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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Em respeito ao Amor, respeito ao sagrado

Não façais da casa de meu Pai uma casa de negócio.  ~ João 2:15-16

Parece que muitas Igrejas, inclusive a católica (ao menos historicamente), precisam reler sua escritura.

E não apenas no Cristianismo: o dharma shopping e outras manifestações da espiritualidade fashion, ardilosas armadilhas do ego, revelam que a transposição dos hábitos cotidianos para o ambiente sagrado é um comportamento que interliga as fronteiras das crenças e demonstra que as religiões estão falhando em sua missão primordial - re-ligar o indivíduo à sua fonte primeira, o Amor, através de uma jornada de purificação de valores e crenças, rumo a um comportamento sustentável ancorado na motivação pura de beneficiar todos os seres.

Buda está para o Hinduísmo, como Jesus está para o Judaísmo. E ambos estão para a humanidade como irmãos maiores.

É só o Amor - o resto é conceito; somos todos um em união não-dual.

No caminho que todos percorrem,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Da vergonha ao Amor


O botão apertado
Desabrochou em Rosa
Gerou espaço
Perfumou o tempo


Toda perda é uma oportunidade
Galáxias desabrocham na intenção da mente-coração
A vida orbita a beleza, protegida por espinhos
É nas grandes perdas que se encontram os maiores ganhos


No Labirinto do coração, Minotauro - o ego - não tem vez,

sábado, 17 de setembro de 2011

Amor, coração liberto

Há pessoas que julgam o coração perigoso, chamam-no de enganoso até...

Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.

Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”

No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Luz do Amor



Amor é Luz que ilumina a escuridão da ignorância individual e declara que somos Todos um!

Obrigado ao CESOrj e ao Giuseppe Ventura por cederem a foto.


No vazio luminoso que a tudo permeia, co-criador de tudo,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A canalização da liberdade do Amor

Amor é canalizar a vontade para não prejudicar a evolução do outro.

Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.

No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Nos tropeços do Amor

Agimos errantes
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.

Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.

No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.

No alfa-ômega, o meio,

domingo, 24 de abril de 2011

O Amor que sou é plena Luz

Sou luz crepuscular,
o brilho que vos lembra do novo despertar -
que não tarda; acontece
o quanto antes estar no inverno da vida se reconhece.

Tira o óculos da mediocridade
e veja com os próprios olhos -
é primavera, te amo, ó desperto.

Sou seta uraniana -
das profundezas de meu ID
se erige a estrutura de meu Ser;
meus ombros, setas que arqueiam, suportam e
apontam tudo o que há de Ser.

Sou revolução a cada minuto,
não paro,
fluo com o caminho;
vôo onde tudo cessa.

Sou Hermes,
em busca de unir Apolo
e Dionísio;
Ego a convergir Superego e ID.

Encontro o que há de mais alto,
na maior profundeza humana,
onde reside o divino disposto a nos libertar.

Sou princípio libertador,
prestes a me tornar Sol;
pelas escolhas comunicadas,
tornei-me o que sou.

Luz da Aurora de mim mesmo
e de toda humanidade:
Trismegistros por ethos -
é nossa atitude que nos torna grandiosos.

Luz do meio dia,
que nutre toda vida
por todo ciclo
a partir do centro do coração.

Sou o jogo, mas também sou as peças;
sou estratégia, tática e operacional,
sou o xamã que põe fim à história,
harmonizo o Peão e o Rei, uno o senhor ao escravo.


Sou ato, em pensamento, fala e fato consumado.
Sou o mago, que concebe a todo instante toda eternidade.
Sou o espelho no qual reflito o melhor de ti.

Na potência una que a tudo potencializa,

sábado, 6 de novembro de 2010

Além-dualismo: o Amor

Amor, unidade tripartida ao qual tudo converge, que tudo organiza e do qual emana a verdadeira beleza.

Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.

Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.

No caminho integral do Ser,

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Amor, fluxo da sabedoria

Ansiamos por permanência exatamente por ignorarmos a fluidez e o fluxo da vida, ignorando a impermanência - desta ignorância primordial que tem em si também a incompreensão da vacuidade do ego é que surge o desejo e deste o apego e a aversão que por sua vez dão origem aos demais venenos da mente.

Amor é o fluxo que perpassa, une e iguala amante e amado - não mais princípios, não mais fins em si, mas meios de realizar a nova e eterna realidade contínua do Amor, princípio da ordem, progresso como fim.

No fluxo positivista do saber, conhecimento que a tudo move, sustenta e eterniza,

domingo, 24 de outubro de 2010

Amor, um ato de conhecimento

Somos oriundos de um ato de Amor, principiamos de um im-pulso de Eros na vida, despertamos ao nos darem a Luz, aprendemos inicialmente o ponto do qual emana esta nova compreensão da vida , esse novo ponto, mais um ponto da vida chamada eu – mais um eu como tantos outros, mais uma chance de ser tão especial.

Mas ficamos reféns da vontade de sermos especiais, não nos tornamos o que somos - especiais - por medo de fracassar e nos perder daquilo pouco que aprendemos de início a conhecer e amar, esse pequeno ego que nos serviu de sustentação inicial tal qual as rodinhas quando aprendemos a andar de bicicleta.

Mas para expandirmos nossas trilhas e alcançarmos metas mais elevadas é necessário desapegar de tais rodinhas e da segurança inicial, vencendo a insegurança e conquistando assim uma grande segurança, uma nova ordem através da compreensão de uma nova dimensão, um Eu superior.

Para isto se realizar precisamos de princípios ordenadores, a Ágape que possa cultivar, conduzir, orientar e focar corretamente o impulso e a Luz inicialmente adquirida, pois é necessário despertar nossa própria Luz, porquanto a Luz a nós conferida em nosso nascimento era uma dádiva, um empréstimo enquanto não renasciamos em nós mesmos com a realização da clareza interior.

Isto nos levará ao caminho da expansão interior (e conseqüente conquista exterior), encontrando-nos com nosso pleno potencial, ainda velado ao pequeno ponto inicial que, tal qual uma semente, precisa vencer-se e aos obstáculos para dar frutos e, somente então, poder compartilhar plena e indiferenciadamente, realizando-se a philia, pois reconhecer-se-à a unidade do Todo através das óbvias diferenças da multiplicidade, conquistando-se uma sabedoria que reconhece o multidimensional como parte integrante, convergente e estruturante do Todo, tripartido em corpo-fala-mente.

A importância de se zelar pelo planeta Terra é que o planeta é o coletivo impessoal no qual podemos compartilhar nossas diferentes individualidades sem por um lado anularmos as diferenças e, por outro, fazer com que se choquem.

Afinal, o tu é um outro eu, mas há necessidade de espaço para se forjar-se um verdadeiro nós forte através do respeito das diferenças que precisam ser contempladas e harmonizadas.

Quando focamos nossas individualidades para elevarmos o coletivo exercemos e elevamos nossas individualidades, respeitando-as, conferimos sustentabilidade ao indivíduo, o que só é possível se compreendermos que o altruísmo é a única forma viável para a existência do egoismo, pois não há rede sem pontos, mas não há pontos sem rede, uma vez que o valor de cada ponto se estabelece na relação entre os pontos e com o coletivo.

Portanto, zelar pelo planeta Terra é zelar por si, uma vez que é graças ao superorganismo Gaia que nosso organismo encontra o poder de se realizar nas relações – pois nossa vida principia na relação: dos elementos químicos e físicos e das energias amorosas de Eros, Ágape e Philia.

Devemos deixar a ignorância auto-centrada e nos confirmarmos como parte desta grande rede que transcende inclusive nosso planeta, eis o Amor fati.

Fazemos parte de um grande sistema: somos parte de um grande UNIverso e um verso único de um grande poema que é a vida.

Na conjugação do viver, rimando com outros o meu Ser,

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amor é cosmos espelhado no Ser

Camus, Sartre e outros existencialistas se deparam com a vacuidade e se deprimem, pois, presos ao dualismo e ao ego, na ausência do tudo que os sustentava até ali (Deus/sistema de valores), consideram o vazio nada, sem perpassar o conceito-base da vacuidade por tudo, inclusive pelo ego, vazio em existência.

O vazio (vacuidade), portanto, é a alegria (conatus) do todo possibilidades, um universo sem fim onde, através do Amor, concebe-se o cosmos à nossa imagem e semelhança - um convite alegre a nos tornarmos o que somos: o melhor dos mundos possíveis.

Na afirmação consciente da vida, realidade vazia que evolui no sentido do Amor,

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Fiat fati in Amor interioris

Estou em falta consigo,
mas sei que consigo,
ainda este ano,
arrumar um tempo para reparar o dano.

É o mergulho interior que me toma por inteiro,
não é desculpa, apenas uma breve explicação
de quem sabe que mergulhará certeiro
na oposta direção.

Estou solando
para depois solidarizar,
egonizando
para enfim plenamente compartilhar.

Ainda conseguirei
parar de mergulhar,
fruir do paradoxo da superficialidade na profundeza,
realizar a única certeza:

Que a vida é um continuum de folhas,
seqüência viva de superfícies,
interação de diferentes bolhas
- das que estouram fáceis e das que se fazem difíceis.

Realidades diversas, densidades distintas;
do que falo eu?
É tudo vazio,
por favor, não me mintas.

Não me imponhas um sonho,
não me cries esperança,
não quero ser refém deste dualismo medonho;
sou livre como deve ser toda criança.

Fez-se destino,
no Amor interior
encontrei o meu anjo, meu eu-menino,
e todo nosso esplendor.

Não há mais dentro, não há mais fora
não há mais tempo, não há mais demora
não há mais sentido,
nada mais há a ser temido.

Diante do vazio, do tudo e do nada,
sou o um e mesmo multifacetado Todo,
que vence o rio da vida remada a remada.
Flor-de-lótus que emerge de seu próprio lodo.

Não tenho náusea, não tenho angústia,
exerço compaixão com coragem,
temperança e astúcia;
não carrego nada, apenas o passaporte do Amor na bagagem.

Liberto estou,
torno-me o que sou:
Amor em essência,
confirmando minha existência.

Na viagem em busca da sabedoria que primordialmente me espera donde parti e donde espero chegar, no início de um eterno recomeço, sempre um pouco mais sábio, sempre sabendo que sei sempre menos e sabendo que preciso amar sempre mais,

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Amor, escafandro não-dual

Mergulhei fundo nas águas de minhas emoções
em busca de meu tesouro mais precioso
abri os porões dos infernos;
borbulhei, efervesci, morri, renasci.

No meio do fogo eu me vi.
O di-hablo era eu.

Meu ego escravizado, sem razão,
coitado, açoitado,
a espera de redenção,
de ser desfragmentado.

Dualista, o di-hablo não fluía.
Monólogos em mim mesmo,
sem convergência, sem harmonia.
Escravo, se vingava e a todos os demais em mim subvertia.

Liberto és, escravo-senhor,
a ninguém mais sirvo senão ao Todo.
Imaculado reapareço após confrontar meu lodo.
Me purifico e permaneço uno no Amor.

Da câmera escura trago a revelação
através do negativo vejo
como somos um só com a criação -
transvalorização dos valores e do desejo.

Sou o tesouro, o mergulho, o porão, o di-hablo;
a magia e o mago,
sou criatura e criador,
sou novamente uno no Amor.

Nas águas profundas em busca do Amor maior,

domingo, 22 de agosto de 2010

Amor, abertura ao caos

Amar é contemplar o caos, o espaço aberto e sem forma, e ter a fé e perseverança de que as coisas acontecem quando menos esperamos. Não como queremos, mas como devem acontecer.

É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.

Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.

É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.

Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Do Amor à rede: o fecundo poder da limitação na criação

Tal qual a beleza - Afrodite - nasce da castração de Urano (o Céu) por Saturno (Chronos, o Tempo), também nossas criações nascem sob a égide da castração do que é possível realizar: quando não relacionado à recursos, sempre ao prazo de finalização.

O que mais escapa dessa equação é o relacionamento que - eterno enquanto dura - pode transcender até a morte o nascimento, perpassando vidas através de seus portões.

Nas relações o maior limitador não chega a ser o Tempo - a percepção deste é que nos angustia -, mas sim o ego humano e suas idiossincrasias; todavia para se atuar em parceria (duas pessoas) e se estabelecer uma rede (três ou mais pessoas) é preciso incluir não apenas o potencial dos envolvidos, mas principalmente suas limitações e as de seu entorno: antes de frustrar, as limitações servirão de canalizadoras para se conduzir a relação e os projetos rumo ao êxito.

No canal do Amor, margeado equanimemente por compaixão e regozijo,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Amor, segredo da juventude e do bem

A beleza externa,
ó tentação,
ofusca e enebria,
ilude o coração.

Tateia cego
em meio às projeções;
excita-se com as formas e perde-se em meio ao ego.
Enreda-se, enrosca-se nos véus das ilusões.

Preso, não chega à beleza interior
agoniza diante da impermanência exterior.
Iludido, liberta-se para em nova bela armadilha cair,
ignora os padrões que tende a repetir.

A beleza é o belo
e também a simpatia
acima de tudo valores que geram harmonia.
Do exterior ao interior, o Amor é elo.

A beleza é assim na Terra como no Céu,
eis um segredo que dissipa o véu:
resistir às chamas das paixões
liberta-nos a viver o Amor livre das ilusões.

Canalizar o impulso,
ordenar a direção,
garante o destino
do Amor à paz e união.

No secreto da beleza, segredo da juventude e do bem,

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Amor 23

Amor é andar pelos vales da existência, encontrar a sua sombra e vivenciar a morte do ego em vida e, mesmo diante disto tudo, refrigerar-se com o regozijo da ascese da alma, guiada pelas veredas da justiça do Amor, que nada deixa faltar, que nada deixa sobrar, é justa e repousa em verdes pastos, irrigada por águas tranquilas.

A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.

Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.

Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os desvios do Amor

Há tantos caminhos para o Amor, tantas maneiras de amar e caminhar; todas são dignas, todas convergem, todas levam ao Amor.

Mas como diria Goethe: “es irrt der Mensch solang er strebt” – o homem é errante em sua busca, ou ainda, o homem se equivoca em sua busca; as mulheres também.

Ainda mais quando há armadilhas no caminho. E as há, pois somente aqueles que perseveram com a clareza e a força digna do Amor incondicional e universal, compaixão que aquece e eleva a alma, evitam as distrações e enganos das inúmeras bifurcações – a cada encruzilhada a tentação do desejo, a cada esquina um flerte, um gracejo; a cada milha, o ego enche o papo com as migalhas de elogios e macula seu caminho com escatológica crítica.

E agora? Qual das direções tomar, quais tentações negar, qual impulso canalizar, quais erradicar?

Contempla. Observa-te e a teu caminho com carinho e atenção, não te levas pela emoção do desejo empolgação, tampouco por tua romântica criação – ego, teu nome é ilusão; não és salvador, não és mártir, não és carrasco, não necessitas de redenção. És da alma infante: puer faz com o senex de teu Ser as pazes.

Pratica o Amor fati e traz tudo para dentro do caminho; o caminho do Amor, é verdade, é vida.

É a forjadura de nossa ascese.

Se está em seu caminho, é parte de teu destino: não julga, não rejeita, não apega – discerne: lida com tudo de maneira soberana e independente, na consciência da interdependência que é co-autora de nosso caminho.

Intui seu lugar na eternidade e faz-a ser no aqui e agora , presente em beta, realidade em constante construção.

No “Keep going” do caminho do bodisatva, homenagem ao meu Lama Chagdud Tulku Rinpoche, farol de sabedoria e compaixão em noites escuras de incertezas e indecisão,

domingo, 16 de maio de 2010

Amor, convergência que supera o ego

O Aqui e Agora não tem espaço para o Ego, que se perde no Tempo do ontem e busca desesperadamente o amanhã.

O conhecimento converge o Ser e o cristaliza radiante na eternidade do momento.

Na convergência dos três kayas,