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segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Amor que vê o melhor do Ser

Havia um tempo, onde a métrica era cósmica e a medida eternidade.
Havia um espaço, cujo centro estava em toda parte e cuja periferia se encontrava em lugar algum.
Havia um conhecimento, onde o discernimento contemplava e a razão não julgava.
Havia um Ser, para o qual o importante não era ter, mas estar na plenitude da tua presença.

No passado do verbo haver, onde se vê o presente de um futuro que merecemos, sabedoria que nos torna o melhor que podemos Ser,

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Da natureza livre do Amor, destaque de toda existência

Sou livre para ser o meu melhor, mas ainda assim sou obrigado a ser.

A não ser que não seja mais, mas aí não há mais questão, pois só há questão para o Ser, o não-Ser não tem referencial para o diálogo, é puro chaos não-dual.

E se ainda não sou o meu melhor, é porque ainda não compreendi a oportunidade que a vida me deu ao atualizar minha existência em meio ao sem fim de possibilidades da não-existência.

É o Amor que gera a consciência de si e possibilita atualização do chaos em cosmos.

Na obrigação que garante a minha liberdade, chaosmos que sou, destaque de toda existência,

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amor - infinito, eterno e consentido

Nossa vida é um espaço, intervalo entre o antes e depois do que chamamos eu, vazio a ser qualificado aqui e agora, sem tempo a perder.

O nosso tempo é uma fração de eternidade que tomamos emprestado do infinito, Tempo para empreender o crescimento qualitativo de um universo singular convergido em cosmos, debitários do chaos que somos.

No conhecimento aplicado do chaosmos, destino consentido,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Amor - gestor da informação, filosofia da sustentabilidade

O Amor é a metodologia que organiza o fluxo da convergência das 4 forças arquetípicas do Ser no espaço-tempo através do conhecimento; é o princípio organizador do Caos em Cosmos, meta que confere sentido ao destino e sustentabilidade às ações.

As 4 forças arquetípicas do Amor que atuam na gestão da informação e compõem a filosofia da sustentabilidade são:

Eros (impulso/busca//sinal/dado)

Ágape (organização//dado/informação)

Philia (encontro/união/compartilhamento//informação/conhecimento)

Fati (processo/destino//conhecimento/sabedoria)


Formas pelas quais as forças se manifestam:


Sabedoria primordial (espaço)

Sabedoria transcendental (tempo)

Da sabedoria primordial (caos) emanam sinais - 0 e 1 - que buscamos (eros) organizar em dados (ágape)para determinar informação (philia), que compartilhamos como conhecimento (fati) gerando um ciclo de sabedoria transcendental (cosmos); a meta do Amor é tornar as ações coerentes, revelando a enteléquia contida no caos, realizando o chaosmos (universo digital).

Na generosidade, um passo do Amor, como o cuidar,

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Nas asas do Amor

Sinto recair sobre mim o peso da idade, o pesar dos anos, o passar do tempo.

Quanto mais me curvo, maior o peso da consciência de não estar fazendo o melhor de mim - esta oportunidade ímpar que é o nascimento humano.

Contemplo. E quanto mais me anulo, mais o peso perpassa aquilo que já não sou e que deixei para Ser; o fardo se prostra aos meus pés e se apequena abaixo de mim.

Elevo-me nas asas da sabedoria para voar rumo ao destino mais próspero e leve e reunir novamente meu impulso erótico à minha psiquê - para, através do Amor, enfim saber o quê este Ser cósmico veio fecundar neste corpo caótico e cheio de potencial.

- Veio moldá-lo à beleza e harmonia do sorriso sincero que emana do cultivo diário da felicidade genuína que se manifesta em cada um à sua maneira, mas em todos com sorrisos largos, braços abertos e coração reconfortador.

No foco que ressalta o diferencial de cada um, inúmeras maneiras convergentes de plantar e colher felicidade em nossos corações,

domingo, 24 de abril de 2011

A carruagem do Amor

Nascemos Hermes,
pois somos o caminho do meio,
que visita os extremos
só para se certificar de que é a justa medida.

Somos o que quisermos ser,
sonhos que ousamos exercer,
realidade que devemos comunicar,
inter-ação que somos ao amar.

Devemos reconhecer nossa parcela divina
e, por Zeus, tornarmo-nos co-criadores,
servindo à nossa parcela humana -
artistas de nós mesmos.

Supomo-nos Sol - e o somos -,
mas havemos de construir nossa órbita - antes de assumi-la.
Devemos, a partir do caos, conceber nosso cosmos
e passar a ser co-emanadores de harmonia e beleza.

De fato,
apropriado
ao ato
e não auto-enganado.

Na carruagem do fogo da sabedoria,

Do caos ao cosmos - na perspectiva do Amor

O Eu é apenas o co-ordenador do caos que nos habita em forma de corpo-fala-mente e que espelha o caos exterior, pois tudo é caos.

É nossa missão de vida harmonizar corpo-fala-mente para gerar o cosmos em nós e auxiliar na concepção do cosmos coletivo, caos coletivo ordenado pelo Amor universal.

Não há outra coisa que o Todo, o Eu é apenas uma perspectiva de ação, um ponto de canalização da potência do Todo que verve também em nosso Ser e que deve comungar com o Todo para se sustentar.

É necessário humildade e aceitação para elevarmo-nos à nossa condição divina de Übermensch - a começar pelo reconhecimento de nosso momento perante a eternidade.


Na perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, fractal do Todo

O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.

Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.

A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.

Diferentes cosmos,
um mesmo caos.

Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.

Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.

Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.

Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,

Amor stellatus

Brilhante é o Amor que se concursa à grandeza universal do divino em nós ao escutar o discurso dos astros, razão cósmica que ordena e harmoniza o caos, embelezando a vida com o sentido da força e da Luz, eixo evolutivo ao qual reportamos em nossa astronômica ignorância da vital energia divina.

O logos dos astros, discurso cósmico de pura beleza e harmonia, é a ordem à qual toda estrela obedece, é o destino que todas seguem, brilhando cada qual a sua maneira, emergindo gloriosa no firmamento do caos.

Brilhante é o Ser cujo curso converge com o discurso celeste, não por submissão, mas por consciente colaboração com o plano maior do qual comunga nosso Ser superior que repousa em nossa consciência pronto para despertar, bastando-lhe retirar o véu da ignorância que nos separa em esferas hierárquias ao invés de nos confirmar a todos no mesmo plano.

Eis a astrologia: a análise do discurso dos astros no plano divino de nosso Ser.

No diz-curso que aponta o caminho, no concurso de gigantes, orbe em conjunção com o coração,

sábado, 6 de novembro de 2010

Além-dualismo: o Amor

Amor, unidade tripartida ao qual tudo converge, que tudo organiza e do qual emana a verdadeira beleza.

Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.

Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.

No caminho integral do Ser,

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amor, conhecimento supremo que supera e afirma - do paraíso ao céu com escala no inferno

Foi o fruto proibido do conhecimento que nos expulsou do paraíso. E não fisicamente, pois permanecemos no mesmo vale, mas o paraíso simplesmente não estava mais lá: trata-se de uma questão metafísica relacionada à Gestão do Conhecimento.

Nosso trabalho é restaurar a metafísica. E não ficarmos rolando pedra morro acima no eterno ciclo sem fim - está tudo aí, basta contemplar para libertar o Sísifo em nós. Precisamos gerir melhor nosso conhecimento para não ficarmos reféns de nós mesmos.

O conhecimento ficara engasgado no pomo de Adão e ali residia a primeira distinção - realizara-se a diferença entre homem e mulher sem se questionar sua complementaridade, apontava-se apenas a distinção.

Era a fase e época do Eros (impulso) descontrolado, caótico, conhecimento sem sentido.

Pecou-se ao fazer uso discriminatório do conhecimento e o mau uso do conhecimento nos levou à queda e à constatação de que o inferno são os outros; pois sim, sem digerir o conhecimento, que, amargo, ficou preso na garganta sufocando o diálogo parte-se do eu sem se chegar ao outro e muito menos vislumbrar o nós.

Mas é exatamente o mesmo conhecimento que pode nos forjar as asas que nos levarão de volta ao paraíso perdido, aos céus na Terra - tal qual Dédalo, moldaremos o conhecimento para que dê asas à nossa cobra interior (Kundalini) para que possa ascender e com sua força auxiliar o conhecimento entalado em nosso ego para alimentar todo nosso Ser, deixando de ser sectário já em nosso próprio corpo: quando fizermos nossa energia interior fluir sem discriminação estaremos alimentando todo nosso corpo, ou melhor, todos os nossos (três) corpos.

É a fase da Ágape, da (re)organização dos valores, processos e estruturas para viabilizar o fluxo da energia da vida em nós e através de nós; organização do conhecimento.

Assim estaremos mais plenos para poder compartilhar do conhecimento e do entendimento de que continuamos no mesmo paraíso, apenas não o estávamos enxergando mais como antes.

Esta é a fase/época da philia, da (re)união, amizade, confraternização e compartilhamento; conhecimento compaixão.

Quem nos tira do paraíso somos nós mesmos; quem pode nos recolocar somos apenas nós mesmos.

Para tal, basta entendermos que o único pecado é não entender as leis da natureza e achar que se é algo independente do Todo - a vida é rede, é interdependência e independente (autônomo) é aquele que entende sua co-relação com o Todo e faz a sua parte para usufruir e fruir da maneira mais proveitosa e sustentável.

Este é o ciclo do Amor fati, reconhecimento do amadurecimento do Ser.

É quando Adão e Eva reconhecem o valor do fruto do conhecimento, da árvore, da serpente e de tudo que nos cerca.

Aí poderemos enfim subir ao topo da montanha e ver que não apenas o vale era paradisíaco, mas todo planeta. E nossa atuação, confirma o paraíso terrestre?

Conhecer é distinguir, mas não podemos cair nesta armadilha - discriminar, jamais julgar -, devemos direcionar nosso conhecimento para aspectos positivos e elevados que canalizam para a superação do óbvio da distinção de opostos que se chocam, levando à harmonia e beleza da vida que se faz divina, tornando-se o que é - parte que interage com e a partir do Todo.

No princípio do cosmos, Amor sem fim,

No doce fruto do néctar da vida que se colhe quando se semeia Amor,

Amor é cosmos espelhado no Ser

Camus, Sartre e outros existencialistas se deparam com a vacuidade e se deprimem, pois, presos ao dualismo e ao ego, na ausência do tudo que os sustentava até ali (Deus/sistema de valores), consideram o vazio nada, sem perpassar o conceito-base da vacuidade por tudo, inclusive pelo ego, vazio em existência.

O vazio (vacuidade), portanto, é a alegria (conatus) do todo possibilidades, um universo sem fim onde, através do Amor, concebe-se o cosmos à nossa imagem e semelhança - um convite alegre a nos tornarmos o que somos: o melhor dos mundos possíveis.

Na afirmação consciente da vida, realidade vazia que evolui no sentido do Amor,

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quo vadis in chaos, Amor?

Por onde vou?
Por que voo?
Em que ando?

Nas asas do destino,
com a im-pulsão do livre arbítrio
cumprindo a vontade imperatriz.

Liberto o jugo da métrica e harmonia
quantas linhas tem uma estrofe
kd a gramática até a pontuação deixo pra trás
nexo mete a rima no tal verso
assim atravesso a orquestra e detono a sinfonia
maestro de mim mesmo
livre sem sentido seguindo apenas o coração
seu ritmo, minha pulsão.

É o caos que reina no acaso
- que não existe.
Sou o caos que reino no meu ocaso
- que não existe.

Só existe o ciclo sem fim:
depois do ocaso nasce uma estrela em mim.
Re-nasce cada vez mais forte e confirma o devir
é o Ser amadurecendo, aprendendo a SerVir.

Solar não é tão fácil,
constelar ainda muito mais difícil.

Amigo, aviso:
quando o segundo sol chegar
chegou a hora de poder compartilhar
sem máscaras e improviso.

Para o caos humanizar
vou voando o cosmos es-colher.
Foi em meio ao caos que pude perceber
quais sementes eram férteis para então fecundar.

Cessa a rima,
é preciso explicar:
a poesia não invalida a prosa
antes de tudo a completa, torna-a plena, amorosa.

Por onde vou?

Voo nas asas do Amor fati, confirmo livremente meu destino, afirmo o melhor e o pior de mim, me responsabilizo por minha evolução, dou-me o sentido, dou-me a liberdade de sentir, dou-me a liberdade de viver, dou-me a liberdade de ser pleno; doou-me, pois sou pleno e é dando que me percebo; só há caos porque ainda não me compreendo, o meu cosmo é a minha parte que aceito e compreendo por inteiro.

Por onde ando, quem sou?

Sou um espelho da vida, reflexo de mim mesmo, eternidade projetada em um instante, Ser pulsante vivendo entre o nascer e o morrer, sobretudo amante.

Em que acredito?

Apenas no Amor, verdade única, multifacetada, caminho instantâneo de realização, vida, êxtase, superação.

O que rego?

As sementes das pontes, da equanimidade, do regozijo, da compaixão, do além-ego.

Assim me despeço deste esboço, pedaço de mim, pedaço de papel, pedaço de vida, pedaço de céu, pedaço que se completa com seu comentário ou versão. Somos, como a vida, um quebra-cabeça em busca de explicação.

Agora, se faz sentido pra você ou não, não sou eu quem respondo - nem ninguém! -, apenas a razão que emana de seu coração.

Por onde vou no caos, Amor? Realizar o meu sentido cósmico.

No caminho são, onde loucura é redenção, caos aceitação e cosmos salvação, que me arrebata à harmonia, beleza e ordem, trindade co-criada, tripé que sustenta minha vida, sustentabilidade divina, rede com que interajo e co-crio a realidade a partir de Todo o vazio,

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Amor curador de mundos

Quando te tenho sobre mim
neste universo sem fim de possibilidades,
dentro de ti desejo que curemos o melhor dos mundos,
o nosso, elevando nossas voluptuosidades.

Eis as forças amorosas que criam, organizam e compartilham; confirmam e elevam o fluxo evolutivo:

Eros que concebe mundos, cria casos de harmonia e beleza, ordena do caos ao cosmos;

Ágape que ordena possibilidades de mundos, cria hierarquia, processos e valores, eleva o cosmos;

Philia que eleva os mundos escolhidos, cria conexões e aberturas, compartilha o melhor dos mundos;

Amor fati que compartilha o melhor dos mundos criados e confirma o destino do cosmos: tornar-se caos e ressurgir brilhantemente, como uma estrela, no ciclo sem fim que é a eternidade em constante alternância.

Para transmutar a alternância de estagnação dual para evolução transcendental é preciso despertar o coração iluminado da bodhichitta - que todos possam se beneficiar com todos os atos; e que possamos ser a cura.

No devir que é confirmação do Ser, informação que se atualiza no êxtase que é viver,

domingo, 11 de julho de 2010

A Luz do Amor que somos

Como seres que espelham o cosmos que somos, devemos brilhar.

No Amor que reluz da mente-coração de cada um de nós,

Amor, no céu também há inferno

Todos nós descemos ao menos uma vez em vida ao Hades (inferno grego), conduzidos por Cronos (Saturno) em seu retorno; é ele que nos faz perceber os ciclos da vida: de 7 em 7 anos trocamos por completo nossas células; também determina as estações, controlando o tempo e assim o aprendizado em nosso caminho, dispondo-nos provas ao final de cada período. Das profundezas emana para - de 28 em 28 anos - retornar para checarmos como anda a nossa Luz interior e nossa retidão dentro da missão de nossa alma; é o nosso ciclo de nascimento e morte em vida. 

Nesse interim, o Céu (Urano) nos auxilia a nos libertarmos dos excessos e nos reinventarmos de maneira inusitada e menos dolorida, e Netuno nos mostra o mundo de possibilidades às quais devemos contemplar, mas às quais nunca devemos nos apegar, pois se transformam facilmente em ilusão, na qual podemos nos afogar. 

Sempre no firmamento, Júpiter (Zeus) nos concede a bênção e a fortuna de que tudo pode dar certo, dependendo de nossa intenção pura, sendo nosso protetor e benfeitor, mostrando-nos o caminho da ascese: altiora semper petens - almejar sempre o topo, o melhor de nós mesmos e do mundo, em um universo sem fim de possibilidades. 

Saturno, nos mostra o Tempo, Júpiter o espaço, são a fronteira final, o limiar ao qual necessitamos chegar para nos superar; cabe a nós exercer com excelência e progressiva melhora nossa força guerreira (Marte) para vencermos nosso ego, e através de nossa inteligência (Mercúrio) organizar nossas órbitas pelo princípio da harmonia e beleza (Vênus) para tornarmo-nos conhecimento vivo de nosso Ser, Amor - força que liga e perpassa todo o cosmos e se cristaliza aqui na Terra.

Se não tivermos nos liberado e ficado apenas com o necessário para nossa jornada, Plutão, senhor do Hades, queimará o excesso e nos retirará todo o supérfluo - mesmo aquele que não impediria nosso progresso -, para que o aprendizado aconteça, pois a alma não falhará em seu desígnio e conta com a ajuda destas entidades para realizar seu caminho para se tornar o que é, Amor.

Na verdade do Mito do Amor, princípio que ordena e em torno do qual tudo orbita e se origina,

Fragmentos de pensamento unidos por Amor

A rebeldia e a ambição são divinas, a falta de controle e canalização é que são o diabo.

A esperança é a distração que te tira de ti e te leva a por em algo exterior sua força. 

A fé, o Amor da alma, é o mergulho interno no qual se colhe suas forças e se comunga com o que há de melhor no cosmos.


Na canalização amorosa que dá forma a um novo Ser,

Amor entre iguais, a diferença faz

Quão diferente um corte de cabelo, uma roupa, uma tatuagem ou alguma outra característica física e até mental nos faz? Não somos todos feitos da mesma essência cósmica? Não somos todos, humanos e animais, emanações e pulsões do fluxo da vida?

Do Amor fati, Amor primordial e destino do Todo, mônada que a tudo abarca, perpassa e une, emanam suas mais diversas manifestações, cujo destino é confirmar-se-a-si-mesmo enquanto Amor, princípio que forja a dualidade no Uno, evidenciando sua pluralidade no ciclo do Ser.

Quando está tudo igual, o Amor é o diferente. Quando está tudo diferente, o Amor é o igual.

Amor é a Luz que traz harmonia e equilíbrio para a Força.

Na forte Luz que está sempre conosco,

domingo, 9 de maio de 2010

Amor é quando tudo pode dar certo

Amor é tudo aquilo que pode dar certo quando se é verdadeiro consigo, pleno e senhor de sua ética e razão e não servo de uma moral por muito decadente e manipuladora.

É quando se cria seu próprio caminho para a felicidade sendo feliz na constituição de seu próprio cosmos a partir do Amor próprio que ordena nosso caos - tornamo-nos o que somos e, livres, fazemos aquilo que temos que fazer. E regozijamos.

É entender que buscamos nos entupir de sentidos com medo de sentirmo-nos vazio e sem sentido, ponto crucial para alcançarmos o verdadeiro e único sentido da vida: Amar e no Amor, através do Amor realizarmos nossa plenitude.

No jeito que dá certo,

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Cosmos é Amor em nós

Ciúme? Ódio? Medo? Rancor? Inveja? Raiva? Nuvens negras que só fazem a pessoa brilhar menos. E se apequenar mais.

Respira, expande teu potencial, venta a negatividade para fora do centro do teu Ser e faça teu coração irradiar Amor.

Eterniza-te com a humana brisa da compaixão. E regozija com o divino sentimento de equanimidade.

Sê uno com o outro, sistemas solares em harmonia, galáxia de nós dois totalizando o Universo de possibilidades sem fim.

Na mandala do Ser em Rede, ponto de Luz em torno do qual tudo orbita, Amor que é cosmos encarnado,