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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, as perspectivas de ação que convergem ao Todo

Reconhece. Aceita. Entrega. Supera.

E mantenha-se em seu caminho - obstáculo é tudo aquilo que aparece em nossa vista quando tiramos o foco de nosso objetivo.

E, de tempos em tempos, checa o objetivo e a motivação deste objetivo.

Respire e cultive a atenção plena.

Coragem para constantemente afirmar-se mesmo diante ou contra si mesmo.

O Eu e os demais valores (que o constituem) devem sempre ser checados e atualizados - são perspectivas de um Todo em constante colapso e reestruturação.

No devir que só faz sentido e se torna sustentável por Amor,

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que me resta do Amor

Respiro tua falta
Suspiro tua ausência
Suspendo o vazio
Apreendo tua essência

Tudo que me resta
É fazer-te presente na dor da saudade
É sorver cada gota de lembrança
Lentamente - para que tão cedo não acabe

Fostes tormenta e impulso
Passastes
És serena paisagem
Calmaria que me apraz e traz o melhor da minha vida

Na aceitação da unidade e entrega ao Todo,

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Amor hos me

É tempo de espera
De confiar no tempo dos deuses
Na conspiração universal
Certeza de meu corpo

Educar a mente a confiar
A tecer a trama invisível da Vida
Que conspira ao Amor
Tal qual à Vida a natureza conspira

A perdoar quaisquer falhas
Humano demasiado humano que sou
Pronto para lhe amar
Em constante atualização, aqui estou

Aprendendo a domar a urgência
A aceitar as contingências
Confiando na pertinência
Do encontro de nós dois

Na irreversibilidade do Amor,

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Amor, instante presente

Amor é dar tudo o que cabe até aqui e no instante, entregando o restante à eternidade - que um dia se faça presente.

No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,

domingo, 4 de setembro de 2011

Amor, vitória da liberdade

Amor é aceitar as cicatrizes, abandonar a luta e entregar-se à experiência de viver e se relacionar com o Todo através de cada Ser.

Na travessia que transcende o nosso Ser rumo a nós mesmos, expandindo a imanência,

sábado, 11 de junho de 2011

Do desejo de Amar

No meio do caminho tinha o dia dos namorados.

O poeta está certo, é impossível ser feliz sozinho.

Mas e a máxima "antes só do que mal acompanhado"? Não se deve dar a mínima?

Há um caminho possível e eis o Amor - viver a vida de maneira verdadeiramente coerente, a começar com o desejo.

Sabemos mesmo o que desejamos? É preciso educar o desejo, compreender nossas emoções.

É preciso desejar o Amor e tê-lo como único foco, única prática, pois é a fonte que realiza todos os demais desejos.

É preciso Ser forte para viver o Amor.

Na aceitação do Todo que compreende em si todas as singularidades e que necessita de mim para se atualizar em minha vida,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Os caminhos do Amor

Como pode voltar tudo,
se nossos caminhos já partiram
rumo aos nossos destinos amiudo.

Mais que tristeza, aceitação.

Não é mais por mim que teus sinos batem.
Não é mais em minha direção que teu vento sopra.
Não é mais em meu oceano de Amor que tu te ancoras.

Mais que tristeza, aceitação.

Respeito o compasso do destino,
a cada passo mais ciente,
amadureço no ritmo do eterno menino.

Mais que aceitação, entendimento.

No respeito de onde emana todo Amor,

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Amor, o dis-curso do perde-ganha, aprende

Quando se perde um Amor, se perde a lógica.

Quando se perde um Amor, o raciocínio tropeça nos soluços da emoção e a razão cai.

Quando se perde um Amor, se é consumido pelo vazio.

Quando se perde um Amor, o coração é inundado pela dilaceração.

Quando se perde um Amor, se é afogado em mágoas.

Quando se perde um Amor, se fica repetitivo buscando um sentido.

Quando se perde um Amor, se busca um motivo, o culpado,
sempre no exterior para aliviar o fardo.

Quando se perde um Amor, nunca se pergunta de maneira equilibrada "onde foi que nós erramos", mas apenas se busca refúgio nos extremos "onde foi que eu errei" ou "o outro errou, não podia ter feito isto".

Quando se perde um Amor, talvez seja o momento de ambos refletirem e aprenderem com a situação, partindo de uma irrestrita aceitação: buscar um começo na lei do Karma da causa e do efeito só fará se emaranhar ainda mais na complexa teia da vida, consumindo-se pelo caos e esgotamento da falta de entendimento. Ou ainda levar a um entendimento parcial elevado erroneamente a status de verdade definitiva, gerando apenas mais karma.

Através da aceitação pode-se focar no aprendizado e na superação, buscando construir algo novo com novas bases.

Talvez um precise entender a linguagem da ação, do ato que se faz discurso, e não apenas esperar o diálogo das palavras.

Talvez o outro precise aprender a dialogar através das palavras que também são ações que clareiam emoções e confirmam a própria linguagem da ação.

E, por fim, não se deve esperar que nosso discurso é tão claro quanto parece: deve-se sempre zelar pela qualidade e eficácia da relação e da troca, indo-se sempre ao encontro do outro.

As pessoas são enganadas pelas emoções, que são mobilizadas tanto por ações como por palavras. Os encontros se perdem nos desencontros da vida, dissonâncias cognitivas que apenas o Amor pode convergir em entendimento, pois apenas o Amor é impulso ao desconhecido, elevação da troca, estabilidade da união e fluxo da progressão.

Apenas o Amor converge o diálogo verbal e o não-verbal elucidando e dissipando qualquer sombra de dúvidas, removendo qualquer obstáculo ao crescimento do Amor.

Quando se perde um Amor, se percebe claramente que Amor é o conhecimento maior, que abarca todo o conhecido e aquilo que está por se tornar conhecido. Amor é a razão principal, é a sustentabilidade, é o sentido maior de tudo e para Todos; e isto se aprende com a dor da ausência.

Só o Amor cada vez mais profundo e vivenciado é que corajosamente pode levar ao mesmo aprendizado, mas por vias mais doces e tenras.

No dis-curso do Amor que encontra seu caminho nas margens do diálogo,

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Quo vadis in chaos, Amor?

Por onde vou?
Por que voo?
Em que ando?

Nas asas do destino,
com a im-pulsão do livre arbítrio
cumprindo a vontade imperatriz.

Liberto o jugo da métrica e harmonia
quantas linhas tem uma estrofe
kd a gramática até a pontuação deixo pra trás
nexo mete a rima no tal verso
assim atravesso a orquestra e detono a sinfonia
maestro de mim mesmo
livre sem sentido seguindo apenas o coração
seu ritmo, minha pulsão.

É o caos que reina no acaso
- que não existe.
Sou o caos que reino no meu ocaso
- que não existe.

Só existe o ciclo sem fim:
depois do ocaso nasce uma estrela em mim.
Re-nasce cada vez mais forte e confirma o devir
é o Ser amadurecendo, aprendendo a SerVir.

Solar não é tão fácil,
constelar ainda muito mais difícil.

Amigo, aviso:
quando o segundo sol chegar
chegou a hora de poder compartilhar
sem máscaras e improviso.

Para o caos humanizar
vou voando o cosmos es-colher.
Foi em meio ao caos que pude perceber
quais sementes eram férteis para então fecundar.

Cessa a rima,
é preciso explicar:
a poesia não invalida a prosa
antes de tudo a completa, torna-a plena, amorosa.

Por onde vou?

Voo nas asas do Amor fati, confirmo livremente meu destino, afirmo o melhor e o pior de mim, me responsabilizo por minha evolução, dou-me o sentido, dou-me a liberdade de sentir, dou-me a liberdade de viver, dou-me a liberdade de ser pleno; doou-me, pois sou pleno e é dando que me percebo; só há caos porque ainda não me compreendo, o meu cosmo é a minha parte que aceito e compreendo por inteiro.

Por onde ando, quem sou?

Sou um espelho da vida, reflexo de mim mesmo, eternidade projetada em um instante, Ser pulsante vivendo entre o nascer e o morrer, sobretudo amante.

Em que acredito?

Apenas no Amor, verdade única, multifacetada, caminho instantâneo de realização, vida, êxtase, superação.

O que rego?

As sementes das pontes, da equanimidade, do regozijo, da compaixão, do além-ego.

Assim me despeço deste esboço, pedaço de mim, pedaço de papel, pedaço de vida, pedaço de céu, pedaço que se completa com seu comentário ou versão. Somos, como a vida, um quebra-cabeça em busca de explicação.

Agora, se faz sentido pra você ou não, não sou eu quem respondo - nem ninguém! -, apenas a razão que emana de seu coração.

Por onde vou no caos, Amor? Realizar o meu sentido cósmico.

No caminho são, onde loucura é redenção, caos aceitação e cosmos salvação, que me arrebata à harmonia, beleza e ordem, trindade co-criada, tripé que sustenta minha vida, sustentabilidade divina, rede com que interajo e co-crio a realidade a partir de Todo o vazio,

domingo, 22 de agosto de 2010

Amor, abertura ao caos

Amar é contemplar o caos, o espaço aberto e sem forma, e ter a fé e perseverança de que as coisas acontecem quando menos esperamos. Não como queremos, mas como devem acontecer.

É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.

Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.

É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.

Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Amor intra-uterino é a Pátria que pariu

O Brasil e o Mundo estão de ponta-cabeça; não é de hoje que tudo caminha assim, pra baixo, mas o crescente consumismo e a superpopulação levaram as relações e suas discrepâncias a verdadeiros abismos e situações inconsistentes: enquanto uns chafurdam na grana, outros o fazem na lama; ambos, cada qual por seu motivo, sem nem chance de cultivar sua Flor-de-Lótus.

E o que o Amor tem com isto?

Ausente, substituído pela ganância e pelo medo, travestidos de indiferença, faces da mesma moeda cunhada por um sistema de Poros (abundância) e Penia (escassez).

Aceitar isto com o intuito de mudar a realidade é tornar-se Amor, filho mítico e justo que necessita ter vida própria - desatrelada a de seus pais, Poros e Penia - e que traz ordem ao sistema caótico que perpassa todas as células: do indivíduo ao governo, passando pela família (muitas vezes ausentes), pelas empresas (por muito inescrupulosas), pelos noticiários (por demais escabrosos) e por indigentes, de cotidianos sempre dolorosos.

O que esperar de quem está exposto à violência desde o útero? O pai alcóolatra estupra a irmã, bate na mãe que tem sorte se souber de verdade quem é o pai de seus filhos, de tantos desamores que passaram pelas brechas de prazer de sua também sofrida vida.

Engana-se quem pensa ser esta uma defesa do moralismo.

Pretende ser mais que isto; pretende ser uma defesa do Amor por todas as células (biológicas e) sociais, entendendo-o como respeito, zelo e compaixão à semelhante diferença do indivíduo como um todo, desde o núcleo familiar até ao governo, passando por empresas e instituições: falta-nos Amor, pura e simplesmente; o responsabilizar-se pela vida, com alegria e leveza.

É agir pensando no bem comum, valor extraordinário perdido no caos de nossos desejos irrefreados.

Na família e nos relacionamentos, o pensamento-ação da compreensão e do perdão, entendendo que também erramos e que todos queremos acertar - mesmo aparentando o contário -, e que com paciência e atenção tudo se resolve e encaminha.

Na empresa, ofertar soluções éticas, justas e sustentáveis, partindo das necessidades dos clientes e do mercado, levando em consideração o impacto na sociedade e no meio-ambiente, entendendo o lucro como um resultado natural, não como um objetivo obsessivamente perseguido em meio ao qual se esquece das demais variáveis e subjuga-se valores inalienáveis.

No governo, legislar com soberania, acima dos próprios interesses e dos grupos próximos e fortes, buscando uma justiça social que eleve o padrão através da educação, da saúde e da segurança, possibilitando a todos viver o Brasil e não apenas sobreviver no e ao Brasil.

Temos, como indivíduos, famílias, corporações e governos um potencial sem fim para a felicidade, abundante em um país com recursos naturais imensos.

Aceitação é a palavra-de-ordem.

Aceitar nossa realidade relativa atual e aceitar este horizonte de grandeza em um futuro que nunca chega, pois também não aceitamos nossa realidade absoluta: a de que somos uma nação abençoada por Deus, bonitos e ricos por natureza - comportamo-nos como condenados, transformando o paraíso em prisão.

Apenas o Amor pode nos libertar e nos dar uma nova vida, parir uma nova pátria.

Amado Brasil, Amor é a nova ordem que nos conduz ao eterno progresso; e começa por cada um de nós: dentro de nós, em nós mesmos; dentro de nossa família e círculo de amizade, naqueles momentos de estresse e insatisfação, superando os obstáculos para se reunir em confraternização; dentro de nosso trabalho, dedicando-nos com zelo e atenção plena; dentro do governo, justamente diligente e soberano.

Não importa aonde ou com qual dimensão, o Amor começa em cada um de nós em qualquer ocasião.

É no útero de cada grávida que um novo Brasil é gestado. É em cada ato sexual que um novo Brasil é projetado. Brasil, não foda, ame.

No relacionamento ético do dar-e-receber com zelo e respeito, Amor é a ordem que conduz ao progresso,

domingo, 11 de julho de 2010

Aceitação é evolução, no Amor intuição

Amar é aceitar o Aqui e Agora, intuindo a evolução e melhora próxima e agindo de maneira precisa e necessária para sempre elevar o Aqui e Agora à eternidade.

Vejamos no exemplo do professor e do aluno.

O aluno deve reconhecer no professor o melhor professor que ele pode ter naquele momento e estar aberto à intuição para saber quando é necessário partir para aprender (e ensinar) com outro; evitando assim também o desgaste de algo ultrapassado e que já rendeu o esperado, afinal, vida é renovação.

O professor então – sempre doando o máximo de si e no máximo que o aluno suporta a cada etapa e momento – terá a oportunidade de Ser o melhor professor para outro aluno que encontrará a excelência em seu nível (que encaixa no do professor) – não há absolutos, apenas excelências referenciais.

No mestre de todos nós,

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No Amor, mal não há

Amor é a compreensão de que não há mal na divisão, enquanto esta se propuser à reunião na aceitação dos padrões mais elevados da sustentabilidade do Todo: Uno sentido, sustentado e acessível pela tríade.

Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.

Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.

Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,

terça-feira, 27 de abril de 2010

Amor, força e Luz

Amor, força que se forja no encontro da serenidade que aceita e coragem que transforma, Luz da sabedoria que discerne e age.

Na forte clareza da Superação, que não julga, mas conduz,

Amor, incentivo conquistador

Amor é a armadura que se veste - adquirida da alma e fabricada no coração, morada do Ser - para se caminhar de peito aberto e alma lavada, aceitando o que vier, pois nada macula ou machuca; quando não há expectativas, não há frustração - há apenas a abertura para que tudo dê sempre certo e seja encaminhado corretamente.

É aceitação ativa, que compreende sem julgamento e assim empreende as transformações necessárias ao momento.

No mind setting que passa pelo coração e conquista o mundo,

sábado, 19 de dezembro de 2009

CyberAmor

Aceitar aquilo que se atualiza
para cultivar aquilo que em potência se conhece e deseja.

É assim que o Amor se realiza
e que assim seja.

No Amor integral,

sábado, 25 de abril de 2009

Amor - aceitação e superação de si

Já estive aqui inúmeras vezes.
Freqüento este planeta desde seus primórdios.

Já matei, já roubei, já magoei.
Já andei solitário por entre gente,
relacionamentos,
confiando apenas na mente,
tormentos.

Lapidava a razão distante do coração,
esquecendo-me que tudo é equilíbrio,
que tudo é um só: o segredo da filosofia,
sensação, sentimento, pensamento, emoção, isto tudo combinado, sabedoria.

Evolui com os ciclos e agora só quero Amor.
Basta de viver o sofrimento, de aprender pela dor.

Chega um momento onde se descobre que Ser é Amar, que esta é a origem, este é o melhor meio e este é, com certeza, o único fim: se superar.

Muito além de reducionista, fatalista, aprisionante esta verdade é redentora e libertadora, estimulante.

Quando se aceita sua verdadeira natureza e passa-se a harmoniosamente trabalhar com ela, tudo flui, desatam-se os nós, caem os véus, cessa a neblina da confusão dualista e pode-se enfim seguir adiante explorando, vivenciando e colhendo os frutos do infinito de seu pleno potencial natural: isto é o Amor - a infinita dimensão natural do Ser.

Na aceitação que leva à ação dinâmica, sensata e amorosa, que é o Amor, a superação de si,

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Amor - o passo do conhecimento, a ponte entre a ignorância e a plenitude

Um homem ciente de sua ignorância é um homem a um passo de sua plenitude.

Amor é este passo corajoso adiante e para fora da zona de conforto, a ponte que une dois mundos: ontem-amanhã, ignorância-plenitude, eu-outro; é o hoje, o conhecimento, o nós, agora.

No Amor que desperta, conhecimento que aceita, vivência que liberta,