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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Amor, intenção pura que dá frutos

Vi essa árvore crescer,
o tempo passar,
histórias ramificar,
vida se suceder.

Na semente que dá frutos,

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A valor-iz-ação do Amor

Se mentes dão frutos,
É o florescimento de sua verdadeira natureza
que ocorre no cultivo de nossos melhores grãos.

Emoções - potenciais -
Sentimentos imagináveis,
Sentido-dia-logado,
Idéia esboçada, Ação esculpida

Na escolha do sabor de nosso viver, verdadeira sabedoria que é Ser, valor de estar,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

No Amor a espera é contemplação

A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.

Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.

Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O plantio do Amor - colhendo diálogos amorosos

Aprender o que cada palavra quer dizer em sua raiz, determinar que frutos pretendes que os outros colham e o que pretendes semear. E arar, arar, arar.

Ser receptivo ao sumo, à casca e aos caroços que lhe chegam: são fruto de sua interação e semente para novas trocas. Es-colhe o que plantas com carinho.

Eis o cultivo das palavras de Amor.

No adubo das relações, palavras que não vão ao vento, mas ao coração,

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Amor, ponto-base para o tripé da sustentabilidade

O Amor-Eros gera uma nova ordem, Amor-Ágape, que leva a realização do Amor-Philia; eis o Amor Fati de nosso Ser, de nossa cultura, sociedade, raça e planeta.

Amor é o meio, do começo ao fim.

Na base da sociedade fraterna, raíz de compaixão, fruto do regozijo, desabrochar do Amor,

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Da alegria à felicidade, o desapego do Amor

Na ânsia e pressa em controlarmos tudo e termos a posse da felicidade afastamo-nos de nossa alegria interior, verdadeira fonte, Amor na essência.

Na alegre semente que distribui os frutos da felicidade,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor contra o pecado original

Na releitura amorosa do jardim do Éden, Adão e Eva são Yin&Yang, jardineiros tântricos que cuidam deste paraíso interior no qual a serpente Kundalini - força vital da sabedoria primordial - ascende.

O pecado original é nos alimentarmos dela antes desta ascender e se tornar sabedoria transcendental, alimento sustentável.

Saber se cultivar é transcender e ter a certeza de uma colheita abundante, onde nenhum fruto é proibido.

No tantra do jardineiro, cultivo do Ser, fruto do Amor,

terça-feira, 27 de abril de 2010

Amor discernimento

Amor não é se preparar para o futuro, independente do que seja, é se preparar e atuar em Todo presente - construindo o futuro que se deseja, aqui e agora.

É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.

Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.

No futuro, fruto do Amor presente,

Quando Amor?

O passado deve dar lugar ao hoje; o futuro esperar amadurecer como fruto - deleitar-se, eis o AQUI; contemplar, eis o AGORA.

No presente, que é puro Amor,

segunda-feira, 15 de março de 2010

Amor reflexo

Diz um ditado budista que a vida é um espelho, não uma janela.

O Amor torna a imagem espelhada mais viva, bela e clara, faz-nos refletir o melhor de nós ao nos possibilitar cultivar a paz que começa em nós e dá frutos à Todos.

Na árvore do conhecimento cuja raíz é o Amor,

sábado, 19 de dezembro de 2009

Amor, o eterno retorno daquele que nunca foi, mas é e sempre será, Amor

O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.

E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.

Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.

Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.

No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese

domingo, 18 de outubro de 2009

Amor adolescente, Amor diamante

Chama saltitante que pula de órgão em órgão e nos reúne no coração, nos anima e nos lança em busca de mais combustível do infinito retroalimentado na troca constante do calor de nós dois: inicialmente explosão da paixão e do reconhecimento – és, tu, ó Amor, elevação de nós mesmos – progressivamente amadurecendo e estabilizando-se em ternura que mantém o fogo eterno do Amor aceso e vibrante – és tu, ó Amor, eternidade presente no toque, no olhar, no cheiro, na mordida, no beijo, no frescor de cada reencontrar, infinito despertar de incontáveis detalhes que alimentam o brilho no olhar amante.

Diamante, faz-me reviver a juventude de maneira madura, Amor - elixir da vida eterna, da bem-aventurança e do bom viver.

Bora-Bora!, mas sem pressa, pois o Amor não tem hora, faz-se espaço em seu tempo, mas também sem demora: tem sua hora certa de amadurecer, dar certo e frutos render.

No gargalhar gostoso do Amor, colheita do reencontro,

sábado, 17 de outubro de 2009

No cultivo do Amor

A chuva teima em regar a saudade do Amor que brota, mas ainda cultiva o amadurecimento. Deixa a boca molhada a espera dos frutos.

Cede, sede.

Cessa essa voracidade que à semente nem tempo dá - antes, consome-a por inteiro, auto-suficiente que é, esta força que se proclama Amor, mas que precisa conjugar o Amar.

Aprende no úmido e vazio de si mesmo o espaço e regozija com o tempo que o nós necessita, cria e habilita para se eternizar.

Sorve cada gota, absorve cada sombra no escuro da noite, contempla a dor da ausência e transforma tudo na grandeza luminosa do Amor - essa força que impulsiona a semente, essa terra que acolhe e nutre, esse adubo que faz a todos crescer e compartilhar os frutos, imaculados e suculentos pelo cuidar respeitoso de seus individuais elementos.

No som das águas, gota por gota, destilando o fino do Amor,