segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor, emergência do Ser a partir de fragmentos do Estar
Uma idéia, um alvo, a meta como princípio, o princípio como meta.
Que tudo seja caminho; à ressurreição!
Profundamente superficial Eu Sou, uma nova dimensão de Ser em Rede que a maioria não tem fôlego, abertura e coragem para exercer.
A provoca-ação é o impulso à consciência; o familiar a armadilha mais perigosa.
O que me provoca me motiva.
Na constante convergência de fatores internos e externos em nossa secreta condução a um sentido só nosso que obrigatoriamente é compartilhado com o Todo,
terça-feira, 2 de outubro de 2012
De sua sublime passagem, Amor
Vieste.
Como tempestade
te avolumaste sobre meu rochedo
Eras somente um teste?
Para comprovar minha maturidade,
ou sondar o meu medo?
Falhei.
Entreguei minha planície fértil
aos caprichos do destino
Errei.
Lancei-me como projétil
Destemido, menino
Assustaste-te com a intensidade
Deste encontro do rochedo com o ar
Fugistes, com medo da saudade,
Com medo de Amar.
Arrastastes tudo
Devastastes sem dó
Fizestes-me mudo
Tornaste-me pó
Na ressurreição de meu ser, transmutação da alegria em dor, da dor em aprendizado, do aprendizado à saudade e da saudade à eternidade,
terça-feira, 17 de abril de 2012
Amor Philia - plenitude na união não-dual

É na amizade que nos realizamos na plenitude de nosso Ser e ressurgimos como parte integrante do Todo.
No Amor Philia, destino de nosso Ser a Ser confirmado no Amor Fati,
quarta-feira, 21 de março de 2012
O transcendental do Amor
Pai-Mãe,
Quando você morrer,
morre em mim o filho.
Acaba o espaço lúdico, o refúgio da criança,
e começa o tempo hos me, o tempo de espera - suspensão ao fim, "adultez" sem cura ou volta.
Menino, antes de dar adeus ao mundo,
quero ainda rir de montão,
estarmos juntos, trocar carinhos,
confidências, olhares, sorrisos.
Momentos inesquecíveis
Que farão minha velhice
- mais feliz
e minhas lembranças
- mais saudosas
Prefiro a dor de tê-las
e ter que delas desapegar
do que a dor de me apegar
à cobranças e lamentos.
Quero, ao morrer, dizer SIM! à minha vida.
Quero renascer livre e amante a todo momento.
E isto só poder ser feito com Amor, construído a cada instante e interação - confirmando-se e à potência.
Só o forte consegue dar sentido a si em meio ao vazio, exercendo a sabedoria da priorização, superando o nada através do Amor, escolhendo conscientemente os momentos a serem eternizados - diluídos ao final, como lágrimas na chuva.
Quero me entregar a este fluxo continuum com toda fé, ser Amor fati - fazer o que tem que ser feito, Amar fazer o que tem que ser feito, saber e escolher sorridentemente o que tem que ser feito.
No momento da ressurreição, nascimento da força transcendental do Amor,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor ressucita-a-ação
Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,
domingo, 24 de abril de 2011
Quando o Amor ressurge
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O Amor é o Criador, a criatura e a criação
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Testamento amoroso
As lágrimas, se escaparem, liberem-nas no jardim para que possam estimular as flores, beleza máxima da vida com sua forma e não-forma (cheiro). Como amo as flores.
Quando eu morrer, só quero poesia.
As lamentações não são justas com a dádiva da vida, essa oportunidade máxima de prática cotidiana e evolução espiritual de nossa mente-coração. Como amo a vida.
Quando eu morrer, só quero 'até logo'.
O 'adeus' torna o tempo ao reencontro demasiadamente longo e não há tempo e espaço entre os portões da vida - nascimento e morte - que tornam difícil a tarefa do Amor de reunir os que são afim. Como amo vocês.
Quando eu morrer, leve meu Amor à todos, sem exceção. Nada mais tenho senão o melhor de mim para d(o)ar. Como Amo.
Escrito no natal de 2008 sob inspiração da passagem de meu Opa, reflexões sobre minha própria morte e sensação de ressurreição. Que todos possam se beneficiar.
No Amor,
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Amor - morte do ego, ressurreição do Ser
No Amor,