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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do zelo ao Amor

Ciúmes de que(m)? Medo de que(m)? Fome de que?

De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).

Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.

É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.

Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.

Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.

Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.

No desejo de realizar a boa vontade,

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Amor, do fluxo eternidade

O nascimento é a porta para a atividade de Estar, presente que é viver.

A morte, passagem para a eternidade, saudade do não-Estar, obrigação do vivente.

Vida, esta convergência de opostos que se complementam no Ser, a crença no Ente que perpassa os fluxos e ciclos e nos ensina a Ter - Fé.

Na aurora de novas vivências, horizonte livre ao raiar da felicidade que emana das pulsões de Amor que corre nas veias invisíveis deste corpo social do Ser em Rede que se edifica a cada interação,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, uni-verso, múltiplas rimas

Que meu Amor seja do tamanho do mundo e seja o Leitmotiv de todo uni-verso, interface de toda interação.

Na órbita que sustenta a vida nos mais diversos mundos,

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Amor modelo

 
Torna-te o que tu és, obra-prima da criação, que se faz jus a cada interação.
 
Na lapidação que é Ser,

sábado, 15 de setembro de 2012

Amor Sublime Amor

Quão sublime é este sentimento que eleva através e além da crítica, aprendendo a sentir, educando a julgar, racionalizando a perdoar, compreendendo a discernir sem apego.

Essa potência que nos leva além de nós mesmos, só se faz ato na interação, é transformação a partir da convergência entre mente-cérebro,

Na rede da vida,

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A sustentável presença do Amor

Amor é presença e inteireza com o Todo.

Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.

Na integridade, interação não-dual,

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O reencontro do Amor divino Amor

Teu é o nome que ecoa em minha caverna.
Meu é o despertar de um sonho profundo - precipito-me à cidade, subo ao altar, lanço-me ao mar.
Teu é o cais do porto - seguro meu horizonte com a fita de meu olhar laço a esperança de no infinito lhe encontrar.
Teu é o vento que infla minhas velas.
Teu é o vai-e-vem do mar de minhas emoções.

Teu sempre será todo meu coração.

Onde estás tu, Ser amado?

Por que me deixastes te procurando, seguindo tua voz, se te encontravas sempre comigo ecoando na caverna de meu coração, sendo bússola e ímã, princípio sem fim - és a busca, o buscado e o buscador.

Cessa em mim essa busca e dor e dá-me o prazer do reencontro e Amor.

Que tolo que sou. Peço-lhe o que somente eu posso conquistar: a serenidade de conhecer, apreciar e contemplar que somos todos um, tu e eu, eu e tu, um nós sem nós, um fluir por entre pontos - de vistas enriquecidas pela tua presença, essa rede que sustenta toda manifestação, que nada mais sou que eu mesmo lançado ao infinito e reconhecido na potência da interação.

Por ti e através de ti, me reencontrei.

No ocaso do destino, o acaso de nosso livre árbitro, determinação de nossa vontade, pura razão prática,

domingo, 19 de agosto de 2012

Eunuco do Amor

Don Juan
Bon vivant
Solitário em meio a suas presas
Indefeso contra si mesmo

Saliva de vontade
Sabendo não dever
Sem mais saber o que fazer
Sem mais sabor de viver

Mas há sabor nas coisas em si?

Ou é tudo fecunda interação?

Somos nós sabor, saliva, destino de nós mesmos.

No harem de desejos se forjando em apreciação,

sábado, 14 de julho de 2012

Missionários do Amor

Seja você também uma célula de Amor a convergir ao Todo e moldar o superorganismo que habitamos, nos nutre e com o qual temos relação vital (para nós, humanos) e simbiótica - o planeta Terra ou, mais amorosamente dito, a mãe Terra.

Para isto, esclareça para si mesmo o que é o Amor para você e como se vive na prática este Amor. Podemos e devemos para isto nos inspirar no Pai Cosmos.

Depois disto, literalmente considere e aja conscientemente para ser este Amor em cada detalhe de sua vida.

Comece a depositar sentido em cada gesto e interação que ocorrer em sua vida; fazer e aceitar tudo com um sorriso que brota do coração é também um grande passo rumo à vivência amorosa.

No evangelho da vida, missão escrita nas estrelas,

quarta-feira, 21 de março de 2012

Amor - vida pra valer

O contrário de morte não é vida, é nascimento; vida engloba isto e muito mais, compreende o viver - e o faz com toda sua intensidade, canalizando toda energia ao destino escolhido.

Vida = nascimento + morte

E essa soma é o viver, é interação entre opostos, é plenitude pra valer. Quanto maior a interação, maior a interdependência consciente, mais a vida se torna Amor, mais intensa e mais vontade de viver surge.

Na complementariedade de toda existência,

terça-feira, 3 de maio de 2011

Qual o verdadeiro caminho ao Amor?

Refletindo sobre o celibato e a putaria, questiono-me qual leva ao verdadeiro Amor?

Afinal, todos os caminhos levam a Roma e não devemos meter os pés pelas mãos e nos apressar com preconceitos e julgamentos. Mas tampouco devemo-nos perder em meio às bifurcações.

Devemos apenas discernir - e neste ato, encontro mais uma vez o caminho do meio. E nele, aquilo que de melhor nos está reservado - basta estarmos dispostos e abertos para tal.

O caminho do meio, onde não se está nem em celibato total, muito menos em plena putaria, mas em uma troca consciente com a vida e sua manifestação, resguardando-se o potencial para a verdadeira troca para que não se perca em furtivas interações.

Na sabedoria que alterna sim e não, mas nunca se torna refém do talvez,

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O plantio do Amor - colhendo diálogos amorosos

Aprender o que cada palavra quer dizer em sua raiz, determinar que frutos pretendes que os outros colham e o que pretendes semear. E arar, arar, arar.

Ser receptivo ao sumo, à casca e aos caroços que lhe chegam: são fruto de sua interação e semente para novas trocas. Es-colhe o que plantas com carinho.

Eis o cultivo das palavras de Amor.

No adubo das relações, palavras que não vão ao vento, mas ao coração,

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amor lúcido

Amar é estar preparado para viver a eternidade e o instante; é se relacionar com o aqui e o agora com atenção plena e de maneira presente, independente da ruptura que ocorrerá cedo ou tarde.

Amor é estar preparado para viver vitórias e derrotas e ser sempre vitorioso através do aprendizado de cada interação.

Na lucidez da chama do coração,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor budista

Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.

No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,

Amor, instante sublime da sabedoria

O Amor enxerga a ordem do caos e assim beleza em tudo, não tem a ânsia de construir um belo deformado (a qualquer custo), à imagem e semelhança da origem e, portanto, sempre ansiosa desta – tanto de obtê-la em futuro próximo, quanto de recuperá-la em um passado distante.

É na eternidade do momento, no aqui e agora sem forma, sem conceito, apenas vivência que somos - seres eternos em nós mesmos, criadores de nossa prisão nas memórias do passado e esperanças do futuro, libertadores do presente apenas através do Amor, janela de possibilidades em um sem fim de escolhas -, que a beleza se ordena em um ciclo constante e alternante de (des)ordenação e (des)construção. A beleza se ordena para no instante seguinte se modificar e tomar a forma de outra beleza.

Nunca conseguiremos apreender este momento e quanto mais o tentamos, menos o vivemos.

Quando nos abrirmos para esta experiência, convergiremos a beleza do passado, do futuro e de todos os presentes, contemplando a beleza do caos, agora ordenado por um entendimento e compreensão supraracionais, o conhecimento sublime e transcendental do Amor que tudo abarca, tudo une e tudo organiza.

Desapegar para interagir, isto é Amor.

Na abertura do espaço-tempo, conhecimento do Eterno,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No Amor, mal não há

Amor é a compreensão de que não há mal na divisão, enquanto esta se propuser à reunião na aceitação dos padrões mais elevados da sustentabilidade do Todo: Uno sentido, sustentado e acessível pela tríade.

Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.

Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.

Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor conforme o caminho conforme o Amor

Amar é desapegar-se do objetivo e dos resultados; é, antes e sempre, um conformar-se (tornar-se a forma através da interação) com o caminho na certeza de que este é tão multifacetado e variado como o sem fim de possibilidades de nós mesmos.

Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.

Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,

terça-feira, 1 de junho de 2010

A realidade do Amor

A Realidade não é mais uma versão da ficção; é sua versão atualizada, virtualidade tangibilizada pela interação.

Na troca de pensamentos, fluídos e intenção, interAÇÃO pura,

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amor calculado



Quem disse que números não tem vida? Que não há beleza na soma, ó se há; no máximo tristeza na subtração. Vida é multiplicação de momentos, interação de pontos, divisão de experiências.

Na matemática do Amor um mais um são três e três vezes três é a eternidade que habita em cada um de nós, infinitas espirais em ascensão.



No Fibonacci do Amor,