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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Do discernimento que é Amor

Quanta cura
Olhe só
Repare que loucura
Emerge sabedoria da confusão, da compaixão o nó
Ponte da mente-coração

Era saudade sim que senti
Não de ti
De ti era vontade,
Não menti.

Sim, saudade senti
Da troca, da entrega, do relaxar excitado fluir
Arquétipo do existir

Se for pra ser,
a vontade não irá perecer
A clareza guiará
A sede do Rio à vontade do a+mar
E discernimento haverá entre o que é caminho da carência e o que o dis+curso da potência.

No primeiro que respeito e no segundo que acolho no peito,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Coração, a simples mente do Amor

Faça hoje, não deixe nada pra amanhã.

E não deixe pra amanhã o que puder deixar pra lá!

No diligente discernimento do coração, clareza da mente,

terça-feira, 3 de maio de 2011

Qual o verdadeiro caminho ao Amor?

Refletindo sobre o celibato e a putaria, questiono-me qual leva ao verdadeiro Amor?

Afinal, todos os caminhos levam a Roma e não devemos meter os pés pelas mãos e nos apressar com preconceitos e julgamentos. Mas tampouco devemo-nos perder em meio às bifurcações.

Devemos apenas discernir - e neste ato, encontro mais uma vez o caminho do meio. E nele, aquilo que de melhor nos está reservado - basta estarmos dispostos e abertos para tal.

O caminho do meio, onde não se está nem em celibato total, muito menos em plena putaria, mas em uma troca consciente com a vida e sua manifestação, resguardando-se o potencial para a verdadeira troca para que não se perca em furtivas interações.

Na sabedoria que alterna sim e não, mas nunca se torna refém do talvez,

domingo, 24 de abril de 2011

No discernimento do Amor

Não há bem ou mal, mas boa ou má condução do fluxo rumo à ascese - ações mais ou menos corretas.

Eis o Amor, não-julgamento de pessoas, mas discernimento por ação.

Na clareza de cada gesto de corpo-fala-mente,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os desvios do Amor

Há tantos caminhos para o Amor, tantas maneiras de amar e caminhar; todas são dignas, todas convergem, todas levam ao Amor.

Mas como diria Goethe: “es irrt der Mensch solang er strebt” – o homem é errante em sua busca, ou ainda, o homem se equivoca em sua busca; as mulheres também.

Ainda mais quando há armadilhas no caminho. E as há, pois somente aqueles que perseveram com a clareza e a força digna do Amor incondicional e universal, compaixão que aquece e eleva a alma, evitam as distrações e enganos das inúmeras bifurcações – a cada encruzilhada a tentação do desejo, a cada esquina um flerte, um gracejo; a cada milha, o ego enche o papo com as migalhas de elogios e macula seu caminho com escatológica crítica.

E agora? Qual das direções tomar, quais tentações negar, qual impulso canalizar, quais erradicar?

Contempla. Observa-te e a teu caminho com carinho e atenção, não te levas pela emoção do desejo empolgação, tampouco por tua romântica criação – ego, teu nome é ilusão; não és salvador, não és mártir, não és carrasco, não necessitas de redenção. És da alma infante: puer faz com o senex de teu Ser as pazes.

Pratica o Amor fati e traz tudo para dentro do caminho; o caminho do Amor, é verdade, é vida.

É a forjadura de nossa ascese.

Se está em seu caminho, é parte de teu destino: não julga, não rejeita, não apega – discerne: lida com tudo de maneira soberana e independente, na consciência da interdependência que é co-autora de nosso caminho.

Intui seu lugar na eternidade e faz-a ser no aqui e agora , presente em beta, realidade em constante construção.

No “Keep going” do caminho do bodisatva, homenagem ao meu Lama Chagdud Tulku Rinpoche, farol de sabedoria e compaixão em noites escuras de incertezas e indecisão,

domingo, 13 de junho de 2010

Amor, razão de Ser da Alma

O que há na alma, entocada,
que não merece ser vivido,
que não merece ser amado?
Será dela uma asa castrada?

É a alma, intocada,
convergindo necessidades e desejos,
elevando padrões.
Discernimento prático que corta ilusões.

Não se pode ser refém
de si, de seus desejos,
esperanças e medos,
de mais ninguém.

Tem coisa que não se pode.
Tem coisa que não se deve.
Em todo caso, com o desejo
o sangue ferve.

Evitar o conflito,
deixar fluir.
Canalizar
para seguir e superar.

Gozo? Gozado, não gozo.
Liberto-me do jugo.
Integro-me,
não me julgo.

Ajo.
Hoje.
Não culpo o ontem,
não condeno o amanhã.

Entrega
plena, cega,
sem julgamento.
Essa é a hora, esse, o momento.

Fazer o que tem que ser feito,
isso é Amor.
Intuição da alma,
esse é o jeito.

Na do-ação ativa que sustenta e não compromete,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, intensidade eterna na impermanência

Amor é o discernimento de se trabalhar bem com a impermanência, vivendo-a com a intensidade que tudo eterniza.

No caminho do meio, vivência da plenitude sem fronteiras de tempo-espaço, expansão através do conhecimento,

terça-feira, 27 de abril de 2010

Amor, força e Luz

Amor, força que se forja no encontro da serenidade que aceita e coragem que transforma, Luz da sabedoria que discerne e age.

Na forte clareza da Superação, que não julga, mas conduz,

Amor discernimento

Amor não é se preparar para o futuro, independente do que seja, é se preparar e atuar em Todo presente - construindo o futuro que se deseja, aqui e agora.

É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.

Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.

No futuro, fruto do Amor presente,