amor é a maior das filosofias porque é a coerência per se : é princípio, meio sem fim em constante aperfeiçoamento.

No sentido convergido pelo pensamento a partir dos sentidos, sabedoria que saboreia o viver,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amor além-margens

Transborda-te primeiro,
de ti ao outro,
o Amor te levará,
certeiro.

Mas principia em ti, por si,
encontra em ti o Todo que e'le'vará.
do Eu ao Tu,
do Nós ao Todo.

O mistério do Amor nasce
no manjedouro do coração;
flui através dos sentidos rumo ao infinito
em um ritmo harmônico e bonito.

Tal qual teu Ser.

Silêncio!

Ouça seu nascimento, sinta a fonte brotar em seu Ser Eu Sou, és Tu, és Ele, és Nós sem nós, um Todo sem fim em mim.

Nas margens do Eu-Tu que conduzem o Nós ao Todo,

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Amor, fluxo continuum do êxtase eterno

Saudade,
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.

Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.

Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
de um êxtase sem fim.

No tênue limiar entre o virtual e o atual, realidade única do Ser em constante devir,

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Da real liberdade de expressão através do Amor

O problema da liberdade de expressão é que as pessoas pensam como se tudo pudesse ser feito. E, de fato, assim o é.

Mas apesar de pensarem assim, agem de maneira unilateral, não compreendendo que dentro desta liberdade de tudo expressar a contenção também faz parte e é, cada vez mais opção – ativa – na interação constante.

Tem-se a liberdade ou não de contribuir com o lixo cultural, colabora-se ou não com a avalanche de informações, compartilhando ou não informações irrelevantes.

Somos, afinal, o filtro derradeiro que torna a realidade em sonho ou pesadelo atualizando a partir de nossa vontade de poder nosso mundo dentro de um universo sem fim de possibilidades do campo virtual. Que criemos então o melhor dos mundos possíveis.

Estamos, afinal, destinados ao livre arbítrio. Confirma o teu, torna-te aquilo que tu és.

Na liberdade do não,

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

No Tathāgata do Amor

Para o Tathāgata
que foi
que veio
que é o que é
realidade em si.

O Amor é o caminho

onde o fracasso não pesa tanto
o sucesso não tem tanta glória
são apenas elementos do enredo
como o sorriso e o pranto
que tarde ou cedo
cessam, como toda história.

No recomeço sem fim, que vive a verdade,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor conforme o caminho conforme o Amor

Amar é desapegar-se do objetivo e dos resultados; é, antes e sempre, um conformar-se (tornar-se a forma através da interação) com o caminho na certeza de que este é tão multifacetado e variado como o sem fim de possibilidades de nós mesmos.

Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.

Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,

Amor é transferência

Transferir a consciência do corpo para a consciência da alma, elevando nosso Ser e convergindo para realizar o melhor dos mundos em um universo sem fim de possibilidades.

No trabalho em dupla do corpo e da alma, companheirismo amoroso,

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Amor conseqüência do Ser conseqüência do Amor

Não buscar ser mais nada. Já Ser e isto bastar.

A busca é o Ser em si, o restante é desdobramento de si mesmo, uma consequência de Ser.

Quando se busca no exterior, ilude-se facilmente com o mundo sensível; quando se busca internamente, um universo se abre, expande-se e possibilita-se a integração com o Uno, processo de individuação necessário à maturidade de nosso Ser e espécie e o alcance individual-coletivo do Homo amabilis.

Podem lhe fechar as portas e retirar do mundo, mas seu universo interior só depende de ti.

No princípio sem fim, que sustenta o tempo-espaço,