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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Amor, referência maior

A Vontade tem, mesmo que inconscientemente, seus próprios valores referenciais.

Conscientizar-se de sua própria medida é tornar-se Soberano de sua métrica, Senhor de seu ritmo, Artífice de seu compasso.

Na bússola da Razão,

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do zelo ao Amor

Ciúmes de que(m)? Medo de que(m)? Fome de que?

De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).

Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.

É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.

Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.

Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.

Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.

No desejo de realizar a boa vontade,

domingo, 29 de setembro de 2013

Aude sapere et semper fidelis Amor

Se os Amores são cada vez mais líquidos, só nos resta pedir mais uma dose e brindar a Eros, cosmificador do caos, que por tortas linhas tece a eternidade, atualizando a cada ciclo de con-fiança o significado de respeito, honra, comprometimento, lealdade e fidelidade.

Mais do que perguntar se é possível ser fiel nos tempos líquidos de uma sociedade tão altamente fragmentada quanto conectada dos dias de hoje, é se perguntar sobre ao que se quer - pode e até deve ser fiel.

Ao desejo, este volátil combustível do Ser?

A uma idéia, frágil fragmento de uma obscura totalidade desconhecida em constante "plasmificação"?

Ao Outro, este desconhecido em devir, mutante de nossas expectativas e projeções e ao qual poucos dão espaço para revelar-se em sua plenitude sem julgamento e a maioria enclausura em seus enquadramentos? Fulano, o que há contigo, não estou te reconhecendo...

A um nós que é tao construído quanto o Eu – frágil diante de tantos estímulos e obstáculos internos e externos?

Ao que então devemos ser fiéis? A valores? Valores criados por homens demasiadamente humanos e falhos e que de tempos em tempos são revistos e atualizados?

Sim, a valores, mas não estes e sim aqueles, que nos norteiam em nossa busca, que não estão fora em algum lugar paradisíaco, mas dentro de nossos corações – os valores que regem nosso destino e que nos tornam Ser em constante devir.

Sê fiel a teu destino – e flui em harmonia com o todo. Respeita a maré, considera o vento, faz do contexto teu aliado e nunca tira o foco de teu objetivo mais alto; mesmo que seja apenas uma utopia – é para isto que nos servem o sonho e a imaginação.

Ouse ser fiel a seu destino. Sempre em frente – respeitando tudo, considerando o necessário.

aude sapere et semper fidelis Amor - atreva-se a ser o amor sábio e sempre fiel

No líquido que atualizamos quando interagimos,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O Amor à busca ou a busca do Amor

As pessoas buscam melhorar os negócios, aumentar a renda, mas raramente buscam a verdadeira, primeira e última liberdade - o auto-conhecimento que liberta, pacifica, potencializa a felicidade nata e garante assim a melhora holística e sustentável; também os negócios e a renda.

Vá além de ti, mergulha em ti mesmo e entrega-te ao Todo - garanta assim tua parte. Encontra em ti toda humanidade; aperfeiçoe esse valor universal.

O quem e como depende sempre do por que/porque; para que todos possam se beneficiar, cada um tem que se responsabilizar.

Na escolha de seus princípios e coragem de sua sustentação,


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Amor moinho

Marte em Câncer - Dom Quixote

Na atual configuração (do astral e da sociedade), somos como Dom Quixote, o fidalgo que combate monstros de seu imaginário, sentimentos menores que o apequenam e levam a buscar refúgio em valores tradicionais - nobres e em alguns muitos casos ultrapassados - e que em sua jornada acaba por enfrentar a ilusão de suas fantasias para, por fim, descobrir que não é herói (por conceito ou imposição) e que não existem heróis.

Eis o ato de heroísmo que nos cabe: não há valores outros que aqueles que criamos e sustentamos através de nossas emoções-ações.

Use a imaginação para dar novos contornos à sua realidade, sem nunca esquecer a voz que vem do/da Pança - a realidade dos desejos que conduzem ao bom e justo combate.

Vista a manta de suas nobres intenções, arme-se com a lança da imaginação, o escudo da razão e a espada da sabedoria e combata seus inimigos internos para conceber um novo mundo particular, aquele que sustenta o universo em constante expansão: um corpo cuja nobreza não é imposta e/ou castrada, mas exercida no apocalipse de cada ação, qualidade do Estar, atitude que é Ser.

Conscientize-se dos ventos que movem teu moinho, engenhe-se.

Na luta do Amor a estratégia é se entregar,

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Amor, re-tensão da enteléquia que é Ser

O Amor é o motor-habilidade do Ser, vida que se atualiza a cada re-tensão, atualização da convergência dos impulsos à vontade e da convergência destas em intenções.

No diálogo que somos,

Amor, espectro da vida

"Because the night belongs to lovers..."

É na escuridão de um novo dia que se fundam os valores-motores e se forjam as intenções-habilidades-guia da jornada da Luz.

Na consideração do espectro da vida, entusiasmado por Plutão em Capricornio...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, desafio corajoso

Podemos cair, podemos tombar, mas ninguém pode nos acusar de não ousar e tentar e, apenas por isto, já somos vencedores, pois sabemos, como ninguém, a convergir esforços, a refletir, a (nos) superar, a levantar e continuar na caminhada que nos leva cada vez mais distante do que nós éramos para ficarmos cada vez mais próximos do que podemos ser - e é justamente isto que somos, uma passagem, um canal que trafega uma mensagem, valor em constante afirmação.

Vença-te a ti mesmo e conquistarás o mundo.

Na ousadia de estar presente ao Ser,

O Amor transcende o medo de Ser e traz a verdade ao estar

É tudo verdade
em uma sociedade
onde sem alarde
o homem já não vale
nem sua metade

Esse último homem
de valor algum
a quem falta coragem
de não ser apenas mais um

Na transcendência do medo de Ser, a imanente verdade que é estar,

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

É chegar e fazer, Amor!

Chegar e fazer, chegar e fazer, nem questionar se vai dar ou não, já deu: é chegar e fazer, chegar e fazer.

Questionamento é fundamental - antes e depois de cada ação, antes de chegar e depois de fazer; a reflexão ocorre antes e depois de cada ação de acordo com determinada meta relativa, ancorada no princípio universal da vida.

Na ação reflexiva, que reflete sempre os valores do Ser,

sábado, 23 de junho de 2012

Mesmo sendo, Amor

Mesmo sendo vazio
Mesmo sendo impermanente

Mesmo sendo assim, mesmo no desapego, mesmo assim e apesar disso, amar.

Na incondicionalidade de toda entrega, que constrói valor,

sábado, 17 de setembro de 2011

Amor, cultivo da rendição

Cultive-se. Compartilhe-se. Renda-se ao Amor.

Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amor sustentável

Amor é a força que impulsiona, a sabedoria que conduz e a serena compaixão que sacramenta a extensão do individual e o modo da relação coletiva conferindo sustentabilidade ao fluxo de trocas que gera valor.

Na concepção que fecunda, nutre e gera Luz,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Amor, segredo da juventude e do bem

A beleza externa,
ó tentação,
ofusca e enebria,
ilude o coração.

Tateia cego
em meio às projeções;
excita-se com as formas e perde-se em meio ao ego.
Enreda-se, enrosca-se nos véus das ilusões.

Preso, não chega à beleza interior
agoniza diante da impermanência exterior.
Iludido, liberta-se para em nova bela armadilha cair,
ignora os padrões que tende a repetir.

A beleza é o belo
e também a simpatia
acima de tudo valores que geram harmonia.
Do exterior ao interior, o Amor é elo.

A beleza é assim na Terra como no Céu,
eis um segredo que dissipa o véu:
resistir às chamas das paixões
liberta-nos a viver o Amor livre das ilusões.

Canalizar o impulso,
ordenar a direção,
garante o destino
do Amor à paz e união.

No secreto da beleza, segredo da juventude e do bem,

terça-feira, 9 de março de 2010

A hora do Amor

O Amor é fazer a diferença no invisível do detalhe; é Ser no puro sentido de viver.

É o caminho para o Eu superior, a ação que independe da avaliação prévia do valer ou não a pena - tudo sempre vale quando a alma não rima e se engrandece, encontrando-se no particular que pertence ao Todo, ressaltando o universal em cada exceção.

Amor é aceitar que se é, e de fato Ser; esse é o jeito, isso é Amar.

No Amor, nascimento de nossa consciência interior, valor que agrega,

domingo, 18 de outubro de 2009

Amor é jóia rara

É contemplar a obra-prima que emana de nosso Ser e reafirmar o seu valor na prazerosa interação do nós: valor constituído, construído e vivido, brilho próprio de nós dois.

Na moldura do Amor, que é a beleza de seu sorriso,

sábado, 25 de julho de 2009

Do ego ao self - o poder da plena realização do Amor

Muitos confundem o poder de realização do Ego com o Self: do eu inferior - pequeno, individualizado e isolado - com o Eu superior - magnânimo, individuado e unido.

Quando se reune e harmoniza em si todas as diferenças no uno que temos o potencial de espelhar, alcança-se a divinificação e o pleno potencial.

Pode-se até iniciar algo através da força cega e impulsiva do ego, mas é preciso saber se abrir para ampliar o horizonte e elevar o ganho e o valor, alcançando-se assim o pleno potencial seu e do resultado almejado.

No processo do Amor,

sábado, 6 de junho de 2009

Amor é obra-prima

É o ato de criação; sexo sim, mas com amor, conscientes da responsabilidade da multiplicação do que é uno, atentos aos desdobramentos da reprodutibilidade e perda de valor da arte.

No Amor de cada momento, eternidade aprisionada no tempo-espaço de nossa finitude,

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Crise dos valores - Non Ego

Nietzsche, no aforismo no.175 de Aurora (livro III), filosofa sobre o 'pensamento básico de uma cultura de mercadores' e aponta a valorização a partir da oferta-e-demanda como o grande vilão do novo século. Como é curto, vale a reprodução, com um breve comentário abaixo.

---175---Aurora---

Vemos agora surgir, de várias maneiras, a cultura de uma sociedade em que o comércio é a alma [...]. O mercador sabe estimar o valor de tudo sem produzi-lo, e estimar-lhe o valor segundo a necessidade dos consumidores, não segundo suas próprias necessidades; 'quem e quantos consomem isto?' é sua grande pergunta. Esse gênero de estimativa ele emprega instintivamente e incessantemente para tudo, também para as realizações da arte e da ciência, dos pensadores, doutores, artistas, estadistas, de povos e partidos, de épocas inteiras: em relação a tudo o que é produzido ele pergunta pela oferta e a demanda, a fim de estabelecer para si o valor de uma coisa.

Isto alçado em caráter de toda uma cultura, pensado com o máximo de amplidão e sutileza, e impondo-se a toda vontade e capacidade: é disso que vocês, homens do próximo século, estarão orgulhosos: se os profetas da classe mercadora tiverem razão em colocá-los na sua posse! Mas eu tenho pouca fé em tais profetas. Credat Judaeus Apella - Non Ego [Creia nisso o judeu Apella - Não Eu] - como diria Horácio.

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Triste um mundo onde a humanidade não reconhece o valor em si, para si, dentro de si das coisas e do mundo e onde seu referencial é o impermanente e mutável exterior - como se torna refém o terrorista mercador-capitalista, crente que se beneficia e se torna mais livre e senhor da situação por não se ater a um valor em si, mas a lidar de acordo com a "conjuntura reinante".

Há de ser forte para se responsabilizar por seu próprio destino, por determinar seus valores, para ser dono de si mesmo, senhor de sua razão, soberano de sua calma, escravo de seu planejamento, auto-liberado para decidir seus papéis e sua atuação.

Mas para tal é vital se saber de suas necessidades - como se atualmente se chafurda em seus próprios desejos e se afoga nos de outrem, sem sequer saber distingüir o que é o desejo genuíno daquele outro que lhe é introjetado. Afinal, o referencial é sempre exterior, não é?

E a maioria lida como mercador - até com o próprio corpo, com o próprio trabalho então. Vende-se por pouco, afinal, o referencial é externo e a competição é grande.

A vitória contudo - e o real valor - está guardada a sete chaves (sete chácras?) dentro de nós, em nosso coração.

Mais uma vez o amor é a chave-mestre. Amor por si para se valorizar, amor ao outro para respeitar, amor à natureza para preservar e assim, amor pleno, para valor gerar.

No amor