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terça-feira, 9 de junho de 2015

Um muito de Amor

Muitas vidas, uma experiência
Muitas atividades, uma essência
Muitas buscas, uma transcendência
Muitos desejos, uma imanência

A vida é um múltiplo de experiências singulares.

Na individuação que é a plena entrega ao Todo Amor,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O dharma do Amor

Eros é o impulso que transforma a potência em ato, transformando-se em direção - ágape -, que converge em philia, ato de união que renova o impulso para uma nova busca e uma nova expansão do Ser em constante alternância.

O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).

Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.

No dharma do Ser,

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Amor, o superpadrão

O Amor gera valor e dá sentido ao vazio.

O Amor ordena padrões, supera espaço-tempo, resignifica, perdoa, harmoniza e conduz à individuação - do indivíduo e das partes: casal ou coletivo.

Une a virtude ao prazer na dança da evolução, sem distinção.

Na força despersonalizada do Amor que torna todo padrão totalitário-multifacetado parte de um único íntegro, que torna tudo especial e que personaliza a essência do viver,

sábado, 25 de julho de 2009

Do ego ao self - o poder da plena realização do Amor

Muitos confundem o poder de realização do Ego com o Self: do eu inferior - pequeno, individualizado e isolado - com o Eu superior - magnânimo, individuado e unido.

Quando se reune e harmoniza em si todas as diferenças no uno que temos o potencial de espelhar, alcança-se a divinificação e o pleno potencial.

Pode-se até iniciar algo através da força cega e impulsiva do ego, mas é preciso saber se abrir para ampliar o horizonte e elevar o ganho e o valor, alcançando-se assim o pleno potencial seu e do resultado almejado.

No processo do Amor,

Amar a si através do Outro

Amor é um 'em-si-mesmar-se', reafirmando-se em sua plenitude pelo e através do Outro - do Outro em si, na ascese pela individuação, e do Outro-alter, exterior e de fato diferente à nós.

Amar é desejar tanto se conhecer e 'plenificar' quanto ao Outro - e que ele também alcance o mesmo estágio, almejando-se elevada união.

No espelho do Amor,

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amor fati - o caminho secreto da evolução

Há quase um ano, no dia 06 de julho, escrevia um artigo sobre o caminho secreto da evolução aqui mesmo neste blog.

Eis que agora, nas aulas de ética estóica no Mosteiro de São Bento/RJ - pai dos monges do ocidente -, me deparo com o conceito de Amor Fati cunhado e propagado pelos estóicos - e como gosto deles: Sêneca, Epicteto, Marco Aurélio, só para citar os 3+ (na minha concepção, lógico).

Ao navegar pelo wiki, ainda vejo com regozijo que Nietzsche se rendeu ao mesmo conceito. E é a partir de suas falas que me veio a mente que o resultado do justo caminhar do caminho secreto da evolução por mim proposto nada mais é que a realização do Amor Fati. Pois vejamos o que o mestre disse:

"Não querer nada de diferente do que é, nem no futuro, nem no passado, nem por toda a eternidade. Não só suportar o que é necessário, mas amá-lo".

"Quero cada vez mais aprender a ver como belo aquilo que é necessário nas coisas: - assim me tornarei um daqueles que fazem belas as coisas."

"Amor fati (amor ao destino): seja este, doravante, o meu amor." Não quero fazer guerra ao que é feio. Não quero acusar, não quero nem mesmo acusar os acusadores. Que minha única negação seja ‘desviar o olhar’! E, tudo somado e em suma: quero ser, algum dia, apenas alguém que diz sim."

Neste contexto, entendo que reconhecer sua verdadeira natureza, amorosa por essência, e agir de acordo com ela em busca da plenitude nas 3 esferas - externa com o coletivo, interna através da individuação e secreta na evolução da mens (alma/mente) - é percorrer o secreto caminho a evolução, é vivenciar o Amor Fati, o Amor dos fortes - algo que Nietzsche corrobora "ser, antes de tudo, um forte", e os estóicos confirmam: "guia quem consente e arrasta quem recusa".

É preciso ser forte para sair de si e convergir, abrindo-se ao Todo, esse é o princípio do Amor, que fecunda de maneira elevada a partir desta união.

No Fati do Amor,

domingo, 24 de maio de 2009

Amor - vontade maior do Ser

Ego é a vontade menor. É matar um leão por dia, bater-boca por coisa pequena, remar contra a maré para satisfazer pequenos caprichos e se sentir minimamente satisfeito e reconhecido.

Por medo nos entretemos e iludimos com pequenices do Ego, dispersamo-nos e nos escondemos por trás da preguiça e da indiferença, esquivando-nos de encarar o desafio maior de nosso Ser, que é o de realizar a missão de nossa alma-mente-coração: a corporificação de nosso pleno potencial através do Amor e o alcance de nossa vontade maior, nossa individuação, a realização do self.

Realizar a integração em seu pleno potencial não é se rebelar contra a maré, tampouco apenas ir com ela, é trocar harmoniosamente com o meio e assim se evoluir no diálogo amoroso de suas partes, onde o auto-conhecimento é a expressão máxima do amor - para si, para com o outro e para com o todo.

Na integridade do Amor, esta vontade maior, pertencente aos fortes,