O Amor cria jardins nos olhares, foca a beleza das pétalas, organiza o ornamento das folhas, sustenta a firmeza do caule, releva a suspeita dos espinhos, mas o cheiro, o Amor desperta a imaginação do aroma de cada interação.
Que façamos de todas as recordações, boas e más, lições de humanidade para humilde e soberanamente sermos cada vez mais quem somos, errando menos, acertando mais, aceitando as diferenças, nós, que somos tão iguais.
Que minhas ações futuras sejam mais honestas - a começar comigo mesmo -, que não negue minha vontade e respeite a do próximo, que faça destas as margens de minha estrada e da superação do dualismo minha jornada.
Que semeie sorrisos, ceife ilusões e cultive bons encontros - aqueles que aumentam a potência das partes e emergem ao Todo.
Que meu presente dignifique ações futuras e recordações passadas, que eu aceite meu destino na escolha de minha liberdade - que qualidade quero vivenciar condicionado à experiência deste corpo?
Amor pulchram voluntas - o Amor torna bela a vontade. Que a paz seja teu caminho e o Amor o teu guia.
No jardineiro do Ser,
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terça-feira, 30 de julho de 2013
O Amor vê flores em você
Laços do Amor:
convergência,
dualismo,
emergência,
flor,
guiados pelo Amor,
hamartia,
honestidade,
Ira,
jardinagem evolutiva,
liberdade,
paz,
pecado,
potência,
qualidade,
superação
sábado, 6 de novembro de 2010
Além-dualismo: o Amor
Amor, unidade tripartida ao qual tudo converge, que tudo organiza e do qual emana a verdadeira beleza.
Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.
Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.
No caminho integral do Ser,
Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.
Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.
No caminho integral do Ser,
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Amor é cosmos espelhado no Ser
Camus, Sartre e outros existencialistas se deparam com a vacuidade e se deprimem, pois, presos ao dualismo e ao ego, na ausência do tudo que os sustentava até ali (Deus/sistema de valores), consideram o vazio nada, sem perpassar o conceito-base da vacuidade por tudo, inclusive pelo ego, vazio em existência.
O vazio (vacuidade), portanto, é a alegria (conatus) do todo possibilidades, um universo sem fim onde, através do Amor, concebe-se o cosmos à nossa imagem e semelhança - um convite alegre a nos tornarmos o que somos: o melhor dos mundos possíveis.
Na afirmação consciente da vida, realidade vazia que evolui no sentido do Amor,
Laços do Amor:
Camus,
caos,
conatus,
consciência,
cosmos,
Deus,
dualismo,
ego,
evolução,
existencialismo,
Leibniz,
melhor dos mundos possíveis,
Nietzsche,
Sartre,
Spinoza,
universo,
vacuidade
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Amor, escafandro não-dual
Mergulhei fundo nas águas de minhas emoções
em busca de meu tesouro mais precioso
abri os porões dos infernos;
borbulhei, efervesci, morri, renasci.
No meio do fogo eu me vi.
O di-hablo era eu.
Meu ego escravizado, sem razão,
coitado, açoitado,
a espera de redenção,
de ser desfragmentado.
Dualista, o di-hablo não fluía.
Monólogos em mim mesmo,
sem convergência, sem harmonia.
Escravo, se vingava e a todos os demais em mim subvertia.
Liberto és, escravo-senhor,
a ninguém mais sirvo senão ao Todo.
Imaculado reapareço após confrontar meu lodo.
Me purifico e permaneço uno no Amor.
Da câmera escura trago a revelação
através do negativo vejo
como somos um só com a criação -
transvalorização dos valores e do desejo.
Sou o tesouro, o mergulho, o porão, o di-hablo;
a magia e o mago,
sou criatura e criador,
sou novamente uno no Amor.
Nas águas profundas em busca do Amor maior,
em busca de meu tesouro mais precioso
abri os porões dos infernos;
borbulhei, efervesci, morri, renasci.
No meio do fogo eu me vi.
O di-hablo era eu.
Meu ego escravizado, sem razão,
coitado, açoitado,
a espera de redenção,
de ser desfragmentado.
Dualista, o di-hablo não fluía.
Monólogos em mim mesmo,
sem convergência, sem harmonia.
Escravo, se vingava e a todos os demais em mim subvertia.
Liberto és, escravo-senhor,
a ninguém mais sirvo senão ao Todo.
Imaculado reapareço após confrontar meu lodo.
Me purifico e permaneço uno no Amor.
Da câmera escura trago a revelação
através do negativo vejo
como somos um só com a criação -
transvalorização dos valores e do desejo.
Sou o tesouro, o mergulho, o porão, o di-hablo;
a magia e o mago,
sou criatura e criador,
sou novamente uno no Amor.
Nas águas profundas em busca do Amor maior,
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