Quão sublime é este sentimento que eleva através e além da crítica, aprendendo a sentir, educando a julgar, racionalizando a perdoar, compreendendo a discernir sem apego.
Essa potência que nos leva além de nós mesmos, só se faz ato na interação, é transformação a partir da convergência entre mente-cérebro,
Na rede da vida,
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sábado, 15 de setembro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
O Amor faria - e faz sempre
Fostes mulher,
voltastes mãe.
Fizestes do menino vacilante
um homem errante.
Não mais na conduta,
mas em sua busca;
acumulando acertos
a cada tentativa e erro.
Contudo, é hora de parar
de tentar e de errar,
usar o conhecimento
para construir e edificar.
No esboço de mim mesmo que a tudo considera e na relação se arte-finaliza,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O verdadeiro Amor é perdão
Per-doar é doar-se por algo, é abrir mão de seu orgulho para ganhar algo de muito mais valor: o mergulho em uma relação - único espaço de construção de valor agregado e convergido pelo Amor.
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Amor - estandarte da vida, baluarte do perdão
Onde energias opostas-complementares convergem na dança da vida e eclodem estrondosos aplausos na explosão vital, orgasmo sem fim, fogo eterno que nos aquece e ao qual tornamos no acampamento de nosso Ser, o abrigo de nossa alma, a forja de nosso espírito e afluxo de nossas energias: nosso coração - estandarte da vida, baluarte do perdão.
No triunfo da vontade de viver (bem) que é o Amor,
No triunfo da vontade de viver (bem) que é o Amor,
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
No Amor não há espaço para desculpas
Desculpar-se por Ser - enquanto agir no espaço e no Tempo - não condiz com o Amor.
De um lado o que age não deve se preocupar em se desculpar e sim focar para levar todas as conjunturas - Todo-Eu-Outro - em consideração para agir na justa medida, com a mente-coração, trilhando o caminho do meio deste triângulo de poder TEO (Todo-Eu-Outro).
Do outro, a pessoa que recebe a ação ou apenas percebe/acompanha deve fazer isto com abertura amorosa, receptiva, ciente de que o outro, que age, o faz com a melhor das intenções: ninguém deliberadamente erra. Se o faz é devido à ignorância e aos véus que impedem de ver a si e ao Outro e ao Todo com clareza. Pede-se compaixão e amor nestes casos.
Vale seguir a máxima nietzschiana da 'Vontade de Poder': cada um tem que exercer a sua de maneira amorosa sem se sentir culpado - o que em si já é redundante, pois creio que a verdadeira 'vontade de poder', o verdadeiro poder é o do Amor.
É o que você pode, é o que você quer? É isto que, dentro do seu conhecimento de sua amplitude o seu Ser pode dar de coração? Então pronto.
Sem culpa, sem remorso, mas com verdade.
Culpa é um conceito muito católico, nem crístico é! Cristo profetizava o perdão e o Amor divino, não a culpa. Isto é um conceito histórico, posterior, e nada se liga ao Amor emanado e propagado por Jesus.
Amém ao Amor,
De um lado o que age não deve se preocupar em se desculpar e sim focar para levar todas as conjunturas - Todo-Eu-Outro - em consideração para agir na justa medida, com a mente-coração, trilhando o caminho do meio deste triângulo de poder TEO (Todo-Eu-Outro).
Do outro, a pessoa que recebe a ação ou apenas percebe/acompanha deve fazer isto com abertura amorosa, receptiva, ciente de que o outro, que age, o faz com a melhor das intenções: ninguém deliberadamente erra. Se o faz é devido à ignorância e aos véus que impedem de ver a si e ao Outro e ao Todo com clareza. Pede-se compaixão e amor nestes casos.
Vale seguir a máxima nietzschiana da 'Vontade de Poder': cada um tem que exercer a sua de maneira amorosa sem se sentir culpado - o que em si já é redundante, pois creio que a verdadeira 'vontade de poder', o verdadeiro poder é o do Amor.
É o que você pode, é o que você quer? É isto que, dentro do seu conhecimento de sua amplitude o seu Ser pode dar de coração? Então pronto.
Sem culpa, sem remorso, mas com verdade.
Culpa é um conceito muito católico, nem crístico é! Cristo profetizava o perdão e o Amor divino, não a culpa. Isto é um conceito histórico, posterior, e nada se liga ao Amor emanado e propagado por Jesus.
Amém ao Amor,
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Amor é verdade
A mentira é a verdade dos fracos.
É a ilusão para quem não é forte o suficiente para dizer e viver a verdade, de enfrentar com cândida abertura o desconhecido em busca da compreensão do Todo, até e principalmente do que lhe for diferente, e ter a pura força do perdão genuíno para aceitar aquilo que lhe é errado e amorosamente construir em conjunto a viabilidade do que é certo, que é a harmonia coletiva da vida cíclica.
Ser honesto com o outro passa primeiramente pela honestidade consigo próprio.
No Amor,
É a ilusão para quem não é forte o suficiente para dizer e viver a verdade, de enfrentar com cândida abertura o desconhecido em busca da compreensão do Todo, até e principalmente do que lhe for diferente, e ter a pura força do perdão genuíno para aceitar aquilo que lhe é errado e amorosamente construir em conjunto a viabilidade do que é certo, que é a harmonia coletiva da vida cíclica.
Ser honesto com o outro passa primeiramente pela honestidade consigo próprio.
No Amor,
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