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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O Amor não conhece atalhos

O impossível é um caminho que só o Amor pode realizar.

No fio da navalha, entre as margens da ilusão,

sábado, 15 de setembro de 2012

Pode ser Amor - could be Love

Life? It´s just an illusion! But it could be Love.

No fato, fado do ato, uma constante escolha,

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Amor Pégasus

Por trás de meu olhar, intenção.
Nos cantos do sorriso, paixão.
De meu peito transborda emoção.
Será toda espera ilusão?

O que se espera?
Se o passado é agora,
O futuro é aqui.
Será o tempo quimera?

Só há espaço
Para o silêncio,
Aprendizado
E contentamento.

Mais não posso
No momento.
Perda de foco?
Sofrimento?

Liberdade
De conscientemente esperar
Maturidade
Para Eros canalizar

Na jornada de Belerofonte, montado no cavalo alado do coração,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida

Quantas vezes você me acompanhou até aqui?

Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?

Quantos renascer a sós?

Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.

Amor,

não bato palmas,

mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;

pois tu sou eu, eu sou tu.

Somos a interdependência da Rede,

somos a Rede,

somos ponto-a-ponto,

somos ponte,

somos travessia,

somos Übermensch,

somos devir,

somos ocaso,

somos instante.

Na eternidade do momento, o potencial do Amor,


---

* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A consciência é Amor

Consciência sem ação é ilusão.

A verdadeira consciência é a unidade do Amor tripartido em corpo, fala e mente e que perpassa todo nosso Ser como 'fio de Ariadne' a nos auxiliar a conduzir nossa sabedoria (conhecimento amoroso) à liberdade de nosso Ser.

Apenas quando alinhamos o que pensamos, dizemos e fazemos com algo superior que se encontra escondido - mas pronto para se revelar - dentro de nós é que encontramos a fonte inexaurível da felicidade genuína que nos alimenta e ao mundo com o qual interagimos.

Amor é a busca e o encontro com a felicidade, que Gandhi definia assim: "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia".

Eis o Amor, única felicidade genuína e sustentável - o resto é ilusão.

Na correnteza do Amor,

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Amor, ponte que desperta

Morfeu é o deus grego dos sonhos, aquele que molda.
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.

A vida é um sonho e nos molda.

Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!

Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.

“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”

O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.

Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.

No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor budista

Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.

No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Amor, breve urgência?

Breve? Quão breve é a eternidade da espera,
que se espreita soberana e sincera
entre a esperança e o medo?
Fecunda o mundo com ilusões; calma, ainda é cedo.

Urgência? O que é essa tal urgência?
Da alma clemência
ou do corpo desejo?
Descobrir isto, almejo.

Beijos
entre vinhos e queijos,
um chopp ou dois,
sorvete que não quero deixar p'ra depois.

No encanto repentino e conscientemente descompromissado,

terça-feira, 15 de junho de 2010

Amor hidrante

Caminho de casa, cheio de ruas.
Ruas vazias, cheias de gente.
Gente vazia, cheia de medo.
Não é mais cedo,

É frio.
Pessoas dormem, nem um pio.
Mais de um sonho dorme, despedaçado.
Um sorriso, um achado,

Pura ilusão.
Ninguém sorri quando dorme obrigado no chão.
De nada, adianta,
Não fica pra trás, a gente escolhe aquilo que planta.

O que nos nutre, o que nos alimenta?
O que pensamos, falamos, agimos, aquilo que se sustenta.
E no meio de tanto cobertor
Ao relento, me pergunto, cadê o Amor?

Na cidade que tem de tudo, menos humanidade,
Um hidrante que irriga o deserto da selva de pedra
É um oásis da alma
Amorosidade desperta.

No Fogo divino que habita em nós e dá sede de justiça,

domingo, 13 de junho de 2010

Amor, razão de Ser da Alma

O que há na alma, entocada,
que não merece ser vivido,
que não merece ser amado?
Será dela uma asa castrada?

É a alma, intocada,
convergindo necessidades e desejos,
elevando padrões.
Discernimento prático que corta ilusões.

Não se pode ser refém
de si, de seus desejos,
esperanças e medos,
de mais ninguém.

Tem coisa que não se pode.
Tem coisa que não se deve.
Em todo caso, com o desejo
o sangue ferve.

Evitar o conflito,
deixar fluir.
Canalizar
para seguir e superar.

Gozo? Gozado, não gozo.
Liberto-me do jugo.
Integro-me,
não me julgo.

Ajo.
Hoje.
Não culpo o ontem,
não condeno o amanhã.

Entrega
plena, cega,
sem julgamento.
Essa é a hora, esse, o momento.

Fazer o que tem que ser feito,
isso é Amor.
Intuição da alma,
esse é o jeito.

Na do-ação ativa que sustenta e não compromete,

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Amor - felicidade que gera compromisso

A felicidade gera o compromisso e não o contrário. As pessoas vivem cada vez mais em função da obrigação e do interesse de um compromisso e não mais por Amor, deixando escapar assim a possibilidade da felicidade genuína.

A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.

A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.

A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.

A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.

Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.

O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.

E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.

Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.

Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Amor é Fati de fato

Apaixonado pela menina,
agora amante da mulher
como o mundo se resigna
para quem sabe o que quer.

Dias, semanas, meses ou anos,
o tempo tanto faz e pouco importa;
para quem tem sonho e faz planos
toda e nenhuma trilha é torta.

Os passos dados por Amor
mostram-se a si mesmos o caminho
por entre ilusão, pétalas e dor
até se reencontrar e ao novo ninho.

Ó, ilusão, adeus!
Bem-vindo ideal acalantado.
Cinderela, abandone os sonhos meus:
Amor é Amar e ser Amado.

Não é (o fim do) conto de fada,
tampouco pecado,
é Amor ao destino,
é lidar soberano.

Amo a ti
e ao que tenho
não há conflito
(não) intervenho.

Nado e fluo
com o rio da vida
se é Amor, volta, sem ferida;
construo sempre, a Amar continuo.

Mas páro por aqui de escrever
não precisamos mais ler.
Precisamos sentir;
Amar, nos ter, agir.

Você agora e eu aqui.

Na realização do Amor, Fati de fato,

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

...Amor, o sapato vermelho é...

Não posso cobiçar,
mas a beleza não me escapa;
brilha, aguça e conforta o inocente olhar,
registra-se em cartório, em público e no mapa.

Delimitação do mundo,
desejo consumido;
casad0 no fundo
viajante iludido.

Não há parada,
só há projeções;
há amores,
companheiras intenções.

Nasce-se só,
vive-se,
eterniza-se
e pó.

No brilho metálico de seu olhar,

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A prova de Fogo do Amor

Fogo se combate com Fogo.

Na desilusão e frustração que queimam a alma e carbonizam os sonhos, secam e desertificam a doce e sensual imaginação, evaporando ilusões; é nesta condição que reside a prova de Fogo do Amor.

E não vamos fragmentar o Amor: não devemos falar apenas da prova de Amor próprio; falo do Amor maior, que não tem fronteiras, que parte e une e que é - simplesmente é; individual, coletivo, em rede, único multifacetado.

A prova de Fogo é exatamente superar o ego ferido pela desilusão e reforçar o Amor, que não deve depender de elementos externos, posto que princípio-em-si, para ser forte, inabalável e eterno.

É transmutar o fogo da prova em Fogo do Amor, canalizá-lo para se nutrir e aquecer, sem se queimar e perder.

Nem todo Amor pode ser consumado, portanto nem todo deve ser inflado e nutrido - mas todo Amor deve ser respeitado e plenamente vivido em sua esfera de existência - quer seja platônica ou consumada, alcançando seu pleno potencial real.

O Amor não nos consome, nós é que consumimos o Amor.

Devemos, para vencer a prova de fogo, amar o Amor, amar amar, nos regozijarmos por simplesmente poder estar em contato com este nobre sentimento vital e agradecer a quem o despertou - sem lamentar não tê-lo consumado, mas amar tê-lo despertado.

Na força transformadora, superior e superadora do Amor,

domingo, 26 de julho de 2009

Amor, meu complemento à Lispector

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita... Clarice Lispector

E quando dita, finita. Encerra-se em si mesma aprisionada por conceitos e visões. Mentes, véus, impulsos, ilusões.

Liberta só estará, quando nem de palavra, nem de boca e ouvido, nem de si precisar.

Na hora da Estrela, cada segundo é Amor,

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O Amor expande o mero agregado

Recebi palavras elogiosas de uma amiga. Confesso ter ficado sensibilizado, tendo aumentado em mim o senso de responsabilidade, afinal, como diria Saint-Exupéry, "somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos".

Por mais que Nietzsche repudiasse este tipo de afirmação, afinal, cada um deve ser responsável por si - e nisto ele tem razão -, devemos ter compaixão para trabalharmos melhor a interdependência de nossas relações e nos auxiliarmos, irmãos que somos, no tantas vezes sofrido momento do crescimento, do despertar e da ascese.

Tudo isto que relato abaixo, contudo, me levou a uma reflexão. Antes isto teria me enchido de orgulho, estufado o peito, me achado o máximo ou, como diria Obama, 'o cara'. Agora, não passou de um estímulo à reflexão, ao contemplar das interconexões, ao observar de quão multifacetado é o debruçar-se sobre a realidade, vazia em si.

O que para esta jovem é motivo pelo qual ela se encanta comigo, ao 'fuxicar' por meu Orkut - vendo "uma beleza pura e visceral, despida de vaidades. Você é um dos homens mais belos que já conheci. Pensamentos cortantes que instigam minha mente, construídos com palavras sutis e suaves, como o toque da pétala na pontinha do nariz quando sinto o perfume de uma rosa. É gostoso de ver que existem no mundo pessoas como você." - com certeza não é o mesmo ponto-de-vista de minha ex-mulher ou de algum alun@ da ESPM reprovado por não atingido a média necessária - por mais que meu gesto tenha sido um gesto de Amor, para fazê-lo dar o melhor de si e aprender de fato ferramentas importantes para sua evolução. As expectativas no plano terrestres são sempre diversas e conflitantes.

Não é por nada que o Amor é tantas vezes mal compreendido: deve-se analisá-lo verticalmente, como força ascendente e não horizontal e ordinariamente, pois sua força poderia se perder em meio a obstáculos, conflitos de interesses egóicos e interpretações puramente banais e erotizadas.

Por fim, fica a reflexão registrada em palavras:

Vaidades não as tenho Estou nu perante a vida Se impressiono é porque é grande O Amor que sinto e emano expande este mero agregado.

Na realidade única de um mundo de ilusão, visão expansiva do Amor,

terça-feira, 23 de junho de 2009

Amor é despertar

Do medo, da ilusão. É caminhar confiante, aberto, com e por Amor amparado por forças invisíveis - que podemos até intuir se refinarmos nossa percepção - que nos auxiliam no encontro de nossa plenitude. Basta estar aberto e querer genuinamente.

Nas asas invisíveis do Amor,

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Amor interdependente

Amor só acontece quando se evolui?

Ou só o Amor evolui?

Amor é fim ou é meio?

É preciso evoluir para se poder amar verdadeiramente; por outro lado, só se evolui quando se ama verdadeiramente: o Amor enquanto fim, mas meio também.

E esse paradoxo amoroso a prática das quatro qualidades incomensuráveis ajuda a compreender e a realizar.

Pode-se até supor que a continuação e o desenvolvimento do amor parta do Eu de cada um. Mas e quando se defronta com o fato de que o Eu é ilusório e inexiste?

A única explicação plausível é a interdependência, que, no Amor, faz do meio fim e do fim um meio de sempre recomeçar melhor.

Como quando se começa um relacionamento apaixonado, amando com amor e com o Tempo e a troca interdependente, verdadeira, aberta e franca, o Ser evolui, amadurece e se forja, evoluindo para um Amor maior através do respeito e equilíbrio interdependente entre o Todo/Relação-Eu-Outro.

Esse é o aprendizado prático do Amor. E aprendemos através do Amor ou da Dor. A sabedoria nos faz alcançar o aprendizado sem dor através do Amor.

E com Amor, a compreensão e o aprendizado de perdas e da dor é potencializado e o sofrimento diminuido, em um processo que lembra a forja das melhores espadas, expostas à extremos e à pressão, inerentes a um processo único para moldar sua natureza indestrutível.

Sempre se está nesta busca de se tornar indestrutível, eterno, de se tornar o Amor, aprendendo a cada momento amorosamente, buscando o caminho do Amor, mas a aceitar amorosamente a trilha da dor quando resvalamos do caminho principal, voltando assim mais rapidamente ao mesmo do que se nos rebelarmos contra a via da dor.

O Amar é um eterno devir, um processo contínuo, cíclico de se estar sempre por chegar, sempre evoluindo amorosamente. Assim é um relacionamento, um encontro em evolução constante. E ainda há uma boa parcela que busca se acomodar.

Há os que julgam que um relacionamento duradouro funciona com os seguintes ingredientes: compatibilidade biológica, psíquica e auto-conhecimento para a manutenção do amor.

Não discordo, pelo contrário, mas penso que isto seja a base, a estrutura, a física, que necessita do processo de abertura do topo, da superestrutura, da meta-física para sair do ciclo da estagnação e o transformar em espiral ascendente da evolução dos Seres envolvidos na relação - podendo ser até o processo de ascese da alma no desvelar do auto-conhecimento e aumento da auto-estima a partir da junção do eu ao Eu Superior.

E, Superior, apenas o Amor.

Inspirado em troca com a amiga Fé, resgatada da época de escola e que também está na busca por se tornar um diamante (vajra) - translucido, luminoso, valoroso, indestrutível; como o Amor.

Na Fé do Amor,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Energizando-se: reconhecendo o impulso, identificando a motivação

Por muito achamos estar sendo movidos por sentimentos de amor verdadeiro, por muito somos enganados por nossa própria ilusão, machucando-nos e ao outro.

Reconhecer o impulso em cada ato - o que nos motiva - é fundamental para sermos verdadeiros para conosco e com o próximo.

A verdadeira motivação, a motivação pura é o Amor, que dá sem nada esperar em troca, que dá pelo prazer de reconhecer a felicidade genuína alheia.

Identificar a motivação é quase tão difícil quanto reconhecer o impulso, pois são faces da mesma moeda: um origina o outro, sendo a motivação o berço para o impulso - por muito se confundem e não se deve se prendera isto.

Deve-se ir além, pois é claro que a motivação do ego resultado em um impulso tão forte quanto baixo, com pouca clareza, confuso, que por muito nos prende a sí próprio, tornando-nos reféns de nosso próprio desejo.

A motivação pura, surgida do Amor, que é o Amor em si, é clara, transparente, auto-liberada e auto-esclarecida. É aquela certeza que emana de nosso interior e a qual não se prende, a qual se é.

Cada qual deve criar seu próprio método de identificação, sendo a meditação constante, ativa e passiva - parando-se para meditar/orar e mantendo a atenção plena -, um pré-sistema a ser usado por todos.

Refiro-me aqui se a pessoa busca identificar primeiro a motivação ou primeiro reconhecer o impulso; cada um terá a sua facilidade, porém apenas a base meditativa lhe conferirá a força e a clareza (Luz) necessárias para empreender o esforço da identificação e reconhecimento.

E não é isto a energia: Força e Luz? Força para transpor, Luz para guiar - Amar para libertar?

No Amor,