Fazer do micro o macro, convergir o acima e o abaixo, descentralizar e dar poder às unidades para convergirmos ao ponto superior de nosso destino e realizarmos o superorganismo vivo do qual somos enzimas catalisadoras do progresso através da ordem estabelecida pelo Amor.
"Quod est Superius est Sicut Quod est Inferius"
Na realização do Übermensch nietzschiano que confirma seu Ser no SerVIR,através da compreensão de que o Vir-a-Ser já é e basta se atualizar para se realizar,
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Amor planetário - enzimas catalisadoras rumo ao Superorganismo
Laços do Amor:
convergência,
enzima catalisadora,
Hermes Trismegistro,
Nietzsche,
nova ordem,
ordem,
positivismo,
progresso,
SerVir,
superorganismo,
Übermensch
Amor, fluxo da sabedoria
Ansiamos por permanência exatamente por ignorarmos a fluidez e o fluxo da vida, ignorando a impermanência - desta ignorância primordial que tem em si também a incompreensão da vacuidade do ego é que surge o desejo e deste o apego e a aversão que por sua vez dão origem aos demais venenos da mente.
Amor é o fluxo que perpassa, une e iguala amante e amado - não mais princípios, não mais fins em si, mas meios de realizar a nova e eterna realidade contínua do Amor, princípio da ordem, progresso como fim.
No fluxo positivista do saber, conhecimento que a tudo move, sustenta e eterniza,
Amor é o fluxo que perpassa, une e iguala amante e amado - não mais princípios, não mais fins em si, mas meios de realizar a nova e eterna realidade contínua do Amor, princípio da ordem, progresso como fim.
No fluxo positivista do saber, conhecimento que a tudo move, sustenta e eterniza,
Laços do Amor:
apego,
aversão,
ego,
eternidade,
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ignorância,
impermanência,
movimento,
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positivismo,
progresso,
sabedoria,
sustentabilidade,
vacuidade,
venenos da mente
domingo, 11 de julho de 2010
A (nova) ordem do Amor
Inverter-se a ordem dos fatores para alterar o produto: sexo não depois do casamento, mas philia depois da ágape: determinar o regime de valores da união para se entregar ao prazer e fazer da carne uma escada para o Ser; e da união de dois inteiros a celebração da plenitude individual e coletiva.
Na coragem de se assumir humano, no controle de Si,
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem
É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Laços do Amor:
2.0,
amor,
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socialismo,
sociedade,
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