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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O imperativo categórico do Amor

A vontade existe sempre enquanto potência e precisa ser compreendida para poder atuar-se racionalmente no sentido de maximizar sua manifestação convergente a um poder maior.

Na contemplação da mensagem da vontade e racionalização eficaz dos meios,

domingo, 24 de abril de 2011

A pedra e o Amor

No meio do Amor havia uma ponte;
no meio da ponte havia um Amor;
havia uma ponte no meio do Amor;
havia um Amor no meio da ponte.

Há tantas combinações possíveis.

Sempre há um meio para o Amor, quando decidimos construir pontes e não muros.

Na construção de nosso Ser,

Amor, amém

Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.

(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.

No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,

domingo, 4 de julho de 2010

Sobre o Amor

Amor independente é conscientemente interdependente; o Amor interdependente é conscientemente independente.

Amor é interdependência externa e independência interna, a sabedoria da mente-coração que discerne e age.

Descendemos do Uno, espaço básico, caos que tudo abarca e do qual tudo origina.

No princípio não há diferenciação, é após a concepção que o conjunto de forças externas (karma) e internas (vontade) dá forma ao secreto (potencial que somos e devemos nos tornar) e particular, no início da interação da vida que é pulso de força, potência em ato; inter-ação, onde não deve haver re-ação, mas apenas trocas equânimes de ações afirmativas do Ser em busca do Uno, unidade em nós.

Nosso Ser, segundo estágio de diferenciação do princípio, não tem fim, é eterno re-começo em busca da plenitude, do voltar-se ao Todo, do achar-se-a-si.

É o olhar ativo que es-colhe o caminho do religare, da re-união através do corpo, fala e mente convergidos no coração; é a confirmação da ascece (Eros), da beleza (Ágape) e do bem (Philia).

Caímos para nos levantar, a começar a contemplar a origem, pois vida é movimento de reunião à nós mesmos e ao Todo; o mal é estagnação e isolamento egoísta, tem origem na passividade e se confirma na es-colha errônea, impensada, não-sentida, não-intuída, que não converge ao Todo, mas prioriza uma das partes e gera distinção entre o Eu e o Outro.

Cada ato nosso deve conter nossa origem pré-distinção e deve convergir à harmonia e à união.

Devemos conduzir-nos e almejar sempre o topo – altiora semper petens – comungar com o Todo, com-unidade, lado-a-lado, equânimes, deixando a alma ser o farol, o corpo o barco, a chegada o êxtase e o mapa (astral) o destino; ágape, eros, philia e fati, respectivamente.

Só no Amor, princípio, meio e fim,

domingo, 16 de maio de 2010

Amor, caminho da construção do Ser

Mais que construir uma vida em torno do Amor nosso caminho passa exatamente por vivenciarmos o Amor.

Porque em torno ainda não é Ser Amor, princípio do meio, fim da angústia, plenitude que é viver.

No caminho do meio, que está em toda parte, sem entorno ou centro,

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A fronteira final do Amor

Não há mais nada conquistar a não ser a paz interior.

E essa já é Amor em si, princípio, meio e fim.

Amor vincit omnia,