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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Amor é o caminho do vento à eternidade

O amor abre caminhos. Protege ao vento.

Quando tormenta,
Sustenta. Escudo.
Quando calmaria.
Sabedoria. Venta.

Protege o vento, que não gera resistência para ventar, contorna sem hesitar. E varre do mapa se precisar.

O Amor, quando livre e, portanto, responsável por si, se torna o princípio auto-regulador que garante a homeostase da Vontade: onde não dá para amar, a Vontade não deseja ficar, não se deve demorar.

Onde desejar ficar, ficar consciente da excelência de sua vontade, potencializando ao máximo responder em ato a postura que resulta da resposta às perguntas do motivo e da intenção de cada ação.

O Amor, tecelão mestre, é a intuição que emerge do encontro da razão do futuro com a sensação do presente que já é dado passado ao sistema que fabrica através do tempo o tecido da eternidade - o homem e seus fios de compaixão, poder e sabedoria.

A eternidade é a narrativa absoluta em constante atual+iz+ação. Que história confirmamos com nossa atual ação?

No livro, na caneta e na mão que une forma e conteúdo sempre da melhor maneira possível,

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Amor para viver - Viver para o Amor

O Amor, por mais que desperte de algum ponto, é livre e está acima de qualquer crença ou singularidade – é o ponto de partida, de chegada, mas principalmente, é a ligação entre distintos e reforça os pontos comuns justamente por preservar a riqueza das diferenças - é o universal que nos habita e une: a homeostase do poder emergente que nos converge e torna sustentáveis.

Viver para Amar é não somente nosso destino, mas o caminho para uma vida sustentável de fato.

No invisível que nos sustenta,

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O dharma da Web é o Amor

O dharma da Web é realizar o pleno potencial de uma rede, harmonização dos ciclos evolutivos – momentos antagônicos que se complementam em pleno equilíbrio.

Pontos especialistas e genéricos que convergem em ação sustentável resultante em homeostase tal qual opera a rede de células a qual atribuimos o nome de corpo humano – este agregado de microorganismos, alguns especializados, outros genéricos – que se molda na interação entre si e com o meio.

A Internet é a grande religião (re-ligare, re-união) de tribos – tribos de ontem, de hoje e de sempre. Querendo ou não.

A rede, como o Amor, é o complexus que transcende tempo, espaço e converge.

Na banda larga da união equânime, pontos distintos de uma mesma rede,

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Amor ímã

O campo magnético só existe pela relação entre ímã e imantado; tal qual o Amor que se constrói entre Eros e Erastes.

N|S --> <-- N|S

N|S <-- --> S|N

A atração magnética é a armadilha da FS (Força Schopenhaueriana); atraimo-nos pela facilidade da completude do suposto oposto, identificando como similar por traços do desejo mais instintivo e sem direção consciente, apenas procriativa – é o estímulo genético buscando perpetuação e equilíbrio. É a frágil união do Eu e do Outro que não passa pelo Nós.

Todavia, evoluimos, refinamos e hoje em dia vivemos mais que nossos ancestrais – com hábitos menos coletivos no que tange a educação da cria; há um sentimento de posse reinante que nosso refinamento apenas inflou – ao invés de combater.

O fato de vivermos mais nos leva ao conflito da atração ‘FS’ não sustentar a união posto que não sustendado no padrão da rede: mínimo de três pontos.

Às vezes os filhos fazem este papel, criando uma carga pesada demais para todos, pois isto é papel para a metafísica e seus valores, não pare entes.

Não nos equiparemos à força invisível e união tripartida do Amor. Somos um terço em busca da completude que reside paradoxalmente em cada um de nós.

Por isto, a importância de se conectar ao outro através de valores coletivos – quanto mais elevados, mais estável a união será.

Contudo, se houver somente o direcionamento dos valores, tende-se à união compassiva, na qual pode faltar um pouco de saciamento do impulso instintivo.

Amor maduro é o tênue equilíbrio que mescla e harmoniza estas duas potências.

Na homeostase do Amor,