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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Da vergonha ao Amor
O botão apertado
Desabrochou em Rosa
Gerou espaço
Perfumou o tempo
Toda perda é uma oportunidade
Galáxias desabrocham na intenção da mente-coração
A vida orbita a beleza, protegida por espinhos
É nas grandes perdas que se encontram os maiores ganhos
No Labirinto do coração, Minotauro - o ego - não tem vez,
Laços do Amor:
beleza,
coração,
desabrochar,
ego,
espaço,
espinhos,
galáxia,
labirinto,
mente-coração,
Minotauro,
oportunidade,
perfume,
rosa,
tempo
sábado, 24 de dezembro de 2011
O caminho do Amor entre o destino e o livre arbítrio
O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino, eis o meu Amor: aceitar o Todo para a tudo transformar.
Amor ao destino - Amor Fati, fazendo de tudo o seu caminho de ascese; eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho, amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na liberdade de Ser quem Eu Sou,
Amor Fati, eis o meu destino, eis o meu Amor: aceitar o Todo para a tudo transformar.
Amor ao destino - Amor Fati, fazendo de tudo o seu caminho de ascese; eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho, amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na liberdade de Ser quem Eu Sou,
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Viver é seguir a canção do Amor
Viver é saborear o caminho, aprendendo a dizer sim até aos espinhos, sim ao tempo, sim ao espaço, sim, sim, sim... Sim à vida com todas as suas qualidades, positivas e negativas, sem exceção, pois aquilo que nos alegra é também aquilo que nos entristece, aquilo que nos acalenta é também aquilo que nos magoa; em suma, viver é caminhar e, assim, amar.
Seguindo a canção do coração,
Seguindo a canção do coração,
domingo, 24 de abril de 2011
Quando o Amor ressurge
Tudo urge, até que o Amor ressurge.
E com Ele, a exata noção, sem atropelo,
do tempo e espaço e pertencimento,
através do que se principia em mim, o conhecimento
que a partir de mim se irradia por toda rede da vida.
Ressurreição do que então?
Da cruz?
O fardo já é pesado demais.
Dos espinhos?
As perdas já doem tanto.
Ressurreição da Flor de Lótus dEle, o Amor, que em meio ao peso da cruz carregou seu fardo e coroado pelos espinhos da perda fez brotar do caos de sua lama o cosmo que era o Logos da mente-coração.
Quando pensar sobre ressurreição de quê, fale com toda certeza e serenidade: "Do Cristo em mim". E faça com que seus atos lembrem aquilo que tanto se prega e propaga - e pouco se faz. E se lhe é impossível tornar ato aquilo que é pensamento e fala - ouse repensar os verbos, viva sem hipocrisia e torne-se carne ao invés de ser ilusão de si mesmo.
Ser em sua totalidade, aceitando o que há de mais alto e mais baixo em si, convergindo-se para um patamar cada vez mais elevado - passagem, com calma, um passo de cada vez, rumo ao melhor de nós mesmos, paraíso em terra.
Na vivificação daquilo no qual depositamos mais foco e atenção - na cruz ou coração?
Feliz Páscoa a todos, de todas as religiões - do Zoroastro (Zaratustra) que desceu da cruz; do Buda que peregrinou pelos desertos do Ser; do Maomé que se iluminou; do Cristo que assim falava... Amor.
Laços do Amor:
Cristo,
cruz,
espaço,
espinhos,
flor-de-Lótus,
Logos,
mente-coração,
páscoa,
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pertencimento,
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totalidade,
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