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sábado, 17 de julho de 2010

Amor, ato criativo

Amor é a abertura de Ser, fissura que deixa irromper o artista em nós e que faz de nossa vida uma obra-prima: é a moldura, a tela, a tinta, o pincel, o objeto, o autor; mas sobretudo, é o espaço que une tudo isto com harmonia e equilíbrio que resultam na beleza ao longo do tempo a ter com a eternidade em cada momento.

Se não pintas ou escreves e não queres ao menos ousar, tudo bem, trabalhas e tens teu par - já podes aí se lapidar e polir a jóia bruta a cada despertar.

E quando o par ímpar fizer, todos ganham se de fato houver Amor entre o homem e a mulher.

O Amor gera na fecundação a beleza da divindade, o equilíbrio da natureza e a harmonia do Ser, o malgam que eterniza toda a philia.


Na beleza do orgasmo, verdadeiro ato criativo,

domingo, 11 de julho de 2010

Fragmentos de pensamento unidos por Amor

A rebeldia e a ambição são divinas, a falta de controle e canalização é que são o diabo.

A esperança é a distração que te tira de ti e te leva a por em algo exterior sua força. 

A fé, o Amor da alma, é o mergulho interno no qual se colhe suas forças e se comunga com o que há de melhor no cosmos.


Na canalização amorosa que dá forma a um novo Ser,

sexta-feira, 26 de março de 2010

O magma do Amor

É a força lúcida que conscientemente forja a união e harmonia entre nossa parcela divina, infinita e eterna com nosso lado animal, finito, contextualizado.

No tantra mente-coração, erupção de nosso Ser,

sábado, 21 de março de 2009

Amor é o ciclo que erige a pirâmide de conhecimento divino que é o nosso Ser

Aquilo que você intui que está lá, você alcança com a fé, apreende com a razão, registra com a sensação e relembra com o sentimento. Este ciclo de conhecimento é o verdadeiro Amor.

Onde - baseado na mandala budista e na junguiana - a intuição fica a direita, a sensação a esquerda, o pensamento-razão acima e o sentimento abaixo, com a fé ocupando o centro (no lugar do Ego) e o Amor sendo a força que aglutina, distribui e mantém esta roda de conhecimento agregada e a girar rumo à evolução - contra o ciclo do samsara; horário x anti-horário, respectivamente.

No modelo abaixo, retirado do pdf "Jung e a Kundalini", basta substituir o Ego pela Fé e obtém-se o modelo de Amor por mim proposto neste post.
Se ousarmos colocar isto em 3D, podemos erigir uma pirâmide de Amor a partir desta 'planta baixa', sendo o Amor o vetor que eleva a fé e assim os demais pontos-base do conhecimento.

Vale ressaltar que a mandala budista é sempre acessada pelo leste - aqui representado pela intuição, o que faz todo sentido - ao menos para mim. E para você?

No Amor,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Amor - divina inocência

Encontro da inteligência e sabedoria do racional humano com a profunda espiritualidade que suscita a inocência divina.

No Amor,

Amor surreal

Amor - física humana, meta divina, passeio individual, encontro coletivo.

No Amor,

Intuição amorosa

A intuição amorosa não é pensamento, não é emoção, é a pura razão - voz da divina sabedoria - que emana do coração.

No Amor,

terça-feira, 24 de junho de 2008

Amor contrastante

O amor humano (se) engana.

O Amor divino ilumina.

Amar é viver esse jogo de contrastes, luzes e sombras - a eterna dança entre o velar e o desvelar iniciada por Eros e Psique.

É uma dança que não pode parar: se pára no velar obscurece, perde-se, desinteressa-se; se pára no desvelar quebra-se o encanto, acostuma-se, assusta-se; em ambos afasta-se e isto é o contrário do Amor - união incondicional.

No amor,