terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor, natureza cósmica do Ser
Síntese do Todo, filho do Amor de Pai Cosmos e Mãe Natureza, devemos prestar sinceras homenagens, tornando nossas vidas um louvor à Terra que amorosamente nos sustenta.
No alto astral e Amor sem igual a partir da natureza cósmica do Ser,
domingo, 30 de maio de 2010
Amor é Fogo, o princípio do Todo
O Amor consiste precisamente na unidade profunda que as oposições aparentes ocultam e sugerem: os contrários, em todos os níveis da realidade, seriam aspectos inerentes a essa unidade.
Não se trata, pois, de opor o Um ao Múltiplo, como Xenófanes e o eleatismo: o Um penetra o Múltiplo e a multiplicidade é apenas uma forma da unidade, ou melhor, a própria unidade.
Daí a insuficiência do uso corrente das palavras: somente o Logos (razão-discurso) do filósofo consegue apreender e formular – não ao ouvido, mas ao espírito, não diretamente, mas por via de sugestões sibilinas – aquela simultaneidade do múltiplo (mostrado pelos sentidos) e a da unidade fundamental (descortinada pela inteligência desperta, em "vigília”).
Eis o que é o Logos (razão-discurso) para Heráclito, transcrito por inteiro e no qual apenas substitui o objeto a ser delineado, por entender de corpo-fala-mente que se trata do Amor.
No Logos, razão-discurso que é puro, claro e forte Amor,sexta-feira, 30 de abril de 2010
No fluxo do Amor
No panta rhei que sempre muda e por isso é sempre Amor,
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A multiplicidade única do Amor
No Amor que inspira a viver a mudança em nós e no mundo,
sábado, 24 de janeiro de 2009
Amor e o eterno devir
Apenas o Amor consegue revelar a plenitude de nosso Ser, o supra-humano, e nos transformar naquilo que somos e de onde, literalmente viemos: de um ato de Amor.
Partimos do Eros, do ato erótico, e penso que nossa ascese seja peregrinar e o unir ao amor Ágape, desembocando e unindo assim ao outro lado, o outro, a Philia.
O rio é sempre outro, somos sempre outros; panta rhei (tudo flui), como diria mestre Heráclito de Éfeso, mas não trata-se disto, trata-se de cruzar o turbilhão do rio das emoções e dos impulsos das paixões - as tais forças schopenhauerianas - e chegar a outra margem. O barco é o Amor Ágape.
No Amor quae panta rhei,
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Amor ideal
O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.
No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.
Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.
Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.
Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.
No amor,
domingo, 15 de junho de 2008
Alma-Mor
Fazer análise, meditar ou simplesmente refletir e contemplar o amor faz-nos encarar a verdadeira realidade, leva-nos a retirar os véus, as gorduras e os excessos, possibilitando-nos a libertarmo-nos de nossas ilusões, ideais e tudo aquilo que nos aprisiona e assim nos divide de nós mesmo.
Como diria Epícteto "esperar menos, amar mais".
No amor