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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Amor, Vontade triunfante

Lívida a paisagem
que em teu semblante
se agiganta e dá
horizonte ao meu
__________________desejo errante

Todo um movimento
para só querer ficar
____________________impulso constante

Um aperto de mão
Uma abertura na rima
Uma oportunidade de improviso
______________________vontade triunfante

Tudo para ver em teus olhos
a alegria de teu sorriso.

Nas asas do insondável,

domingo, 8 de novembro de 2015

Diálogo por Todo Amor

Amor é ouvir além do poderoso grito do desejo a silenciosa voz da vontade.

No diálogo que gera ação de consenso e elevação dos múltiplos eus a um nós integrado ao Todo,

terça-feira, 9 de junho de 2015

Amor, experiência do Todo em união

Que o Todo de tua vida seja uma experiência e tanto.
Entrega-te ao encanto
Sê bênção e redenção
De si mesmo com o Todo união.

No Amor que tudo é e a tudo o bem deseja, enlaça, cuida e eleva,

Um muito de Amor

Muitas vidas, uma experiência
Muitas atividades, uma essência
Muitas buscas, uma transcendência
Muitos desejos, uma imanência

A vida é um múltiplo de experiências singulares.

Na individuação que é a plena entrega ao Todo Amor,

domingo, 29 de setembro de 2013

Aude sapere et semper fidelis Amor

Se os Amores são cada vez mais líquidos, só nos resta pedir mais uma dose e brindar a Eros, cosmificador do caos, que por tortas linhas tece a eternidade, atualizando a cada ciclo de con-fiança o significado de respeito, honra, comprometimento, lealdade e fidelidade.

Mais do que perguntar se é possível ser fiel nos tempos líquidos de uma sociedade tão altamente fragmentada quanto conectada dos dias de hoje, é se perguntar sobre ao que se quer - pode e até deve ser fiel.

Ao desejo, este volátil combustível do Ser?

A uma idéia, frágil fragmento de uma obscura totalidade desconhecida em constante "plasmificação"?

Ao Outro, este desconhecido em devir, mutante de nossas expectativas e projeções e ao qual poucos dão espaço para revelar-se em sua plenitude sem julgamento e a maioria enclausura em seus enquadramentos? Fulano, o que há contigo, não estou te reconhecendo...

A um nós que é tao construído quanto o Eu – frágil diante de tantos estímulos e obstáculos internos e externos?

Ao que então devemos ser fiéis? A valores? Valores criados por homens demasiadamente humanos e falhos e que de tempos em tempos são revistos e atualizados?

Sim, a valores, mas não estes e sim aqueles, que nos norteiam em nossa busca, que não estão fora em algum lugar paradisíaco, mas dentro de nossos corações – os valores que regem nosso destino e que nos tornam Ser em constante devir.

Sê fiel a teu destino – e flui em harmonia com o todo. Respeita a maré, considera o vento, faz do contexto teu aliado e nunca tira o foco de teu objetivo mais alto; mesmo que seja apenas uma utopia – é para isto que nos servem o sonho e a imaginação.

Ouse ser fiel a seu destino. Sempre em frente – respeitando tudo, considerando o necessário.

aude sapere et semper fidelis Amor - atreva-se a ser o amor sábio e sempre fiel

No líquido que atualizamos quando interagimos,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Das r-evoluções do Amor que levam ao Ser em Rede

The uni-verse is a poem with one metric - love.

O uni-verso é um poema com uma métrica única - Amor.


                                                                      Teia de Indra

A teia de Indra é a representação mitológica hindu que compreende a vasta existência interdependente: a cada interação da rede encontra-se uma joia. Cada joia reflete a luz de todas as demais joias; cada reflexo então é um reflexo de todos os demais reflexos em um sistema de causa-efeito sem fim - e, portanto, sem começo senão o arbitrário; similar à oposição de dois espelhos e a ilusão de seus caminhos infinitos, tudo começa com uma intenção.

A ideia de que se pode olhar para qualquer uma das jóias e ver todas as outras joias em uma matriz infinita de reflexões interdependentes é semelhante à forma como podemos olhar para uma flor e ver o reflexo de todo o Universo e tudo o que ele contém, dentro dessa único flor, incluindo todos as concomitantes relações de interdependência mútua e processos.

Este padrão se repete no macro e no micro, assim na Terra, como no céu - tudo é beleza calculada; emanação desejada, intenção determinada.




Este é o padrão criado ao longo de oito anos pela relação entre as posições relativas de Vênus e Terra em suas órbitas ao Sol. Vênus orbita o Sol 13 vezes a cada 8 órbitas terrestres, vulgo anos.

E em todos esses anos, estamos a 19 cliques de distância.



Na órbita do Amor que tece toda Rede,

Desejo Amor

Desejo vem do Latim DESIDERARE, “fixar atentamente as estrelas”, formada por DE-, prefixo intensificativo, mais SIDERARE, de SIDUS, “astro, estrela”.

Pense duas vezes naquilo que estás desejando, considerando sua expressão máxima.

O céu estrelado sobre mim ganha outro significado e nesta reflexão revelo a moral em meu coração - é uma more+all.

Desiderata (palavra latina, plural neutro de desideratus, -a, -um, particípio passado de desidero, -are, sentir a falta de, perder, desejar, esperar, procurar) s. m. 
As coisas que se desejam e ainda não existem. = ASPIRAÇÃO, DESIDERATO 

Isto ressalta bem a noção de aspirar a ação à sua expressão máxima. O desejo como meta que se aspira alcançar - não apenas como impulso; mas a consciente relação entre meta+impulsão, eis o vetor da inteligencia.

Desiderata é um termo derivado de desiderare, o que revela que aspiramos que nossa ação se eleve às estrelas - disto em uma época onde o céu era estrelado de tal maneira que nos lembrava de nossa humilde existência.

Saiba desejar seu desejo, expresse-o detalhadamente, a arte está na minúcia.

No desejo que inspira, motiva, organiza, compartilha e sustenta o Ser em Rede,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, necessidade do desejo

Sabe aquilo que é necessário fazer? No fundo você desejou.

Na base de toda necessidade existe um desejo; necessidade é a coerência do compromisso desejável.

O destino do desejo é a necessidade; toda vontade necessita se realizar.

No desejo necessário a todo desejo,

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Amor moinho

Marte em Câncer - Dom Quixote

Na atual configuração (do astral e da sociedade), somos como Dom Quixote, o fidalgo que combate monstros de seu imaginário, sentimentos menores que o apequenam e levam a buscar refúgio em valores tradicionais - nobres e em alguns muitos casos ultrapassados - e que em sua jornada acaba por enfrentar a ilusão de suas fantasias para, por fim, descobrir que não é herói (por conceito ou imposição) e que não existem heróis.

Eis o ato de heroísmo que nos cabe: não há valores outros que aqueles que criamos e sustentamos através de nossas emoções-ações.

Use a imaginação para dar novos contornos à sua realidade, sem nunca esquecer a voz que vem do/da Pança - a realidade dos desejos que conduzem ao bom e justo combate.

Vista a manta de suas nobres intenções, arme-se com a lança da imaginação, o escudo da razão e a espada da sabedoria e combata seus inimigos internos para conceber um novo mundo particular, aquele que sustenta o universo em constante expansão: um corpo cuja nobreza não é imposta e/ou castrada, mas exercida no apocalipse de cada ação, qualidade do Estar, atitude que é Ser.

Conscientize-se dos ventos que movem teu moinho, engenhe-se.

Na luta do Amor a estratégia é se entregar,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Desejos do viajante do Amor

Evite picos e vales, ande soberanamente na planície de teu Ser e se porventura andar por altos e baixos, regozije da paisagem e aproveite para contemplar o Todo sob múltiplas perspectivas.

Sigamos juntos pelo caminho da Luz com a força da fé e a certeza do Amor, eis meu desejo para com os atuais amigos e com aqueles que ainda não pude conhecer, o universo é fraterno, basta se abrir para esta experiência além-ego!

Do viajante Amor que vos toca, perto ou distante, sempre presente no instante.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Amor, não-objeto

Meu desejo me faz ter ouvido de mercador, onde a alma sedenta oferece o corpo ao prazer e à dor.

Na ágora do agora, superação da oferta e demanda,

domingo, 23 de setembro de 2012

Da ansiedade do Amor

É no cair da noite que meu desejo se levanta ainda mais forte. É no fim do dia que se inicia toda angústia de meu Ser, ansioso em ter-te novamente em meus braços e em minha vida.

No raro encontro desta magnitude, que chega a ser pecado não vivê-lo,

domingo, 19 de agosto de 2012

Eunuco do Amor

Don Juan
Bon vivant
Solitário em meio a suas presas
Indefeso contra si mesmo

Saliva de vontade
Sabendo não dever
Sem mais saber o que fazer
Sem mais sabor de viver

Mas há sabor nas coisas em si?

Ou é tudo fecunda interação?

Somos nós sabor, saliva, destino de nós mesmos.

No harem de desejos se forjando em apreciação,

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Amor, encantamento além-mar

De trás dos montes duas esmeraldas sorriem. Convidam a novos horizontes já navegados na descoberta de mim mesmo.

Em seu sorriso, um toque familiar que me torna desconhecido e me lança ao desafio de mim mesmo.

Resistirei ao teu encanto ou serás tu meu fado?

Por quanto, quero lhe desbravar, desnudar o Ser através das múltiplas possibilidades do estar para revelar o real potencial da iminente interação.

Na atualização do desejo, pura transcendência,

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cuidado - o poderoso desejo do Amor

Cuidar, eis o poder do Amor, eis a necessidade do espaço, eis a imposição do tempo e a verdade do conhecimento.

No desejo do Ser,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paremos e canalizemos - por Amor a nós mesmos



No lugar deste T deveria estar um ponto de exclamação ou uma caveira.

Ou melhor: um ponto de interrogação para nos perguntarmos porque compramos, usamos e incentivamos coisas que nos fazem tão mal; ao menos nos fazem nada bem.

Talvez porque não estejamos gostando do que estamos fazendo conosco e com o mundo.

Flagelamo-nos pela culpa ou pelo...

Desejo pelo prazer. Culpamo-nos por isto e muitas vezes nos castramos.

Ou diluimo-no, o prazer, por medo ou apego, para garantir a dose diária se felicidade, retirando de nossa meta reiteradas vezes sua força.

Externamente deslumbrados com a multiplicidade de estímulos e internamente perdidos, com medo de falhar com nós mesmos, com a enteléquia que nos anima, buscamos cada vez mais e mais fontes de prazer ao invés do sustentável menos e menos, onde se foca mais, canalizando melhor o desejo, tendo resultados melhores, mais sustentáveis e uma felicidade própria de quem escolhe seu destino. É desejar que a necessidade se realize, tornando-se necessário.

O desejo é a potência do ato de realização do Ser; é a necessidade da enteléquia; que é princípio originário e regulador - meio, fim e mensagem -, que serve de modelo, mas nos convida a nos reinventarmos a cada troca, a todo instante, negociando entre as potências a manifestação do desejo, se cultivando sua força, retendo-o, canalizando-o, ou se optando por felicidade mais breve e momentânea: a questão é saber escolher o que fazer a cada ação/momento.

Se a fé move montanhas, o desejo concebe mundos e o Amor sustenta multiversos.

Canalizar o desejo para nosso sonho, com este sentido, neste destino.

Desejo concentrado, motivação focada, necessidade atendida.

Na saudável transmutação genética que só o Amor propicia,

sábado, 31 de dezembro de 2011

Amor à liberdade, uma necessidade

Quando se convoca o passado para se justificar o futuro, mata-se o presente.

A necessidade do Amor é estar livre; o desejo do Amor é se conectar - o resultado do Amor é um estar-se preso por vontade.

No desejo de saciar toda necessidade de todos os seres, união incondicional,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor, enteléquia dos corpos vivos

Amor é o cultivo da visão e da coragem de se ver e agir conforme o necessário; é a canalização do desejo para o ganho de potência.

É enxergar em cada situação sua força evolutiva inerente e agir conforme o necessário para fazer a verdadeira natureza de cada instante florescer; tornando-se o que se é, pura Força e Luz, energia em devir.

Na jardinagem evolutiva que realiza o ponto de perfeição de cada Ser,

O desejo do Amor incondicional e universal

Que possamos ser aquilo que os outros necessitam, este deve ser nosso único desejo.

No voto de bodisatva,

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Amor 'apokálypsis' est

O fim está próximo.
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.

Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.

Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.

Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.

Na divina comédia, apocalipse do Ser,