O Amor é antidoto aos equivocos e desentendimentos, é a dose de abertura necessária aplicada com bondade que nos (e)leva a compr os elementos dentro de um plano superior, além das noções dualistas que freiam nossa evolução.
É a coragem de se desprender de ambas as margens, do gostar e do não-gostar, do apego e da aversão, do eu e do outro e assim, compassivamente, fluir no rio da vida que a todos transmuta, evolui e conduz a desaguar no Todo.
É a salvação da gota em pleno oceano, é a força do ciclo das águas - rio, mar, chuva -, emoção em devir orquestrada pela Luz da razão: tornar-se pleno e liberto para auxiliar à todos, quer longe ou perto.
No fluir bodisatva que habita em nós,
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domingo, 4 de abril de 2010
Amor antidoto
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Amor cúmplice
Cumplicidade não existe apenas nos crimes.
Deve ser exercida em nosso cotidiano com todos, ser a base de nossa fraternidade. A começar pelo relacionamento-chave, núcleo da família e da sociedade: o par de almas que se une pelo progresso, que é o Amor.
Em comum, a vontade de juntos evoluir, cada um na sua ordem, cúmplices de suas asceses - espelhos, amparos e trampolins para o outro.
E, quando evoluídos e em harmonia, forjam o progresso do coletivo através da união celular e de suas energias em um novo Ser de Luz, fruto do Amor, tornam-se cúmplices não apenas de si, mas de toda história humana, artificies da vida, restabelecendo-lhe a ordem.
Eis porque o Amor não foge à reta razão - que é praticar suas virtudes e estar de acordo com as leis do Cosmos (aos quais nosso ego deve se curvar!).
Na cumplicidade do Amor,
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