Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O Amor de Søren, Friedrich e Arthur
Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Do Amor divino em cada gesto humano
À sua imagem e semelhança, devemos qualificar nossa ação, conscientizando nossa intenção a cada passo, verbo, ação. Com atenção ao que é divino, valoriza-se toda motivação.
Em nosso gesto de atenção, focamos a motivação que garante a intenção inicialmente gestada na semente da atenção.
No gesto divino que humaniza cada ato, atenção plena que garante a motivação pura,
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Onde o Amor está
Do meu Ser, Amor
Em caso de resíduos, queimada.
Seu pó aspira à Natureza, seu Ser aDeus.
Somos Ser aDeus, em constante partida em busca de união - sempre em devir, solucionando e solvendo.
No testamento que encaminha a vida,
Amor, vermelho e amarelo
Acordar cedo para raiar o dia
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo
Na fé que amanhece a cada entardecer da esperança,
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Amor sive Natura
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo
Que nossa fé amanheça a cada entardecer da esperança.
No bom encontro que é viver,
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O reencontro do Amor divino Amor
Teu é o nome que ecoa em minha caverna.
Meu é o despertar de um sonho profundo - precipito-me à cidade, subo ao altar, lanço-me ao mar.
Teu é o cais do porto - seguro meu horizonte com a fita de meu olhar laço a esperança de no infinito lhe encontrar.
Teu é o vento que infla minhas velas.
Teu é o vai-e-vem do mar de minhas emoções.
Teu sempre será todo meu coração.
Onde estás tu, Ser amado?
Por que me deixastes te procurando, seguindo tua voz, se te encontravas sempre comigo ecoando na caverna de meu coração, sendo bússola e ímã, princípio sem fim - és a busca, o buscado e o buscador.
Cessa em mim essa busca e dor e dá-me o prazer do reencontro e Amor.
Que tolo que sou. Peço-lhe o que somente eu posso conquistar: a serenidade de conhecer, apreciar e contemplar que somos todos um, tu e eu, eu e tu, um nós sem nós, um fluir por entre pontos - de vistas enriquecidas pela tua presença, essa rede que sustenta toda manifestação, que nada mais sou que eu mesmo lançado ao infinito e reconhecido na potência da interação.
Por ti e através de ti, me reencontrei.
No ocaso do destino, o acaso de nosso livre árbitro, determinação de nossa vontade, pura razão prática,
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O poder do Amor
No Amor que jazz, Deus que dança,
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos
Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.
O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.
Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.
Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.
O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.
Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.
Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Amor é cosmos espelhado no Ser
Minha questão com Deus é Amor
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Amor é D.E.U.S.
No princípio do Amor, verbo que eterniza, ação que sustenta,
sábado, 27 de março de 2010
Amor, o apelo da alma
O apelo da alma é amar o conhecimento, é conhecer o Amor, é vivenciar a plenitude de nosso Ser.
Namastê, no Deus que é Amor e que habita a mim e a você, que, unidos, podemos alterar nossas realidades,
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Amor construtor
Na planta baixa que se edifica arquitetando o nós,
sábado, 25 de julho de 2009
Amor coelis - céu interno
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Amor - conquista extraordinária
É, portanto, parte ordinário, parte sublime, é o extra que faz nossos pulmões, olhos e veias suspirarem, nossa pele transpirar, nossa mente sonhar e nosso corpo realizar. Une a idéia, a teoria, a necessidade e o desejo à ação, prática, resultado e sustentação.
É o elemento de ligação do físico e do metafísico e a união em si. É o sistema de dois pólos que são na verdade unos e o mesmo sistema. Reconhece e respeita as diferenças e a unidade natural.
É a busca pela paz, harmonia e superação e é a paz, harmonia e superação em si.
Amor é a coisa-em-si. É a plenitude e independência de cada parte, é a integridade e multiplicidade do Todo.
É vida em seu nascimento e sua morte; é verdade em sua tese em sua antítese; é Deus em seu princípio - vacuidade e nada - e seu fim - plenitude fenomênica e o Todo.
Inspirado pela missa encomendada pelos 96 anos de meu saudoso Opa, avô que tanto me ensinou que Amor é verdade, vida, liberdade.
Na conquista extraordinária que é a liberdade do Amor,
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Amar – a responsabilidade que é viver – a escolha
Ter a questão existencial da escolha - do livre arbítrio como uma dádiva, uma graça divina - é uma responsabilidade a qual devemos fazer jus, explorando o máximo de nosso potencial, abandonando nossa vidinha ‘em-si-mesmada’ para viver a Vida em toda sua plenitude através do poder do Amor.
Devemos assumir esta responsabilidade e não deixá-la na mão de ninguém, nem de Deus. As pessoas tendem entregar tudo a Deus e se esquecer da responsabilidade máxima do livre arbítrio, daquilo que nos faz sermos o que somos: nossas escolhas.
Deus não serve apenas para ouvir nossas confissões ou nos consolar; seria muito pouco para um Todo-poderoso. Por que não se espelhar em suas qualidades – existentes ou projetadas, não importa – ao invés de lhe praticamente exigir sua piedade, quando não repulsado por uma extrema arrogância egóica? Os extremos demonstram a fraqueza do desequilíbrio homogêneo: ou todo submissão ‘mesmizificada’ ou todo insolência individualizada; isto quando não somos nem totalmente parte de um grupo homogêneo, tampouco somos indivíduos heterogêneos, quando não somos nem ego, nem não-ego, para não deixarmos de fora uma abordagem budista. Amor é o caminho do meio que tudo converge.
Devemos Amar e assim nos tornarmos Amor e unos; afinal, Deus não é Amor? Como querer se harmonizar com o divino – o extrínseco, o intrínseco e o secreto – se não estamos dispostos a Amar de verdade, se temos medo de sairmos de nós mesmos em direção ao outro? Como faremos parte do Todo? Como tornarmo-nos plenos, fortes e isentos da necessidade de piedade?
Amar é para os fortes. Amar é nada temer, tudo aceitar e trabalhar para melhorar a partir do ponto em que tudo se encontra. Não é conformismo, pelo contrário, é a via possível de transformação. É a divinificação do humano, a união superior, é o entendimento do que é possível e a viabilização do impossível. É a formação do Homo amabilis, do Übermensch.
Ser Amor é trabalhar em prol do progresso e união de todos
Não há contra-indicações. A toda hora de escolha, a cada momento, pare e reflita se sua ação resultante de sua escolha traz benefício para si tanto quanto para os demais humanos, animais, plantas. Mude hábitos por Amor. Mude gostos por Amor. Simplesmente mude por Amor. Mudar é evoluir e isto é Amor; por si, pelo outro, pelo Todo.
Pois é dando que se recebe Amor. E a mudança que o mundo tanto necessita começa por cada um de nós. E mudar não é perder e sim reforçar sua essência que não é outra que Amor: surgimos de um ato de Amor, devemos viver no Amor para transcender a morte com Amor.
Guiar suas escolhas por Amor lhe torna progressivamente Amor, que dá, recebe e propaga aquilo que é a única saída para a existência de vida inteligente neste planeta Terra: o desenvolvimento sustentável do Amor.
No Amor, o sustento do verdadeiro desenvolvimento,
sábado, 5 de julho de 2008
Ame por 3 - por sí, pelo outro, pela relação!
Ame a si mesmo sem limites, assim você poderá amar ao próximo com a mesma generosidade.
Ame a vida, berço amoroso que possibilita esses 3 amores - eros, ágape, philia.
SAN
K1