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terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor, rédea da própria vida

Amor é viver com um sorriso nos olhos e um constante e inabalável SIM! nos lábios, percorrendo o curso que a sorte nos destinou com a dignidade de quem caminha com a cabeça erguida por seus próprios pés e coluna, pilar de seus valores e generoso por coração; dá e recebe na justa medida do equilíbrio que confere sustentabilidade nesta ascese que é viver.

Na felicidade que espera o amanhã sem preocupação,

sábado, 1 de outubro de 2011

Amor elucida - da vitória de Eros sobre a ignorância que é morte

Afirma-se na psicanálise freudiana e entre livros e mesas de bar que somos regidos por duas pulsões - de Eros, a vontade e a vida; e de Thanatos, a morte.

Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.

O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.

Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.

Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.

Nascimento ou morte, venceremos.

No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,

sábado, 6 de novembro de 2010

Omnia Amor est et nos cedamus amori

Só o Amor é; só o Amor pode mudar como as coisas são - tudo é Amor em graus e modos distintos, portanto só o Amor pode alterar o grau de potência e o modo e extensão de cada coisa, pois tudo comunga de uma natureza una, de um único eixo cíclico: caos-cosmos, samsara-nirvana, nascimento-morte, luz-sombra; a força da vida em todos seus modos, potências e extensões é Amor.

O modo, grau e potência do Amor é determinado pelo conhecimento detido, trocado e exercido - quanto maior a coerência, maior a sustentabilidade do momento no eixo cíclico e maior a possibilidade de vetorizar o ciclo em um eixo evolutivo.

Quando se aprende algo pela dor se aprende na verdade pela ausência do Amor - a incompreensão deste aprendizado gera o ódio, esta revolta pela ausência do Amor e do sentido de si e da vida.

A revolta, o ódio e demais sentimentos e energias da nega-ATIVIDADE paralizam o fluxo do eixo cíclico e podem inclusive regredi-lo.

O Amor é o princípio sem fim, fluxo e movimento da rede da vida.

O Amor tudo é, rendamo-nos nós também ao Amor.

No Amor que tudo vence, pois tudo é: vençamo-nos nós a nós mesmos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori

Acabou de sair de minha casa o meu Amor.

De onde veio, para onde voltou?

Suspiro, não me entrego,

sua existência confirmo,

sua ausência nego.


Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?

E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.

Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.

Destroços e pedaços do choque de dois corações.

Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,

Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.


Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,

e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.

Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,

para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.


No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.

Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A fronteira final do Amor

Não há mais nada conquistar a não ser a paz interior.

E essa já é Amor em si, princípio, meio e fim.

Amor vincit omnia,

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Ao infinito alcance do Amor

Há lugares onde nossa razão não consegue ir e que são alcançáveis apenas para o Amor, a intuição da alma que encontra o caminho para o Ser em harmonia com o Outro no fortalecimento do coletivo e Uno.

O Amor, essa força que expande nossos limites, cura nossas fraquezas, essa fortaleza de bem-aventurança que nos acompanha em todos os momentos e da qual nos escondemos por tanto tempo com medo de nos perdermos no infinito de suas possibilidades.

Por mais que se limite em uma definição o Ser, aquilo que ele não compreende ainda será muito maior e o Amor possibilita essa entrega confiante em busca da completude de nosso Ser, certo de que haverá retorno, pois esta é a Lei: para toda ação há uma reação.

Se te lanças com abertura e vontade construtiva receberas a reverberação disto mais cedo ou mais tarde. O perseverante - através do Amor - não conhece o Tempo, é o Tempo em si e portanto a tudo vence.

Amor vincit omnia, como diria Virgílio.

No Amor,

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O Amor e o fim do querer viver em Schopenhauer sob uma ótica budista

O ‘filósofo do amor’, Schopenhauer, versa sobre o tema e sua alcunha tanto em sua “Metafísica do amor”, quanto na obra-prima “O mundo como vontade e representação”; naquela retratando o amor Eros - uma vontade universal que a todos perpassa, guia e impulsiona, travestido de individuação egocêntrica, escrava iludida do querer viver, embalada superficialmente pela consciência -; nesta definindo as bases deste querer viver universal, retratando o amor como impulso sexual cego - garantia da perpetuação da vida -, bem como afirmando sua concepção do mundo como interdependência da vontade universal e da representação individual, por fim lançando as bases e dando contorno ao seu amor puro e último, a compaixão, o amor ágape, “divino, incondicional, com auto-sacrifício ativo, pela vontade e pelo pensamento” [1], que via de regra transmuta o Eu em Nós, tornando-nos uno, mas que em Schopenhauer leva ao fim da espécie pela negação do querer viver da vontade universal, mortificando a existência conscientemente – preceito majoritariamente cristão-católico de difícil compreensão para um budista maha-vajrayana e que será tema do desenrolar deste pensamento consolidado em texto.

O fato de não abordar o amor philia, fraterno, altruísta e assexuado, não chega a ser um problema, mas será abordado ao fim deste diálogo como um dos meios para potencializar a compreensão e o próprio uso da veia budista no pensamento ‘schopenhaueriano’, buscando interpretar de maneira mais fidedigna os preceitos tântricos do budismo, vajrayana em especial – talvez resida aqui a fonte de ‘equivocos’ na utilização do budismo como base para o apontamento do niilismo como salvação e redenção em Schopenhauer: aparentemente este se baseou mais no caminho Hinayana, chamado no budismo de ‘veículo pequeno/inferior/menor’ – por se ater à iluminação pessoal/individual - e que visa a libertação e o alcance do Nirvana através da negação e abstinência, notoriamente sendo um compromisso individual e auto-centrado, sem comprometimento direto com os demais seres; além de ter apreendido erroneamente o conceito-base budista de vacuidade como sendo equivalente ao nada niilista, por fim, comprometendo sua solução de negação do querer viver – talvez por não alcançar o divino do próprio ser humano a não ser pelo conceito das palavras e da filosofia. E o divino em nós fala do uno, da manutenção consciente da vida até a iluminação, do não-sofrer no seu caminho (samsara em sânscrito). E ao não se sofrer em seu caminho (samsara) atinge-se a iluminação ao se sair da roda de samsara e se girar a roda do dharma (sua Lei Natural, realidade). Lama Chimed Rizdin afirma que nirvana e samsara são a mesma coisa, projeções de nossa mente dualista.

Uma recomendação dos lamas e dos sutras é a de que pode-se chegar até a outra margem com o barco, mas para se alcançá-la de verdade é necessário abandonar o próprio barco, uma bela metáfora para o desapego, mas também para a própria limitação de Schopenhauer que, pelo que aparentam seus escritos e alguns traços biográficos em desalinho com sua própria filosofia, perdeu-se antes de percorrer o caminho óctuplo e apenas vislumbrou seus degraus, entendendo e repassando duas, das quatro nobres verdades corretamente e fraccionando a terceira, equivocando-se ou ignorando a quarta, uma vez que antes de encontrar a senda do caminho do meio, Buda vivenciou e desaconselhou os caminhos extremos, dentre os quais o ascetismo fora uma das extremidades e sua origem nobre e repleto de desejos e luxos a outra.

Schopenhauer “termina exaltando, em largas páginas, as grandes figuras dos santos cristãos em confusa mescla com os ascetas da Índia”, “o homem que se liberou do Princípio de Individuação, da individualidade fenomênica, e vê a natureza tal qual ela é, não admite mais o consolo da compaixão. Sua vontade se converte, já não se afirma a si mesma, nega sua própria essência da qual o fenômeno não é mais que um espelho. Já não se contenta em amar o próximo, senão que nasce nele um horror ante ao ser do qual é expressão seu próprio fenômeno, ante a vontade de viver, ante ao que é nuclear e essencial do mundo, que considera como um tormento. Renega desta maneira que se manifesta na forma corporal, e todos os seus atos se põe em contradição com ele. Cessa de querer coisa alguma e alimenta em seu coração a indiferença a tudo e por tudo” [2] .

Conjugando os pontos supracitados e os confrontando com o ensinamento budista do caminho óctuplo, bem como com os tantras vajrayanas, que ressaltam os obstáculos como vitais para a prática e não de forma negativa, vislumbra-se outra saída para a negação da vontade universal como cessar da espécie. Enquanto para Schopenhauer o humano é “sacerdote e vítima” [2], onde a salvação depende de sua anulação em vida e aniquilação total com a morte, no ‘grande caminho’ (maha-yana) e ‘caminho do diamante’ (vajrayana) ele se torna um Bodisatva, literalmente um ser de sabedoria (em sânscrito), soldado e protetor da iluminação, que labuta pela liberação de todos os seres renascendo sucessivamente para sensibilizar e esclarecer as pessoas, mostrar-lhes o caminho, sem o qual elas não compreenderão sua natureza.

A dimensão de sacrifício ascético em prol da liberação (do querer viver universal) denota-se extremamente cristão, não tanto carregado e introjetado pela culpa cristã, mas longe do entendimento budista da responsabilidade e compreensão através da sabedoria - para o filósofo o pensamento é a máscara superficial que dissimula a vontade, para o budismo a contemplação (pensar, sentir e intuir) é a via para alcançar a plenitude a partir dos preceitos da motivação pura e da atenção plena que conduzem ao despertar e o asseguram.

Retomando o entendimento ‘schopenhaueriano’ de que não basta cessar o sofrimento de um ser humano, posto que o sofrimento persistirá nos demais, é natural que se chegue à conclusão que apenas os preceitos maha- e vajrayana possam ser parelhos às intenções do autor, uma vez que versam sobre a liberação de todos os seres sencientes – o que engloba não apenas os seres humanos, mas toda a vida; para efeito de foco no estudo, nos ateremos aqui à causa humana, sob a qual também se debruçou Schopenhauer, sem entrar no mérito da identificação do sofrimento nos demais seres ou não, uma vez que este embate leva ao questionamento do princípio vital da filosofia, mas principalmente da solução proposta por Schopenhauer: se o sofrimento cessa com o fim da humanidade - o conhecimento do sofrimento -, posto que não há sofrimento no restante das manifestações da Vontade, ao admitirmos a existência do sofrimento nos demais reinos, levamos o pensamento schopenhaueriano à tolice do extinguir da única saída possível, a conscientização compassiva de nossa espécie e sua vida enraizada na motivação pura e florescida na atenção plena.

Contudo, enveredamos pela escrita do mestre de Danzig com o intuito de trilharmos paralelos e buscarmos convergência em prol do pleno entendimento do caminho de Buda e do engrandecimento daquele que levou o dharma para dentro da filosofia alemã, européia e ocidental e nos abriu assim campo para debatermos inclusive este assunto nestas poucas linhas.

Schopenhauer, tal qual o próprio budismo, é apontado como pessimista por leitores mais apressados. Isto se baseia na premissa budista – e adotada pelo autor como ponto-de-partida para sua filosofia e entendimento de mundo - de que a vida é sofrimento, uma das quatro nobres verdades budistas – a vida é sofrimento; a causa do sofrimento; a extinção da causa do sofrimento; a senda que leva à extinção do sofrimento. Se contemplarmos apenas a primeira nobre verdade, a de que a vida é sofrimento, logicamente afirmaremos que isto se trata de um pensamento e uma constatação pessimistas. Mas se as contemplarmos como um todo, as quatro nobres verdades são um caminho seguro, positivo e crescente para a ascese e o não-sofrimento.

Não entraremos aqui no mérito da dicotomia-base sofrimento-felicidade, posto que são conceitos e não alcançam a realidade última, apenas registraremos, como se faz necessário, que é melhor viver a felicidade que o sofrimento e que para efeito retórico do texto e evolucionista da espécie é muito mais inteligente e lógico se principiar pelo sofrimento para se passar à felicidade do que o contrário, primeiro por ser mais fidedigno à realidade da maioria, segundo por ser um caminho lógico, posto que quem se encontra em felicidade não deveria se preocupar em caminhar rumo ao sofrimento.

Para o autor a felicidade então é não-sofrimento, uma vez que se principia o viver cotidiano neste estado de sofrimento, que no budismo é entendido como enraizado na ignorância, o primeiro dos 12 elos da cadeia de originação interdependente e que culmina na morte. A verdadeira felicidade búdica, contudo, se encontra escondida sob os véus da ignorância dentro de cada ser e tem densidade em si, não apenas refutando aquilo que causa o sofrimento, sendo uma mera negação do mesmo, mas também afirmando as condições e meios para se estabelecer positiva e pró-ativamente o estado da felicidade.

Como alcançar o não-sofrer, a partir do entendimento de Schopenhauer, uma vez que a Vontade encara sempre a frustração - caso não consiga o objeto desejado - ou o tédio - caso consiga alcançar a sua meta. A resposta que emerge é a negação do querer viver, dessa Vontade, desejo-mor. É, portanto, vital se conhecer este querer viver, apoderar-se desta Vontade, deixar-se de ser ignorante quanto à nossa verdadeira realidade (dharma), forjando-se assim a motivação pura de nossa existência, solo fértil no qual se desenvolve o homem renascido como Bodisatva e que se moldará em definitivo através da plena atenção - temos a oportunidade de conscientemente confirmar a graça de nossa existência ou sucumbir cegamente à nossa própria ignorância.

É tênue o equilíbrio entre o entendimento e, principalmente, o controle do impulso sexual, da paixão – amor eros – e o desenvolvimento da compaixão humana-universal – amor ágape. O primeiro nos une à nossa carne, própria e do próximo, o segundo nos une ao todo, ao que é mais elevado, mas o que unirá ambos de natureza tão distinta e que aparentemente não tem interface de diálogo entre si?

Afastamo-nos do palco schopenhaueriano para a entrada em cena do conceito não abordado de philia – amor fraterno, assexuado, altruísta -, possível elo de ligação entre amores, e que no budismo pode ser representado pela sangha, comunidade que aplica na prática a religiosidade – o religare - em busca do aperfeiçoamento e elevação individual e coletiva. Philia, o caminho do meio do amor que confere a força da paixão de eros e a pureza do amor divino aos laços fraternos: vive-se conscientemente não por si, mas pelo outro através da tríade do amor baseado na philia, impulsionado pelo eros – que se eleva - e guiado pela ágape – que se dissemina. Assim fica fácil compreender a certeza de Virgílio – Omnia Vincit Amor -, que ‘o Amor tudo vence’.

Desta maneira consegue-se ultrapassar a vontade de viver e a vontade de morrer, ultrapassando-se o fenômeno e a própria ultrapassagem, chegando-se a fazer tudo com a consciência dhármica: cessa-se o sofrimento do apego e da ignorância que levam à morte e ao sofrimento, passa-se a manifestar as qualidades humanas superiores do Bodisatva, cuja consciência e manifestações atuam preservando e perseverando a vida, com foco na liberação de todos os seres em busca do cessar do sofrimento, sem conceituá-lo e condicioná-lo diretamente à vida no sentido lato senso – uma vez que no stricto senso a vida é sofrimento, como vimos anteriormente.

Há uma alternativa então que expande o entendimento de Schopenhauer e do viver, onde matar o homem através da negação do querer viver não sentencia o fim da espécie e sim afirma as bases para a ‘criação’ de bodisatvas, seres iluminados que se perpetuam para trabalhar pela iluminação dos seres de todos os reinos. Através da ‘morte’ do homem, de seu desapego e aceitação da impermanência dá-se real sentido ao seu caminho, cessa-se o sofrimento, não a vida.

Buda ensinou-nos 84.000 métodos para se alcançar a iluminação, aplicáveis de acordo com o perfil de cada praticante. Repousar tal prática no amor compassivo encurta o caminho sensivelmente. Caminho este que começa no reconhecimento das quatro nobres verdades e adentra o caminho óctuplo de Buda, que dissipa toda dúvida quanto ao sentido do renascimento consciente em prol dos demais seres sencientes.

Mas tudo isto pode também ser um pensamento criado a partir da vontade universal do querer viver, portanto sinta com o coração e intua com a alma, contemple o todo para encontrar a sua verdadeira Vontade, só sua. E de todos nós.

Com agradecimentos especiais à professora Marcia Amaral - do curso de pós-graduação em filosofia do Mosteiro de São Bento/RJ - que me introduziu ao pensamento schopenhaueriano e não apenas avaliou e validou, mas deu importantes diretrizes a este texto.

No Amor,

[1] Wikipedia
[2] Ética em Schopenhauer – Profa. Márcia Amaral
[3] O Mundo como Vontade e Representação
[4] Metafísica do Amor

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Amor vincit omnia

et nos cedamus amori (Virgil's Eclogues X.69)

O amor tudo vence, rendamo-nos nós também ao amor.

Já dizia Virgílio e propago eu, que nada mais sou que uma outra face de você - somos todos uma faceta do uno, feixes de trigo enlaçados pelo amor em proteção ao joio.

No amor