É tudo verdade
em uma sociedade
onde sem alarde
o homem já não vale
nem sua metade
Esse último homem
de valor algum
a quem falta coragem
de não ser apenas mais um
Na transcendência do medo de Ser, a imanente verdade que é estar,
Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 8 de abril de 2013
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Amor, ponto-base para o tripé da sustentabilidade

Amor é o meio, do começo ao fim.
Na base da sociedade fraterna, raíz de compaixão, fruto do regozijo, desabrochar do Amor,
Laços do Amor:
amor,
compaixão,
desabrochar,
equanimidade,
fraternidade,
frutos,
justiça,
ordem,
ponto-base,
progresso,
quatro qualidades incomensuráveis,
raíz,
regozijo,
sociedade,
sustentabilidade
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem
É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Laços do Amor:
2.0,
amor,
anarquia,
capitalismo,
compaixão,
convergência,
dharma,
Era da Consciência,
felicidade,
natureza,
nova ordem,
socialismo,
sociedade,
sustentabilidade
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Aonde estás, Amor?
Bradas tão alto que mal escutas o que seu coração tem a lhe dizer.
Ouça-o! Ele diz 'Pul-so' e a cada batida se ausenta para no vazio se precipitar e novamente preencher nosso Ser de vida e Amor.
Leu-me? Ausento-me, precipito-me; vivo.
Descreve-te? Não! Esvazia-te, precipita-te; viva.
A troca viva no tempo, no tempo certo que não se prende a nada, nem à obrigatoriedade, nem à rebeldia, existe quando tem que existir - e quando encontra um caminho para eclodir do caos e se encontrar com os seus.
Encontra-te no vazio de ti mesmo e te preenchas com Amor para alcançar a plenitude de seu Ser e, para através do Amor, participar da totalidade plena da união de dois inteiros e da sociedade fraterna como um Todo.
Na semente do Amor que brota em nosso corações a cada dia,
Ouça-o! Ele diz 'Pul-so' e a cada batida se ausenta para no vazio se precipitar e novamente preencher nosso Ser de vida e Amor.
Leu-me? Ausento-me, precipito-me; vivo.
Descreve-te? Não! Esvazia-te, precipita-te; viva.
A troca viva no tempo, no tempo certo que não se prende a nada, nem à obrigatoriedade, nem à rebeldia, existe quando tem que existir - e quando encontra um caminho para eclodir do caos e se encontrar com os seus.
Encontra-te no vazio de ti mesmo e te preenchas com Amor para alcançar a plenitude de seu Ser e, para através do Amor, participar da totalidade plena da união de dois inteiros e da sociedade fraterna como um Todo.
Na semente do Amor que brota em nosso corações a cada dia,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amor - cura das emoções
Amor é a cura das emoções; é a necessária responsabilização individual-coletiva que se inicia na intuição e se edifica na razão e que nos passa a sensação que tudo dará certo e que conseguiremos; é o processo de amadurecimento de que tanto nossa sociedade, carente de verdadeiros adultos, necessita: homens e mulheres capazes - independentes, estáveis, fortes, compassivos - guiados pelo Amor.
No Amor,
No Amor,
Assinar:
Postagens (Atom)