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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Amor, polifonia elemental

Acendamos o fogo de nossos corações, a lareira de nosso Ser para comungar em torno de valores cujas narrativas valem a pena serem contadas e vividas para se tornarem a história de nossas vidas.

Afinal, um grama de diálogo amoroso vale mais do que um quilo de monólogo egóico.

Na narrativa que torna imanente-familiar o transcedental-desejado,

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Amor, caminho de expansão do Ente

Amor é o caminho no qual o Ser converge colaborativamente a Razão suprassensível e as inclinações, emoções sensíveis, despindo-nos do trans- e do iman- e, nus perante à Natureza e à Vida, expandindo nosso Ente.

Na SERpENTE que nos ascende,

sábado, 6 de novembro de 2010

O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além

Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.

O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.

O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.

Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.

Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.

No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Arrebatamento do Amor

O poder arrebatador do Amor transforma instantes antes em eternidades depois ao forjar o agora no aqui.

Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.

É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.

No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A qualidade íntima do Amor

Amor, qualidade íntima que transcende nossa imanência e nos faz Ser com o Outro em plenitude comungada.

Na força do impulso que confere o sentido empreendedor e objetivo do discurso e curso de nossas vidas,

sexta-feira, 27 de junho de 2008

O Amor é auto-sustentável

O Amor pleno, que compreende seus 3 estágios, independe de fatores externos; inabalável, inalcancável em sua plenitude, imperturbável, inexpremível, apenas vivenciável - o que a princípio tornaria este blog e toda minha busca indefensável, infrutífera e insustentável.

Mas o Amor é assim auto-sustentável: sem necessidade de se explicar, justificar, ter utilidade ou não.

Tal qual a filosofia é caminho para a sabedoria, mas não a sabedoria em si, o amor que vivemos é a busca desse Amor maior, transcendente e imanente ao mesmo tempo. É viver o milagre da fé e utopia, aproximando-se destes e elevando o nível vibracional da realidade.

Os 3 estágios do Amor levam à outra margem do Amor universal, tal qual a filosofia e a meditação nos conduzem à sabedoria.

Eros é o impulso, a força que nos conduz pelo rio da vida. Ágape a direção que nos conduz e orienta. Philia o desembarque seguro do outro lado.

Amor é esse caminho que vence o Tempo e o Espaço e nos torna unos com o Todo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

A eminente mandala do Amor imanente e transcendental


A verdadeira compreensão do Amor evidencia o transcendente no imanente, a ordem no caos, o nirvana no samsara, o paraíso na terra, passado e futuro no agora.
É tudo uno e a mesma coisa, é nossa mente dualista que os separa. Nosso coração o único capaz de uni-los verdadeiramente.

Amor, a eminente mandala do Ser.

No Amor