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terça-feira, 10 de julho de 2012

As funções do Amor

Amor é animação,
é o ânimo que pro-move a ação.

Anima o viver,
suspende o tempo,
amplia o espaço,
eleva a moral.

Na ética que pulsa em meu peito,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor, caminho da mente-coração

Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.

Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.

No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,

sábado, 11 de junho de 2011

O caminho do Amor - da resiliência à superação

A moral coletiva é hipócrita e a ética individual é covarde - é na resiliência do Amor que reside a coragem do caminho.

Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.

Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.

Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.

Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.

A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.

É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.

Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.

Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.

Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.

É preciso Ser forte para ser feliz.

Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,

domingo, 9 de maio de 2010

Amor é quando tudo pode dar certo

Amor é tudo aquilo que pode dar certo quando se é verdadeiro consigo, pleno e senhor de sua ética e razão e não servo de uma moral por muito decadente e manipuladora.

É quando se cria seu próprio caminho para a felicidade sendo feliz na constituição de seu próprio cosmos a partir do Amor próprio que ordena nosso caos - tornamo-nos o que somos e, livres, fazemos aquilo que temos que fazer. E regozijamos.

É entender que buscamos nos entupir de sentidos com medo de sentirmo-nos vazio e sem sentido, ponto crucial para alcançarmos o verdadeiro e único sentido da vida: Amar e no Amor, através do Amor realizarmos nossa plenitude.

No jeito que dá certo,

terça-feira, 24 de junho de 2008

Ética do Amor

A ética é a base do e para o amor, o encontro - harmônico - entre mente e coração.

O Amor une e liga sob base ética - a única maneira de se ligar opostos, complementares ou não.

No amor,