O Amor cria jardins nos olhares, foca a beleza das pétalas, organiza o ornamento das folhas, sustenta a firmeza do caule, releva a suspeita dos espinhos, mas o cheiro, o Amor desperta a imaginação do aroma de cada interação.
Que façamos de todas as recordações, boas e más, lições de humanidade para humilde e soberanamente sermos cada vez mais quem somos, errando menos, acertando mais, aceitando as diferenças, nós, que somos tão iguais.
Que minhas ações futuras sejam mais honestas - a começar comigo mesmo -, que não negue minha vontade e respeite a do próximo, que faça destas as margens de minha estrada e da superação do dualismo minha jornada.
Que semeie sorrisos, ceife ilusões e cultive bons encontros - aqueles que aumentam a potência das partes e emergem ao Todo.
Que meu presente dignifique ações futuras e recordações passadas, que eu aceite meu destino na escolha de minha liberdade - que qualidade quero vivenciar condicionado à experiência deste corpo?
Amor pulchram voluntas - o Amor torna bela a vontade. Que a paz seja teu caminho e o Amor o teu guia.
No jardineiro do Ser,
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terça-feira, 30 de julho de 2013
O Amor vê flores em você
Laços do Amor:
convergência,
dualismo,
emergência,
flor,
guiados pelo Amor,
hamartia,
honestidade,
Ira,
jardinagem evolutiva,
liberdade,
paz,
pecado,
potência,
qualidade,
superação
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Amor é verdade
A mentira é a verdade dos fracos.
É a ilusão para quem não é forte o suficiente para dizer e viver a verdade, de enfrentar com cândida abertura o desconhecido em busca da compreensão do Todo, até e principalmente do que lhe for diferente, e ter a pura força do perdão genuíno para aceitar aquilo que lhe é errado e amorosamente construir em conjunto a viabilidade do que é certo, que é a harmonia coletiva da vida cíclica.
Ser honesto com o outro passa primeiramente pela honestidade consigo próprio.
No Amor,
É a ilusão para quem não é forte o suficiente para dizer e viver a verdade, de enfrentar com cândida abertura o desconhecido em busca da compreensão do Todo, até e principalmente do que lhe for diferente, e ter a pura força do perdão genuíno para aceitar aquilo que lhe é errado e amorosamente construir em conjunto a viabilidade do que é certo, que é a harmonia coletiva da vida cíclica.
Ser honesto com o outro passa primeiramente pela honestidade consigo próprio.
No Amor,
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