domingo, 24 de abril de 2011
Amor, convergência no Ser
Na convergência do Ser,
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A correnteza libertadora do Amor
Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Amor, segredo da juventude e do bem
A beleza externa,
ó tentação,
ofusca e enebria,
ilude o coração.
Tateia cego
em meio às projeções;
excita-se com as formas e perde-se em meio ao ego.
Enreda-se, enrosca-se nos véus das ilusões.
Preso, não chega à beleza interior
agoniza diante da impermanência exterior.
Iludido, liberta-se para em nova bela armadilha cair,
ignora os padrões que tende a repetir.
A beleza é o belo
e também a simpatia
acima de tudo valores que geram harmonia.
Do exterior ao interior, o Amor é elo.
A beleza é assim na Terra como no Céu,
eis um segredo que dissipa o véu:
resistir às chamas das paixões
liberta-nos a viver o Amor livre das ilusões.
Canalizar o impulso,
ordenar a direção,
garante o destino
do Amor à paz e união.
No secreto da beleza, segredo da juventude e do bem,
sexta-feira, 16 de julho de 2010
3 Amores no topo
consumindo liberdade
em igual fraternidade.
Ousando levantar o olhar, que achado!
Seu frescor de juventude
exalava forte
contrastava com a terrena atitude
que lembra em vida a morte.
Já não ousamos subir mais.
Jah! Nos contentamos com o reflexo da Luz.
Jaz o impulso da ascese no corpo e outros bens materiais.
Já não sabemos o que nos conduz.
A chama me chama
o fogo arde
o mistério conclama
pra subir nunca é tarde.
A intuição procede prudente
o sentimento lateja
a sensação deseja
e a razão caminha contente.
Era sabido o destino
deste alado menino.
Perdido se encontrou, nas palavras um meio;
sua escada conjugou, subiu sem receio.
As três meninas, já sabemos quem são:
Eros, Ágape, Philia; libertação.
Do mundo das idéias, tentação da elevação,
mas, ao menos por hora, não era amor fati ter com elas não.
Na inspiração que subiu ao telhado e nas asas das palavras alçou vôo para conquistar vales e picos e nas planícies eternas do Ser planar,
domingo, 15 de junho de 2008
Alma-Mor
Fazer análise, meditar ou simplesmente refletir e contemplar o amor faz-nos encarar a verdadeira realidade, leva-nos a retirar os véus, as gorduras e os excessos, possibilitando-nos a libertarmo-nos de nossas ilusões, ideais e tudo aquilo que nos aprisiona e assim nos divide de nós mesmo.
Como diria Epícteto "esperar menos, amar mais".
No amor