segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor, vermelho e amarelo
Acordar cedo para raiar o dia
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo
Na fé que amanhece a cada entardecer da esperança,
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Amor sive Natura
Brilhar o tempo com toda alegria
Elevar-se a Deus em tons de vermelho e amarelo
Todo canto agradece à Natureza nosso elo
Que nossa fé amanheça a cada entardecer da esperança.
No bom encontro que é viver,
domingo, 8 de julho de 2012
Amor, lembrança da eternidade
A mente vagueia e até se perde, mas o coração não esquece nunca, mantém vivo o ser amado a cada pulsão, na esperança de encontrá-la em algum lugar da eternidade.
Na lembrança de nós dois, eternidade encarnada,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor - é por você mesmo!
Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,
domingo, 11 de julho de 2010
Amor, instante sublime da sabedoria
O Amor enxerga a ordem do caos e assim beleza em tudo, não tem a ânsia de construir um belo deformado (a qualquer custo), à imagem e semelhança da origem e, portanto, sempre ansiosa desta – tanto de obtê-la em futuro próximo, quanto de recuperá-la em um passado distante.
É na eternidade do momento, no aqui e agora sem forma, sem conceito, apenas vivência que somos - seres eternos em nós mesmos, criadores de nossa prisão nas memórias do passado e esperanças do futuro, libertadores do presente apenas através do Amor, janela de possibilidades em um sem fim de escolhas -, que a beleza se ordena em um ciclo constante e alternante de (des)ordenação e (des)construção. A beleza se ordena para no instante seguinte se modificar e tomar a forma de outra beleza.
Nunca conseguiremos apreender este momento e quanto mais o tentamos, menos o vivemos.
Quando nos abrirmos para esta experiência, convergiremos a beleza do passado, do futuro e de todos os presentes, contemplando a beleza do caos, agora ordenado por um entendimento e compreensão supraracionais, o conhecimento sublime e transcendental do Amor que tudo abarca, tudo une e tudo organiza.
Desapegar para interagir, isto é Amor.
Na abertura do espaço-tempo, conhecimento do Eterno,
Fragmentos de pensamento unidos por Amor
A esperança é a distração que te tira de ti e te leva a por em algo exterior sua força.
A fé, o Amor da alma, é o mergulho interno no qual se colhe suas forças e se comunga com o que há de melhor no cosmos.
Na canalização amorosa que dá forma a um novo Ser,
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Da brevidade e da urgência do Amor
Muito se sabe que Amor alimenta Amor e que este ciclo é autossustentável e eterno enquanto dura esta retroalimentação, ou seja, depende de empenho, foco e comunhão: o justo equilíbrio entre as partes (o Eu, o Outro e o Todo) e suas partes (corpo, fala e mente de cada terço envolvido).
O Tempo de duração depende do espaço concedido e é harmonizado pelo conhecimento adquirido e aplicado com sabedoria.
Da urgência
Muitas vezes capturados pela Força Schopenhaueriana, tendemos a nos aprisionar na ilusão, reféns da esperança e do medo, tornando a realização de um lampejo erótico uma obsessão em constante devir, aprisionando-nos no terço erótico do Amor, sem dar espaço para o Amor Ágape e o Amor Philia completarem a força do Amor fati.
Aqui se apresenta a importância da canalização do impulso de Eros, vital para nossa existência, mas fatal para nossa evolução consciente - tão fundamental quanto se ter um cavalo selvagem dentro de si é saber domá-lo. E não ser domado.
Amor pleno é quando tornamo-nos unos com o nosso cavalo selvagem interior, sem distinção, sem julgamento, sem submissão; apenas a missão da evolução sendo realizada a cada ato.
Na eternidade que urge, canalizando a brevidade da urgência,
terça-feira, 1 de junho de 2010
Amor contra o medo da corda bamba
Paralizados pelo medo, não ousamos defrontar o que há abaixo; reféns da esperança fitamos o alto.
Atrás, um passado símio, instintivo e animalesco, nos prende ao vício do devir.
À frente, um futuro grandioso e igualmente desafiador nos cobra passos largos rumo à evolução e um desapego que liberta séculos de história, genética e hábitos.
Aqui. Agora. No momento presente, nada mais somos que um ponto frágil na passagem do tempo em busca de um espaço que escapa a cada passo.
Nas asas do Amor ganhamos a dimensão que nos compacta e converge em nós o que há de mais alto e mais baixo – evidenciando, na prática, prós e contras de nosso passado e futuro no espaço que compassivamente abrimos no presente: liberdade de quem ama, qualidade de quem ousa se lançar rumo ao seu destino. Torna-te o que tu és, ó Amor fati – Homo Amabilis.
Livre para Ser, só no Amor.
Na intuição que transborda e transforma,
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Amor, asas da alma
Nas asas de nosso Ser,