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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Amor hos me

É tempo de espera
De confiar no tempo dos deuses
Na conspiração universal
Certeza de meu corpo

Educar a mente a confiar
A tecer a trama invisível da Vida
Que conspira ao Amor
Tal qual à Vida a natureza conspira

A perdoar quaisquer falhas
Humano demasiado humano que sou
Pronto para lhe amar
Em constante atualização, aqui estou

Aprendendo a domar a urgência
A aceitar as contingências
Confiando na pertinência
Do encontro de nós dois

Na irreversibilidade do Amor,

domingo, 23 de setembro de 2012

Amor, vetor evolutivo

Amor é o conceito que se atribui ao furo evolutivo, quando o excesso de sensações converge a um novo patamar ainda inominado pela razão, expandida pela força do encontro de tantas emoções a serem compreendidas e transformadas em ato de engrandecimento do Ser.

No bom encontro de almas e de potências, afetos que aumentam a potência do Ser e lhe conferem a vontade de poder realizar a si e ao seu mundo,

sábado, 22 de setembro de 2012

Amor emergente

A morte torna o viver ainda mais urgente.

O Amor é a emergência da vida.

Nas escolhas comunicadas,

domingo, 24 de abril de 2011

Quando o Amor ressurge

Tudo urge, até que o Amor ressurge.

E com Ele, a exata noção, sem atropelo,
do tempo e espaço e pertencimento,
através do que se principia em mim, o conhecimento
que a partir de mim se irradia por toda rede da vida.

A páscoa é a passagem do Ser à sua totalidade - talidade, o Ser integral.

Ressurreição do que então?

Da cruz?
O fardo já é pesado demais.

Dos espinhos?
As perdas já doem tanto.

Ressurreição da Flor de Lótus dEle, o Amor, que em meio ao peso da cruz carregou seu fardo e coroado pelos espinhos da perda fez brotar do caos de sua lama o cosmo que era o Logos da mente-coração.

Quando pensar sobre ressurreição de quê, fale com toda certeza e serenidade: "Do Cristo em mim". E faça com que seus atos lembrem aquilo que tanto se prega e propaga - e pouco se faz. E se lhe é impossível tornar ato aquilo que é pensamento e fala - ouse repensar os verbos, viva sem hipocrisia e torne-se carne ao invés de ser ilusão de si mesmo.

Ser em sua totalidade, aceitando o que há de mais alto e mais baixo em si, convergindo-se para um patamar cada vez mais elevado - passagem, com calma, um passo de cada vez, rumo ao melhor de nós mesmos, paraíso em terra.

Na vivificação daquilo no qual depositamos mais foco e atenção - na cruz ou coração?

Feliz Páscoa a todos, de todas as religiões - do Zoroastro (Zaratustra) que desceu da cruz; do Buda que peregrinou pelos desertos do Ser; do Maomé que se iluminou; do Cristo que assim falava... Amor.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, convergência de visões

Amor é a via da regra que equilibra o eu com o outro no nós através do Todo.

Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.

Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Da brevidade e da urgência do Amor

Da brevidade

Muito se sabe que Amor alimenta Amor e que este ciclo é autossustentável e eterno enquanto dura esta retroalimentação, ou seja, depende de empenho, foco e comunhão: o justo equilíbrio entre as partes (o Eu, o Outro e o Todo) e suas partes (corpo, fala e mente de cada terço envolvido).

O Tempo de duração depende do espaço concedido e é harmonizado pelo conhecimento adquirido e aplicado com sabedoria.

Da urgência

Muitas vezes capturados pela Força Schopenhaueriana, tendemos a nos aprisionar na ilusão, reféns da esperança e do medo, tornando a realização de um lampejo erótico uma obsessão em constante devir, aprisionando-nos no terço erótico do Amor, sem dar espaço para o Amor Ágape e o Amor Philia completarem a força do Amor fati.

Aqui se apresenta a importância da canalização do impulso de Eros, vital para nossa existência, mas fatal para nossa evolução consciente - tão fundamental quanto se ter um cavalo selvagem dentro de si é saber domá-lo. E não ser domado.

Amor pleno é quando tornamo-nos unos com o nosso cavalo selvagem interior, sem distinção, sem julgamento, sem submissão; apenas a missão da evolução sendo realizada a cada ato.

Na eternidade que urge, canalizando a brevidade da urgência,

Amor, breve urgência?

Breve? Quão breve é a eternidade da espera,
que se espreita soberana e sincera
entre a esperança e o medo?
Fecunda o mundo com ilusões; calma, ainda é cedo.

Urgência? O que é essa tal urgência?
Da alma clemência
ou do corpo desejo?
Descobrir isto, almejo.

Beijos
entre vinhos e queijos,
um chopp ou dois,
sorvete que não quero deixar p'ra depois.

No encanto repentino e conscientemente descompromissado,