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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Viver é seguir a canção do Amor

Viver é saborear o caminho, aprendendo a dizer sim até aos espinhos, sim ao tempo, sim ao espaço, sim, sim, sim... Sim à vida com todas as suas qualidades, positivas e negativas, sem exceção, pois aquilo que nos alegra é também aquilo que nos entristece, aquilo que nos acalenta é também aquilo que nos magoa; em suma, viver é caminhar e, assim, amar.

Seguindo a canção do coração,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Os caminhos do Amor

Como pode voltar tudo,
se nossos caminhos já partiram
rumo aos nossos destinos amiudo.

Mais que tristeza, aceitação.

Não é mais por mim que teus sinos batem.
Não é mais em minha direção que teu vento sopra.
Não é mais em meu oceano de Amor que tu te ancoras.

Mais que tristeza, aceitação.

Respeito o compasso do destino,
a cada passo mais ciente,
amadureço no ritmo do eterno menino.

Mais que aceitação, entendimento.

No respeito de onde emana todo Amor,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor budista

Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.

No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amor calculado



Quem disse que números não tem vida? Que não há beleza na soma, ó se há; no máximo tristeza na subtração. Vida é multiplicação de momentos, interação de pontos, divisão de experiências.

Na matemática do Amor um mais um são três e três vezes três é a eternidade que habita em cada um de nós, infinitas espirais em ascensão.



No Fibonacci do Amor,