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sábado, 11 de junho de 2011

O caminho do Amor - da resiliência à superação

A moral coletiva é hipócrita e a ética individual é covarde - é na resiliência do Amor que reside a coragem do caminho.

Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.

Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.

Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.

Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.

A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.

É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.

Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.

Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.

Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.

É preciso Ser forte para ser feliz.

Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amor sustentável

Amor é a força que impulsiona, a sabedoria que conduz e a serena compaixão que sacramenta a extensão do individual e o modo da relação coletiva conferindo sustentabilidade ao fluxo de trocas que gera valor.

Na concepção que fecunda, nutre e gera Luz,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Do Ser e da Rede

Erige-se uma rede sustentável a medida que seus pontos são fortes, independentes e equânimes, colaborando em um ambiente livre, sem coerções, obrigações ou imposições externas de algum sistema ou grupo ou ainda internas, do ego.

As externas são conquistadas pelo poder revolucionário da rede, que por sua vez tem seu poder na força (multiplicadora) dos pontos, equânimes pelo trabalho individual de conquista do ego, tornando-o colaborador subjugado aos valores maiores atrelados ao coletivo e ancorados nos indivíduos.

Então fica evidente que a rede sustentável principia no Ser forte e independente, realizando a essência da convergência – a co-existência harmoniosa entre independência e interdependência, individual e coletivo.

Distorções ocorrem quando o coletivo da rede é proporcionalmente mais forte que um ponto da rede, levando à desarmonia que diminui o individual e subtrai a individuação gerando oportunidade para a sustentação de uma autocracia; e a resistência a partir do fortalecimento do ego e do individualismo, ao invés do respeito à individuação.

Quando o coletivo é fraco e há pontos fortes, pode haver o surgimento de ditaduras e, mais uma vez, a diminuição do individual.

A restrição da liberdade em ambos os casos é uma realidade.

Eis o paradoxo: quanto mais nos entregarmos à rede, ao coletivo, mais livre seremos como indivíduos e respeitar-se-à nossa individuação. Para isto, precisamos abrir mão de nosso individualismo.

Eis a única realidade: a revolução só se faz em rede. E só se começa por si. E por Amor.

Na rede que pulsa em nós,

domingo, 11 de julho de 2010

A (nova) ordem do Amor

Inverter-se a ordem dos fatores para alterar o produto: sexo não depois do casamento, mas philia depois da ágape: determinar o regime de valores da união para se entregar ao prazer e fazer da carne uma escada para o Ser; e da união de dois inteiros a celebração da plenitude individual e coletiva.

Na coragem de se assumir humano, no controle de Si,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Amor, não exclusão

Amar não é excluir a partir do desejo e do ego e sim integrar e convergir dentro de uma escala, hierarquia e mandala que harmonizam o individual e o coletivo e viabilizam o tear do complexus que é viver, que gere sustentabilidade dentre os diversos pontos envolvidos na rede da vida e viabiliza a evolução do individual-coletivo.

Na convergência superior, afirmação do Ser em Rede,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Non-ego - A Onda do Amor

A Onda do Amor se erige em meio ao oceano de sofrimento e explode nas rochas do ego. Da beleza de sua espuma que banha e adorna tenramente cada grão de areia, reluz a essência do Amor, divindade viva presente em cada um de nós, Afrodites, Marias e Josés.

O antídoto contra ego forte não é ego fraco; é non-ego.

A Onda não pode competir de igual para igual com a rocha; deve transcender a matéria, cooperar com o destino, realizar-se. Não é uma questão de intensidade e sim de natureza.

Quando ego forte é combatido por ego fraco o resultado é autocracia. E como seria este embate entre ego forte x ego fraco?

Ainda dualista, refém da imposição e da subjugação; fascismo; combate-se o individual com o coletivo ou ainda o coletivo com o individual - fato é que se permanece na eterna luta entre senhor e escravo; eu e outro.

A Onda deve ser conjugar o nós a partir do non-ego e realizar assim a essência do Amor.

Na maré da vida,

O dharma do Amor

Eros é o impulso que transforma a potência em ato, transformando-se em direção - ágape -, que converge em philia, ato de união que renova o impulso para uma nova busca e uma nova expansão do Ser em constante alternância.

O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).

Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.

No dharma do Ser,

sábado, 25 de julho de 2009

Amor coelis - céu interno

Como falar das estrelas se não se sabe falar nem de si?

Por isso é que amar o próximo passa por amar a si - se conhecendo, aceitando e evoluindo se chega ao próximo e isso só é possível através da vacuidade - o não-ego - Deus, em suma, o Amor e demais conceitos que demonstram as ações do Amor na edificação do Ser pleno - o pleno equilíbrio do individual-coletivo no Todo.

Só após conhecer seu firmamento, estrelas, órbitas e buracos-negros é que se pode compor com o Outro uma bela constelação.

No firmamento do Amor,

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amor é convergência na essência

Convergir as necessidades coletivas - de duas ou mais pessoas - com o desejo individual, isto é Amor.

E como convergir sem se chocar?

Através do conhecimento das partes, da idéia do Todo e do respeito absoluto: primeiro pelo que se chama de nós e depois igualitaria e equanimemente, sem distinção o outro e o eu.

Isso é Amor, o caminho que converge e soma na união, cujo resultado é sempre superior que o valor das partes.

Na convergência do Amor,

quarta-feira, 18 de março de 2009

Amor - convergência sem fronteiras

Amor é você não enxergar fronteiras e acolher o que há de melhor em tudo, convergindo para enaltecer valores. Como diria Marx: "ponto em que ele, em sua existência mais individual, é ao mesmo tempo coletividade (Gemeinwesen)".

Tudo tem seu lugar na mandala e roda da vida: Amor é este ato organizador - como também é o ato criador e o ato da destruição produtiva e criativa neste ciclo sem fim, a passagem do novo e desconhecido para o familiar e conhecido, dando abertura para um novo ciclo quando o vigente estagnado já não impulsiona a vida - reconhecer o timing da vida e de seus ciclos é a sabedoria máxima do Amor.

Amor supremo é conseguir manter através de sua organização e manutenção o tempo familiar e conhecido no ápice de sua revolução.

No Amor,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008