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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Amor - es-colhendo o melhor do melhor do mundo

O MELHOR DO MELHOR DO MUNDO é quando se está amando.

Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.

Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.

O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!

Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.

Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.


Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os eternos instantes do Amor

Às vezes o Amor nos acontece em um instante para nos lembrar da eternidade e assim nos reconduzir ao patamar mais elevado da experiência da vida - aquela que manifesta a energia corporificando-a nos chácras.

E, independente de ser com ela, Maria das Dores ou dos Amores, o aprendizado é de que tem que ser com esta energia, que é com esta que se deve enlaçar.

Amor é quando cada instante contém a eternidade.

No Amor que se manifesta através dos múltiplos seres, fluxo contínuo da eternidade em rede,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A sinfonia do Amor

Amor é tornar-se música orquestrada; é harmonizar os 3 principais centros do corpo, colocando os chácras em sintonia.

No equilíbrio entre a tensão e o relaxamento,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Amar é compartilhar, meditar o caminho

"À medida que você progride para cima, em direção ao quarto centro -- ou seja, o coração -- toda a sua vida se transforma num compartilhar de amor.

O terceiro centro criou a abundância de amor. Ao atingir, pela meditação, o terceiro centro, você se tornou tão transbordante de amor, de compaixão, que você quer compartilhar. Isso vem a acontecer no quarto centro -- o coração.

É por isso que mesmo na vida mundana as pessoas dizem que o amor vem do coração. Para elas, entretanto, isso é apenas um papaguear, um falar por ouvir dizer; elas de fato não conhecem, porque nunca chegaram ao seu próprio coração. Mas o meditador, finalmente, chega ao coração.

À medida que ele chega ao âmago do seu ser -- o terceiro centro -- de repente acontece uma explosão de amor, de compaixão, alegria, bem-aventurança e de êxtases, e com uma tal força que atinge o coração, e abre o coração.

O coração encontra-se exatamente no meio de todos os seus sete centros -- três ficam abaixo, os outros três ficam acima.

Você chegou exatamente no meio."

Osho - The Search: Talks on the Ten Bulls of Zen Chapter2

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Crise dos valores - Non Ego

Nietzsche, no aforismo no.175 de Aurora (livro III), filosofa sobre o 'pensamento básico de uma cultura de mercadores' e aponta a valorização a partir da oferta-e-demanda como o grande vilão do novo século. Como é curto, vale a reprodução, com um breve comentário abaixo.

---175---Aurora---

Vemos agora surgir, de várias maneiras, a cultura de uma sociedade em que o comércio é a alma [...]. O mercador sabe estimar o valor de tudo sem produzi-lo, e estimar-lhe o valor segundo a necessidade dos consumidores, não segundo suas próprias necessidades; 'quem e quantos consomem isto?' é sua grande pergunta. Esse gênero de estimativa ele emprega instintivamente e incessantemente para tudo, também para as realizações da arte e da ciência, dos pensadores, doutores, artistas, estadistas, de povos e partidos, de épocas inteiras: em relação a tudo o que é produzido ele pergunta pela oferta e a demanda, a fim de estabelecer para si o valor de uma coisa.

Isto alçado em caráter de toda uma cultura, pensado com o máximo de amplidão e sutileza, e impondo-se a toda vontade e capacidade: é disso que vocês, homens do próximo século, estarão orgulhosos: se os profetas da classe mercadora tiverem razão em colocá-los na sua posse! Mas eu tenho pouca fé em tais profetas. Credat Judaeus Apella - Non Ego [Creia nisso o judeu Apella - Não Eu] - como diria Horácio.

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Triste um mundo onde a humanidade não reconhece o valor em si, para si, dentro de si das coisas e do mundo e onde seu referencial é o impermanente e mutável exterior - como se torna refém o terrorista mercador-capitalista, crente que se beneficia e se torna mais livre e senhor da situação por não se ater a um valor em si, mas a lidar de acordo com a "conjuntura reinante".

Há de ser forte para se responsabilizar por seu próprio destino, por determinar seus valores, para ser dono de si mesmo, senhor de sua razão, soberano de sua calma, escravo de seu planejamento, auto-liberado para decidir seus papéis e sua atuação.

Mas para tal é vital se saber de suas necessidades - como se atualmente se chafurda em seus próprios desejos e se afoga nos de outrem, sem sequer saber distingüir o que é o desejo genuíno daquele outro que lhe é introjetado. Afinal, o referencial é sempre exterior, não é?

E a maioria lida como mercador - até com o próprio corpo, com o próprio trabalho então. Vende-se por pouco, afinal, o referencial é externo e a competição é grande.

A vitória contudo - e o real valor - está guardada a sete chaves (sete chácras?) dentro de nós, em nosso coração.

Mais uma vez o amor é a chave-mestre. Amor por si para se valorizar, amor ao outro para respeitar, amor à natureza para preservar e assim, amor pleno, para valor gerar.

No amor