Tragédias a cada instante, lamento por toda parte.
O oceano de sofrimento se sente nas ondas de dor que nos chegam de tempos em tempos.
Respira? Então viva.
Vive? Então ajuda.
Ouve o teu chamado interno e descobrirás a quem, como, quando - porque o motivo sabemos: somos co-criadores da realidade que vivemos; torná-la-emos o melhor dos mundos possíveis.
Faz mesmo que pouco sempre o correto dentro de teus valores e questiona-os de tempo em tempo, diligentemente a cada passo.
Na ajuda interna que fortifica o socorro externo,
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segunda-feira, 18 de março de 2013
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
A educação holística do Amor
Amor é quando o sofrimento conduz ao aprendizado e não apenas à banalidade da dor.
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
Laços do Amor:
aprendizados,
ascese,
banalidade,
convergência,
desapego,
dor,
educação,
fluxo,
foco,
holístico,
margens,
não-dual,
sofrimento,
vida
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Amor, impulso imperativo
O impulso é de conquista do que está por vir, de saudade do que já se foi, desejo de unidade, de tornar possível qualquer impossibilidade.
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.
O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.
Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.
No impulso imperativo que é Amor,
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A correnteza libertadora do Amor
Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.
Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,
Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,
Laços do Amor:
aceitação,
correnteza,
ego,
emoções,
ilusão,
integração,
lâmina,
libertação,
obstáculos,
oceano,
outro,
reconhecimento,
relacionamento,
sofrimento,
superação
domingo, 11 de julho de 2010
Amor budista
Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.
No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,
Laços do Amor:
abismo,
Buda,
contemplação,
coragem,
ilusão,
infinito de possibilidades,
interação,
mente-coração,
mergulho,
nada,
oceano,
sofrimento,
tristeza,
tudo,
universo,
vazio
A geografia do Amor
O Amor é uma Ilha em um oceano de sofrimento e mesmice e constrói pontes para o infinito, supera os obstáculos (do sofrimento e da mesmice) em nós mesmos e fecunda um continente de Seres – em nós e no Todo.
Na capital do Amor, cujo centro se encontra em todos os corações e cuja periferia não se encontra em lugar algum,
Laços do Amor:
capital,
centro,
continente,
coração,
geografia,
ilha,
infinito,
mesmice,
obstáculos,
oceano,
periferia,
ponte,
Ser,
sofrimento
domingo, 16 de maio de 2010
Amor, a cura em si
Não é necessário buscar-se a cura; não existe sofrimento genuíno.
O sofrimento faz parte da projeção e percepção unilateral de um sistema dualista pautado pelo desejo-aversão com esteio na ignorância.
No despertar da saudável liberdade de nosso Ser,
O sofrimento faz parte da projeção e percepção unilateral de um sistema dualista pautado pelo desejo-aversão com esteio na ignorância.
No despertar da saudável liberdade de nosso Ser,
domingo, 4 de abril de 2010
Amor - domínio do desejo
Amor é o domínio do desejo, o fim do sofrimento, é liberar-se em-si-mesmo.
Na diligência iluminada que tudo abarca, espelho que nos mostra quão grandiosos somos,
Na diligência iluminada que tudo abarca, espelho que nos mostra quão grandiosos somos,
Amor é ir além
É ir além de si mesmo, do outro, é ter com o Todo, é se tornar pleno para compor com o melhor dos mundos possíveis, exercendo o Ser em sua plenitude, indo além do apego e da aversão, transpondo os véus da ignorância e do sofrimento.
É transcender a si próprio e a dor para ter com sua essência na ascece da alma, aprendizado que é viver em meio à dor e ao Amor, mestres que nos ensinam cada qual a sua maneira a alegria de Ser.
É estar uno com o conhecimento e através da compaixão desenvolver a sabedoria do Ser que é puro Amor, potencializando-se como canal da mensagem única e multifacetada, que é o Amor.
É saber que navegar é preciso, não importa a tormenta ou a calmaria, pois o porto seguro é Amor, repleto de pontos de anCORAGEM.
Na motivação de nossa encarnação, que é tornamo-nos puro Amor, aprendizado de nossa alma,
É transcender a si próprio e a dor para ter com sua essência na ascece da alma, aprendizado que é viver em meio à dor e ao Amor, mestres que nos ensinam cada qual a sua maneira a alegria de Ser.
É estar uno com o conhecimento e através da compaixão desenvolver a sabedoria do Ser que é puro Amor, potencializando-se como canal da mensagem única e multifacetada, que é o Amor.
É saber que navegar é preciso, não importa a tormenta ou a calmaria, pois o porto seguro é Amor, repleto de pontos de anCORAGEM.
Na motivação de nossa encarnação, que é tornamo-nos puro Amor, aprendizado de nossa alma,
Laços do Amor:
alegria de Ser,
alma,
ancoragem,
apego,
aprendizados,
aversão,
compaixão,
conhecimento,
coragem,
essência,
ignorância,
navegação,
porto seguro,
sabedoria,
sofrimento,
transcendência
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Amor ao mar da vida
Por ti e ao teu lado,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
terça-feira, 14 de abril de 2009
O Amor, caminho pela morte
Mudar? Quem sabe... já não mudamos a cada rotação? Nada sei sobre meu futuro a não ser da morte, que me espreita serena ao fim da caminhada.
Enquanto isto, aproveito a paisagem, tomo consciência de meus passos, amo cada vez mais a vida para, quando me entregar aos braços da morte, possa fazê-lo tranquilo, confiante de ter trilhado o caminho que me era possível e desejado.
Saudades suas, espelho meu com face tão própria e jeito tão diferente quanto igual; afinal, por mais diferentes que sejamos, humanos entre si e animais, a base é a busca da felicidade em meio ao sofrimento da vida, o que nos torna iguais.
Para você que está lendo, que as palavras lhe envolvam como um querido e afetuoso abraço, daqueles que transcende o tempo e o espaço, o nascimento e a morte, e que preenche de amor a vida.
No abraço do Amor,
Enquanto isto, aproveito a paisagem, tomo consciência de meus passos, amo cada vez mais a vida para, quando me entregar aos braços da morte, possa fazê-lo tranquilo, confiante de ter trilhado o caminho que me era possível e desejado.
Saudades suas, espelho meu com face tão própria e jeito tão diferente quanto igual; afinal, por mais diferentes que sejamos, humanos entre si e animais, a base é a busca da felicidade em meio ao sofrimento da vida, o que nos torna iguais.
Para você que está lendo, que as palavras lhe envolvam como um querido e afetuoso abraço, daqueles que transcende o tempo e o espaço, o nascimento e a morte, e que preenche de amor a vida.
No abraço do Amor,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O auge é o Amor
O meio entre o tédio e o sofrimento é o auge - onde o tédio é o extremo da saturação e o sofrimento o extremo da ausência e da falta.
O Amor é este gesto de equilíbrio que encontra o caminho entre os extremos da vivência humana.
No Amor,
O Amor é este gesto de equilíbrio que encontra o caminho entre os extremos da vivência humana.
No Amor,
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