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terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor, rédea da própria vida

Amor é viver com um sorriso nos olhos e um constante e inabalável SIM! nos lábios, percorrendo o curso que a sorte nos destinou com a dignidade de quem caminha com a cabeça erguida por seus próprios pés e coluna, pilar de seus valores e generoso por coração; dá e recebe na justa medida do equilíbrio que confere sustentabilidade nesta ascese que é viver.

Na felicidade que espera o amanhã sem preocupação,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor sagitariano

Tira o véu de teus olhos, contempla as estrelas em tua profunda natureza; voa, trotando seu caminho pelos céus infinitos de teu potencial. Lança-te junto a tua flecha em benefício de todos os seres, mas fazes isto com calma, na serenidade de teu Ser que amanhece a cada ocaso, que desperta enquanto todos dormem.

Sê sagitariano na sua potência máxima, mas humano em todo seu esplendor - equilibra-te e triunfarás; conquistarás primeiro a ti mesmo, depois a teus mais nobres objetivos.

Todos temos um sagitário em nosso mapa astral - ative o seu.

Que sua existência se signifique na entrega ao Todo.

No arco, flecha, alvo e precisão,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor - é por você mesmo!

Amor é quando o tempo comporta o espaço infinito da eternidade.

Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, convergência de visões

Amor é a via da regra que equilibra o eu com o outro no nós através do Todo.

Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.

Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,

sábado, 17 de julho de 2010

Amor, ato criativo

Amor é a abertura de Ser, fissura que deixa irromper o artista em nós e que faz de nossa vida uma obra-prima: é a moldura, a tela, a tinta, o pincel, o objeto, o autor; mas sobretudo, é o espaço que une tudo isto com harmonia e equilíbrio que resultam na beleza ao longo do tempo a ter com a eternidade em cada momento.

Se não pintas ou escreves e não queres ao menos ousar, tudo bem, trabalhas e tens teu par - já podes aí se lapidar e polir a jóia bruta a cada despertar.

E quando o par ímpar fizer, todos ganham se de fato houver Amor entre o homem e a mulher.

O Amor gera na fecundação a beleza da divindade, o equilíbrio da natureza e a harmonia do Ser, o malgam que eterniza toda a philia.


Na beleza do orgasmo, verdadeiro ato criativo,

domingo, 11 de julho de 2010

A natureza do Amor civilizado

Amor é entender que civilização e natureza não são antagônicos, mas pesos equânimes do equilíbrio sustentável de nossa evolução como Ser em Rede.

No ecossistema do Ser,

Amor entre iguais, a diferença faz

Quão diferente um corte de cabelo, uma roupa, uma tatuagem ou alguma outra característica física e até mental nos faz? Não somos todos feitos da mesma essência cósmica? Não somos todos, humanos e animais, emanações e pulsões do fluxo da vida?

Do Amor fati, Amor primordial e destino do Todo, mônada que a tudo abarca, perpassa e une, emanam suas mais diversas manifestações, cujo destino é confirmar-se-a-si-mesmo enquanto Amor, princípio que forja a dualidade no Uno, evidenciando sua pluralidade no ciclo do Ser.

Quando está tudo igual, o Amor é o diferente. Quando está tudo diferente, o Amor é o igual.

Amor é a Luz que traz harmonia e equilíbrio para a Força.

Na forte Luz que está sempre conosco,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A sinfonia do Amor

Amor é tornar-se música orquestrada; é harmonizar os 3 principais centros do corpo, colocando os chácras em sintonia.

No equilíbrio entre a tensão e o relaxamento,

terça-feira, 2 de março de 2010

Amor em meio à intolerante revolta

Às vezes, quando se quer muito algo, perde-se o equilíbrio genuíno do Amor, cai-se na tentação do desejo de Eros e tende-se ao extremismo em nome da cega paixão.

Face-a-face com minha própria intolerância e revolta busco liberação na compaixão, a única saída.

No Amor, único caminho, olhos que tudo e Todos vêem, sabedoria que tudo supera e a Todos alcança,

sábado, 12 de setembro de 2009

Amor - harmonia pura

O Amor é uma busca verdadeira e genuína da qual não se deve se apropriar nem ser apropriado - é harmonia pura.

Na balança do Amor,

sábado, 25 de julho de 2009

Sexo é Amor

Você pode saber se está Amando alguém pelo sexo que vocês praticam.

Se houver equilíbrio entre as 3 esferas, digo, 3 etapas - pré, ato e pós - então vive-se em pleno Amor.

O desejo de Eros é o pré, o que impulsiona, motiva. O ato em si é Ágape, o divino ápice orgasmático que tudo abarca para encaminhar, o êxtase supremo. O pós é a recepção, o estado aberto, diálogo da unidade entrelaçada e cúmplice.

Amor saudável é aquele que equilibra o prazer destas três etapas, onde não se almeja apenas uma ou se dá maior peso e exerce mais outra.

No vai-vem do Amor,

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Amar é caminhar

É caminhar, é o caminho, é a chegada. O fim, mas também o meio hábil de fazer do fim uma eterna finalidade que se renova e assim sustenta.

Nascemos com toda a capacidade de Amar, mas tal qual andar, é necessário praticar. Cair, levantar e confiantemente conquistar a si e ao mundo, primeiro se exibindo em meio aos tropeços e ao ego, depois fluindo naturalmente em seu Ser.

Agregamos os elementos para ganhar equilíbrio, desenvoltura e nos sustentar.

Na sustentabilidade invisível do Amor,

domingo, 14 de junho de 2009

Amor arqueiro

Para cada flecha existe um alvo.

Amor é a mira (Ágape), é a força da puxada (Eros) e é o alvo em si (Philia). É também o destino (Amor fati) e a certeza de que não adianta se rebelar contra, mas sim se exercitar para acertar em cheio.

Na improbabilidade de existirem duas flechas para o mesmo alvo, deve-se imaginar, pelo princípio da harmonia e do equilíbrio, que haverá algum alvo sem flecha ou ainda e melhor dizendo dois alvos para uma flecha. Ou seja, o imponderável forjará a sabedoria e a habilidade do arqueiro para exercer sua plenitude com dignidade.

No centro do Amor,

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Amor, vida, movimento

Vida é movimento, movimento da alternância, nascimento e morte, pensamento e (emo)ação, sol e lua.

Amar é compreender a alternância e o movimento como um Todo, que por mais que se ame o dia e o sol, não tem como não se amar a noite e a lua, pois um define, dá forma e completa o outro - como o amor o faz com dois indivíduos, seres distintos que se unem por amor e assim se completam, quer seja sexualmente, corporativamente, intelectualmente: é a união de não-iguais, pois nada é igual.

E a capacidade de cooperação é este amor que viabiliza unir dia e noite, homem e mulher e tantos outros elementos distintos, mas amorosamente convergentes: com sabedoria, tudo converge ao equilíbrio (através do amor, sabedoria-mor).

Amar é viver plenamente tanto o dia quanto a noite, o nascimento quanto a morte, é viver a plenitude da possibilidade de cada momento - máximo dentro de cada limitação -, é viver na plenitude da graça divina o seu destino com toda sua vontade, pois amar é pleno.

Amar é estar aberto ao segundo seguinte, ao próximo ciclo, ao novo, ao outro, ao momento de renovação - sem se cansar do momento presente, vivendo-o plenamente.

No Amor, a plenitude do Ser, pois quem ama não sente medo, não sente inveja, não sente nada além de boas vibrações e um sentimento de pertencimento a algo maior, pois o religare (reunião) foi (re)estabelecido com o Todo,

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Nessun Dorma, Amor!



"Ninguém dorme" (Nessun Dorma) quando ama - quer seja porque se nutre e se torna incansável e invencível quando em equilíbrio ou porque o amor mexe conosco e nos deixa inquietos em busca de harmonia quando ainda está por se encontrar e tornar dois entes um terceiro, forjando uma trindade a partir de duas metades que são plenas apenas com o outro; mesmo que nunca incompletas quando sozinhas.

No Amor,