Sublime é meu sentimento por ti
rochedo, relâmpagos, vulcões
fúria titânica
que me devasta e reconstrói
por inteiro
tempestade que se manifesta
na transição das brisas
do entra-e-sai
da transpiração de cada pensamento
só, em ti
me perco
me encontro
me jogo
te escolho
Na coragem e ousadia, destemida poção do Amor, atualização do Ser,
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sábado, 15 de setembro de 2012
Sublime atualizar do Amor
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sábado, 25 de julho de 2009
A nau do Amor
Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
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Zé Maria
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Brisa amorosa
Amor, essa brisa interna que acalma a ardência - no peito, no estômago, na alma - que infla as velas e ilumina nosso horizonte no Outro sem fim.
Navegar nessa brisa para encontrar o oceano de Amor, é preciso, com toda calma.
Sob inspiração de viagem auspiciosa para encontrar Sua Santidade, o Dalai Lama em Frankfurt, Alemanha.
Dalai Lama significa literalmente 'Oceano de Sabedoria' e esta não é outra que o Amor, que através da Compaixão torna a mente inteligente, mas ordinária, em sabedoria pura.
Na proa do Amor somos todos Reis do Mundo,
Navegar nessa brisa para encontrar o oceano de Amor, é preciso, com toda calma.
Sob inspiração de viagem auspiciosa para encontrar Sua Santidade, o Dalai Lama em Frankfurt, Alemanha.
Dalai Lama significa literalmente 'Oceano de Sabedoria' e esta não é outra que o Amor, que através da Compaixão torna a mente inteligente, mas ordinária, em sabedoria pura.
Na proa do Amor somos todos Reis do Mundo,
terça-feira, 17 de março de 2009
Amor - brisa que eleva a cada passo
Cada passo é uma brisa que nasce no caminho que é o Amor - quando intenso é o vendaval da paixão. Mas tudo é ar - pois respira, anda, ama, isso é viver.
A troca, o entra e sai, do todo o sistema, da vida dilema; não é questão de amar ou não, é questão de elevar o viver, isso é o amor.
No Amor,
A troca, o entra e sai, do todo o sistema, da vida dilema; não é questão de amar ou não, é questão de elevar o viver, isso é o amor.
No Amor,
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